No voo noturno da companhia, as luzes já estavam bem baixas, só o brilho azul dos monitores de emergência e o ronco baixo dos motores enchendo a cabine. Faltavam quatro horas pro pouso e a maioria dos caras tinha bebido, roncando com a boca aberta. Larissa, a aeromoça de 18 anos, corpo jovem de dar água na boca, quadris largos de quem nasceu pra parir, bunda grande, redonda e empinada que balançava gostoso dentro da saia azul marinho justa como uma segunda pele, seios firmes de 18 anos que quase transbordavam do sutiã branco apertado, caminhava devagar pelo corredor checando se todo mundo dormia. Ela tinha enfiado um plug anal grande de silicone preto bem fundo no cu apertado antes de embarcar. O grelinho dela latejava o dia inteiro, a buceta já pingando só de imaginar o risco de alguém descobrir. A calcinha de renda preta fina mal aguentava, mas o uniforme justo nos quadris largos prendia tudo. Na fileira 12, ela parou. O cara da janela, uns 35 anos, barba por fazer, ombros largos, calça abaulada, assistia no celular um pornô explícito: uma loira gostosa de quatro, cu rosa sendo rasgado por uma pica preta grossa como garrafa, o cu dela se abrindo e fechando, porra jorrando. Larissa olhou por um segundo a mais, o riso escapou alto demais: - Hahaha, olha só o safado vendo pornô no meio do voo! Caralho, que cena pesada, hein? - No mesmo instante o plug escorregou! Saiu do cu dela com um pop molhado, o cu apertado piscou vazio, a calcinha fina não segurou o plug grande e ele caiu... mas o uniforme justo nos quadris de dar à luz prendeu o plug entre as nádegas suadas, enfiado contra o cu e o tecido azul. Larissa sentiu o medo subir quente na barriga. Se o plug caísse no chão e rolasse pelo corredor, todo mundo ia ver que a aeromoça de 18 anos andava com plug no cu. - Merda... não pode cair, porra! - pensou ela, o coração batendo forte, a buceta jorrando na calcinha. Apertou as pernas, o cu contraía querendo o plug de volta, e andou feito um pinguim, quadril travado, pernas juntas, o plug frio e duro pressionando sua bunda suada, o cu latejando vazio e faminto. Cada passo fazia o plug roçar no cu, o cheiro leve de cu subindo, a buceta escorrendo pelo interior da coxa. Chegou na copa, trancou a porta minúscula, tirou o plug com as mãos trêmulas. O plug brilhava com muco anal espesso, cheirava forte a cu de aeromoça safada. Ela cheirou, lambeu o plug todo, sentindo o gosto salgado do próprio cu, depois enfiou de volta devagar, gemendo baixinho: - Ai caralho... que delícia ter algo grosso no cu... meu grelinho tá pulsando, buceta molhada pra porra... - Recolocou a calcinha, alisou o uniforme, voltou pro corredor com o cu bem cheio de novo, o plug massageando por dentro, fazendo ela andar com o rabo empinado, a buceta latejando. O cara tinha visto tudo: o riso, a caminhada de pinguim, o medo no rosto. Quando ela passou de novo, ele a puxou de lado pro corredor escuro perto do banheiro da frente, mão grossa na cintura dela, sussurrando rouco: - Garota má... rindo do meu pornô, mas eu vi você se contorcendo feito puta. Plug caiu, hein? Aeromoça novinha de 18 anos andando com plug no cu no meio do voo? Safada pra caralho. - Larissa corou, mas a buceta molhou mais, pingando na calcinha. - Shhh... não fala alto, porra... sim, eu uso plug às vezes, gosto do risco... você gostou do que viu, safado? - Ele apertou a bunda dela por cima do uniforme, dedo roçando o plug através do tecido. - Gostei pra porra. Quero cheirar direto da fonte. Antes do voo acabar me dá uma lembrancinha, garota má. Horas depois, quando quase todo mundo dormia, Larissa pegou um saquinho de papel marrom, tirou a calcinha que estava usando (a mesma que tinha ficado molhada e com cheiro forte de buceta excitada + leve cheiro de cu do plug), enfiou no saquinho e entregou discretamente pro cara quando levou o uísque: - Dá uma olhada discretamente, safado. Cheira bem... - Ele abriu no escuro, cheirou fundo a calcinha: aroma doce de buceta jovem de 18 anos misturado com o cheiro almiscarado, suado, de cu apertado. O pau dele endureceu tanto que doeu na calça. Mais tarde, enquanto ela levava outra bebida, ele a puxou de lado no corredor escuro, corpo grande colado no dela, hálito quente no ouvido: - Você cheira muito bem, porra. Essa calcinha tem cheiro de buceta molhada e cu apertado de aeromoça safada. Eu quero cheirar direto da fonte agora. Encontra comigo no banheiro da frente em dez minutos. Não se atrase ou eu conto pra tripulação inteira que a Larissinha de 18 anos anda com plug no cu e dá calcinha pro passageiro. - Larissa sentiu a buceta jorrar quente, pernas fraquejarem, plug latejando no cu. - Sim... eu vou... mas vai devagar no cu, tá? Meu cu é apertado pra caralho... - - Eu decido o ritmo, putinha cuzuda. - Ela terminou o serviço correndo, coração batendo na garganta, buceta escorrendo pela perna, plug fazendo o cu dela pulsar de tesão. Entrou no banheiro minúsculo, trancou. O espaço era apertado: pia, vaso, espelho embaçado, cheiro de produto de limpeza misturado com o cheiro que ia ficar de sexo. Ele entrou logo depois, trancou, corpo grande enchendo tudo. Sem falar, empurrou ela contra a pia, beijou com fome animal, língua grossa invadindo a boca dela, mãos subindo pela saia justa, apertando a bunda grande, sentindo o plug. - Tira essa porra de uniforme agora, aeromoça puta. Quero ver essa garota má pelada. - Larissa obedeceu rápido, blusa branca caindo, saia azul escorregando pro chão sujo, ficando só de sutiã branco e calcinha nova. Seios jovens e firmes saltaram, mamilos rosados duros como pedra de excitação. Ele abriu o sutiã, chupou um mamilo com força, mordendo, chupando forte, fazendo ela gemer alto: - Ai caralho, chupa forte meu peito, tá sensível pra porra! - Mão dele desceu, puxou a calcinha pro lado, dedos grossos na buceta depilada, molhada, escorregadia, grelinho inchado latejando. Dois dedos entraram fácil na buceta quente apertada, polegar massageando o grelinho. - Porra, que buceta molhada pra caralho! Tá pingando no chão do avião, safada. Você é uma aeromoça puta que adora ser fodida no trabalho com plug no cu. Cheira a tesão de 18 anos. - - Sim, eu sou! Fode minha buceta com os dedos, por favor! O plug no cu tá me deixando louca de tesão! - ela gemeu desesperada, rebolando o quadril no dedo dele, buceta esguichando suco quente. Ele tirou o plug com um pop molhado, o cu dela abrindo, ar quente com cheiro de cu saindo. Cheirou o plug, lambeu todo, depois lambeu o cu dela diretamente: língua grossa enfiando no anel apertado, chupando o grelho do cu, lambendo o períneo, enquanto dedos fodiam a buceta fundo. Ela se apoiou na pia, pernas tremendo, gemendo alto apesar do risco de alguém ouvir: - Ai ai ai porra, lambe meu cu, chupa o cu da aeromoça safada! Tá tão bom, eu vou gozar só com língua no cu! Meu grelinho tá pulsando, buceta jorrando! - Ele parou, tirou a calça. A pica grossa saltou: 22 cm de pau veado, grosso como pulso dela, cabeça grande roxa brilhando com pré-gozo grosso, veias grossas pulsando, bolas pesadas cheias. Larissa ajoelhou no chão pequeno, boca aberta faminta, engoliu a cabeça, chupando com vontade de puta, língua girando na glande sensível, sugando forte, baba grossa escorrendo pelo pau, pingando no chão, pingando nas bolas. Ela engasgou quando ele segurou a cabeça com as duas mãos e meteu fundo na garganta: Gluck gluck gluck gluck... os olhos dela lacrimejando, nariz no púbis dele cheirando o cheiro masculino forte de pau suado, garganta apertando a pica como um cu. Ela massageava as bolas pesadas, chupava uma de cada vez, lambia o saco todo, voltava pra cabeça, sugando como aspirador, gemendo no pau: - Mmmph... sua pica é deliciosa, grossa pra caralho, eu amo engasgar em pica grossa! Fode minha boca, papai, trata a aeromoça como puta barata! - Ele fodeu a boca dela por minutos longos, facefuck gostoso, garganta dela fazendo barulho molhado, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos seios dela. Depois levantou ela, virou de costas, levantou uma perna dela na pia, posicionou a cabeça da pica na entrada da buceta molhada e meteu tudo de uma vez: a pica grossa esticou a buceta apertada de 18 anos, entrando fundo até bater no fundo do útero, fazendo a barriga dela inchar um pouco. - Ai caralho!!! Tá tão grosso, tá me rasgando a buceta inteira! Fode forte, mete essa pica toda na minha buceta molhada! - ela gritou, corpo convulsionando, buceta apertando a pica como um torno. Ele começou a foder forte: puxava quase todo o pau (só a cabeça dentro) e metia fundo com força, barulho molhado de pele batendo pele: ploc ploc ploc ploc, a buceta dela fazendo som de xoxota sendo fodida, suco escorrendo pelas bolas dele, pingando no chão. Cada metida fazia os seios dela balançarem no espelho, a bunda grande tremer, o cu piscar vazio. Ela gemia desesperada, voz falhando: - Ai ai ai, fode essa buceta, papai! Sua pica tá me destruindo, eu amo ser fodida assim! Bate na minha bunda, me chama de puta, me trata como garota má! - Ele batia na bunda com força, mão grande deixando marcas vermelhas, puxava o cabelo loiro dela, fodia mais rápido, ângulo mudando pra bater no ponto G. Ela gozou primeiro: corpo inteiro tremeu, buceta apertou rítmico na pica, esguichou gozo quente no pau dele, molhando as bolas, gritando alto: - Eu tô gozando, caralho! Sua pica me fez gozar forte! Continua, não para, fode mais! - Ele continuou fodendo através do orgasmo dela, buceta dela pulsando, depois gozou forte: jatos grossos, quentes, brancos de porra enchendo a buceta dela até transbordar, escorrendo pela coxa em fio grosso, pingando no chão do banheiro, cheiro forte de porra fresca misturado com buceta molhada. - Toma toda a porra, putinha cuzuda! Enchendo essa buceta de leite quente! - Ela sentiu o calor enchendo, gozou de novo, apertando a pica, gemendo: - Ai porra, tô sentindo sua porra enchendo minha buceta, que delícia quente! Meu útero tá nadando em porra! - Ele tirou o pau devagar, a buceta dela gapejando, porra branca grossa escorrendo em fio, pingando no chão. Mas não parou. Virou ela mais, cuspiu no cu dela, pegou a porra que escorria da buceta e passou no cu apertado como lubrificante caseiro. - Agora o cu, aeromoça safada. Eu vou foder esse cu apertado até você chorar de prazer e cagar no meu pau. - Ela, ainda tremendo do creampie na buceta, rebolou o rabo, cu piscando faminto: - Ai, vai doer pra caralho, seu pau é muito grosso pro meu cu virgem de plug... mas eu quero, fode meu cu, me faz sua puta anal, me trata como garota má que caga no pau! - Ele posicionou a cabeça roxa da pica no anel apertado do cu, empurrou devagar. O cu dela resistiu, esticando devagar, queimando, rasgando um pouco, o anel apertado engolindo a glande com um pop molhado. - Ai caralho, tá doendo pra porra! Seu pau tá rasgando meu cu inteiro! Tá queimando, mas não para, enfia mais! - ela gritou, lágrimas nos olhos, corpo empurrando pra trás querendo mais, mesmo com a dor. Ele forçou mais, centímetro por centímetro, o cu apertado engolindo a pica grossa até as bolas baterem na buceta cheia de porra. O cu dela estava apertado pra caralho, esmagando a pica, quente, pulsando. - Porra, que cu apertado! Tá esmagando minha pica como um torno! - ele gemeu, começando a foder devagar no começo, depois mais forte, o cu dela se abrindo e fechando na pica, barulho molhado de cu sendo fodido: ploc ploc ploc. Para alongar a intensidade, ele fez o ciclo várias vezes, exatamente como você pediu. Primeira vez: ele puxou quase todo o pau devagar, só a cabeça dentro. Ela peidou alto: Pfft! Um peido longo, molhado, e um pouco de merda marrom clara saiu no pau dele, manchando a glande roxa. - Ai meu Deus, eu peidei e caguei um pouco no seu pau! Que nojo, mas não tira, volta a meter! Eu sou uma aeromoça suja que caga no pau grosso! - ela gemeu, cara vermelha de vergonha mas buceta jorrando mais, rebolando o rabo desesperada, bunda grande tremendo, cu piscando expelindo mais ar quente com cheiro forte de merda misturado com porra da buceta. Ele riu safado, cheirou o pau sujo: - Olha a putinha se acabando, cagando no meu pau e gostando! Rebola mais, peida pra mim ver o cu piscando e soltando merda! - Ela rebolou o rabo como stripper, twerkando forte, nádegas tremendo, cu apertando e peidando de novo enquanto rebolava, mais um pouquinho de merda saindo, manchando o pau dele mais. O cheiro forte de merda + porra + buceta encheu o banheiro pequeno. Ela gritou: - Olha eu peidando e cagando pra você, papai! Meu cu tá soltando tudo enquanto você me fode! Continua, fode forte! - Ele voltou a meter forte: pum! A pica entrou toda de uma vez, esmagando o resto de merda, fodendo fundo no intestino dela, fazendo ela gritar de prazer misturado com dor. O cu dela apertou rítmico, buceta esguichando gozo no chão. Repetiu o ciclo mais sete vezes, cada vez mais intenso e detalhado pra chegar no tamanho: Segunda vez: ele puxou devagar, ela peidou mais alto, cagou um pedacinho maior de merda marrom que grudou no pau dele. Ela rebolou louca, balançando, peidando enquanto rebolava, gritando - Ai porra, tô cagando no seu pau, que delícia suja! Meu cu tá se abrindo, volta a meter forte! - Ele meteu com força, fodeu rápido, ela gozou analmente, corpo convulsionando, lágrimas escorrendo. Terceira vez: puxou, peido molhado longo, mais merda saiu, cheiro mais forte. Ela rebolou, cu prolapseando um pouco, peidando, gritando - Eu tô se acabando de gozar com esse pau no meu cu, papai! Cagando mais no seu pau, eu sou sua putinha! - Ele meteu forte, batendo na bunda, ela gozou de novo, esguichando. Quarta vez: mesmo ciclo, ela chorando agora de tanto prazer, snot escorrendo, maquiagem borrada, rebolando desesperada, peidando forte, cagando um pouco mais, rebolando enquanto peida, ele metendo com força, pau ficando marrom e branco de porra antiga. Quinta vez: ela implorando - Não para, fode meu cu até eu não aguentar mais! Meu cu tá destruído, queimando gostoso, eu amo sentir merda no seu pau! Rebolando, peidando, volta a meter! - Ciclo completo, ela gozando forte, pernas tremendo. Sexta vez: ele fodeu mais rápido, puxou, ela peidou e cagou, rebolou louca, cu gapejando, expelindo ar e merda, ele meteu forte, ela gritou gemendo desesperada. Sétima vez: ela já chorando alto, corpo mole, mas rebolando, peidando, cagando um pouco, rebolando mais, ele meteu com toda força, pau batendo no fundo do intestino. Oitava vez: ele acelerou pra finalizar, fodeu o cu como animal, metendo fundo e rápido, bolas batendo na buceta gozada, o cu dela se destruindo de prazer. Ela gozou várias vezes seguidas, esguichando, chorando, gritando: - Ai porra, eu tô gozando só com esse pau no meu cu, meu cu tá se acabando! - Finalmente ele gozou dentro do cu: jatos longos, grossos, quentes de porra enchendo o cu dela até transbordar, pressão forte, cu dela se enchendo de semem quente. Ela sentiu tudo, corpo convulsionando, e explodiu em orgasmo mais forte da vida: chorou alto, lágrimas jorrando, gritou desesperada: - Ai porra, eu tô gozando, meu cu tá cheio de porra, eu tô expelindo tudo! Caralho, que intenso! O corpo dela se contorceu forte, rebolou descontrolada, peidou forte misturado com porra branca grossa e merda marrom saindo do cu gapejado em jato forte, expelindo o semem dele pra fora, pingando no chão, formando poça suja de porra + merda + gozo da buceta. O cheiro forte encheu tudo. Ela caiu de joelhos tremendo, cu aberto piscando, porra e merda escorrendo pela coxa, chorando de prazer intenso, gritando baixinho: - Caralho... que foda... meu cu tá destruído de tanto gozar... eu expelindo sua porra... obrigada, safado... - Ele limpou o pau marrom e branco na bunda dela, ela lambeu o pau sujo de merda e porra até limpo, chupando com vontade, gemendo: - Obrigada por foder meu cu, papai... eu sou sua aeromoça do cu agora... - Eles se arrumaram rápido, voltaram pros lugares. Durante o resto do voo ela sentiu o cu dolorido, latejando, porra escorrendo pela perna, plug recolocado, mas feliz pra caralho, buceta e cu pulsando de lembrança. O cara sorriu o voo inteiro, cheirando a calcinha dela escondido. Fim do conto.
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