Era uma tarde abafada de verão na casa dos meus avós, em Araçás no interior da Bahia. O sol batia forte, o ar cheirava a terra quente, grama seca e feno fresco que vinha do celeiro antigo. As cigarras zumbiam alto. Eu estava entediado no quintal quando minha tia Emille — irmã mais nova da minha mãe e quatro anos mais velha que eu, a tia paqueradora e divertida que sempre me tratava como amigo — chegou por trás, segurou meu braço com firmeza e disse com aquele sorrisinho maroto: - Vem, vamos brincar no celeiro. Lá em cima no palheiro. Vai ser nostálgico... e bem mais divertido do que você imagina. - Subimos a escada de madeira rangendo. O celeiro era amplo, com fardos de feno empilhados, raios de sol dourado entrando pelas frestas do telhado e iluminando poeira que dançava no ar. O cheiro forte de feno seco, umidade antiga e um leve toque de esterco misturava tudo. Jogamos feno um no outro, rindo, o feno leve voando e grudando no cabelo, na roupa suada, na pele. Era brincadeira inocente no começo. Eu a empurrei de leve, ela me jogou um punhado na cara, caímos rindo no monte macio. Mas o riso diminuiu. Ela me olhou de um jeito diferente. Os olhos brilhavam com algo quente, perigoso, cheio de tesão. O sorriso virou safado. - Sabe, sobrinho... você já tocou em uma buceta de verdade? Já sentiu uma mulher molhada, quente, apertada? - perguntou, voz rouca e baixa. Eu gaguejei, coração disparou. Ela riu baixinho, olhou ao redor garantindo que estávamos sozinhos e, sem aviso, sentou no feno, desabotoou a calça jeans e baixou tudo — calça e calcinha — até os tornozelos. As pernas se abriram. Ali estava a buceta dela, exposta. Pelinhos castanhos finos acima, lábios rosados já brilhando de molhado, grelho levemente inchado. O cheiro subiu forte: quente, almiscarado, adocicado, de excitação pura misturado com suor do dia. Meu pau endureceu na hora. - Me toca - ordenou. - Sente como a buceta da sua tia está molhada pra você. Não tenha medo, vai. Esfrega o dedinho no grelinho primeiro. - Minha mão tremia quando toquei. Os lábios externos eram macios, quentes, um pouco pegajosos. Ela soltou um gemido longo e baixo: - Hmmm... assim, sobrinho. Esfrega devagar. Sente como meu grelinho tá durinho e inchadinho de tesão por você? - Eu esfreguei o clitóris em círculos. A umidade aumentou rápido, meus dedos escorregando na baba quente dela. O cheiro ficou mais forte, intoxicante. Ela rebolava o quadril contra minha mão, o feno farfalhando. - Agora enfia um dedinho devagar... ai porra, que bom... sente como tá apertadinha por dentro? As paredes são macias e quentes, não é? - Enfiei o indicador. A buceta dela era um forno úmido, molhada pra caralho, as paredes internas rugosas e macias sugando meu dedo. Eu sentia as contrações dela apertando. O som era obsceno: squelch molhado a cada bombeada. Os fluidos escorriam pela minha mão, pingando no feno. Ela gemia mais alto: - Ahhhn! Isso! Mete o dedo na buceta da tia! Fode com o dedinho, aprende como uma mulher gosta. Mais fundo... curva... aí! Caralho, que delícia! Tô melada pra você! - Eu bombeava, sentindo tudo: o calor, a textura, o jeito que ela apertava e soltava. O cheiro de buceta excitada dominava o celeiro. Depois de longos minutos ela parou minha mão, ofegante. - Agora lambe. Chupa a buceta da tia. Quero sentir sua língua molhada no meu grelinho e nos lábios. Aprende o gosto. - Eu baixei a cabeça. O cheiro era mais forte de perto. Lambi os lábios primeiro, devagar, sentindo o gosto salgado-doce, a textura macia e quente. Ela gemeu alto, agarrou meu cabelo: - Ai porra... lambe mais! Chupa o grelinho! Isso, enfia a língua dentro da buceta da tia! Eu chupei o grelho, lambi fundo, a língua entrando e saindo da entrada molhada. Os fluidos dela escorriam no meu queixo. Ela rebolava na minha cara, as coxas apertando minha cabeça, gemendo sem parar: - Hnnn! Ahhn! Tô gozando na sua boca, sobrinho safado! Chupa tudinho! Engole o mel da tia! Ela gozou na minha cara, o corpo tremendo, mais baba jorrando na minha língua. O gosto era forte, viciante. Quando ela relaxou, me puxou para cima. - Agora baixa a calça e o cueca. Tira seu pau pra fora. Quero sentir ele roçando na minha buceta. - Eu tirei tudo. Meu pau saltou duro, latejando, cabeça roxa brilhando com pré-gozo, veias saltadas. Ela lambeu os lábios. - Que pau gostoso, sobrinho. Já todo duro e babando pra tia. Vem esfregar ele na buceta. - Ela me puxou para cima dela no feno. Abriu as pernas o máximo que a calça nos tornozelos permitia. Minha pica roçou na buceta quente e melada. O contato foi fogo: o calor dela, a umidade escorregadia, os lábios se abrindo ao redor da cabeça. - Esfrega devagar... só roça no grelinho e na entrada... sente como ela tá molhada e quente? - Nós nos esfregamos por minutos longos e deliciosos. A cabeça da minha pica subia e descia na fenda, batendo no grelho inchado, espalhando os fluidos dela por todo o meu pau. O barulho era molhado e obsceno: squelch, farfalhar do feno, nossos gemidos. O cheiro de sexo já dominava. Ela rebolava, gemendo: - Hnnn... sua pica é tão quente... esfrega mais forte no grelinho da tia... ai sim... tô meladinha pra você... Eu estava quase gozando só de roçar. O suor escorria, o feno grudava na pele. O risco de alguém subir deixava tudo mais intenso. Então ela disse: - Agora coloca. Enfia devagar na buceta da tia. Eu vou te ensinar como foder de verdade. - Posicionei a cabeça na entrada. Empurrei devagar. Apertado pra caralho no começo. A buceta resistiu, depois cedeu com um som molhado gostoso. Centímetro por centímetro minha pica entrava no calor úmido, as paredes apertando como um punho de veludo babado. Ela gemeu alto, cabeça jogada no feno: - Ai caralho! Tá entrando... devagar... sua pica tá me esticando todinha! Sente como tá apertada e quente? Quando entrei todo, paramos. O sentimento era avassalador: eu dentro da buceta da minha tia, o taboo me deixando tonto. O cheiro do nosso sexo era forte agora. Começamos a nos mover. Eu descoordenado no começo, mas ela guiava com as mãos na minha bunda: - Assim... sai devagar e entra fundo. Sente como a buceta da tia aperta e chupa seu pau? Eu saía quase todo e entrava com força. O barulho ficou alto: ploc ploc molhado, bater dos corpos, feno amassado. Suas tetas saltavam, eu levantei a blusa e chupei os mamilos duros. Ela gritava: - Chupa o peito da tia enquanto mete! Ai porra, que bom! Mete mais forte! - Tô metendo na buceta da minha tia gostosa! Porra, que delícia! Tá tão molhada! - eu respondia. Aumentamos o ritmo. Eu segurava os quadris, metia mais forte. O feno voava. O suor nos fazia escorregar. Ela gemia sem parar: - Ahhn! Ah! Fode a buceta da tia, sobrinho safado! Arromba essa xoxota! Mete fundo e forte! - Tô comendo a bucetinha da tia! Tá chupando meu pau todinho! - De repente o tio gritou lá embaixo: - O que vocês estão fazendo aí fora?! Desçam já! Pânico. Meu pau ainda enterrado fundo na buceta dela. Congelamos. Corações batendo desesperados. O tio estava logo abaixo. Ficamos parados, meu pau pulsando dentro do calor molhado, o medo misturado com tesão puro. A buceta dela apertou meu pau quando ouviram a voz. O cheiro de sexo era forte, mas o feno ajudava a disfarçar. O tio xingou e foi embora. Assim que passou, ela olhou com sorriso safado e desesperado: - Agora fode de verdade. Mete como se o mundo fosse acabar. Antes que ele volte. Quero sentir você gozando dentro da buceta da tia. - Recomeçamos com fúria. Bruto, rápido, desesperado. Eu metia como louco, o feno amassado e úmido debaixo. O barulho era alto: ploc molhado da buceta sendo arrombada, bater das pelotas, gemidos e palavrões. Ela arranhava minhas costas: - Isso! Arromba a buceta da tia! Fode forte! Goza dentro, enche a xoxota da tia de porra quente! Quero sentir sua porra jorrando! Eu sentia as bolas apertando. - Tia... eu vou gozar... - Goza! Goza na buceta da tia agora! Enche tudinho de leitinho quente! - Explodi. Meu pau pulsou violentamente, jatos grossos e quentes de porra jorraram em rajadas, enchendo a buceta dela até transbordar. Eu gemia alto, enterrando fundo enquanto descarregava tudo. A porra quente escorria ao redor do meu pau, pingava no feno. Ela apertava as paredes, ordenhando cada gota, gozando junto, corpo convulsionando: - Ai porra... tô cheia... sinto sua porra me enchendo... que delícia... Nós dois ofegantes, suados, colados no feno. Meu pau ainda semi-duro dentro dela, a porra escorrendo. O cheiro de sexo e porra era forte. Mas o tesão não passou. Meu pau endureceu de novo dentro da buceta gozada. Ela sentiu, sorriu safada, se virou de quatro, empinando a bunda. A buceta gozada pingava porra branca grossa pelas coxas. Acima, o cuzinho rosado piscava. - Agora eu quero no cu. Quero sentir você me arrombando o cuzinho. Vai devagar no começo... é apertado pra caralho... mas eu quero. Quero sentir sua pica grossa esticando meu rabo. Eu tirei o pau da buceta, coberto de nossa mistura cremosa. Cuspi na mão, lubrifiquei o cu dela, massageando o anel apertado. Posicionei a cabeça e empurrei. Foi difícil. O cu resistiu, queimando. Ela gritou: - Ai caralho! Tá doendo pra porra! Seu pau é grosso demais pro meu cuzinho! Tá rasgando meu rabo! Continuei devagar. Centímetro por centímetro o anel cedeu, engolindo a cabeça. O calor dentro era diferente — mais seco no início, depois escorregadio. Ela se contorcia, gemendo mistura de dor e prazer nascente: - Hnnng! Ai! Ai porra! Devagar... tá queimando meu cuzão... mas não para... vai entrando... Quando entrei todo, o cu apertava como um anel de fogo quente. Parei para ela se acostumar. Ela respirava pesado. - Agora mete... fode meu cu, sobrinho. Arromba o cuzão da tia. Comecei a bombear devagar. No início era luta, depois ficou mais fácil, mais escorregadio. O barulho era mais seco mas ainda molhado. Eu via o cu se esticando ao redor da minha pica. O cheiro agora era mais cru, mais sujo, misturado com porra da buceta. Ela se tocava, dedos na buceta gozada, esfregando o grelho, enfiando na porra que eu tinha deixado lá. O prazer cresceu rápido. Seus gemidos viraram gritos desesperados, o corpo se sacudindo: - Ahhn! Haaa! Tô gozando com pau no cu! Que delícia dolorida! Tô me acabando de gozar com sua pica grossa no cuzão! O cu tá apertando seu pau todinho! O corpo dela tremeu violentamente, o cu apertando em ondas, ela gozando forte, gemidos altos enchendo o celeiro. Enquanto ela se acabava, eu metia mais forte. Ela gritou entre os gemidos: - Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar! Não aguento segurar! Sua porra quente vai me fazer cagar tudinho! Não goza dentro, porra! Mas eu não aguentei. O aperto do cu, os gemidos dela, o taboo... - Tô gozando, tia! Gozando no seu cuzão apertado! Enfiando tudo! Enterrei fundo e soltei. Jatos quentes e grossos de porra jorraram direto no reto dela, enchendo o cu com sêmen quente. Eu gemia, descarregando cada gota enquanto o cu ainda apertava. Quando terminei, puxei devagar, com um som molhado de sucção. A cabeça saiu com um pop obsceno. Imediatamente ela começou a rebolar o rabo desesperada, gemendo ainda do orgasmo, o corpo todo tremendo. O cuzinho arrombado se contraiu e ela empurrou. Saiu primeiro a porra branca grossa que eu tinha gozado, escorrendo. Depois, misturado, saiu um pouco de merda marrom clara, mole, se misturando com o sêmen branco. Ela rebolava sem parar, empurrando mais, o cuzinho se abrindo e fechando, mais da mistura suja escorria e pingava no feno. O cheiro subiu forte — cru, terroso, sexual, sujo de um jeito que me deixou louco. A porra branca e a merda marrom se misturavam, escorrendo pelas nádegas, sujando o feno e a pele dela. Ela gemia alto, meio envergonhada, meio completamente entregue: - Caralho... eu tô me cagando... com sua porra no cu... tô rebolando e cagando tudo... ai porra, que safadeza... Ela não parava de rebolar, empurrando o resto, o corpo ainda tremendo, a mistura suja escorrendo mais. O feno embaixo estava sujo com porra, suor e agora isso. O cheiro dominava. Nós dois sujos, cheirando a sexo cru e sujo, ofegantes no celeiro quente. O risco ainda pairava, mas tínhamos vivido algo intenso pra caralho. Depois limpamos o melhor que pudemos com feno limpo e partes das roupas, descemos separadamente alguns minutos depois, tentando agir normal. O tio deu um olhar desconfiado, mas não disse nada. Aquela tarde no celeiro foi minha primeira experiência sexual de verdade. Nada mais aconteceu depois. Mas caralho... ainda é uma das lembranças mais quentes, mais intensas e mais safadas que tenho. O cheiro do feno misturado com buceta, porra, cu e tudo mais... os gemidos desesperados dela... o jeito que ela me ensinou... e o final sujo e intenso com ela rebolando e cagando misturado com minha porra... isso nunca sai da cabeça.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.