Sou a Franciele e nesse dia eu acordei naquela manhã quente pra porra, o sol já batendo forte na janela do quarto e o corpo todo latejando de tesão. Tinha 19 anos, era uma garota cheia de fogo e sem paciência pra esperar. Sonhei a noite inteira com mãos me tocando, com algo grosso me enchendo os dois buracos, e o calor do quarto só piorava. Minha buceta acordou molhada, o grelinho inchado roçando no lençol, o cu piscando de vontade. Passei a mão entre as pernas e senti o quanto estava escorregadia, mas olhei o relógio e vi que estava atrasada pra caralho pra faculdade. Não dava tempo de me deitar, abrir as pernas e meter os dedos fundo na xota até gozar como eu precisava. Frustração pura. Foi aí que a ideia safada surgiu na minha cabeça como um raio. Eu tinha um plug anal guardado na gaveta, silicone preto, tamanho médio, base larga pra não sumir no cu. “Vou enfiar esse filho da puta no meu cu, vestir a mini saia e ir pra aula sem calcinha nenhuma. Vai ser uma tortura deliciosa o dia todo”, pensei, já sentindo a buceta contrair só de imaginar. Fui pro banheiro, peguei o lubrificante e me posicionei de quatro na cama, de frente pro espelho pra ver tudo. Abri bem as pernas, o cu exposto, e passei uma camada grossa de lubrificante no plug e no meu anel apertado. O plug era frio contra a pele quente, mas eu estava pegando fogo. Empurrei devagar. A ponta entrou primeiro, esticando meu cu devagarinho, e eu mordi o lábio. “Ahhh porra... que delícia”, gemi baixinho enquanto ele ia fundo, centímetro por centímetro, abrindo meu ânus e enchendo tudo lá dentro. Senti as paredes do cu se apertando em volta dele, o peso da base se encaixando perfeito. Quando ficou todo dentro, o plug se acomodou e cada respiração minha fazia ele pressionar contra os pontos certos, mandando choques direto pra minha buceta. Levantei devagar, o cu latejando, o plug se movendo a cada passo como se tivesse uma pica grossa me fodendo devagar o tempo todo. Vesti a mini saia jeans curtíssima, daquelas que mal cobrem a bunda, e decidi: nada de calcinha. A brisa bateu direto na minha xoxota raspadinha e eu quase gemi ali mesmo. Um fio de lubrificante misturado com minha própria umidade escorreu pela coxa. “Caralho, já tô molhada pra caralho”, murmurei, olhando no espelho a base do plug mal disfarçada pela saia. Saí de casa e o plug balançava a cada passo. No caminho pro ônibus o calor do dia me batia no rosto, a saia subindo com o vento, a buceta ao ar livre, o grelinho roçando nas coxas. Sentei no ônibus lotado e o plug afundou mais no assento, pressionando fundo no cu. Cruzei as pernas apertado, sentindo o plug tremer com a vibração do ônibus, minha xota pulsando, o gozo escorrendo devagar. Cheguei na faculdade suada, as pernas fracas, o cu cheio e a buceta implorando por alívio. Entrei na sala grande, ar condicionado gelado contrastando com o fogo no meu corpo. Fileiras de carteiras, alunos espalhados, professor já falando sobre alguma merda de literatura. Sentei na penúltima fileira, lugar de sempre, do lado da Julia, minha amiga morena de 20 anos, corpo de modelo, sorriso que sempre me deixava curiosa. Ela me deu oi normal e a aula começou. Mas eu não conseguia me concentrar em nada. O plug no cu era uma tortura constante. Cada vez que eu me mexia pra anotar algo, ele afundava mais, esticando meu ânus, mandando ondas de prazer pra xota encharcada. Depois de uma hora eu já balançava as pernas sem parar, cruzando e descruzando, apertando as coxas, tentando segurar o tesão que crescia. O grelinho inchado roçava na saia, a buceta pingando, o gozo molhando a cadeira devagar. Duas horas se passaram e eu estava lutando pra não surtar. O corpo tremia, suor escorrendo pelas costas, respiração curta. Julia percebeu meu desconforto irregular. Ela me olhou de canto, franzindo a testa, e se inclinou pra perto. - Ei, você tá bem? Tá se mexendo toda estranha, parece que tá com formiga no corpo. Eu olhei pra ela, olhos vidrados de tesão, e confessei baixinho, quase no ouvido dela: - Tô com um plug anal enfiado no cu desde de manhã e tô desesperada pra gozar. Não aguento mais, Julia. Minha buceta tá pingando, o grelinho latejando, e o plug tá me fodendo o cu o tempo todo. Ela ficou em silêncio uns segundos, olhando pra frente como se nada estivesse acontecendo. O professor continuava falando, alunos na frente escrevendo, alguns cochichando. Então ela virou o rosto pra mim, olhos brilhando de tesão, e sussurrou: - Precisa de ajuda? Enquanto falava, colocou a mão esquerda na minha coxa direita, dedos quentes subindo devagar por baixo da mini saia, tocando a pele nua. Eu senti um choque. Meu cu apertou o plug com força, a buceta contraiu soltando mais lubrificação. Peguei a mão dela lentamente e guiei pra baixo, direto pra minha vagina nua. Os dedos dela tocaram minha buceta molhada e ela parou, sentindo o quanto eu estava encharcada. Olhou pra mim com aquele sorriso malicioso e sussurrou: - Nossa, você não está usando calcinha. Ela começou a esfregar minha buceta lentamente, dedos fazendo círculos leves no grelinho inchado, explorando a entrada escorregadia. No começo era devagar, quase torturante, os dedos deslizando pela carne molhada, sentindo cada dobra. Eu mordi o lábio, baixando a cabeça pro caderno, mas por dentro estava em chamas. O plug no cu respondia a cada toque, pressionando a parede fina, fazendo tudo mais intenso. - Ahh... Julia... – escapei um gemido baixinho, desesperado. Ela acelerou, mudando o ritmo pra forte, dois dedos entrando fundo na xota, fodendo com estocadas curtas e rápidas. O polegar não parava de esfregar o grelinho, circulando, apertando, pinçando. Eu quase gemi alto, o corpo tremendo. Tive que segurar o gemido na garganta, apertando as mãos na carteira. O barulho molhado era inevitável: ploc ploc ploc da minha xoxota sendo destruída pelos dedos dela, baixo mas audível pra quem estivesse perto. As pessoas na fileira da frente e atrás deviam estar ouvindo aquele som chulo de buceta molhada sendo dedada com força. Meu gozo escorria pelos dedos dela, pingando na cadeira, escorrendo pro chão em gotas grossas. Eu abaixei a cabeça mais, mordendo o lábio com força pra parar os gemidos desesperados. - Porra, Julia, mete mais fundo nessa buceta... não para... – murmurei, voz trêmula. Ela obedeceu, enfiando três dedos agora, curvando pra acertar o ponto G, fodendo minha xota com vontade enquanto o polegar castigava o grelinho sem piedade. O plug no cu era empurrado a cada estocada, como se ela estivesse fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Meu corpo inteiro tremia, o tesão acumulando, ondas de prazer subindo. Ela sussurrou de novo, voz rouca e safada: - Tá sentindo, sua puta? Sua xoxota tá piscando no meu dedo, tão molhada que tá molhando minha mão toda. O plug no seu cu tá te deixando ainda mais apertada. Goza pra mim, mas sem fazer barulho alto, senão todo mundo vai saber que você é uma vadia com o cu plugado e a buceta destruída. Os gemidos desesperados enchiam minha cabeça, mesmo que eu tentasse segurar: - Ahhhh... caralho... não para... tô quase... ahhh porraaa... Ela não parou. Foi super forte, dedos entrando e saindo rápido, o grelinho sendo esfregado sem dó. Eu sentia o gozo escorrendo, a cadeira molhada, o chão recebendo gotas. O plug pressionava, o cu apertando, tudo se misturando num prazer insano. Ela me levou até a beira várias vezes, diminuindo o ritmo pra me torturar, depois acelerando de novo, até que o orgasmo veio como uma explosão violenta. O corpo convulsionou discretamente na cadeira, buceta apertando os dedos dela com força, jorrando gozo em ondas quentes. Parte ficou na mão dela, brilhando, parte encharcou o assento, a maior parte pingou no chão formando uma poça viscosa entre meus pés. Eu tremia inteira, pernas fracas, cu apertando o plug como louco, prolongando o prazer com espasmos. - Isso, goza pra mim, sua safada... deixa essa xoxota jorrar... – ela sussurrou, mexendo devagar pra prolongar tudo. Fiquei lá ofegante, o plug ainda no cu me lembrando do que rolou, a buceta sensível e satisfeita, sentada na minha própria bagunça de gozo. O cheiro discreto de sexo pairava no ar, mas ninguém pareceu notar. Julia limpou a mão na minha coxa, deu um sorriso satisfeito e voltou a olhar pra frente como se nada tivesse acontecido. A aula continuou por mais duas horas. Eu fiquei ali, sentindo o gozo secando nas coxas, o plug me mantendo cheia, o corpo ainda formigando. Cada movimento na cadeira fazia a poça no chão lembrar o que rolou. Quando o professor finalmente liberou, levantei com pernas fracas, a saia colando um pouco na pele molhada, e fui direto pra casa. No caminho o plug balançava de novo, o cu latejando, a buceta ainda sensível, e eu sorria sozinha pensando naquela experiência da porra. Cheguei em casa, tirei a saia, puxei o plug devagar do cu com um gemido baixo, e me deitei na cama pra reviver tudo com os dedos, gozando mais uma vez só de lembrar dos dedos dela destruindo minha xota na sala cheia de gente. Foi foda demais. O risco, o tesão, o plug no cu, a mão dela na minha buceta, o gozo no chão, tudo misturado numa loucura que eu nunca vou esquecer.
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