Era um dia quente pra porra no bairro, o sol batendo forte como se quisesse derreter tudo. Eu tinha acabado de fazer 18 anos e vivia naquela casa com minha mãe, a Carla, uma mulher de 39 anos que parecia saída de um sonho molhado. Ela era magra mas com curvas no lugar certo: um bumbum grande, redondo e empinado que balançava a cada passo, seios bonitos e firmes que marcavam qualquer roupa, cintura fina e cabelo castanho longo que caía pelas costas como uma cascata. Eu era bem parecido com ela no jeito de ser, mas o que me pegava mesmo era o corpo dela. Sempre foi. Aquele dia o calor estava insuportável. Ela resolveu ir pro jardim de casa, vestindo um biquíni minúsculo que mal cobria as partes importantes. O tecido fino apertava a buceta dela, marcando o formato dos lábios carnudos, e atrás o fio dental sumia no meio daquele cu grande e macio. Meu quarto dava direto pro jardim, janela aberta, então eu vi tudo. Quando ela passou, o bumbum dela tremia de leve, aquelas nádegas grossas brilhando com o protetor solar. Meu pau já começou a inchar dentro da bermuda. Ela pulou na piscina, nadando devagar, o corpo molhado reluzindo. Depois saiu, se deitou de bruços na espreguiçadeira pra tomar sol. Aquele bumbum enorme ficou ali, exposto, o biquíni enfiado no rego, as coxas grossas ligeiramente abertas. Eu fiquei olhando da janela, a mão já descendo pro pau duro pra caralho. Fiquei tão excitado que não aguentei. Corri pro quarto dela, abri a gaveta da cômoda e peguei uma calcinha dela, daquelas rendadas que ela usava no dia a dia, ainda com o cheiro de buceta fresca. Voltei pra janela, baixei a bermuda e comecei a bater uma punheta gostosa com a calcinha enrolada no pau. O tecido macio roçava na cabeça inchada, imaginando que era a buceta quente dela. Enquanto eu me masturbava, ela virou de costas na espreguiçadeira. Porra, que visão. Os seios quase saltando do biquíni, os mamilos marcando o tecido fino, a barriga lisinha, a buceta quase à mostra com o biquíni molhado colado. O grelinho dela parecia protuberante por baixo do pano. Eu acelerei a mão, gemendo baixo. - Ahhh... porra, mãe... que buceta gostosa... - murmurei pra mim mesmo, o pré-gozo babando na calcinha. Não demorou. O orgasmo veio forte, jatos grossos de porra enchendo a calcinha dela, escorrendo pelos meus dedos. Soltei um gemido alto pra caralho justo quando a janela estava aberta. - Uhhhhh... caralhooo! Ela ouviu. Virou a cabeça rápido pra minha janela. Eu me abaixei no susto, o coração disparado, mas consegui me esconder. A calcinha encharcada de esperma no bolso. Minutos depois, ouvi os passos molhados dela subindo as escadas. Ela bateu na porta do meu quarto. - Filho? Tá tudo bem aí? Ouvi um barulho estranho. Abri a porta, tentando disfarçar. Ela ainda estava só de biquíni, o corpo úmido, gotas de água escorrendo entre os seios. Meu pau, que mal tinha amolecido, endureceu de novo na hora. - Tá sim, mãe. Só... tropecei em algo. Ela entrou no quarto, os quadris balançando, aquele bumbum passando perto de mim. O cheiro dela, de protetor solar misturado com suor feminino, me deixou louco. Quando ela saiu, fechei a porta e gozei de novo ali mesmo, pensando nela, jatos quentes no chão. Mas aquilo foi só o começo. Nos dias seguintes o tesão só aumentou. Eu ficava imaginando foder ela, meter minha pica naquela buceta que me pariu. Uma tarde, o calor voltou forte. Ela estava no jardim de novo, biquíni ainda menor. Eu desci, fingindo querer nadar também. Entramos na piscina juntos. A água fria não adiantou nada pro meu pau duro. - Mãe, você tá tão gostosa hoje... - deixei escapar, a voz rouca. Ela riu, mas olhou pra mim de um jeito diferente, os olhos descendo pro volume na minha sunga. - Ô menino, para com isso. Sou sua mãe. Mas o tom não era de bronca. Era provocação. Saímos da piscina e ela se deitou de bruços. Eu me aproximei, o pau latejando. - Deixa eu passar protetor em você, mãe. Tá vermelha aí. Minhas mãos tremiam quando toquei aquelas nádegas grandes. Espalhei o creme devagar, apertando a carne macia, os dedos escorregando pro rego. Ela gemeu baixinho. - Hmmm... filho... isso tá bom demais. Meu dedo roçou no cu dela por cima do fio. Ela não afastou. Em vez disso, abriu um pouco as pernas. O cheiro de buceta molhada subiu. Eu fiquei louco. Puxei o fio do biquíni pro lado e enfiei o rosto ali, lambendo aquele cu piscando e descendo pra buceta quente. - Ahhh! Filho... que isso... porra... - ela gemeu, surpresa mas empurrando a bunda contra minha cara. - Mãe, sua buceta tá encharcada... tá cheirando a tesão... vou te comer hoje. Ela virou de costas, os seios saltando. Puxei o biquíni todo pra baixo. Os mamilos duros, a buceta depilada brilhando com melzinho. - Vem, filho... mama esses peitos da sua mãe. Eu ataquei, chupando um mamilo enquanto apertava o outro. Minha mão desceu, dois dedos entrando na buceta apertada dela. Estava quente, molhada, sugando meus dedos. - Uhhh... assim... mete os dedos na buceta da mamãe... que delícia... Ela pegou minha pica por cima da sunga, apertando o comprimento grosso. - Nossa, filho... sua pica tá enorme... maior que a do seu pai... quero sentir ela toda. Baixei a sunga. Meu pau saltou, veias pulsando, cabeça roxa brilhando. Ela se ajoelhou ali no gramado, pegou ele com as duas mãos e enfiou na boca quente. - Glup... glup... que pica gostosa... mamãe vai te mamar direitinho. Ela chupava com fome, saliva escorrendo, garganta apertando a cabeça. Eu segurava o cabelo castanho longo dela, fodendo sua boca. - Isso, mãe... engole meu pau... sua boca é uma buceta... Depois de minutos babando, eu a levantei, deitei ela na espreguiçadeira e abri aquelas pernas grossas. A buceta inchada, grelinho protuberante. Lambi tudo, sugando o clitóris enquanto enfiava a língua dentro. - Aaaahhh! Filho... chupa o grelinho da mamãe... vou gozar... uhhhh! Ela gozou forte, jorrando na minha boca, o corpo tremendo. Sem esperar, alinhei minha pica e meti tudo de uma vez na buceta quente. - Porraaa! Que buceta apertada... tá me sugando... Comecei a meter forte, o barulho de bolas batendo no cu molhado ecoando. Seus seios pulavam, ela cravava as unhas nas minhas costas. - Mete, filho... fode a buceta da sua mãe... mais fundo... aaaiii! Eu acelerava, suado, sentindo a buceta pulsar. O cheiro de sexo enchia o ar. Troquei de posição, coloquei ela de quatro, aquele bumbum enorme empinado. Meti de novo, puxando o cabelo. - Olha esse cu... vou comer ele também depois. - Sim... mas primeiro enche minha buceta de porra, filho... goza dentro... Eu metia como um animal, o pau entrando e saindo brilhando com os cremes dela. Ela gemia desesperada. - Aaaahhh... tô gozando de novo... porraaa! A buceta apertou meu pau, ordenhando. Não aguentei e gozei forte, jatos grossos enchendo o útero dela, transbordando pela buceta. - Toma, mãe... toda a porra do seu filho... Ficamos ofegantes, porra escorrendo pelas coxas dela. Mas eu ainda estava duro. Virei ela, passei a porra que escorria pra lubrificar o cu piscante. - Agora vou comer esse cu gostoso, mãe. Vai doer mas você vai amar. Ela arregalou os olhos mas empinou mais a bunda. - Vai devagar no começo... o cu da mamãe é apertado... Cuspi no cu dela e pressionei a cabeça do pau. Ela gritou quando a cabeça entrou. - Aaaaiiii! Dói... mas continua... enfia essa pica no meu cu... Centímetro por centímetro, meti tudo. O cu dela era virgem e queimava meu pau de tão apertado. Comecei a meter devagar, depois mais rápido. A dor virou prazer pra ela. - Uhhhh... agora tá gostoso... fode meu cu... mete fundo... Eu acelerava, batendo aquelas nádegas, o cu dela fazendo barulhos molhados. Ela rebolava, desesperada. - Mais forte... quebra o cu da sua mãe... aaahhh! Eu metia com tudo, o pau entrando até as bolas. Ela tocava o grelinho, gozando de novo, o cu apertando meu pau como um torno. - Tô gozando com esse pau gostoso no meu cu... porraaa! Se você gozar dentro... eu vou me cagar... aaaaiii! Isso me deixou mais louco. Meti mais fundo, sentindo o orgasmo subir. - Vou gozar no seu cu, mãe... toma tudo! Jatos quentes explodiram dentro do intestino dela. Ela gritava, gozando sem parar. - Aaaahhh... tá enchendo meu cu de porra... vou cagar... Quando puxei o pau devagar, o cu dela ficou aberto, piscando. Ela rebolou forte, gemendo, e começou a cagar mesmo. Um monte de merda misturada com minha porra grossa saiu, escorrendo pelas coxas, sujando o gramado. O cheiro forte subiu, mas o tesão era tanto que não importou. Ela tremia, gozando com o cu aberto. - Olha o que você fez... cagando porra do seu filho... que safada... Ela virou, beijou minha boca suja de tudo, ainda rebolando. - Quero mais... fode sua mãe o dia todo. A partir daí, virou rotina. Todo dia quente era foda no jardim, buceta, boca, cu, tudo cheio de porra e gemidos. Ela adorava quando eu enchia os dois buracos e fazia ela se sujar no final. O tesão entre nós era insaciável, detalhes sujos em cada encontro: o cheiro de buceta molhada, o gosto salgado da porra, o aperto do cu dolorido virando puro prazer, os gritos dela ecoando pela casa. Em uma tarde especialmente quente, repetimos tudo com mais intensidade. Eu a comi na piscina, pau na buceta dentro da água, depois no quarto, lambendo cada gota. O corpo dela brilhava de suor e porra. Quando meti no cu de novo, ela já estava viciada. - Enfia tudo, filho... rasga esse cu... quero sentir dor e gozar junto... Metei com força, bolas batendo, mão no grelinho dela. Ela gozava jorrando, o cu contraindo. - Aaaahhh... goza no cu... me enche... vou me cagar toda pra você... Gozei rios de porra quente. Ao puxar, o cu dilatado expeliu tudo: sêmen branco misturado com fezes moles, ela rebolando e gemendo de prazer e vergonha excitada. - Olha... tô cagando porra... que delícia suja... Limpamos, mas o tesão voltava rápido. Noites inteiras fodendo, diálogos chulos voando: - Mãe, sua buceta é a melhor do mundo... aperta meu pau assim... - Filho, sua pica me destrói... quero ela no meu cu todo dia... me faz cagar porra de novo... Detalhes sensoriais eram infinitos: o som molhado da pica entrando na buceta encharcada, o cheiro forte de sexo e suor, o gosto doce do mel dela misturado com porra, a textura macia das nádegas batendo contra mim, os mamilos duros na minha boca, o cu quente e apertado engolindo tudo. Gemidos desesperados preenchiam cada momento: - Uhhhhh... aaaaiii... porraaa... gozandooo! Eu descrevia tudo pra ela enquanto metia: - Sente minha pica pulsando no seu cu... tá cheio de porra... vai sair tudo misturado... Ela respondia rebolando: - Sim... me suja... quero sentir o cu escorrendo... O calor do verão só aumentava o fogo entre nós, corpos colados, fluidos misturados, gemidos ecoando até o sol se pôr. Em outra ocasião, ela me acordou de madrugada, já nua, subindo na cama. - Acorda, filho... mamãe tá com a buceta coçando de tesão... mete logo. Eu acordei com o pau duro e ela sentou na pica, cavalgando devagar no começo, depois quicando forte, seios balançando no meu rosto. - Chupa os peitos da mamãe enquanto fode a buceta dela... aaaahh! Gozei dentro de novo, enchendo até transbordar. Depois virei ela de lado, meti no cu devagar, sentindo cada dobra interna. Ela gemia no meu ouvido: - Dói gostoso... enfia mais... quero gozar com pau no cu. Acelerei, mão no grelinho, ela explodindo em orgasmos múltiplos. Quando gozei no cu, puxei e assisti ela rebolar, cagando porra quente no lençol, o corpo convulsionando de prazer. - Olha o que seu filho fez... me deixou uma vadia cagando sêmen... amo isso.
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