Colegas de trabalho!

Evellyn e Renato trabalhavam no mesmo andar da empresa havia quase um ano, mas só nas últimas semanas aquela tensão tinha virado rotina safada. Duas vezes por semana, no horário do almoço, eles fugiam do escritório, pegavam o carro dele e iam pra casa dele que ficava a dez minutos dali. Era rápido, suado, proibido e viciante. Ontem não foi diferente. O relógio bateu meio-dia e meia, Renato passou pela mesa dela, deu aquele sorriso de canto e murmurou baixo pra ninguém ouvir.
- Hoje eu tô louco pra te comer de novo, Evellyn. Vamos?
Ela sentiu a buceta piscar só de ouvir. A calcinha já estava úmida desde a manhã, pensando no pau dele.
- Vamos logo, Renato, antes que alguém perceba. Tô molhada pra caralho só de imaginar.
Eles saíram separados, se encontraram no estacionamento e em quinze minutos já estavam dentro do apartamento dele, porta trancada, roupas voando. Renato era alto, pele morena, corpo definido de quem malhava depois do trabalho. Evellyn era magra mas com curvas boas, peitos médios que balançavam quando ela andava, bunda empinada que ele adorava apertar. Ele a virou de costas contra a parede da sala, beijou o pescoço dela enquanto enfiava a mão por baixo da saia.
- Porra, Evellyn, você já tá encharcada. Essa buceta tá pingando pra mim.
Ela gemeu baixinho, abrindo as pernas.
- Mete o dedo logo, Renato. Tô precisando.
Ele enfiou dois dedos grossos na buceta dela, girando devagar, sentindo as paredes quentes e molhadas apertarem. Evellyn rebolou contra a mão dele, gemendo mais alto.
- Aaaahhh... isso, assim... você sabe exatamente onde eu gosto.
Eles nem chegaram no quarto direito. Renato a puxou pro sofá, tirou a saia e a calcinha dela de uma vez, deixou ela de quatro no braço do sofá, posição de cachorrinho perfeita. A bunda dela empinada, buceta inchada e brilhando de tesão, cu piscando logo acima. Ele ajoelhou atrás, lambeu da buceta até o cu, devagar, saboreando o gosto salgado dela.
- Hummm, que delícia essa xoxota toda melada. E esse cu... hoje eu quero brincar com ele.
Evellyn tremeu, lembrando que da última vez ele tinha enfiado o dedão ali e ela não tinha curtido tanto, mas hoje o corpo dela estava pedindo mais.
- Faz o que quiser, Renato, só não para. Tô louca pra sentir sua pica me abrindo.
Ele alinhou a pica grossa, cabeça vermelha e latejando, na entrada da buceta dela e meteu devagar, centímetro por centímetro. Evellyn sentiu a grossura abrindo ela toda, as paredes da buceta se esticando ao redor dele.
- Aaaahhh porraaa... como você é grosso... me enche toda, vai.
Renato segurou os quadris dela e começou a meter com ritmo, fundo e forte, o saco batendo na buceta dela fazendo barulho molhado de ploc ploc ploc. A sala encheu de cheiro de sexo, suor e buceta molhada. Ele esticou a mão e começou a friccionar o grelinho dela com o polegar, circulando rápido.
- Toma, Evellyn, rebola nessa pica. Olha como sua buceta tá sugando meu pau, tá gulosa pra caralho.
Ela rebolava desesperada, empinando mais a bunda, peitos balançando soltos.
- Mete mais fundo, Renato! Fode essa buceta com força! Aaaahhh... meu grelinho tá latejando, não para de esfregar!
Os gemidos dela foram ficando mais altos, mais desesperados. Renato acelerou, metendo com tudo, a pica entrando e saindo brilhando de melzinho dela. Ele sentia as paredes da buceta dela apertando, pulsando.
- Caralho, Evellyn, você tá apertando minha pica... tá gozando já?
- Tô... tô gozando... aaaahhh porraaa... não para... aaaaiii que delíciaaa!
O orgasmo dela veio forte, pernas tremendo, buceta esguichando um pouco de tesão no pau dele. Mas Renato não parou. Continuou metendo, mais rápido, mais fundo, o suor escorrendo pelas costas dele. Ele segurou os cabelos dela, puxando levemente.
- Isso, goza na minha pica, sua safada. Agora eu vou encher essa buceta de porra quente.
Ela sentia outra onda vindo, o grelinho inchado, a buceta latejando.
- Goza, Renato! Enche minha buceta de porra! Quero sentir você jorrando dentro!
Ele grunhiu alto, meteu mais três vezes bem fundo e explodiu. Jatos grossos e quentes de porra encheram a buceta dela, transbordando pela borda da pica, escorrendo pelas coxas dela em fios brancos grossos.
- Aaaarrggghhh... toma toda, Evellyn... tô gozando pra caralho dentro dessa buceta gulosa!
Evellyn sentiu o calor da porra dele enchendo ela, misturando com o melzinho dela, e gozou de novo, mais forte, gritando sem controle.
- Aaaahhh meu Deus... tá tão quente... tô gozando de novo com sua porra dentro de mim!
Eles ficaram ali um momento, ofegantes, a pica dele ainda dentro, pulsando os últimos jatos. Quando ele puxou devagar, um rio de porra branca e grossa escorreu da buceta aberta dela, pingando no sofá. Evellyn tremia, bunda ainda empinada, sentindo o cu piscar de tesão residual.
Renato olhou pra aquele cu apertadinho, brilhando de suor e um pouco do melzinho que tinha escorrido. Ele se lembrou do dedão da última vez e pegou o tubo de lubrificante na gaveta do sofá.
- Vou passar um pouco de lubrificante. Relaxa, Evellyn.
Ela riu, ainda zonza do gozo.
- Tá bom, mas só pro dedo, hein? Eu não curto muito anal, só faço pro meu marido ficar excitado.
Mas Renato não disse nada. Ele passou lubrificante na própria pica, que ainda estava meia dura mas já voltando a endurecer com a visão da bunda dela. Espalhou bastante no cu dela também, enfiando o dedão devagar pra abrir um pouco.
- Renato... o que você tá fazendo?
Ele alinhou a cabeça da pica no cu dela, pressionando devagar.
- Hoje tu não me escapa, eu vou comer esse cu gostoso, Evellyn. Relaxa e deixa entrar.
Ela arregalou os olhos, sentindo a grossura pressionando o anel apertado.
- Meu Deus, Renato! Isso vai doer pra caralho! Sua pica é grossa demais pro meu cu!
Mas ele empurrou devagar, só a pontinha entrando. Evellyn apertou os dentes, dor queimando, o cu se esticando como nunca.
- Aaaaiii... devagar... tá doendo... porra, tá me rasgando!
Ele parou um segundo, esfregando o grelinho dela de novo com a mão livre, circulando rápido pra distrair da dor.
- Respira, Evellyn. Olha como seu grelinho tá duro. Vai passar, confia.
A dor foi diminuindo aos poucos enquanto ele entrava milímetro por milímetro, o lubrificante fazendo o pau deslizar. Evellyn sentiu uma sensação estranha, quente, cheia, diferente de tudo que tinha sentido com o marido. Quando ele estava meio pau dentro, começou a sair e entrar devagarinho.
- Hummm... tá entrando... aaaahhh... não tá doendo mais tanto...
Renato acelerou um pouco, metendo mais fundo, a pica grossa abrindo o cu dela todo. O barulho era molhado, obsceno, pele batendo em pele.
- Porra, Evellyn, seu cu tá apertando minha pica como uma luva. Tá gostoso pra caralho.
Ela começou a sentir choques percorrendo o corpo, ondas de prazer saindo do cu e batendo direto na buceta, no grelinho que ele não parava de friccionar. As pernas dela tremiam, o corpo inteiro suando.
- Aaaahhh... que porra é essa... tá bom... tá tão bom... mete mais, Renato!
Ele meteu mais forte, metade do pau saindo e entrando rápido agora, o cu dela se acostumando, piscando ao redor da pica grossa. Evellyn gritava, sem controle, voz rouca de prazer.
- Aaaaiii que delíciaaa... meu cu tá pegando fogo de prazer... fricciona meu grelinho mais rápido... tô sentindo ondas... aaaahhh porraaa!
O prazer era insano, diferente de qualquer coisa. Parecia que choques elétricos subiam pela espinha dela, a buceta latejando mesmo sem nada dentro, o cu pulsando ao redor da pica dele. Ela convulsionava, olhos revirando, gemendo desesperada.
- Não para... tá me fazendo gozar pelo cu... aaaahhh eu tô gozando de novo... meu Deus do céu!
O orgasmo veio como uma explosão, o corpo dela tremendo inteiro, cu apertando a pica dele em espasmos, buceta esguichando um pouco de melzinho misturado com a porra que ainda escorria. Renato não parava, metendo fundo, acelerando.
- Isso, goza com meu pau no seu cu, sua puta. Toma mais fundo.
Ela gozou uma segunda vez logo em seguida, mais forte, gritando alto o suficiente pra vizinhos escutarem se estivessem perto.
- Aaaarrggghhh... tô convulsionando... meu cu tá piscando, gozandooo... aaaahhh não aguento mais... mas não para!
Renato sentiu o cu dela apertando tanto que quase gozou ali, mas segurou. Metia com tudo agora, a pica entrando até o talo, o saco batendo no grelinho dela. Evellyn estava uma bagunça, suor escorrendo, pernas moles, voz falhando de tanto gemer.
- Renato... se você gozar dentro do meu cu... eu vou me cagar toda, por favor não goza dentro... tá apertado demais... aaaahhh por favor... mas continua metendo!
Ele grunhiu, segurando os quadris dela com força, metendo sem piedade.
- Eu vou gozar sim, Evellyn. Vou encher esse cu de porra quente. Prepara.
Ela gritou, outra onda de prazer misturada com medo e tesão.
- Não... se você gozar no meu cu eu vou me cagar... tô falando sério... aaaahhh mas tá gostoso demais... goza então, enche meu cu com essa porra gostosa, vaaaai!
Renato acelerou mais, o cu dela fazendo barulhos molhados obscenos, e explodiu. Jatos grossos, quentes, jorraram fundo no intestino dela, enchendo o cu até transbordar.
- Aaaarrggghhh... toma no cu, Evellyn... tô gozando pra caralho dentro dessa bundinha apertada!
A porra quente encheu ela, pressionando as paredes, misturando com o lubrificante. Evellyn gozou pela última vez, o orgasmo mais forte de todos, corpo convulsionando inteiro, gritando rouca.
- Aaaahhh eu tô gozando com porra grossa no meu cu... meu Deus... tô me acabando!
Renato ficou ali um tempo, pau pulsando os últimos jatos. Depois, devagar, puxou o pau todo pra fora. O cu dela, agora aberto e vermelho, não fechou de imediato. Evellyn, ainda de quatro, rebolou o quadril instintivamente, gemendo baixa de prazer residual.
- Aaaahhh... tá saindo, desgraça... olha o que você fez, seu vagabundo...
E então aconteceu. O cu dela relaxou completamente, e uma mistura quente começou a sair: porra branca grossa dele misturada com um pouco de merda marrom clara, mole, escorrendo pelas coxas dela em fios grossos, pingando no sofá. Ela rebolava devagar, sentindo tudo sair, vergonha e tesão misturados no rosto vermelho.
- Porra... eu tô cagando mesmo... olha a merda saindo do meu cu misturada com sua porra... aaaahhh que delícia e que vergonha ao mesmo tempo...
Renato ficou olhando, pau ainda semi-duro, satisfeito.
- Caralho, Evellyn, que cena gostosa. Você gozou tanto que não segurou.
Ela riu fraca, ainda tremendo, sentindo o cu pulsar vazio agora.
- Nunca senti nada igual... da próxima vez eu quero de novo, no almoço, do mesmo jeito. Buceta cheia de porra e cu me fazendo cagar de prazer.
Eles ficaram ali, ofegantes, corpos suados, cheiro de sexo, porra, buceta e um pouco de merda no ar. O almoço tinha sido bem mais longo que o normal, e os dois já sabiam que na quarta-feira iam repetir, só que talvez com mais lubrificante e mais gritos ainda.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


259831 - Comendo bem em um velório! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259828 - Convivência com o enteado, após a morte do marido! - Categoria: Incesto - Votos: 1
259803 - Primeira vez que transei com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259788 - Filha em desespero, pai consolador! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259774 - Meu pai e minha mãe me pegaram transando e o que aconteceu em seguida foi inesperado! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259742 - Me acabando gostoso em uma máquina de foder! - Categoria: Masturbação - Votos: 0
259731 - Fui pra faculdade plugada! - Categoria: Fetiches - Votos: 2
259720 - Eu lésbica, ensinei meu amigo a dedar uma buceta! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259718 - Minha irmã me provocou usando os pés! - Categoria: Incesto - Votos: 1
259714 - Peguei gostoso minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259712 - Minha irmã lésbica me enlouqueceu! - Categoria: Incesto - Votos: 0
259687 - Amiga safada de minha mãe! - Categoria: Coroas - Votos: 0
259633 - Atendendo a porta de toalha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259625 - Dando uma mão pra minha prima grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259624 - Peripécias em um acampamento! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
259623 - Quando me tornei um dildo humano! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259567 - Levei um flagra no vestiário! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259565 - Ela entrou no banheiro enquanto eu tomava banho, daí tudo mudou! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259554 - Currada por um estranho em um banheiro de supermercado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
259553 - Descobri que minha filha é uma safadinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259550 - Sendo acordado de maneira gostosa! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
259549 - Maninha sentou no meu colo, doida pra levar pica! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259506 - Terapia de valor! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259493 - Tirando o cabaço do cuzinho da irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259484 - Descobrindo algo sobre minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 7
259475 - Depois de esfregar gostoso no meu irmão, eu dei tudo pra ele! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259390 - Me esfregando gostoso no meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259388 - Minha mãe me viu trepando na cozinha - Consequências! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259320 - Comendo minha mulher na cozinha, quando do nada minha mãe apareceu.. - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
259242 - Atendi ligação do meu pai, enquanto caia numa pica! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Colegas de trabalho!

Codigo do conto:
259891

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
20/04/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0