A casa estava quieta naquela véspera de Natal. As luzes da árvore piscavam lá na sala, mas o quarto do meu pai era o único lugar que importava agora. Eu, a filha que tinha jurado nunca mais deixar pau nenhum me tocar depois daquele trauma horrível com aqueles caras anos atrás, estava ali, deitada na cama dele, sentindo o corpo quente dele colado no meu. Tinha virado lésbica de verdade, evitava homem como o diabo evita cruz, mas com ele era diferente. Meu pai era o único homem que eu amava de verdade, o que me apoiou em tudo, que dormia comigo abraçado sem nunca forçar nada. Mas as coisas tinham mudado devagar. Há meses a gente dormia na mesma cama. Eu acordava de madrugada com a rola dura dele pressionando minha bunda por cima da calcinha fina. No começo eu fingia que não sentia, mas depois comecei a rebolar de leve, só pra sentir o calor. Ele nunca reclamava. A gente trocava beijos carinhosos que foram virando coisa mais profunda, com língua molhada, saliva escorrendo pelo queixo. Naquela noite, depois de uns copos de vinho, a gente se jogou na cama e o beijo veio faminto. - Porra, filha... você tá tremendo – ele murmurou contra minha boca, a voz rouca de tesão. - Eu quero, pai... me beija mais fundo – respondi, enfiando a língua dele na minha boca, chupando como se fosse uma pica. As mãos dele foram descendo, tirando minha camisola devagar. Sentí os dedos grossos roçando meus mamilos duros, apertando de leve. Meu corpo todo arrepiou. Ele tirou a cueca e eu vi pela primeira vez em anos a pica do meu pai completamente dura, grossa, veias pulsando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Meu coração disparou. Abri as pernas devagar, a buceta já molhada, os lábios inchados brilhando. - Filha, você tem certeza? Você é lésbica, eu não quero te forçar nada – ele disse, a voz preocupada mas o pau latejando no ar. - Eu quero sua pica, pai. Enfia logo nessa buceta que tá pingando pra você – garanti, pegando na rola quente dele pela primeira vez. A pele era macia, mas por baixo tava dura como ferro. Esfreguei a cabeça grossa na minha entrada, sentindo o calor molhado misturando. Ele subiu em cima de mim, o corpo pesado, cheiro de homem maduro me envolvendo. A pica pressionou minha buceta e foi entrando devagar, centímetro por centímetro. - Aaaahhh... caralho, que buceta apertada, filha... tá me engolindo inteiro – ele gemeu alto, os olhos fechados de prazer. Eu soltei um gemido desesperado, longo: - Haaaaaiii... pai, sua pica tá me rasgando... mas é tão bom... mais fundo, vai! Ele começou a meter com ritmo, fundo, as bolas batendo na minha bunda. O som molhado de buceta encharcada ecoava no quarto. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, meus mamilos roçando o peito peludo dele. A gente se beijava com fome, saliva escorrendo, línguas se enroscando enquanto ele socava aquela rola grossa lá no fundo do meu útero. - Gemendo assim você me deixa louco, filha... essa bucetinha tá sugando minha pica – ele sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. Eu envolví as pernas na cintura dele, os calcanhares cravados na bunda firme. - Não para, pai... me fode gostoso... eu sou sua putinha agora... aaaahhh, que delícia! O suor escorria pelos nossos corpos. O cheiro de sexo enchia o quarto – buceta molhada, suor, pré-gozo. Ele acelerou, metendo mais forte, a cama rangendo. Meu grelinho tava inchado, roçando na base da pica dele a cada estocada. Eu sentia o orgasmo chegando como uma onda quente. - Pai, não sai... goza dentro... enche minha buceta de porra quente! – gritei, cravando as unhas nas costas dele. Ele tentou puxar, mas eu o segurei com braços e pernas, apertando. - Filha... porra... eu vou gozar... – rosnou. E gozou. Jatos grossos, quentes, pulsando fundo dentro de mim. Senti cada espasmo da pica dele enchendo minha buceta. Meu orgasmo veio junto, violento, a buceta apertando a rola dele como um punho, esguichando meu melzinho misturado com a porra dele. - Aaaaaaiiiiii... tô gozando, pai... sua porra tá me inundando... que delíciaaa! A gente ficou ofegante, colados, a pica ainda latejando dentro. Depois de uns minutos ele saiu devagar, um fio de porra escorrendo da minha buceta inchada. - Como você tá, filha? – perguntou, carinhoso, passando a mão no meu cabelo. - Foi incrível, pai... eu quero mais... muito mais – respondi, sorrindo safada, já sentindo a buceta latejando por ele de novo. A gente não parou ali. Depois de um tempo descansando, beijando e se tocando, o tesão voltou com força. Meu pai me virou de bruços, levantou minha bunda e começou a lamber minha buceta melada de porra. A língua dele entrava fundo, chupando o próprio sêmen misturado com meu gozo. - Hmm... gosto de nós dois juntos, filha... essa buceta tá uma delícia toda gozada. Eu rebolava na cara dele, gemendo baixinho. - Chupa meu grelinho, pai... isso... assim... ai que gostoso! Depois ele subiu, a pica dura de novo, e meteu na buceta mais uma vez, dessa vez por trás, socando forte. Eu gritava de prazer, o rosto enfiado no travesseiro. Ele dava tapas na minha bunda, deixando marcas vermelhas. - Toma, sua vadiazinha... gosta da pica do pai te arrombando? - Gosto, pai... me arromba toda... aaaahhh... mais forte! A gente fodeu por quase uma hora, trocando posições. Eu cavalguei ele, sentando gostoso na rola grossa, rebolando, sentindo as bolas dele batendo na minha bunda. Ele mamava meus peitos, mordia os mamilos. Eu gozei mais duas vezes, a buceta jorrando. Ele encheu minha buceta de porra de novo, um gozo ainda mais abundante, escorrendo pelas minhas coxas. Mas eu ainda queria mais. Olhei pra ele com olhos pidões. - Pai... eu quero no cu agora... me fode no cu bem fundo. Ele arregalou os olhos, mas o pau pulou de tesão. - Filha... seu cuzinho é virgem? Vai doer... - Eu quero sentir dor misturada com prazer... enfia logo essa pica no meu cu. Ele cuspiu na mão, passou na rola e no meu furinho apertado. Me posicionou de quatro, bunda empinada. A cabeça grossa pressionou meu cu. Eu respirei fundo. Ele empurrou devagar. - Aaaaiii... caralho, tá doendo... mas continua... – gemi, mordendo o lábio. Centímetro por centímetro, a pica grossa foi abrindo meu cu virgem. A dor era lancinante, queimando, mas por baixo tinha um prazer doentio que me fazia tremer. - Porra, filha... seu cu tá apertando minha pica como se quisesse quebrar... que delícia quente... Ele começou a meter devagar, depois mais rápido. A dor foi virando prazer puro. Eu empinava a bunda, pedindo mais. - Me fode o cu, pai... rasga meu furinho... aaaahhh... que pica grande! Os gemidos dele eram roucos, desesperados. Ele segurava meus quadris e socava fundo, as bolas batendo na minha buceta molhada. O som era obsceno – ploc ploc ploc molhado, meu cu esticando ao máximo ao redor da rola dele. Eu sentia cada veia, cada pulsação. O suor escorria pelas minhas costas. - Tá gostoso, filha? Seu cu tá me mamando tão gostoso... – ele grunhia. - Tá... mas dói delícia... não para... me fode mais forte... eu tô virando uma puta pra sua pica! Ele acelerou, metendo com força bruta. A dor e o prazer se misturavam, me fazendo ver estrelas. Meu grelinho latejava, eu enfiei a mão e comecei a esfregar enquanto ele arrombava meu cu. O orgasmo veio forte, me fazendo gritar. - Aaaaaaiiii... tô gozando com pau no cu... pai, me fode... eu vou me acabar! Ele não parava. O cu queimava, esticado, mas eu gozava sem parar, o corpo convulsionando, mel escorrendo da buceta vazia. - Se você gozar dentro do meu cu, pai... eu vou me cagar... tô falando sério... vai sair tudo... aaaahhh... mas goza, por favor! Ele rosnou como animal, socando mais fundo. - Então toma, filha... vou encher esse cu de porra! E gozou. Jatos quentes, grossos, pulsando direto no meu intestino. Senti a porra quente enchendo meu cu, misturando com a sensação de estar cheia demais. Meu orgasmo final foi violento, eu gritando desesperada: - Aaaaaaaaahhh... tô gozando de novo... sua porra no cu... eu vou cagar... aaaaiiii! Ele tirou a pica devagar, ainda gozando um pouco. Quando a cabeça grossa saiu do meu cu arrombado, eu não consegui segurar. Rebolei a bunda, gemendo de vergonha e prazer misturados. - Pai... tá saindo... olha... Um jato de porra misturada com minha merda mole escorreu do cu dilatado, sujando minhas coxas, a cama, pingando grosso. Eu rebolava, o cu piscando, soltando mais, o cheiro forte de sexo e merda enchendo o ar. Ele olhava hipnotizado, a pica ainda semi-dura pingando. - Porra, filha... que safadeza... você cagando minha porra... Eu tremia toda, gozando residual, o corpo mole de tanto prazer. A gente se abraçou sujos, ofegantes, sabendo que aquilo tinha mudado tudo para sempre. - Eu te amo, pai... e quero que você me foda assim sempre – sussurrei. - Também te amo, minha putinha... esse cu e essa buceta são meus agora – ele respondeu, beijando minha testa suada. A noite continuou com mais lambidas, limpezas com a língua, mais gemidos e promessas sujas. Era o começo de algo proibido, intenso e viciante pra caralho.
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