Saí do consultório com as pernas bambas e a calcinha empapada de tesão, o coração martelando no peito como se quisesse saltar pela boca. A tarde caía abafada, daquelas que grudam o vestido no corpo, e cada passo que eu dava na calçada fazia o tecido fino roçar meus mamilos duros como se fossem dedos me cutucando. O salto ecoava no concreto, ré, ré, ré, e eu não conseguia pensar em outra coisa senão na cena que tinha acabado de protagonizar naquela sala gelada, com cheiro de algodão e resina, onde dois machos me devoraram com os olhos feito animais famintos. Eu tinha 27 anos, um corpo que sempre arrancava olhares, mas hoje eu tinha sido a puta mais descarada que já tinha ousado ser. E agora, em casa, trancada no meu quarto com o ar-condicionado zumbindo baixinho, eu precisava reviver cada detalhe, cada segundo, e ir além, muito além, na minha imaginação encharcada de luxúria. Fechei os olhos e me joguei de volta naquela poltrona reclinável, só que agora a fantasia ia me levar para um abismo de gozo, gemidos e putaria sem limites. Eu tinha acordado cedo com uma ideia fixa na cabeça: provocar. Escolhi a dedo um vestidinho preto que mais parecia cola no corpo, decote profundo o suficiente para mostrar a curva generosa dos meus peitos sem deixar escapar nada além da imaginação, mas sem sutiã nenhum, só a pele nua roçando o forro do tecido. Cada respiração funda desenhava os bicos endurecidos contra a malha, e eu sabia que assim que reclinasse a cadeira, meus seios iam apontar para o céu como frutas maduras implorando para serem chupadas. Passei um perfume adocicado no pescoço, entre os seios e na parte interna das coxas, e vesti uma calcinha de renda minúscula, quase invisível, que desde já começava a absorver a umidade da minha ansiedade. Quando cheguei à clínica, a secretária sorriu e me levou direto para a sala do Dr. Ricardo, um dentista na faixa dos cinquenta, cabelos grisalhos nas têmporas, mãos fortes e um jeito calmo que escondia malícia nos olhos azuis. O assistente, o Pedro, era mais novo, moreno, braços musculosos e um maxilar quadrado que me fazia querer lamber aquela barba rala. Assim que entrei, senti o clima pesar. O ar ficou denso, como se uma nuvem de testosterona tivesse baixado no ambiente. Cumprimentei com um sorriso sacana, rebolando mais do que o necessário até a cadeira, e notei que o Dr. Ricardo desviou o olhar rápido demais para o prontuário, enquanto o Pedro ajeitava uns instrumentos com uma concentração exagerada, as orelhas ficando vermelhas. Sentei na poltrona, recostei e, quando o doutor acionou o mecanismo para me deixar quase deitada, eu vi o exato instante em que o cenário se revelou para ele. Meus peitos, livres de qualquer amarra, se espalharam lindamente dentro do decote, os mamilos pontudos cutucando o tecido como se pedissem arrego, e o vestido, já justo por natureza, subiu um pouco nas coxas, deixando à mostra a pele morena e macia. Eu vi a respiração dele travar por um segundo. Pedro se posicionou ao lado, e eu flagrei pelo canto do olho o brilho molhado dos olhos dele descendo pelo meu corpo como se lesse um mapa do tesouro. O doutor começou o exame, os dedos enluvados cutucando meus dentes, e eu respirei fundo várias vezes, de propósito, fazendo o peito subir e descer num vai e vem hipnótico. - Relaxa, querida - ele murmurou, a voz mais rouca. - Tô relaxada, doutor - respondi, com um fio de voz que era puro deboche. Minha calcinha já estava um brejo. O ápice da provocação veio quando anunciaram que precisavam de um raio-x. Os dois saíram da sala, me deixando sozinha por um instante. A cadeira estava virada de frente para a única porta, minhas pernas esticadas. Decidi brincar. Abri as coxas devagar, bem devagar, deixando o vestido subir ainda mais, até que a renda branca aparecesse, colada na minha buceta inchada e úmida. Eu podia sentir o cheiro do meu próprio cio subindo pelo ar. Quando a porta abriu e eles voltaram, eu não fechei. Fiquei ali, escancarada, oferecendo a visão perfeita da minha intimidade. O Dr. Ricardo quase derrubou a bandeja de instrumentos. O Pedro parou no meio do caminho, a boca entreaberta, e eu percebi, com um prazer quase sádico, que ambos agora tinham protuberâncias inconfundíveis nas calças sociais. A pica de cada um lutava contra o confinamento do tecido, e eu imaginei, naquele momento, que o doutor devia ter um caralho grosso, cheio de veias, e o assistente um pau comprido e torto que batia no umbigo. O restante do atendimento fluiu com eles se inclinando sobre mim muito mais do que o necessário, braços roçando nos meus seios de “acidentalmente”, mãos demorando perto da minha boca, e eu, a cada toque sutil, soltava suspiros baixinhos que podiam ser confundidos com gemidos. Quando finalmente me liberaram, minhas pernas tremiam, e eu sabia que tinha acendido um fogo que precisava ser apagado. Em casa, larguei a bolsa no sofá, arranquei o vestido e me joguei na cama, mas aí a minha mente foi além, criando a continuação perfeita, a putaria delirante que eu queria ter vivido e que agora eu vou narrar como se fosse real, tim-tim por tim-tim, gemido por gemido, com todos os dialetos que a minha alma depravada consegue vomitar. Na minha fantasia, o Dr. Ricardo dispensou o Pedro mais cedo, alegando que ia fechar a clínica sozinho, e me pediu para ficar um pouquinho mais na sala, dizendo que precisava revisar um detalhe no meu canal. Quando a porta trancou e as luzes baixaram, ele se virou para mim com um olhar de lobo encurralado. Levantei da cadeira, fiquei de pé diante dele, e sem falar nada, puxei a alça do vestido, deixando o pano escorregar até os meus pés. Fiquei nua, só de calcinha de renda minúscula e salto alto, os peitos empinados, os mamilos enrugados de desejo, a buceta marcada no tecido fino como uma fruta fatiada. - Você sabe o que me provoca desde a primeira consulta, sua putinha - ele rosnou, avançando e agarrando meus cabelos com uma mão, puxando minha cabeça para trás. A outra mão desceu como garra e apertou meu peito, os dedos beliscando meu mamilo até eu gemer alto. - Sempre quis foder essa boquinha atrevida, esse corpinho que se insinua - e ele me deu um tapa no rosto, de leve, mas que fez minha buceta pulsar. - Então fode, caralho! - eu gritei no rosto dele, cuspindo as palavras. - Enfia essa pica que eu sei que é grande na minha garganta, vai, seu velho safado! Ele me empurrou de joelhos no chão frio do consultório. Minhas mãos trêmulas puxaram o cinto, abriram o zíper, e de dentro das calças saltou um caralho monumental, grosso como um punho, a glande roxa lubrificada de tanto tesão, veias azuis saltando sob a pele. Cheirava a macho, a suor, a testosterona pura. Minha boca encheu d’água e eu mergulhei. Lambi a cabeçona em círculos, passando a ponta da língua no furinho que babava, e ele gemia, puxando meus cabelos com força. - Isso, chupa essa pica, sua vadia, bota tudo na boca - ele mandava, e eu abri o maxilar até estalar, deixando aquele tronco invadir minha garganta sem pena. Engasguei, lágrimas correram, mas eu não parava. A saliva escorria pelo queixo, os olhos lacrimejando, e eu mamava como uma desesperada, as mãos apertando as bolas peludas dele que batiam no meu queixo. Aquele pau pulsava no meu céu da boca, e eu sentia o gosto salgado do pré-gozo se misturando com o meu batom borrado. O consultório ecoava com os sons molhados: schlup, schlup, gluck, gluck, e eu gemia com a boca cheia. · Aaahnn, sua puta, eu vou gozar na sua boquinha se continuar assim... - Não! - eu pedi, tirando a pica da boca com um estalo obsceno. - Quero essa porra na minha buceta primeiro, doutor, enche minha boceta de leite quente, me faz de depósito, vai... Ele me ergueu como se eu fosse uma boneca de pano e me jogou na cadeira odontológica, reclinando-a totalmente. Abriu minhas pernas com brutalidade, as coxas escorregando no couro, e rasgou a calcinha de renda num puxão seco, o elástico estalando na minha pele e me arrancando um gritinho de dor e prazer. Minha buceta escancarou, morena, os lábios carnudos e inchados, o mel brilhando nos pelinhos aparados. Ele cuspiu nela. Cuspiu grosso, e a saliva morna escorreu pela minha fenda, misturando-se com minha lubrificação que já escorria até o cu. - Olha essa boceta gulosa - ele murmurou, enfiando dois dedos de uma vez, que entraram como faca na manteiga. Eu uivei, empurrando o quadril contra a mão dele. - Tá tão molhada que parece que tá pedindo rola desde que você tinha 15 anos, sua novinha safada. - Enfia logo, Ricardo, enfia essa pica grossa na minha xota, me arromba, me fura, me acaba, caralho! - eu berrei, e o som saiu distorcido pelo desespero. Ele apoiou a cabeçona na entrada e meteu sem dó até o talo. O mundo parou. Meus olhos reviraram e da minha boca saiu um gemido animalesco, longo, que veio do fundo dos meus pulmões. Senti cada centímetro daquela tora me abrindo, as paredes internas se adaptando ao formato dele, o útero sendo esmurrado pela ponta. Ele não fez pausa. Começou a bombar forte, num ritmo estúpido, a pele dos sacos batendo na minha virilha, e a cadeira rangendo e balançando. Meus peitos saltavam, eu agarrava os apoios de braço, e ele enfiava o rosto entre eles, mordia meus mamilos com violência, chupava deixando hematomas roxos, e a dor se misturava com o prazer de um jeito que eu só conseguia gritar. - Sua buceta é um vício, menina, que apertada gostosa, parece que quer moer meu pau! · Soca mais, doutor, me fode com raiva, me usa, me faz de putinha, goza dentro de mim, me enche de porra até escorrer pelas pernas, vai! Ele metia e ria, um riso sádico, e a cada estocada profunda meu grelinho explodia em contração. Eu levava a mão para massageá-lo, os dedos rápidos como um vibrador, e meu orgasmo começou a se formar no cóccix, subindo pela espinha. De repente, veio o primeiro tsunami: gozei berrando, a buceta se contraindo em ondas descontroladas, esguichando um líquido claro que molhou a barriga dele e a minha. Meu corpo arqueou tanto que quase cai da cadeira, e eu chorava, sim, lágrimas de prazer escorriam enquanto ele continuava metendo na minha boceta sensível, agora ainda mais melada e barulhenta. - Goza, sua vadia, goza na minha pica que eu vou te dar leitinho - ele grunhiu, e com um urro abafado, cravou as unhas nos meus quadris e despejou dentro de mim. Senti aquele jorro quente, grosso, enchendo cada cantinho escuro da minha xana. Esporrou de verdade, foram jatos e mais jatos que pareciam não ter fim, e quando ele finalmente se retirou com um som líquido e molhado, a porra branca e cremosa começou a borbulhar para fora, escorrendo pelo meu períneo, pelo cu, manchando o estofado. Eu me sentia preenchida, abençoada pela gala daquele homem. Mas minha fantasia estava longe de acabar. Eu queria mais, sempre mais. Rolei do assento, fiquei de quatro no chão, empinando a raba, abrindo as nádegas com as duas mãos. Meu cu piscava, ainda melado da porra que escorria, e eu me virei para olhar para ele, o rosto inchado de prazer e lágrimas. - Agora é aqui, doutor. Quero essa pica no meu cu. Quero você me fodendo por trás até dizer chega. Quero sentir dor de verdade, quero chorar, quero berrar, mas não para até você gozar de novo e encher minha bunda de esperma. Os olhos dele brilharam selvagens. Ele se ajoelhou atrás de mim, cuspiu no meu cu (um fio grosso que eu senti descer pelo orifício) e posicionou a glande lubrificada com a porra que ainda pingava. Meu coração acelerou. Eu nunca tinha feito anal com tanta vontade de sentir dor e prazer ao mesmo tempo. A cabeçona forçou, eu gemi e segurei o ar. - Relaxa, putinha, que vai doer gostoso - ele avisou e meteu, sem paciência, num golpe seco. O grito que eu dei deve ter acordado o bairro. Foi uma agonia excruciante queimando minhas entranhas, mas ao mesmo tempo um choque elétrico no meu grelinho. Ele estava até o talo dentro do meu cu, e eu sentia cada centímetro como se fosse um ferro em brasa. - Aaaaai, caralho, tá doendo, tá rasgando, mas não para, não para, soca mais, desgraçado, me fode! Ele obedeceu. Meteu com força, estocadas curtas e brutais, e a cada penetração meu corpo era jogado para frente. Meu rosto colado no chão gelado, a baba escorrendo, e eu gritava, urrava, xingava todos os palavrões que conhecia. A dor foi se transformando num prazer insano, e quando ele puxava o pau para fora, meu cu fazia um barulho obsceno de descompressão, um plop alto, e logo em seguida eu soltava peidos involuntários por causa do ar que entrava, mas em vez de me envergonhar, aquilo me levava ao delírio. - Peidei, caralho, ouviu? Minha bundinha tá soltando puns enquanto você tira a pica! - eu gritei, rebolando descontrolada, empurrando o quadril contra ele cada vez que ele tentava retirar, fazendo o cu sugar aquele pau de volta. O som era indecente: tump, pffffff, ploc, pffffff, e eu ria e chorava ao mesmo tempo, rebolando freneticamente, a larica insana tomando conta. Ele dava um tapa na minha bunda que deixava a marca da mão, e depois enfiava o dedão na minha buceta enquanto metia no cu, me fazendo sentir preenchida nos dois buracos. - Essa sua bunda peida e rebola gostoso demais, sua vaca, vou te encher de porra até transbordar. - Enche, vai, goza no meu rabo, me faz de latrina de porra, goza, goza, gozaaaaa! Ele começou a meter mais rápido, a respiração virou um ronco, e eu sentia o pau inchar ainda mais dentro de mim, aquela pulsação inconfundível. Meu orgasmo anal chegou como um trovão. Um clarão branco explodiu atrás das minhas pálpebras, e eu perdi o controle da bexiga, do choro, dos gritos. Meu cu cravou em torno da pica dele, sugando, ordenhando, e na mesma hora ele rugiu e jorrou dentro de mim, uma carga imensa que alagou minhas entranhas. Enquanto ele gozava, ele se retirava lentamente, e eu expelia o sêmen junto com peidos altos e molhados, a porra branca espumando e escorrendo pelo meu cu arroxeado. Cada retirada era um espetáculo: ploc, pfffffff, esguicho de leite, e eu rebolava para espirrar tudo, chorando copiosamente, sentindo meu rosto molhado, minha alma lavada. - Tá vendo, doutor? - eu soluçava, olhando para trás, a porra pingando e formando poças no chão. - Tô cagando seu esperma, e mesmo assim meu cu quer mais... Meu cu chora por pica... Ele ofegante, riu e me puxou pelos cabelos para me beijar, um beijo sujo, com gosto de porra e lágrimas. Minhas pernas tremiam tanto que eu não conseguia me levantar. Deitei de costas no chão imundo, na poça de fluidos, e minha mão desceu para o grelinho, que ainda pulsava. Eu queria mais um gozo, só mais um. Meus dedos trabalharam frenéticos, enquanto ele observava, o pau ainda meia bomba pingando esperma na minha barriga. - Goza de novo, puta, mostra como você é fogo. E eu gozei. Gozei me contorcendo no chão como uma possessa, a buceta esguichando o resto da porra que ainda guardava, a boca gritando palavrões, o corpo entrando em espasmos. Depois, ficou o silêncio. O zumbido do ar-condicionado, o cheiro de sexo e suor impregnados, e a minha consciência voltando aos poucos, mas ainda flutuando naquele êxtase. Eu tinha dado tudo, recebido tudo, e mesmo com o corpo dolorido – especialmente o cu, que ardia como se tivesse passado pimenta – me sentia completa. Levantei trêmula, beijei a boca daquele homem que havia me possuído, e me vesti com o vestido, sem calcinha, sentindo a porra dele escorrer pelas coxas. Saí da clínica mancando, rebolando mesmo sem querer, e cada passo ecoava o barulho dos meus peidos culpados e a lembrança do caralho me alargando por dentro. No carro, me olhei no espelho: os olhos inchados, o batom borrado, o pescoço cheio de chupões, e um sorriso vitorioso. Dali em diante, cada consulta odontológica seria um inferno na terra. E eu mal podia esperar pela próxima. Na escuridão do quarto, finalmente abri os olhos, ainda com a mão entre as pernas, e percebi que minha história real e minha fantasia tinham se fundido numa coisa só, uma cachoeira de sacanagem que eu ainda ia alimentar. A vida imitava a putaria, e eu era a protagonista deslavada desse espetáculo.
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