Era uma manhã tranquila de sábado, o sol ainda fraco entrando pela janela da sala. Eu tinha passado a noite na casa da tia Marta e do tio Osvaldo, dormindo no sofá da sala porque o quarto de hóspedes estava cheio de tralha. Acordei com o barulho dela na cozinha. Tia Marta saiu do quarto usando só uma blusinha velha e fina, sem sutiã nenhum. Os peitões dela balançavam livres, os bicos escuros marcando o tecido como se pedissem atenção. Achei que ela estivesse de calcinha, mas quando ela se abaixou para pegar uma panela no armário baixo, a blusa subiu e mostrou tudo: a bunda grande, redonda, carnuda, com aquela pele morena macia e o risco da buceta aparecendo por baixo. Meu pau reagiu na hora. Tinha uns 20 centímetros de comprimento duro, grosso pra caralho, com 11 centímetros de circunferência. A cabeça inchada latejava só de olhar. Não consegui me controlar. Minha mão desceu devagar, agarrei a pica por cima da cueca e comecei a bater uma punheta lenta, sentindo o peso das bolas cheias. O cheiro dela ainda pairava no ar, aquele perfume misturado com suor de quem acabou de acordar. Ela se virou de repente e me pegou no flagra. Seus olhos castanhos arregalaram, mas não gritou, não saiu correndo. Só ficou ali parada, olhando para o volume na minha cueca. - Nossa, sobrinho... você tá assim por minha causa? – perguntou baixinho, com a voz rouca de sono e surpresa. Eu parei a mão, vermelho, mas o pau continuava duro como pedra. - Sim, tia... não aguentei. Você tá gostosa pra porra. Ela sorriu de canto, um sorriso safado que eu nunca tinha visto. Andou até o sofá, sentou na beirada e colocou a mão quente na minha coxa. - Precisa de ajuda com isso aí, né? Deixa a tia cuidar. Sem esperar resposta, ela puxou minha cueca pra baixo. A pica saltou livre, veias pulsando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Tia Marta envolveu com a mão macia, apertou firme e começou a masturbar devagar, subindo e descendo, torcendo um pouco no topo. O prazer era insano. Eu gemia baixo, sentindo cada dedo dela apertando a grossura. - Que pica grande, hein? Nunca vi uma assim. Olha o tamanho disso... – murmurou ela, acelerando o movimento. Não durou nem dois minutos. Meu corpo tensionou, as bolas encolheram e eu gozei forte, jatos grossos de porra espirrando no peito dela, na blusa, pingando nos peitos. Ela não parou de bater até a última gota. - Isso, goza bastante, meu bem. Joga tudo pra fora – disse rindo baixinho. Depois ela me cobriu com o lençol, fez café da manhã como se nada tivesse acontecido. Comemos juntos, conversando sobre bobagens, mas o ar estava carregado. Assistimos um filme no sofá, eu sentado ao lado dela, sentindo o calor da coxa dela encostando na minha. Quando o tio saiu para trabalhar, o clima mudou completamente. Mais tarde, ouvi o chuveiro ligado. A porta do banheiro estava escancarada de propósito, eu acho. Espiei. Tia Marta estava nua debaixo da água quente, os peitões enormes molhados, os bicos duros, a barriga macia e aquela bunda grande brilhando com sabonete. A buceta dela era carnuda, lábios grossos, um filete de pelos escuros no alto. Meu pau endureceu de novo. Tirei o celular e gravei uns vídeos, fotos dos peitos balançando, da bunda empinada enquanto ela se ensaboava. Queria entrar, mas me segurei um pouco. Depois não aguentei. Levantei, tirei a roupa no corredor e entrei no chuveiro com ela. Tia Marta se virou assustada, água escorrendo pelo corpo. - Meu Deus, o que você tá fazendo aqui?! - Não aguento mais, tia. Quero você. Ela ficou quieta um segundo, depois pegou o sabonete líquido, espremeu nas mãos e começou a lavar meu pau e minhas bolas. As mãos escorregadias apertavam a grossura, massageavam as bolas pesadas. - Você é muito maior que o do seu tio. Olha isso... grosso, comprido. Vai me rasgar toda – sussurrou ela, com os olhos brilhando de tesão. Mordi o lábio, agarrei aquela bunda molhada com as duas mãos, apertei forte, abrindo as nádegas. Ela se ajoelhou no piso do box, água caindo nas costas dela, e colocou minha pica na boca quente. A língua girava na cabeça, chupando fundo, engasgando um pouco com o tamanho. Eu segurava a cabeça dela, empurrando devagar. - Chupa gostoso, tia. Engole essa pica grande. Isso... assim... Ela gemia com a boca cheia, saliva escorrendo pelo queixo misturado com água. Chupava com fome, lambendo as bolas, voltando pra glande inchada. Eu não aguentei e gozei na boca dela, enchendo com porra quente. Ela engoliu parte, o resto escorreu pelos peitos. Levantei ela, virei de costas e empinei aquela bunda. Meu pau ainda duro roçava na entrada da buceta molhada. Empurrei devagar, sentindo os lábios carnudos abrindo. Ela gemeu alto. - Ai, que delícia... entra devagar, tá muito grosso. Entrei todo, centímetro por centímetro, até as bolas baterem na buceta. A buceta dela era quente, apertada, molhada pra caralho. Comecei a meter forte por trás, o barulho molhado ecoando no banheiro. Pele batendo em pele, água espirrando. - Me fode, sobrinho! Mete essa pica grande na buceta da tia! Mais forte! – gritava ela, rebolando contra mim. Eu segurava os quadris, metendo fundo, sentindo o grelinho dela roçando na base da pica. Os peitões balançavam, eu esticava a mão e apertava os bicos. Ela gemia desesperada, o corpo tremendo. - Ai, ai, vou gozar! Não para, por favor! A buceta dela apertou forte, ela gozou jorrando, líquido escorrendo pelas coxas. Eu continuei metendo até sentir o orgasmo vindo. Gozei fundo, enchendo a buceta dela de porra quente, jato atrás de jato, transbordando e escorrendo. Ficamos ali ofegantes um minuto. Mas eu ainda estava duro. Virei ela de frente, beijei o pescoço, desci pra chupar aqueles peitões enormes, mordendo os bicos. Depois desci mais, lambi a buceta cheia de porra, misturando meu gosto com o dela. Ela tremia. - Quero seu cu agora, tia. Vou comer esse cuzinho gostoso. Ela arregalou os olhos, mas o tesão falava mais alto. - Vai devagar, hein? Tá muito grande... pode doer. Levei ela pro quarto, joguei na cama de quatro. Cuspi na mão, passei na cabeça da pica e no cuzinho apertado dela. Empurrei devagar. O cu resistia, apertado pra caralho. Ela gemeu de dor e prazer misturados. - Ai, que dor gostosa... entra mais. Rasga o cu da tia. Forcei, a cabeça entrou com um pop. Ela gritou, unhas cravando no lençol. - Porra, tá doendo! Mas não para... mete tudo. Fui entrando aos poucos, sentindo o cu apertar a grossura da pica. Metade, três quartos, depois tudo. Comecei a meter devagar, depois mais rápido. O cu dela era quente, apertado, massageando cada veia do meu pau. Ela rebolava desesperada, gemendo alto. - Ai, ai, que delícia! Me fode no cu! Mais forte, caralho! Os gemidos dela eram desesperados, misturados com choro de prazer. Eu metia fundo, bolas batendo na buceta molhada, a mão descendo pra esfregar o grelinho inchado. Ela gozava de novo, o cu apertando tanto que quase me fazia gozar. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar todinha! – gritou ela, o corpo tremendo num orgasmo violento, buceta jorrando enquanto o cu pulsava no meu pau. Não aguentei mais. Gozei fundo no cu dela, enchendo com porra quente, jatos grossos pintando as paredes do intestino. Ela gritava sem parar. - Tá gozando dentro! Ai, meu Deus, tô me acabando! Quando tirei o pau devagar, o cu dela ficou aberto, vermelho, piscando. Ela rebolava, empinando a bunda. De repente, com o pau saindo, veio tudo: porra branca misturada com um pouco de coco mole, escorrendo pelo cu, sujando as coxas, pingando na cama. Ela gemia envergonhada mas excitada, rebolando mais. - Olha o que você fez... me fez cagar com a pica no meu cu. Que safadeza... Eu assistia hipnotizado, o pau ainda latejando. Limpamos juntos depois, mas o tesão não acabava ali. Passamos o resto do dia transando em todo canto da casa, repetindo buceta, boca, cu, enchendo ela de porra várias vezes. Tia Marta virou minha puta particular naquela casa, gemendo meu nome a cada metida, pedindo mais grosso, mais fundo, mais sujo. A intensidade era absurda. Cada detalhe do corpo dela – o cheiro de buceta molhada, o gosto salgado de suor na bunda, o calor apertado do cu, os gemidos roucos virando gritos – ficava gravado na minha cabeça. O jeito que os peitões balançavam quando eu metia por trás, o líquido escorrendo quando ela gozava, a cara de puta safada quando engolia minha porra. Era proibido, sujo, viciante. No fim da tarde, antes do tio voltar, ela me chupou de novo no sofá, engolindo tudo, depois sentou na pica e cavalgou até gozarmos juntos mais uma vez. A buceta dela babava porra antiga misturada com nova. O cu ainda latejava, marcado pela foda dolorida e deliciosa. Aquela visita mudou tudo. Toda vez que eu ia lá, era a mesma loucura: olhares cúmplices, portas entreabertas, corpo contra corpo, gemidos abafados e muita, muita porra.
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Eu dormi na cama com a minha tia na madrugada encostei bem na bunda dela fiquei esfregando até que ela começou a discretamente mexer como se tivesse dormido eu gozei tão forte a minha pica ficou dura mais rápido ela virou com a ppk todinha aberta a calcinha todinha molhada eu afastei pro lado chupei ela na hora que começou a gozar falou não para chupa minha ppk eu passei as férias com ela meti nela até gozei dentro
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