A gente sempre foi assim, eu e a minha meia-irmã. Desde moleque eu era grandão, daqueles que já nasciam com os ombros largos e as mãos pesadas. Ela, magrinha pra porra, pele clarinha, cabelo escuro caindo nos ombros finos, peitinhos pequenos que mal balançavam quando corria pela casa. Tinha 18 anos agora, eu com 19, mas as brigas bobas continuavam. Controle remoto, pedaço de pizza, o último copo de refrigerante. Qualquer merda virava guerra. Naquela tarde quente de verão, a casa vazia, pais viajando. Ela estava de shortinho jeans curto, daqueles que deixavam metade da bunda de fora, e uma regatinha fina sem sutiã. Eu queria o controle da TV. Ela pulou no sofá, rindo safada, apertando o botão como se fosse vida ou morte. - Dá pra mim, sua vadiazinha magrela! - eu gritei, rindo também, mas já com aquela fome no olhar. Ela se jogou pra trás, tentando escapar. Eu pulei em cima, meu corpo pesado caindo sobre o dela. Minhas pernas prenderam as dela, meu peito esmagando aqueles peitinhos duros. Senti o cheiro dela, suor misturado com shampoo de morango. Meu pau já latejava dentro da bermuda, roçando na coxa fina dela enquanto eu imobilizava seus pulsos acima da cabeça. - Solta, seu brutamontes! Eu peguei primeiro! - ela reclamou, se contorcendo, mas o corpo dela traía. Os quadris dela subiam devagar, roçando na minha perna. Eu ri baixo, aproximei o rosto do pescoço dela, mordi de leve a pele macia. - Hoje eu quero mais que o controle, sua putinha. Ela parou de lutar por um segundo. Os olhos castanhos dela encontraram os meus, cheios de surpresa e tesão. Foi aí que eu dei o tapa. A mão aberta estalou forte na bunda dela, por cima do short. O som ecoou na sala. Ela soltou um gemidinho baixinho, quase um miado: - Ahhh... seu filho da puta... Aquele gemido me fodeu de vez. Eu apertei mais os quadris dela, senti a carne macia cedendo nos meus dedos. Beijei ela com força, língua invadindo a boca quente, chupando o lábio inferior dela enquanto ela gemia contra mim. Minhas mãos desceram, apertando aquela bundinha pequena e durinha, separando as bandas por cima da roupa. Ela empurrou o peito contra o meu, esfregando os biquinhos duros. - Você é doente... mas continua... - ela sussurrou entre beijos. Eu não aguentei. Levantei um pouco, puxei a bermuda pra baixo e liberei minha pica grossa, latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Tinha uns 20cm de rola dura, veias saltadas. Ela olhou, lambeu os lábios. - Porra, que pica grande... sempre me impressiona. Eu segurei a cabeça dela pelos cabelos e guiei até minha rola. Ela abriu a boca gulosa, língua quente lambendo a glande, saboreando o gosto salgado. - Chupa, mana. Engole a pica grossa do seu irmão. Ela obedeceu como uma vadia faminta. A boquinha quente engoliu metade, sugando forte, saliva escorrendo pelos cantos enquanto a cabeça dela subia e descia. Eu gemia rouco, segurando os cabelos dela, fodendo a garganta devagar no começo. O barulho molhado enchia a sala: gluck gluck gluck. - Isso, sua cachorra... mama a pica do irmão... que boquinha gulosa. Ela engasgava, lágrimas nos olhos, mas não parava. Mãos pequenas apertando minhas bolas, massageando. Eu sentia o fundo da garganta dela apertando a cabeça da minha rola. Quando gozei, foi forte, jatos grossos enchendo a boca dela. Ela engoliu tudo, tossindo um pouco, mas lambendo até a última gota. - Delicioso... porra quente do meu irmão... Depois daquela tarde, virou rotina. Sempre que os pais saíam, a gente transava feito animais. No sofá, na cozinha, no quarto dela. Eu adorava imobilizar ela, bater na bunda até ficar vermelha, ouvir aqueles gemidinhos desesperados. Uma noite, meses depois, a coisa ficou ainda mais pesada. A gente tinha brigado de novo pelo controle, mas agora era só desculpa. Eu a prendi de quatro no tapete da sala, short dela abaixado até os joelhos, bucetinha lisinha e molhada brilhando. - Olha essa bucetinha apertada... toda encharcada pra pica do irmão - eu disse, passando a cabeça grossa da rola na entrada dela, esfregando no grelinho inchado. Ela rebolava desesperada, empinando a bundinha magra. - Enfia logo, porra! Me fode... quero sentir essa pica me arrombando! Eu meti de uma vez. A buceta dela era quente, molhada, apertando minha rola como um punho. Ela gritou de prazer e dor misturados: - Aaaaiii... que grossa... me rasga, irmão! Eu comecei a socar forte, bolas batendo na bucetinha dela, o som molhado de carne contra carne ecoando. Suor escorrendo pelos corpos. Eu segurava os quadris finos dela, puxando pra trás enquanto metia fundo. Sentia as paredes da buceta dela pulsando, o grelinho roçando na base da minha pica. - Gemendo assim... parece uma cadela no cio. Goza na pica do irmão, vai. Ela tremia inteira, dedos cravados no tapete. - Tô gozando... aaaahhh... porra... me enche! Eu aumentei o ritmo, metendo como um louco. O orgasmo dela veio forte, buceta esguichando um pouco, apertando minha rola. Eu não parei. Continuei socando até sentir minhas bolas contraindo. Gozei fundo, enchendo a bucetinha dela de porra quente, jatos grossos pintando o útero. Ela gemia baixinho, sentindo o calor me enchendo. - Isso... me enche de leitinho, irmão... tá transbordando... Eu puxei a rola devagar, vendo a porra escorrendo da bucetinha inchada, misturada com os sucos dela. Mas eu não tinha terminado. Meu pau ainda estava duro, brilhando de porra e meladinha. Eu passei a mão na bunda dela, separando as bandas. O cuzinho rosado piscava, pequeno e virgem ainda naquela noite específica. - Agora vai ser no cu, sua putinha. Quero arrombar esse furinho apertado. Ela olhou pra trás, olhos arregalados, mas o tesão era maior que o medo. - Vai doer... mas eu quero... enfia devagar no começo, tá? Eu cuspi na mão, passei saliva no pau e no cuzinho dela. Pressionei a cabeça grossa contra o anel apertado. Ela gemeu alto quando eu forcei: - Aaaaiii... devagar... que dor gostosa... porra... Centímetro por centímetro, eu entrei. O cu dela era absurdamente apertado, queimando minha rola, mas o prazer era insano. Ela se contorcia, unhas cravadas no chão, gemendo desesperada: - Tá me rasgando... aaaahhh... que pica enorme no meu cu... dói mas eu amo! Eu parei no meio, deixando ela acostumar, mão descendo pra esfregar o grelinho dela. Dedos circulando rápido enquanto o cu dela pulsava em volta da minha rola. Aos poucos comecei a meter, socadas curtas no começo, depois mais fundas. O cheiro de sexo enchia o ar, suor, porra, buceta molhada. Ela se acabava, rebolando contra mim, bundinha magra batendo contra minha barriga. - Mais forte... me fode o cu! Eu sou sua putinha... aaaahhh... tô gozando de novo! O orgasmo dela no cu foi violento. O corpo inteiro tremia, cu apertando minha pica como se quisesse espremer até a última gota. Ela gritava rouca: - Não goza dentro... se você gozar no meu cu eu vou me cagar... tô sentindo... aaaaiii... por favor... goza logo, me fode! Eu não aguentei o tesão daquilo. Segurei os quadris dela com força e meti fundo, rola inchando dentro do cu apertado. Gozei forte, jatos grossos de porra enchendo o intestino dela. Ela gritava: - Tô me acabando... porra no cu... aaaahhh... vou cagar... tá saindo! Quando eu puxei a rola devagar, o cuzinho dela ficou aberto, piscando, e veio tudo: porra branca misturada com uma cagadinha mole, escorrendo pelas coxas magras dela. Ela rebolava devagar, gemendo envergonhada mas excitada, empinando pra mim ver o estrago. - Olha o que você fez... me fez cagar com sua pica no meu cu... seu safado... mas foi tão bom... Eu olhava hipnotizado, pau ainda latejando, vendo o sêmen escorrendo junto com a merda dela, sujando o tapete. Ela se virou, olhos brilhando de tesão louco, e me puxou pra um beijo sujo. - Quero mais... sempre mais... seu irmão tarado. A gente continuou assim por anos. Brigas que viravam foda braba, tapas na bunda, boquetes no sofá, buceta e cu arrombados sempre que dava. Cada encontro era mais intenso, mais sujo, mais nosso. A magrinha lutadora tinha virado a maior vadia do irmão, e eu não trocaria isso por nada.
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