Não consigo parar de fuder com o namorado de minha mãe!
Minha mãe tem 41 anos e o novo namorado dela, o Roberto, tem 42. Faz só uns meses que eles estão juntos, mas parece que eles não conseguem ficar uma noite sem meter. Quase toda noite eu, com meus 19 anos, deito na cama do quarto ao lado e ouço tudo pela parede fina pra caralho. O barulho da cama batendo contra a parede, o ploc ploc molhado da pica dele entrando fundo na buceta dela, os gemidos roucos da minha mãe - Ai porra, Roberto, mete mais fundo nessa buceta gulosa! - e ele respondendo baixo mas firme - Toma essa pica grossa, vadia, aperta ela toda. Eu ficava ali no escuro, com a calcinha encharcada, a mão descendo devagar até o grelinho inchado, dedando devagar enquanto imaginava ele metendo nela. Gravei os áudios algumas vezes no celular, escondida, e depois no meu quarto eu colocava o fone e me tocava até gozar, mordendo o travesseiro pra não fazer barulho. Uma noite eu não aguentei só ouvir. Abri a porta do quarto deles bem devagar, só uma frestinha. Eles estavam tão na pegada que nem notaram. Ele estava por cima dela, suado, a pica enorme entrando e saindo da buceta molhada da minha mãe, os peitos dela balançando a cada estocada forte. Ela gemia alto - Caralho, me fode, me fode, eu sou sua putinha! - e ele grunhia, segurando os quadris dela. Eu fiquei ali, de calcinha, dedos enfiados na minha xoxota, esfregando o grelinho enquanto via tudo. Meu coração batia tão forte que achei que eles iam ouvir. Foi aí que ele me viu. Olhou direto pros meus olhos, sem parar de meter. Em vez de parar ou ficar com vergonha, ele sorriu aquele sorriso safado e continuou metendo mais forte, olhando pra mim enquanto gozava. Eu vi o pau dele pulsar dentro da buceta dela, enchendo ela de porra quente, e minha mãe gemendo - Isso, goza tudo dentro, me enche de leitinho! Ele não tirou o olhar de mim nem um segundo. Aquilo me destruiu. Fiquei molhada como nunca, a buceta latejando, e voltei pro meu quarto correndo pra me tocar até gozar duas vezes seguidas, imaginando aquela pica dentro de mim. Depois daquela noite eu comecei a deixar a porta do meu quarto entreaberta de propósito quando ele saía do quarto da minha mãe. Eu me trocava devagar, tirando a blusa, mostrando os peitos firmes, depois a calcinha descendo pelas coxas, deixando ele ver minha bucetinha lisinha e molhada. Ele olhava rápido, mas eu sabia que ele via. Uma noite, depois que eles terminaram de transar, ele estava saindo de fininho pro corredor. Minha porta estava aberta o suficiente. Eu estava deitada na cama, pernas abertas, dedando a buceta devagar, gemendo baixinho só pra ele ouvir. Ele parou na porta. Olhou pra dentro. Eu chamei baixinho - Vem cá, Roberto... por favor. Ele entrou, fechou a porta devagar, e ficou me olhando brincar com a xoxota. Os dedos dele tremiam um pouco quando ele se aproximou. - Porra, menina, você é uma safada do caralho. Olha como essa bucetinha tá pingando só de me ver. Ele tirou minha mão e colocou a dele, esfregando meu grelinho com o polegar grosso enquanto dois dedos entravam fundo na minha buceta. Eu mordi o lábio - Aaaah... assim... me esfrega mais forte. Ele sorriu e enfiou o rosto entre minhas pernas, lambendo tudo, chupando meu grelinho como se fosse doce. A língua dele girava, sugava, entrava na minha buceta e voltava pro grelinho. Eu tive que morder o travesseiro - Mmmph! Caralho, que língua gostosa! Ele levantou, tirou o pau pra fora da calça. Meu deus, era ainda maior de perto. Grosso, veiado, a cabeça roxa brilhando de tesão, um pau que explicava por que minha mãe gemia tanto toda noite. - Olha o que você fez comigo, vadia. Essa pica tá latejando pra te comer. Eu abri as pernas mais ainda - Me come, Roberto. Enfia essa pica toda na minha bucetinha apertada. Ele não esperou. Encostou a cabeça na entrada molhada e empurrou devagar no começo, abrindo meus lábios, esticando minha buceta. Depois meteu tudo de uma vez. Eu senti ele batendo no fundo, enchendo meu útero. - Aaaahhh! Porra, tá tão fundo! Me fode! Ele começou a meter forte, a cama rangendo baixinho, o barulho molhado ecoando no quarto. Minha mãe dormia logo no corredor, a porta dela entreaberta. Ele colocou a mão grande sobre minha boca pra abafar meus gemidos - Shhh, quietinha, senão ela acorda e vê a filhinha dela levando pica do namorado dela. Eu gemia contra a mão dele - Mmmph! Mmmph! Me fode mais, me fode! Minha buceta apertava o pau dele, sucos escorrendo pelas minhas coxas. Ele metia sem parar, batendo as bolas no meu cu, suado, gemendo baixo - Caralho, sua buceta é mais apertada que a da sua mãe, menina. Tá me sugando todo. Eu gozei pela primeira vez assim, apertando ele dentro de mim, o corpo tremendo, lágrimas nos olhos de tanto prazer. Ele não parou. Tirou o pau, virou eu de quatro e meteu de novo, segurando meus cabelos. - Toma assim de quatro, sua putinha. Rebola nessa pica. Eu rebolava como uma louca, empinando o cu pra ele, sentindo cada veia do pau roçando dentro de mim. Ele deu uns tapas na minha bunda - Isso, rebola gostoso. Sua mãe nunca rebola assim. Depois de um tempo ele tirou e mandou eu fazer boquete. Eu ajoelhei no chão, peguei aquela pica toda melada da minha buceta e enfiei na boca. Chupei fundo, engasgando, lambendo as bolas, passando a língua na cabeça. - Assim, chupa meu pau, engole ele todo. Ele gozou forte, jatos grossos de porra quente acertando meu rosto, meus peitos, escorrendo pelos mamilos. Eu lambi tudo que consegui, o gosto salgado dele na minha língua. Mas ele ainda não tinha terminado. Colocou o pau de novo na minha buceta e me comeu mais, devagar agora, até eu gozar pela segunda vez, apertando ele todo, gozando em volta da pica dele enquanto ele sussurrava - Isso, goza pra mim, sua safada. Desde aquela noite a gente não para mais. Quando minha mãe sai pro trabalho ou vai tomar banho, ele me manda nudes da pica dura e eu mando foto da minha buceta molhada com o dedo dentro. Rapidinhas no banheiro, no carro dele na garagem, até na cozinha enquanto ela está no quarto se arrumando. A emoção de ser filha ruim pra caralho me deixa ainda mais molhada. A última vez foi na sala de estar, enquanto minha mãe tomava banho e se arrumava pro encontro deles. Eu estava de joelhos no sofá, chupando ele de novo. A pica dele latejava na minha boca, eu babava todo, olhando pra ele com olhos pidões. - Chupa mais fundo, menina, engole meu pau enquanto sua mãe tá no banho. Eu engolia tudo, engasgando, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca devagar. Quando ouvi o chuveiro desligar, ele gozou rápido na minha garganta, me mandando engolir tudo. Eu engoli, limpei o pau com a língua e voltei pro meu quarto correndo, a buceta pingando de tesão. Mas o dia que mais marcou foi ontem. Minha mãe tinha saído pra fazer compras e ia demorar. Ele veio direto pro meu quarto, já com o pau duro dentro da calça. - Hoje eu vou te comer direito, sem pressa. Quero sentir essa buceta e esse cu todo. Ele me jogou na cama, tirou minha roupa devagar, beijando cada pedaço. Lambeu meus peitos, chupou os mamilos até eu gemer - Aaaah, morde eles, por favor. Depois desceu, abriu minhas pernas e comeu minha buceta como um faminto. Língua no grelinho, dois dedos dentro, depois três, me abrindo. Eu gozei na cara dele, esguichando um pouco, tremendo - Caralho, eu tô gozando! Não para! Ele subiu, enfiou a pica na minha buceta de uma vez e começou a meter forte. A cama batia, eu gemia alto agora que a casa estava vazia - Me fode, Roberto! Enche essa bucetinha de porra! Ele metia sem parar, suado, as bolas batendo no meu cu. Eu apertava ele, rebolando embaixo dele. Ele gozou primeiro, jorrando porra quente fundo dentro da minha buceta, enchendo meu útero até transbordar. Eu senti cada jato, quente, grosso, escorrendo pra fora enquanto ele ainda metia devagar - Toma toda a porra, menina. Tá cheia agora. Ele tirou o pau devagar, a buceta dela piscando, porra branca escorrendo pelos lábios inchados. Mas ele não parou. Virou eu de bruços, levantou meu cu e cuspiu na rosca. - Agora eu quero esse cu virgem. Vai doer no começo, mas você vai pedir mais. Eu tremi - Vai devagar... tá grande demais pro meu cu. Ele encostou a cabeça melada de porra e da minha buceta na minha rosca e empurrou. Doeu pra caralho no começo, queimando, esticando meu cu como nunca. Eu gritei - Aaaaiii! Tá doendo! Mas ele continuou, devagar, entrando centímetro por centímetro até as bolas encostarem. Meu cu queimava, mas o prazer veio logo depois, uma onda quente subindo pela espinha. Ele começou a meter, devagar no início, depois mais forte. Eu sentia a pica toda roçando dentro do meu intestino, uma dor gostosa misturada com prazer insano. - Aaaahhh! Me fode o cu! Mais fundo! - eu gemia desesperada, rebolando contra ele, o cu apertando a pica dele. Ele metia mais rápido, batendo, o barulho molhado de cu sendo fodido ecoando no quarto. Eu gozei de novo, o cu piscando forte em volta do pau dele, o corpo inteiro tremendo, lágrimas escorrendo - Eu tô gozando no cu! Caralho, tô gozando tanto! Ele não parou, metendo mais forte, o pau latejando dentro do meu cu. Eu gritei, a voz rouca - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda! Por favor, não goza dentro! Mas ele sorriu e meteu mais fundo - Eu vou gozar sim, e você vai sentir tudo. Ele gozou forte, jatos quentes de porra enchendo meu cu, misturando com o que já tinha na minha buceta. Eu sentia o sêmen quente jorrando fundo no meu intestino. Quando ele tirou o pau devagar, eu rebolava desesperada, o cu aberto, piscando. E aconteceu. Eu comecei a cagar mesmo, uma mistura grossa de porra dele com meu cocô saindo do cu, escorrendo pelas minhas coxas, sujando o lençol. Eu rebolava ainda, gemendo de prazer e vergonha - Aaaahhh... tô cagando... tô cagando sua porra toda pra fora... olha o que você fez comigo. Ele olhava hipnotizado, passando a mão na bagunça, espalhando um pouco. - Porra, que safada. Olha você cagando minha porra misturada. Eu fiquei ali, ofegante, o corpo todo suado, buceta e cu latejando, porra e merda escorrendo, me sentindo a puta mais suja e feliz do mundo. Porque eu sei que amanhã vou querer de novo. Não consigo parar. O namorado da minha mãe virou meu vício, e cada vez que ele me fode eu me perco mais.
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