Minha tia me pegou no flagra batendo bronha, apos isso nossa relação mudou!
- Porra, foi um erro meu ficar me masturbando de fone de ouvido naquela tarde quente de verão, mas como eu ia imaginar que a tia ia chegar tão cedo do trabalho? Eu morei com ela por uns bons dez anos, desde que meus pais se separaram e me jogaram na casa dela pra ela me criar. A tia era aquela mulher madura, viúva há muito tempo, com um corpo que sempre me deixava louco sem eu admitir pra ninguém. Peitos grandes e pesados, daqueles que balançavam quando ela andava pela casa de shortinho, uma bunda gorda e empinada que parecia implorar pra ser agarrada, coxas grossas e uma buceta que eu só imaginava molhada e quente nas minhas fantasias mais safadas. Ela tinha uns quarenta e poucos anos na época, mas parecia uma puta profissional, sempre cheirando a perfume doce misturado com o suor do dia, cabelo preto longo e olhos que pareciam te foder só de olhar. Eu era um moleque de vinte e poucos, trabalhando num emprego de merda, voltando pra casa todo dia com a pica latejando de tesão acumulado. Cheguei do trampo por volta das cinco da tarde, a casa vazia como sempre. A tia geralmente voltava só depois das sete, então eu pensei: foda-se, vou relaxar um pouco. Fui pro meu quarto, tirei a roupa toda, deitei na cama com o pau já meio duro só de pensar em pornô, coloquei o fone de ouvido no último volume com um vídeo bem safado rolando no celular – uma novinha levando rola grossa na buceta e no cu ao mesmo tempo, gemendo como uma cadela no cio. - Ahhh caralho, que delícia... – eu murmurava baixinho enquanto minha mão direita subia e descia devagar pela minha pica, que já tava inchada, veias pulsando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Eu apertava o saco com a outra mão, imaginando que era a boca quente de alguém chupando minhas bolas. O vídeo tava no ponto alto, a mina rebolando no pau, a buceta escorrendo porra, e eu acelerava o punhetão, o som dos gemidos dela misturado com os meus pensamentos sujos. Eu tava tão concentrado, olhos grudados na tela, que nem ouvi a porta da frente abrir. O fone tava alto pra caralho, abafando tudo. Minha mão voava agora, batendo punheta rápida e forte, o pau babando, o quarto cheirando a suor e tesão de macho jovem. De repente, levantei o olhar por instinto e lá tava ela: a tia parada na porta do quarto, olhos arregalados mas com um sorrisinho safado nos lábios carnudos. Ela usava uma blusa fina que marcava os mamilos duros e uma saia curta que deixava as coxas grossas à mostra. Meu coração quase parou. Entrei em pânico total, tentei cobrir a pica com as mãos, tirei um fone correndo. - Não, não guarda não, meu sobrinho... quero ver você terminar – ela disse rindo baixinho, a voz rouca e cheia de malícia, enquanto entrava no quarto e fechava a porta atrás de si. Meu pau ainda tava duro pra caralho, latejando na minha mão, e eu fiquei travado, sem saber o que fazer. Ela sentou na beirada da cama, bem na minha frente, os olhos fixos na minha rola. - Continua, vai... bate essa punheta pra tia ver como você faz. Eu sempre soube que você era um safado, mas ver ao vivo é bem melhor. Eu tava em choque, mas o tesão falou mais alto. Minha mão voltou a se mexer devagar, subindo e descendo pela pica grossa, enquanto ela me olhava com fome. - Porra, tia... isso é loucura – eu sussurrei, mas não parei. Ela riu de novo, se aproximou mais, as coxas se abrindo um pouco e revelando a calcinha branca que já tava úmida no meio. - Loucura? Eu tô molhada só de te ver assim, sobrinho. Olha pra essa pica... grossa, veiada, cabeça inchada... você se masturba pensando na tia, né? – ela perguntou, estendendo a mão e tocando de leve na minha coxa. Eu não me importei, na verdade meu pau pulou de tesão com o toque dela. - Não, eu não me importo... pode continuar me tocando, tia. Ela não esperou segunda ordem. A mão dela, quente e macia, envolveu a base da minha pica, apertando firme enquanto a minha soltava. - Caralho, que rola dura... maior do que eu imaginava. Deixa a tia te descobrir direito – ela disse, e com a outra mão puxou minha cueca que ainda tava embolada nos pés, me deixando pelado total. Agora ela tava bem perto, o cheiro do perfume dela misturado com o cheiro de buceta quente chegando no meu nariz. Ela começou a me masturbar devagar, a mão subindo e descendo, polegar roçando a glande babada, espalhando o pré-gozo por toda a extensão. - Hmm, tá gostoso? Olha como vaza... você tá louco pra gozar, né? Mas não vai gozar ainda, não. A tia quer brincar. Eu gemia baixo, o corpo tremendo. - Tia... porra, sua mão é tão boa... continua assim, aperta mais forte. – Ela obedeceu, acelerando um pouco, a outra mão descendo pros meus ovos, apertando e massageando. De repente, ela se inclinou, o cabelo caindo no meu colo, e lambeu a cabeça da pica de leve, só a pontinha da língua. - Ahhh caralho... – eu soltei, e ela riu com a boca cheia de rola. - Calma, sobrinho... a tia vai chupar essa pica toda agora. Você merece. – E sem mais delongas, ela abriu a boca e engoliu metade da minha rola de uma vez, a língua girando em volta, sugando forte. O calor molhado da boca dela era insano, saliva escorrendo pelos cantos, os lábios carnudos esticados ao máximo. Ela desceu mais, engasgando um pouco mas forçando, até o nariz encostar na minha virilha. - Gluck gluck... hmmmpf... que pica deliciosa, grossa pra caralho – ela murmurava com a boca cheia, vibrando na minha rola. Eu segurava a cabeça dela, empurrando de leve, fodendo a boca da tia como se fosse uma buceta. Ela chupava com fome, olhos lacrimejando de tesão, mão no meu saco apertando. Os sons eram obscenos: sucção molhada, gemidos abafados dela, meus grunhidos desesperados. - Tia... eu vou gozar... porra, não para... chupa mais fundo! – eu gritei, e ela acelerou, garganta apertando a glande. Meu pau pulsou forte e eu explodi, jatos grossos de porra quente enchendo a boca dela. Ela não cuspiu, engoliu tudo, sugando até a última gota, lambendo a rola limpa depois. - Hmmm, que porra gostosa, sobrinho... salgada e grossa, bem do jeito que eu gosto – ela disse, limpando a boca com o dorso da mão e subindo pra me beijar. Nossas línguas se enrolaram, o gosto da minha própria porra misturado com a saliva dela me deixando louco de novo. Meu pau, que nem tinha amolecido direito, voltou a endurecer contra a barriga dela. A partir daí, a coisa explodiu. Ela tirou a blusa, os peitos grandes saltando livres, mamilos marrons duros como pedras. - Olha esses peitos da tia... quer mamar? – ela perguntou, e eu não respondi com palavras, só ataquei, chupando um mamilo enquanto apertava o outro. Ela gemia alto: - Aaaahhh porra, morde devagar... isso, chupa forte, faz a buceta da tia pingar! Eu desci a mão pela saia dela, puxei a calcinha pro lado e enfiei dois dedos na buceta molhada. Estava encharcada, quente, os lábios carnudos inchados, o grelinho protuberante pedindo atenção. - Caralho, tia, você tá encharcada... buceta da puta mais molhada que eu já senti – eu disse, dedando fundo, roçando o ponto G dela. Ela rebolava na minha mão, gemendo desesperada: - Isso, deda a buceta da tia... ai caralho, você sabe onde é o grelinho, né? Aperta ele... aaaahhh eu vou gozar já! Ela gozou na minha mão, esguichando um pouco, o corpo tremendo, unhas cravadas no meu ombro. - Porraaa... que delícia, sobrinho... agora fode a tia de verdade. Mete essa pica grossa na buceta da sua tia safada! Eu a deitei na cama, abri as pernas grossas dela e posicionei a rola na entrada da buceta. A cabeça roçando os lábios molhados, empurrando devagar. - Enfia tudo, caralho! Não tem pena não! – ela gritou, e eu meti de uma vez, até o talo, sentindo as paredes quentes e apertadas me engolirem. - Aaaaiiii porraaa... que rola grande... tá rasgando a buceta da tia! – ela uivou de prazer, unhas nas minhas costas. Eu comecei a meter forte, estocadas profundas e rápidas, o som de bolas batendo na bunda dela ecoando no quarto. A cama rangia, a buceta dela fazia barulhos molhados de porra e tesão. - Mete mais, sobrinho! Fode essa buceta como se fosse uma puta barata! Aaaahhh caralho, tá batendo no fundo... no útero da tia! – Os gemidos dela eram desesperados, roucos, ela rebolava embaixo de mim, suando, peitos balançando. Eu mudei de posição, pus ela de quatro, segurei a bunda gorda e meti de novo, olhando o cu piscando enquanto a pica entrava e saía da buceta. - Olha esse cu... tá piscando pra mim, tia. Mais tarde eu vou foder ele também – eu avisei, e ela riu entre gemidos: - Fode o cu da tia sim... mas agora acaba de encher essa buceta de porra primeiro! Eu acelerei, metendo como um animal, o suor pingando, o quarto fedendo a sexo cru. Ela gozou de novo, apertando a pica com a buceta, esguichando nos meus ovos. - Aaaahhh porraaa eu tô gozandooo... enche a buceta da tia, goza dentro! – Eu não aguentei, explodi jatos grossos de porra quente bem no fundo da buceta dela, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas grossas. A porra vazava da buceta inchada enquanto eu ainda tava dentro, mas ela não deixou eu sair. - Agora vem o melhor, sobrinho... a tia quer esse pau no cu. Tá duro ainda? Olha como vaza porra da buceta... usa isso de lubrificante no meu cu apertado. Ela se posicionou de quatro de novo, empinou a bunda gorda, abriu as nádegas com as mãos mostrando o cu rosado e piscante, ainda sujo de porra da buceta. Meu pau, melado de porra e tesão dela, encostou na entradinha. - Vai devagar no começo... o cu da tia é apertado pra caralho, mas eu quero sentir dor misturada com prazer – ela pediu, voz tremendo de expectativa. Eu empurrei a cabeça devagar, sentindo o anel apertado resistir. - Aaaaiiii caralhooo... dói... mas enfia mais! – ela gritou, e eu forcei, centímetro por centímetro, até metade da pica sumir no cu dela. O calor era insano, mais apertado que qualquer buceta, as paredes pulsando ao redor da rola. - Porraaa... tá rasgando meu cu... aaaahhh que delícia dolorida! Mete tudo, sobrinho! Eu meti até o fundo, bolas batendo na buceta melada. Ela uivava, mistura de dor e prazer: - Aaaaiiii porraaa... tá no intestino da tia... fode esse cu! – Eu comecei devagar, estocadas longas, saindo quase todo e voltando forte. Cada vez que eu tirava o pau, o cu dela se abria, e ela rebolava desesperada, peidando alto e cagando um pouco de porra misturada com o que tava dentro – um fio marrom claro escorrendo junto com o gás fedorento. - Prrrt... aaaahhh olha a tia peidando e cagando na sua pica... rebola mais, vai! – ela gritava, rebolando a bunda gorda, peidando de novo enquanto o cu piscava expelindo mais sujeira. Enquanto ela peidava e rebolava, eu voltava a meter forte, fundo, sentindo o cu apertar e sugar a rola. - Caralho, tia... você tá cagando no meu pau... que puta safada! – eu rosnava, metendo mais rápido, o cheiro forte de sexo anal e merda enchendo o quarto. Ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, lágrimas nos olhos de tanto prazer dolorido. - Aaaahhh porraaa eu tô gozando pelo cuuu... não para de tirar e meter! Prrrt... aaaahhh mais porra saindo! Eu repetia o movimento dezenas de vezes: tirava devagar, via ela rebolar loucamente, peidar alto e cagar mais um pouco na rola, depois metia com força bruta, fazendo ela gritar. O cu dela tava vermelho, dilatado, sujo de porra, merda e lubrificante natural dela. - Dói tanto mas eu amo... fode o cu da tia até eu mijar de tanto gozar! – ela berrava, desesperada. Finalmente, eu não aguentei mais. Meti fundo, segurando a bunda dela com força, e gozei jatos grossos e quentes bem no fundo do intestino dela. - Porraaa eu tô enchendo o cu da tia de porra! – eu gritei. Ela explodiu no orgasmo mais forte da vida: chorando alto, gritando como uma louca, o corpo tremendo incontrolável, buceta esguichando no lençol enquanto o cu dela apertava e expeliu a porra misturada com merda e gás. - Aaaaiiii caralhooo eu tô gozandooo... chorando de tanto prazer... porra saindo do cuuu... aaaahhh porraaa! – As lágrimas escorriam pelo rosto dela, o cu piscando e cuspindo sêmen branco misturado com o resto, ela rebolando fraco no final, peidando o resto da porra pra fora. Nós caímos na cama, suados, sujos, exaustos, mas o tesão ainda latejando. Ela me beijou com a boca aberta, gemendo baixo: - Isso foi o melhor erro da sua vida, sobrinho... agora a tia é sua puta particular. Toda vez que quiser, fode a buceta, o cu e a boca da tia como quiser. A partir daquele dia, a casa virou um puteiro particular. Eu chegava do trabalho e ela já tava esperando pelada, buceta molhada, pronta pra levar rola em todos os buracos. A gente fodia no sofá, na cozinha, no banheiro, sempre com gemidos altos e sacanagens chulas. - Mete na buceta da tia de novo, enche de porra pra eu sentar e vazar no chão – ela pedia, e eu obedecia, metendo até o talo, gozando dentro e vendo a porra escorrer enquanto ela rebolava. Uma noite, depois de encher a buceta dela de novo, ela quis repetir o anal dolorido. - Vem, sobrinho... rasga o cu da tia mais uma vez. Quero peidar e cagar na sua pica até gozar chorando – e foi exatamente isso. Eu meti no cu sujo dela, tirava, via ela rebolar peidando e cagando, metia forte, e no final gozei explodindo, ela gritando, chorando de prazer, expelindo tudo num jorro quente e fedorento. Os dias viraram semanas de puro sexo insano. A tia me ensinava posições novas, me fazia lamber o cu dela depois de eu gozar dentro, me chupava limpo da porra e merda misturada. - Lambe o cu da tia, prova o gosto da sua porra com o que eu caguei pra você – ela dizia safada, e eu lambia tudo, pau duro de novo. Uma vez, ela me pegou no banho, ajoelhou e chupou a pica molhada enquanto eu mijava um pouco na boca dela. - Bebe a mijada da tia também, vai... mistura com porra – e eu gozava na cara dela, ela esfregando nos peitos grandes. O tesão nunca acabava. A gente fodia até amanhecer, o quarto fedendo a sexo, porra, buceta, cu, merda e suor. Ela gozava dezenas de vezes por dia, eu enchia ela de porra em todos os buracos, e sempre terminava com aquele anal intenso onde ela se acabava rebolando, peidando, cagando e gozando chorando. - Sobrinho... você transformou a tia numa vadia viciada em pica – ela dizia no final de cada foda, deitada na cama com porra escorrendo da buceta e do cu dilatado. E eu respondia: - E você me transformou num garanhão que só pensa em foder a tia safada. Aqueles dez anos viraram uma loucura eterna de sacanagem. Nunca mais eu me masturbei sozinho... a tia sempre tava lá pra chupar, foder e levar porra no cu até expelir tudo gritando de prazer. Foi o melhor "erro" da minha vida, e cada gemido desesperado dela ecoa na minha cabeça até hoje: - Aaaahhh porraaa... fode o cu da tia... enche de porra e me faz cagar gozando!
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