Ela entrou na roda gigante com as amigas, mas logo o clima do show tomou conta. As luzes piscando, o som pesado batendo no peito, e ela começou a dançar solta, rebolando devagar, sentindo o olhar dos caras ao redor. Foi aí que ele apareceu. Um cara alto, corpo definido, cheiro de homem misturado com suor de dança. Ele se aproximou por trás, as mãos roçando de leve na cintura dela, e logo os dois tavam colados, dançando no ritmo da multidão. - Porra, você tá gostosa pra caralho nessa saia... – ele murmurou no ouvido dela, a voz rouca de tesão. Ela sorriu, empinou mais o bumbum e começou a rebolar contra ele. Sentiu logo a pica dura dele marcando por trás da calça, latejando, pressionando bem no meio da bunda. O calor subiu rápido. Ela esticou a mão pra trás, desabotoou o botão da calça dele devagar, roçando os dedos na cueca que já tava esticada. Ele entendeu o recado. Quando a roda gigante parou e eles desceram, ele seguiu ela até a grade da frente do palco, bem no meio da galera que pulava. A multidão era perfeita pra esconder, o escuro ajudava, mas o risco deixava tudo mais molhado. Ele se colou de novo, esfregando a pica dura por cima da roupa. Ela sentia o pau dele latejando, grosso, quente. Rebolou mais forte, gemendo baixinho enquanto a música explodia. - Hmmm... tá duro pra mim, né safado? – ela sussurrou, virando o rosto de lado. - Tô louco pra te comer, vadia... você tá pedindo isso desde que chegou – ele respondeu, a mão subindo por baixo da minissaia. Ele levantou o tecido, sentiu a pele macia, a meia arrastão roçando nos dedos. Percebeu a calcinha encharcada e puxou pro lado sem dó. A buceta dela tava pingando, os lábios grossos brilhando de tesão, o grelinho inchado pedindo atenção. Ele tirou o pau pra fora da cueca, enorme, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Esfregou devagar entre os lábios da buceta dela, pra cima e pra baixo, lambuzando tudo. - Ai que delícia... esfrega mais nessa buceta molhada... – ela gemeu, desesperada, empinando pra trás. Ele segurou os quadris dela com força, os dedos marcando a pele, e continuou o vai e vem, a cabecinha roçando o grelinho, fazendo ela tremer. A multidão pulava, ninguém via direito, mas o perigo deixava os dois loucos. Ela se mexeu contra ele, tentando fazer ele entrar. - Mete logo, porra... enfia essa pica grossa toda em mim... – pediu, a voz saindo rouca. Ele não aguentou mais. Empurrou devagar no começo, sentindo a buceta quente e apertada engolir centímetro por centímetro. Depois, com um movimento firme, enfiou até o talo, as bolas batendo nos lábios molhados. - Aaaahhh! Que gostoso... me fode... – ela gemeu alto, mas abafado pela música. Ele começou com estocadas curtas, reboladas, dançando com a pica enterrada fundo na buceta dela. O pau saía quase todo e voltava com força, fazendo barulhinhos molhados que só eles ouviam. As coxas dela tremiam, o mel escorrendo pelas pernas. - Toma, vadia... essa buceta é minha agora... tão apertada, caralho... – ele grunhia no ouvido dela, mordendo o lóbulo. Ela rebolava contra ele, apertando os músculos internos, ordenhando a pica. Os gemidos ficavam mais desesperados. - Hmmm... ai... mais fundo... me arromba essa xoxota... tô quase gozando... Ele acelerou um pouco, as estocadas ficando mais ritmadas, o corpo dele colado nas costas dela, empurrando contra a grade. O pau latejava dentro, roçando em todos os pontos certos. Ela sentiu o orgasmo subir forte, as pernas bambas. - Aaaaiii... tô gozando... porra... continua metendo... – ela quase gritou, o corpo convulsionando, a buceta apertando forte ao redor da pica. Ele não parou, continuou fodendo através do gozo dela, o mel jorrando. Uns minutos depois, ele apertou os quadris com mais força. - Vou encher você toda... toma porra quente... – rosnou. E gozou forte, jatos grossos batendo fundo dentro da buceta, enchendo até transbordar. O pau pulsava, esvaziando tudo. Eles ficaram assim mais um pouco, ele ainda dentro, amolecendo devagar. Quando saiu, o sêmen escorreu pelas coxas dela, misturado com o mel, descendo pelas meias arrastão. - Fica com isso pingando o resto do show, safada... – ele disse, dando um tapa leve na bunda. Ela sorriu, ajustou a calcinha e a saia, e continuou dançando, sentindo o gozo dele escorrendo quente, marcando as pernas a cada movimento. A buceta latejava, sensível, mas satisfeita por enquanto. O show inteiro foi assim, ela rebolando, o pau dele na memória, o creme branco escorrendo devagar, molhando tudo. Depois do show, a multidão saindo, ela encontrou ele de novo perto da saída. Sorriram cúmplices. - Que coincidência, né? – ela disse. - Ou destino... tô com o carro na mesma garagem que você, pelo jeito – ele respondeu, a mão já roçando na cintura dela de novo. Caminharam juntos até o estacionamento, o clima pesado de tesão no ar. No meio do caminho, entraram num beco escuro, apertado, cheiro de concreto úmido e noite. Ele a empurrou contra a parede, levantou a saia de novo, puxou a calcinha pro lado e meteu de uma vez, sem aviso. - Aaaahh... que delícia... fode essa buceta cheia de porra ainda... – ela gemeu, as pernas abertas. Ele meteu com força, estocadas longas e fundas, o pau batendo no fundo, as bolas estalando na pele molhada. O gozo anterior servia de lubrificante, fazendo barulhos obscenos. - Toma, puta... essa xoxota tá viciada na minha pica... – ele grunhia, uma mão no pescoço dela, apertando leve. Ela rebolava desesperada, os gemidos ecoando no beco. - Hmmm... ai... mete mais... arromba meu cu também depois... quero tudo... Ele gozou de novo dentro dela, enchendo mais uma vez, o excesso escorrendo grosso pelas coxas. Chegaram na garagem. Entraram no carro dele, vidros escuros, espaço apertado mas perfeito. Ela sentou no banco de trás, abriu as pernas, a buceta vermelha e inchada, cheia de porra escorrendo. - Vem, me come de novo... – pediu. Ele tirou a roupa toda dessa vez, o pau duro de novo, brilhando. Entrou nela devagar no começo, sentindo o calor cremoso. - Porra... você tá cheia... mas ainda aperta gostoso... – ele disse. Metiam forte, o carro balançando. Ela cavalgava, subindo e descendo na pica grossa, os peitos pulando, gemendo alto. - Aaaai... que pica grande... me rasga toda... – gritava. Depois ele virou ela de quatro, metendo por trás, batendo na bunda. - Agora vou usar esse cu... tá pedindo, né safada? Ele cuspiu na mão, lambuzou o cu apertado dela, e foi enfiando devagar. Primeiro a cabecinha, depois mais fundo. - Aaaahhh... dói gostoso... enfia tudo no meu cu... – ela gemeu desesperada, a mão no grelinho se masturbando. Ele começou a estocar, o cu dela apertando forte ao redor da pica. O ritmo aumentou, tapas na bunda, puxando o cabelo. - Toma no cu, vadia... que apertado... vou encher essa bundinha também... Gemidos misturados, suor, cheiro de sexo no carro. Ele gozou fundo no cu, jatos quentes enchendo o intestino. Mas não parou. Virou ela de novo, meteu na buceta, depois no cu alternando, rodadas e mais rodadas. Ela gozou várias vezes, o corpo tremendo, mel jorrando. - Mais... não para... me fode até eu não aguentar... – pedia entre gemidos. Horas se passaram assim, posições diferentes, ele enchendo todos os buracos dela, a minissaia toda suja de porra, as meias arrastão meladas, o carro cheirando a sexo puro. No final, os dois exaustos, suados, satisfeitos. Ela com o corpo marcado, buceta e cu latejando, mas com um sorriso safado no rosto. Essa noite foi daquelas que ficam na memória, cheia de risco, tesão cru e prazer sem limites. Ela saiu dali sabendo que looks ousados trazem recompensas bem grandes e grossas. Ela se lembrava de cada segundo na roda gigante antes. O vento leve levantando a saia, expondo a pele das coxas, os caras olhando. Quando ele se aproximou, o corpo dele era quente, o pau já semi-duro roçando na bunda dela enquanto dançavam colados. Cada rebolada fazia a calcinha entrar mais entre os lábios, molhando o tecido fino. O cheiro dele, suor misturado com perfume, deixava ela louca. Na grade, quando ele afastou a calcinha, os dedos grossos roçaram o grelinho inchado, fazendo ela dar um pulinho de prazer. A buceta contraiu, soltando mais mel. O pau dele era perfeito, comprido o suficiente pra bater no ponto G, grosso pra esticar as paredes internas. Cada estocada era descrita na mente dela: a cabeça inchada forçando entrada, o tronco veioso roçando as paredes sensíveis, as bolas quentes batendo no clitóris indiretamente. O ritmo de dança com o pau dentro era genial, ele rebolava os quadris como se ainda estivesse na pista, mas o pau girava dentro dela, tocando todos os cantos. - Hmmm... gira assim... que delícia no meu fundinho... – ela gemia baixinho. Os gemidos dela eram contínuos, misturados com a batida da música. O público pulando ao lado, alheio ao fato de que ela tava sendo comida ali, na frente de todo mundo, mas escondida pelo corpo dele e pela grade. Quando ele gozou, ela sentiu cada jato: quente, grosso, batendo no colo do útero, enchendo o canal. O excesso escorrendo imediato, pingando no chão, molhando as meias. Durante o resto do show, cada passo fazia mais porra descer, lambuzando as coxas, o cheiro subindo sutil, lembrando ela o tempo todo do que tinha rolado. No beco, o risco era maior. Carros passando perto, gente ocasional. Ele metia com urgência, a mão tapando a boca dela pra abafar os gemidos. - Quieta, safada... não quero que nos peguem... mas continua apertando minha pica com essa buceta gulosa... Ela mordia os dedos dele, o corpo tremendo com outro orgasmo, os sucos misturando com a porra anterior, criando uma bagunça cremosa. No carro, os detalhes eram infinitos. O banco de couro frio no começo, depois quente de suor. Ela chupou o pau dele primeiro, lambendo o gosto misturado de buceta e porra, engolindo fundo até engasgar. - Chupa gostoso... engole essa pica suja... – ele mandava. Depois, as fodas se multiplicavam. Uma de lado, perna levantada, pau entrando devagar pra ela sentir cada centímetro. Outra com ela sentada no colo, quicando furiosamente, os peitos dele chupando os mamilos duros. - Aaaai... morde meus peitos enquanto me fode... – pedia. No cu, ele foi paciente no início, dilatando com dedos, depois com o pau. O ardor virou prazer puro, o cu dela piscando ao redor da base do pau, ordenhando. - Que cu guloso... parece que não quer soltar... – ele gemia. Eles trocaram posições dezenas de vezes, gozando um no outro, ela gozando no pau, no cu, no dedo. O carro ficou uma zona, vidros embaçados, cheiro forte de sexo, porra em todo lugar. A noite inteira foi intensidade pura, gemidos desesperados ecoando, corpos colidindo, fluidos escorrendo. Ela saiu dali com a buceta e o cu doloridos mas felizes, a minissaia destruída, o corpo marcado por tapas e chupões, pronta pra repetir qualquer hora. Enquanto dançava com o gozo escorrendo, ela pensava em como era excitante sentir aquilo pingando, o risco de alguém notar a trilha branca nas coxas. Cada música nova trazia um novo rebolado, fazendo o sêmen se espalhar mais, lubrificando as pernas. Amigas perto, alheias, ela com um sorriso safado, a buceta ainda sentindo os espasmos do pau dele. No beco, o concreto frio na barriga quando ele a virou, o pau entrando por trás de novo, estocadas rápidas pra descarregar rápido. O som molhado, o tapa da pele, os gemidos abafados. - Porra... você goza tanto... enche de novo... – ela implorava. No carro, horas de sexo sem parar. Ele lambendo a buceta cheia, chupando o próprio gozo misturado com o mel dela, depois cuspindo de volta e metendo. - Saborosa pra caralho essa xoxota... – ele dizia entre lambidas. O cu dela dilatado depois de várias metidas, piscando, porra branca escorrendo do buraco apertado. A buceta inchada, vermelha, lábios abertos, grelinho sensível ao toque mínimo. - Aaaahhh fode... aaaaiii que pica... hmmmm não para... porraaa gozei de novo... - Quer que eu bata mais forte no seu cu? - Sim, me arromba, me trata como puta......
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