Minha irmã me provocou usando os pés!

Era uma noite comum em casa, o filme rolando na sala escura, o resto da família trancada nos quartos lá em cima, e eu esticado no sofá com as pernas abertas, bermuda folgada, pau já meio mole assistindo aquela merda de ação que nem prestava atenção. A porta do corredor rangeu baixinho e minha irmã desceu as escadas de shortinho curto, camiseta fina sem sutiã, os peitos balançando de leve a cada degrau. Ela sentou na outra ponta do sofá, bem longe no começo, mas logo se recostou, cabeça no braço, e aqueles pés macios, quentinhos, roçaram meu braço esquerdo.
Os dedinhos dela mexiam sem parar, aquele tique nervoso que sempre me irritava, mas hoje... porra, hoje o toque era diferente. - Para com isso, vai – eu falei baixo, sem tirar os olhos da tela, mas já sentindo um calor subir pela coxa. Ela parou uns minutos, rindo baixinho, mas logo voltou, os pés se esfregando de propósito agora, a sola macia roçando minha pele. Eu peguei um pé dela, puxei os dedinhos com força, e ela começou a me chutar de leve, me beliscando com os dedos do pé, mas não doía, era só brincadeira bruta, safada, o tipo que faz o sangue descer rápido pro pau.
A gente ficou assim um tempão, rindo baixo pra não acordar ninguém, até que eu segurei os dois pezinhos dela e puxei pro meu colo, prendendo eles ali com as mãos. Ela ficou quieta um segundo, os olhos ainda na TV, mas o corpo dela tensionou. Eu soltei pra pegar o celular, e na hora os pés dela voltaram pro colo, mexendo devagar, pressionando bem em cima do volume que já começava a crescer na bermuda. O movimento era lento, delicioso, a sola quentinha roçando o pau por cima do tecido. Ela percebeu na hora, eu vi o canto da boca dela subir num sorriso safado, mas não tirou os pés. Pelo contrário. Sem dizer nada, ela começou a mover os pezinhos de um jeito ritmado, pra cima e pra baixo, esfregando o pau que inchava rápido, latejando.
- Caralho, mana... tá sentindo como ele tá duro? – eu sussurrei, pegando os pezinhos fofos e apertando eles contra a pica por cima da bermuda, marcando o ritmo pra ela. Ela não respondeu com palavras, só mordeu o lábio e acelerou, os dedinhos apertando a cabeça da pica por cima do pano. Meu pré-gozo já molhava a cueca, manchando tudo. Eu não aguentei, abaixei a bermuda até as coxas, deixando só a cueca fina, e ela continuou, as solas macias agora direto no tecido esticado, sentindo a pica pulsar forte. O filme continuava, mas ninguém ligava mais. O risco de alguém descer era real, o coração batendo forte no peito, mas isso só deixava tudo mais gostoso.
Eu peguei o pé direito dela e esfreguei com força na pica, pra cima e pra baixo, a sola lisinha deslizando no pré-gozo que vazava. - Porra, seus pezinhos tão me deixando louco... continua assim, mana, esfrega essa sola na minha pica – eu gemi baixo. Ela obedeceu, os pés trabalhando juntos agora, um apertando as bolas, o outro deslizando na extensão toda da pica dura. As solas dela já estavam meladas, brilhando com o líquido transparente que eu soltava sem parar. Eu abaixei a cueca só um pouco, liberando a cabeça inchada, vermelha, latejando, e ela roçou direto na glande, o dedão passando por cima do buraco, espalhando o pré-gozo.
Eu estava quase gozando ali mesmo, sujando os pés dela, o sofá, a bermuda, quando o barulho de uma porta no corredor fez a gente congelar. Eu pulei, subi a roupa correndo e fui pro banheiro, mas ela veio atrás, pé ante pé, os olhos brilhando de tesão. No banheiro escuro, porta trancada, ela fechou o espaço entre nós. - Não vai gozar sozinho não, irmão... eu quero sentir essa pica dentro de mim – ela sussurrou, já puxando minha bermuda pra baixo de vez. A pica pulou pra fora, dura como pedra, veias saltadas, cabeça brilhando.
Eu não pensei duas vezes. Empurrei ela contra a pia, levantei o shortinho dela e vi a buceta lisinha, já molhada, os lábios inchados brilhando. Enfiei dois dedos na bucetinha quente, sentindo o mel escorrer, o grelinho duro pulsando. - Ahhh porra... tá tão molhada, mana... essa buceta tá pedindo pica – eu falei, girando os dedos no grelinho dela. Ela gemeu desesperada, - Fode com os dedos, irmão... aperta meu grelinho assim, caralho... aaaahhh! – o corpo dela tremendo, as pernas abrindo mais.
Eu tirei os dedos, lambi eles, o gosto doce e salgado da buceta da minha irmã me deixando louco, e enfiei a pica devagar na entrada. A buceta apertou forte, quente, molhada pra caralho, engolindo centímetro por centímetro. - Que buceta gostosa, porra... tá me apertando todo – eu gemi, começando a meter devagar, fundo, sentindo as paredes pulsarem. Ela rebolava contra mim, - Mete mais forte, irmão... fode minha buceta com essa pica grossa... aaaahhh sim, assim, caralho! – os gemidos saindo baixos mas desesperados, o corpo dela suando.
A gente fodeu ali no banheiro como animais, eu metendo fundo, as bolas batendo na buceta, o barulho molhado ecoando. Eu pegava nos peitos dela, apertava os bicos duros, e ela rebolava louca, o grelinho roçando na minha pica a cada estocada. - Goza na minha buceta, irmão... enche ela de porra quente... eu quero sentir você gozando dentro – ela pediu, a voz rouca. Eu acelerei, o pau inchando mais, e gozei forte, jatos grossos de porra enchendo a bucetinha dela, transbordando pelos lábios, escorrendo pelas coxas. Ela gozou junto, o corpo convulsionando,
- Aaaahhh porraaa, tô gozando... sua porra tá me enchendo toda, caralhooo!
Mas não parou. A buceta ainda pulsava com a porra dentro quando eu tirei a pica, melada de gozo e mel dela. Eu virei ela de costas, abri as bandas da bunda redonda, e cuspi no cuzinho apertado, rosado, virgem. - Agora vai ser no cu, mana... vou foder esse cu apertado – eu avisei, pressionando a cabeça da pica no anel. Ela gemeu de dor e tesão, - Devagar, irmão... tá doendo... aaaahhh porra, mas continua... enfia essa pica no meu cu! – o cuzinho resistia, mas eu empurrei, centímetro por centímetro, sentindo o aperto insano, quente, o cu dela me espremendo como um punho.
Doía pra ela, eu via pelo jeito que o corpo tensionava, mas o prazer vinha junto, o cu relaxando aos poucos. Eu metia devagar no começo, fundo, tirando quase tudo e enfiando de novo, o cu dela se abrindo pra minha pica. - Que cu gostoso, caralho... tá me apertando tanto... rebola pra mim – eu gemia, acelerando. Ela começou a rebolar, o cu engolindo a pica toda, e os gemidos viraram desesperados. - Aaaahhh fode meu cu, irmão... mete fundo... tá doendo mas tá tão bom, porraaa... aaaahhh sim, assim! – o grelinho dela pulsava, a buceta pingando porra misturada com o mel dela.
Eu metia mais forte, as bolas batendo nas bandas, o cu dela fazendo barulho molhado de porra e cuspe. Ela gozava de novo, o corpo tremendo inteiro, o cu apertando a pica como se quisesse ordenhar. - Tô gozando no cu, caralhooo... aaaahhh porra, não para... se você gozar dentro do meu cu eu vou me cagar, irmão... vou me cagar toda na sua pica! – ela gritava baixo, desesperada, o orgasmo fazendo ela rebolar louca, o cu piscando forte.
Eu não aguentei mais. O pau inchou dentro do cu apertado e eu gozei fundo, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino dela. - Toma porra no cu, mana... tá levando tudo! – eu gemi, segurando as bandas abertas. Ela se acabou, gritando - Aaaahhh porraaa, tô gozando de novo... sua porra tá enchendo meu cu... caralhooo!
Quando eu tirei a pica devagar, o cu dela ainda pulsava, aberto, vermelho, e a porra branca começou a vazar. Mas ela não parou. Rebolou forte, o cuzinho se abrindo mais, e saiu um jato de merda mole, marrom clara, misturada com a porra grossa que eu tinha enchido, escorrendo pelas coxas dela, pingando no chão do banheiro. Ela rebolava, gemendo de vergonha e prazer,
- Olha o que você fez, irmão... eu me caguei toda... tá saindo misturado com sua porra... aaaahhh caralho, que delícia suja... – o cu dela continuava piscando, soltando mais, a merda e a porra escorrendo enquanto ela rebolava, o corpo tremendo do orgasmo prolongado.
A gente ficou ali, ofegantes, o cheiro forte de sexo, porra e merda no ar, sabendo que tinha sido a foda mais proibida e intensa da vida. Ela virou, me beijou com língua, a buceta ainda pingando e o cu sujo. - Da próxima a gente faz de novo... mas agora limpa essa bagunça antes que alguém acorde – ela sussurrou, rindo safada.
E foi assim que a brincadeira de pés no sofá virou a noite mais safada que a gente teve. O filme ainda rodava na sala, mas ninguém mais ligava pra ele.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


259731 - Fui pra faculdade plugada! - Categoria: Fetiches - Votos: 0
259720 - Eu lésbica, ensinei meu amigo a dedar uma buceta! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259714 - Peguei gostoso minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 0
259712 - Minha irmã lésbica me enlouqueceu! - Categoria: Incesto - Votos: 0
259687 - Amiga safada de minha mãe! - Categoria: Coroas - Votos: 0
259633 - Atendendo a porta de toalha! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259625 - Dando uma mão pra minha prima grávida! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259624 - Peripécias em um acampamento! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
259623 - Quando me tornei um dildo humano! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259567 - Levei um flagra no vestiário! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259565 - Ela entrou no banheiro enquanto eu tomava banho, daí tudo mudou! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259554 - Currada por um estranho em um banheiro de supermercado! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
259553 - Descobri que minha filha é uma safadinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259550 - Sendo acordado de maneira gostosa! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
259549 - Maninha sentou no meu colo, doida pra levar pica! - Categoria: Incesto - Votos: 3
259506 - Terapia de valor! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259493 - Tirando o cabaço do cuzinho da irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
259484 - Descobrindo algo sobre minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 7
259475 - Depois de esfregar gostoso no meu irmão, eu dei tudo pra ele! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259390 - Me esfregando gostoso no meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 1
259388 - Minha mãe me viu trepando na cozinha - Consequências! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259320 - Comendo minha mulher na cozinha, quando do nada minha mãe apareceu.. - Categoria: Heterosexual - Votos: 6
259242 - Atendi ligação do meu pai, enquanto caia numa pica! - Categoria: Heterosexual - Votos: 1
259179 - Deixei um estranho me enrabar na balada! - Categoria: Heterosexual - Votos: 2
259174 - Mostrando a bucetinha pro marido de minha amiga, até que ele não aguentou... - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
259172 - Minha sogra virou minha putinha! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 7
259166 - Quase sendo pegos no flagra! - Categoria: Incesto - Votos: 2
259165 - Pega no flagra pelo namorado, quicando no pau do irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 4
259164 - Separei do meu marido, fui morar com meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
259163 - Gozando com a camera da reuniao ligada! - Categoria: Fantasias - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Minha irmã me provocou usando os pés!

Codigo do conto:
259718

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/04/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0