Irmãzinha se acabando na siririca no meu lado!

Era a primeira vez que a família toda saía de férias juntos depois de tanto tempo, e o destino era uma casa alugada na praia, com quarto dos pais de um lado e o nosso de outro. Eu e a Júlia, minha irmã mais nova, dividíamos o mesmo quarto porque os pais queriam economizar. A gente sempre teve uma relação bem solta, sem frescura, mas nessas férias eu comecei a notar o corpo dela de um jeito que nunca tinha notado antes. Aos vinte e um anos, a Júlia tinha um corpo que parecia feito pra provocar: peitos médios bem firmes, cintura fina, bunda redonda e empinada, e uma pele morena que brilhava com o sol da praia. Durante o dia eu via ela de biquíni e já ficava com a pica latejando dentro da bermuda, mas disfarçava. À noite, quando a gente deitava nas camas separadas, eu ficava imaginando como seria tocar naquela bucetinha que eu sabia que ela depilava toda.
Até a noite de ontem, tudo tinha sido normal. A gente conversava besteira, ria das piadas dos pais, tomava banho um depois do outro. Mas ontem, por volta da uma da manhã, eu acordei com um barulhinho sutil que vinha do lado dela. O quarto estava escuro pra caralho, só a luz fraca da lua entrando pela janela. Fiquei quieto, ouvindo. Era um zumbido baixo, constante, como um vibrador pequeno funcionando em velocidade baixa. Meu coração deu um pulo. Eu conhecia aquele som. A Júlia estava se masturbando bem ali, a menos de dois metros de mim. Ela achava que eu dormia pesado, mas eu ouvi o gemidinho super suave que escapou da boca dela: um “mmmhh” quase silencioso, daqueles que a gente solta quando o grelinho tá sendo bem lambido pelo brinquedinho.
Minha pica acordou na hora, inchando dentro da cueca boxer até ficar dura pra caralho, latejando contra a barriga. Eu fiquei ali deitado uns segundos só escutando: o vibrador zumbindo, o lençol dela se mexendo devagar, e aquele gemidinho baixinho se repetindo. “Porra, minha irmã tá se dedando bem do meu lado”, pensei, e a excitação foi tão forte que eu não aguentei. Decidi arriscar tudo. Puxei a cueca pra baixo devagar, liberei minha pica grossa e comprida, já babando pré-gozo na cabeça, e comecei a esfregar devagar, só pra sentir o tesão. Depois fui acelerando o punho, fazendo o barulho da pele da mão batendo na pica ficar mais óbvio, mais molhado.
O vibrador dela desligou de repente. Silêncio total por uns três segundos. Aí veio a voz dela, baixa, quase tremendo:
- Você tá acordado?
Eu respondi com a voz rouca, ainda com a mão na pica:
- Tô... você me acordou com esse barulhinho, Júlia.
Ela ficou quieta um segundo. Depois:
- Era você se masturbando também? Eu ouvi um barulho...
- Foi você com o vibrador que me acordou, mana. E eu tô há dias louco de tesão, vendo você de biquíni o dia todo. Não aguentei.
A Júlia acendeu o abajur da cabeceira dela. A luz amarelada iluminou o quarto inteiro. Eu continuei ali, deitado de lado, a pica dura na mão, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou direto pra minha rola, os olhos arregalados, a boca entreaberta. Estava só de camisola fina, sem calcinha, as pernas ligeiramente abertas.
- Caralho, irmão... sua pica é enorme... tá tão dura...
Eu sorri, sem parar de bater punheta devagar:
- E você aí com o vibrador na buceta... tá molhada pra caralho, né?
Ela corou, mas não escondeu nada. Abaixou o lençol devagar, expondo a bucetinha lisinha, inchada, os lábios brilhando de tesão, o grelinho aparecendo durinho no topo. Pegou o vibrador rosa pequeno de novo e ligou, encostando bem no grelinho.
- Não é estranho a gente fazer isso juntos? – perguntou, a voz já saindo manhosa.
- Estranho nada, Júlia. Vem pra minha cama ou eu vou pra sua. Quero ver você gozando de perto.
Ela não pensou duas vezes. Empurrou o lençol todo, veio pra minha cama e se sentou encostada na cabeceira, pernas bem abertas, a camisola puxada pra cima. Eu me sentei ao lado dela, a pica latejando na mão, e comecei a bater mais forte. O barulho molhado da minha punheta misturava com o zumbido do vibrador dela. Ela enfiou dois dedos na buceta enquanto o brinquedo vibrava no grelinho, os olhos fixos na minha rola.
- Ai, irmão... ver você batendo essa pica grossa tá me deixando louca... olha como minha buceta tá molhada...
Os gemidos dela começaram a ficar mais altos, menos controlados:
- Mmmhh... aaaah... tá bom pra caralho...
Eu acelerei, sentindo as bolas pesadas subindo.
- Goza pra mim, mana... quero ver essa bucetinha contraindo...
Ela gozou primeiro, o corpo tremendo inteiro, as pernas se abrindo mais, a buceta esguichando um pouquinho de líquido claro no lençol.
- Aaaahhh porraaa... tô gozando... irmão... aaaahhh!
Ver ela gozando daquele jeito me fez explodir. Soltei o maior jato de porra da minha vida, grossas cordas brancas voando pra cima, caindo nos peitos dela, na barriga, na buceta ainda aberta e até no meu próprio peito. Um, dois, três, quatro jatos longos, quentes, absurdos de porra. A Júlia ficou olhando hipnotizada, a boca aberta.
- Caralho, quanta porra... você me encheu toda...
A gente ficou ali ofegante uns minutos, porra escorrendo por todo lado. Mas o tesão não baixou. Minha pica continuava dura, brilhando de porra e pré-gozo. Ela olhou pra rola latejando e lambeu os lábios.
- Irmão... eu quero sentir essa pica dentro de mim... fode minha buceta, por favor...
Eu não esperei nem um segundo. Puxei ela pra baixo, deitei ela de costas na cama, abri aquelas pernas morenas e encostei a cabeça grossa da pica na entrada da bucetinha encharcada. Empurrei devagar, sentindo os lábios se abrindo, a buceta quente engolindo minha rola centímetro por centímetro.
- Porra, Júlia... sua buceta é apertada pra caralho... tá me sugando...
Ela arqueou as costas, cravando as unhas nos meus ombros.
- Aaaahhh... tá entrando toda... me fode, irmão... enfia essa pica grossa até o fundo...
Comecei a meter com força, estocadas fundas, o barulho molhado da buceta dela ecoando no quarto. Cada vez que eu entrava até as bolas, ela gemia mais alto, desesperada.
- Ai, caralho... tá batendo no fundo... me fode mais forte... aaaahhh!
Eu peguei o ritmo, metendo como um animal, os peitos dela balançando, o suor escorrendo. Ela levantou as pernas, segurando os próprios joelhos, abrindo a buceta toda pra mim. Eu olhava a pica entrando e saindo, brilhando de meladinha dela.
- Olha como sua buceta tá engolindo minha pica, mana... tá toda melada...
- Mmmhh... eu tô quase gozando de novo... não para... fode esse grelinho com a sua pica... aaaahhh porraaa!
Ela gozou pela segunda vez, a buceta apertando minha rola como um punho, esguichando em volta da pica. Eu não aguentei. Empurrei fundo e descarreguei tudo lá dentro, jatos grossos de porra enchendo a bucetinha dela até transbordar, escorrendo pelas bolas e pelo cu dela.
- Tô gozando dentro da sua buceta, Júlia... toma toda a porra do irmão...
Ela tremia, os olhos revirados.
- Aaaahhh... tá quente... me encheu toda...
A gente ficou conectado uns segundos, minha pica ainda pulsando dentro dela. Mas eu ainda estava duro pra caralho. Puxei devagar, a pica saindo com um ploc molhado, porra branca escorrendo da buceta inchada. Virei ela de bruços, levantei aquela bunda empinada e cuspi direto no cuzinho rosado e apertado.
- Agora eu quero esse cu, mana... tá pronta pra sentir a pica no rabo?
Ela olhou pra trás, os olhos cheios de tesão e um pouco de medo.
- Vai devagar no começo, irmão... meu cu é virgem... mas eu quero... fode meu cu...
Eu encostei a cabeça melada de porra e meladinha da buceta no anelzinho apertado e empurrei. Ela gemeu alto, dolorido.
- Aaaaiii... tá doendo... mas continua... enfia...
Centímetro por centímetro, a pica grossa foi abrindo o cu dela, que apertava como um anel de fogo. Quando entrei até a metade ela já estava choramingando, mas rebolando devagar contra mim.
- Porra... tá rasgando meu cu... mas tá gostoso... mete mais...
Eu comecei a meter devagar, depois mais rápido, o cu dela se acostumando, ficando mais molhado com a porra que escorria da buceta. O barulho era obsceno: ploc ploc ploc, bolas batendo na buceta melada. Ela começou a gemer desesperada, o prazer tomando conta.
- Aaaahhh caralho... tá batendo fundo no meu cu...fode gostoso esse rabo... mais forte...
Eu metia como louco, segurando a cintura dela, estocando fundo. O cu apertava minha pica, massageando a cabeça. Ela enfiou a mão por baixo e começou a esfregar o grelinho enquanto eu fodia o cu.
- Tô gozando de novo... com sua pica no cu... aaaahhh porraaa... não para...
O orgasmo dela foi violento, o corpo inteiro tremendo, o cu contraindo forte em volta da minha pica, esguichando da buceta no lençol. Ela gritava:
- Aaaaiii... tô gozando pelo rabo... me fode mais...
Eu senti as bolas subindo de novo.
- Vou gozar no seu cu, Júlia...
Ela gritou, a voz rouca de tesão:
- Se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, irmão... mas goza... enche meu cu de porra...
Eu não segurei. Empurrei até o fundo e explodi, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela. Ela sentiu o calor e gozou mais uma vez, gritando:
- Aaaahhh porraaa... tá enchendo meu cu... tô gozando de novo...
Quando eu tirei a pica devagar, o cu dela ficou aberto, piscando, e ela começou a rebolar a bunda, empinando mais. A porra branca misturada com um pouco de coco marrom começou a sair, escorrendo devagar pelo cu aberto, sujando a bunda e as coxas dela. Ela gemia baixinho, ainda gozando do prazer proibido.
- Olha o que você fez... eu me caguei toda com sua porra no cu... mas foi tão bom...
A gente ficou ali, suados, melados de porra, suor e um pouco de coco, respirando pesado, sabendo que aquela noite tinha mudado tudo nas férias. A Júlia virou o rosto, sorriu safada e disse:
- Amanhã a gente repete, irmão... quero essa pica de novo na buceta e no cu...
E assim terminou a primeira noite de verdade das nossas férias, com o quarto fedendo a sexo, porra e sacanagem proibida.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Irmãzinha se acabando na siririca no meu lado!

Codigo do conto:
259913

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/04/2026

Quant.de Votos:
1

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