Eu lésbica, ensinei meu amigo a dedar uma buceta!

Eu tava sentada no sofá do meu apartamento, o copo de whisky na mão, as pernas cruzadas e o shortinho jeans já meio subido na coxa. O Lucas, aquele cara de 24 anos que eu conhecia da faculdade, tava do meu lado, também com o copo cheio, o rosto vermelho de tanto rir e beber. A gente já tinha virado umas quatro doses cada um quando o papo esquentou de verdade. Ele tava desabafando, todo frustrado, sobre como as garotas que ele curtia sempre davam um fora quando a coisa ia pro próximo nível.
- Porra, Ana, eu juro que não entendo. Eu chego lá, começo a passar a mão, mas elas ficam secas, tipo, nada acontece. Uma até me falou na cara que eu não sabia nem onde ficava o grelinho dela. Eu fico puto, mano. Quero aprender de verdade.
Eu ri, mas por dentro senti uma pontada. Sou lésbica desde os 15, nunca tinha encostado num pau na vida, muito menos deixado um cara mexer na minha buceta. Mas o whisky tava batendo forte, e eu sempre fui do tipo que ajuda os amigos. O assunto era dedilhada, né? Eu tinha explicado verbalmente uns minutos antes, mas ele continuava confuso, repetindo as mesmas merdas que via nos pornôs ruins.
- Olha, Lucas, não é só enfiar o dedo e bombear igual um louco. Tem que ir devagar, sentir o que a garota tá sentindo. O grelinho é o centro do mundo, mas a buceta toda quer carinho. Quer que eu te mostre de novo?
Ele olhou pra mim com aqueles olhos vidrados de álcool e curiosidade. O quarto tava quente, a luz baixa do abajur deixando tudo mais íntimo. Eu não planejava nada além de uma aula rápida, juro. Mas o corpo já tava respondendo ao whisky e ao jeito que ele me olhava.
- Tá falando sério, Ana? Você... você ia deixar eu praticar em você?
Eu mordi o lábio, sentindo o calor subir pela barriga. Nunca tinha feito isso com um cara, mas a ideia de ensinar, de transformar aquele desastre em um expert, me deu um tesão estranho. Levantei devagar, tirei o shortinho e a calcinha preta num movimento só. Fiquei nua da cintura pra baixo, a buceta lisinha, já um pouco úmida do álcool e da conversa. Sentei de novo no sofá, abri as pernas bem largas, os pés apoiados na mesinha de centro.
- Vem cá, senta no chão na minha frente. Olha bem. Essa é a buceta de uma lésbica que sabe o que quer. Tá vendo o grelinho aqui em cima? Ele tá tímido agora, mas quando você acerta, ele incha e vira um botãozinho duro pra caralho.
Lucas se ajoelhou, o rosto a poucos centímetros da minha xota. O cheiro dela já tava no ar, aquele aroma doce e quente de mulher excitada. Ele esticou a mão, os dedos tremendo um pouco.
- Assim? - perguntou, passando o indicador de leve por cima do meu grelinho.
- Não, porra, mais suave. Circula devagar, como se estivesse desenhando um oito. E usa a ponta do dedo, não a unha, caralho.
Ele tentou de novo. No começo era uma merda, apertava forte demais, pulava direto pro buraco sem aquecer. Eu segurei a mão dele, guiei.
- Calma, Lucas. Sente como ela tá ficando molhada? Isso é porque você tá indo certo agora. Enfia um dedo devagar na buceta, curva pra cima, procura aquele ponto áspero lá dentro. O ponto G, mas pra mim é o lugar que me faz gritar.
Ele obedeceu. O dedo entrou fácil, minha buceta já pingando. Eu soltei um gemidinho baixo.
- Aaaah... isso, assim. Agora dois dedos. Abre eles dentro de mim, sente as paredes apertando.
O cara era ruim pra cacete no início. Enfiava seco, sem ritmo, e eu tinha que corrigir toda hora. Mas o whisky ajudava, e ele era dedicado. Depois de uns minutos, ele acertou o ritmo. Os dedos entravam e saíam molhados, o barulho de buceta molhada enchendo o quarto. Meu grelinho tava inchado, vermelho, pedindo mais.
- Porra, Ana... você tá tão quente por dentro. Tá molhada pra caralho. - ele murmurou, os olhos fixos na minha xota aberta.
- Continua, caralho... circula o grelinho com o polegar enquanto fode com os dedos. Mais rápido agora. Aaaahhh, isso, assim mesmo!
Meu corpo começou a tremer. Eu, lésbica até o último fio de cabelo, tava gemendo pra um cara. A buceta traidora pulsava em volta dos dedos dele, o suco escorrendo pela minha bunda. Ele melhorava a cada segundo. Eu segurei a cabeça dele, empurrei contra mim.
- Chupa o grelinho agora, Lucas. Coloca a boca e mama como se fosse uma bala. Não morde, lambe forte.
Ele obedeceu como um aluno bom. A língua quente bateu no meu clitóris inchado e eu quase pulei do sofá.
- Meu Deus do céu... aaaahhh porra, que língua boa! Chupa mais, enfia a cara na minha buceta, lambe tudo, do cu até o grelinho!
Ele lambeu o cu também, sem eu pedir. A ponta da língua girou no meu cuzinho apertado e eu gritei, o prazer subindo como uma onda. Minha buceta jorrava, os sucos melando o queixo dele. Eu tava perto, os quadris rebolando no rosto dele.
- Não para, Lucas... eu vou gozar, caralho... aaaahhh fode com os dedos enquanto mama o grelinho! Mais rápido!
O orgasmo me acertou forte. Meu corpo inteiro convulsionou, a buceta apertando os dedos dele como um punho, o grelinho pulsando na boca dele. Eu gritei, desesperada.
- Porraaaa! Tô gozando, tô gozando na sua boca! Bebe tudo, bebe o leitinho da minha buceta!
Ele não parou. Continuou chupando até eu tremer inteira, as pernas tremendo, o peito subindo e descendo. Quando eu desci do céu, ele tirou os dedos, brilhando com meus sucos, e lambeu tudo, olhando pra mim com um sorriso safado.
- Caralho, Ana... você gozou pra valer. Eu fiz isso?
Eu tava ofegante, mas o tesão não tinha passado. Olhei pra calça dele, a pica dura marcando o tecido como uma barra de ferro.
- Fez sim, seu safado. Mas a aula não acabou. Tira essa calça. Quero ver essa pica que você tanto reclama.
Ele obedeceu rápido, o pau pulou pra fora, grosso, veioso, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Era grande, uns 18 cm fácil, e eu, que nunca tinha tocado num pau, senti a buceta contrair de novo.
- Porra, que pica linda... vem cá. Deita no sofá, eu vou te mostrar como uma garota gosta de cavalgar.
Eu montei nele, a buceta molhada roçando a cabeça da pica. Desci devagar, sentindo ele me abrir toda. A sensação era nova, estranha, mas deliciosa pra caralho. Meu cu piscava de tesão enquanto a pica entrava até o fundo.
- Aaaahhh... tá enchendo minha buceta toda. Que grossa, Lucas... me fode devagar primeiro.
Ele segurou minha cintura, começou a meter pra cima. Eu rebolava, o grelinho batendo no osso dele a cada estocada. Os peitos balançando, os mamilos duros. Eu tava gemendo sem parar.
- Mete mais forte, caralho! Fode essa buceta lésbica que tá viciada na sua pica agora! Aaaahhh porra, assim, rasga meu buraco!
O sofá rangia, o barulho de pele contra pele ecoava. Ele metia fundo, as bolas batendo no meu cu. Eu me inclinei pra trás, uma mão no grelinho, esfregando enquanto ele me fodia.
- Tô sentindo seu cu piscando na minha pica, Ana. Quer que eu enfie um dedo no seu cuzinho?
- Enfia, vai! Dedilha meu cu enquanto fode a buceta! Aaaahhh meu Deus, dois buracos ao mesmo tempo!
Ele enfiou o dedo no meu cu apertado e eu explodi de novo. O segundo orgasmo foi mais forte, a buceta esguichando em volta da pica dele, molhando a barriga dele toda.
- Gozei de novo, porra! Tá me fazendo jorrar, Lucas! Não para, me fode até eu desmaiar!
Ele me virou de quatro no sofá, empinou minha bunda e meteu de novo, agora batendo fundo, o pau batendo no fundo da minha buceta. Eu mordia a almofada, gemendo como uma cadela no cio.
- Olha esse cu empinado pra você... mete mais, usa essa pica pra me arrombar! Aaaahhh fode, fode, fode!
Ele deu tapas na minha bunda, deixou vermelha. Depois puxou a pica pra fora e enfiou na boca dele de novo, me fazendo chupar meus próprios sucos.
- Chupa, Ana. Prova como sua buceta tá gostosa na minha pica.
Eu chupei com vontade, lambendo as bolas, enfiando a língua no prepúcio. Depois ele me colocou de lado, uma perna pra cima, e meteu de novo, o polegar no meu grelinho.
- Tô quase gozando, Ana... onde você quer?
- Dentro, porra! Goza dentro da minha buceta! Enche meu útero de porra quente!
Ele acelerou, o pau inchando dentro de mim. Eu sentia cada veia pulsando. O terceiro orgasmo me pegou junto com ele.
- Goza comigo! Aaaahhh porraaa, tô gozando de novo! Mete tudo, enche minha buceta!
Ele urrou, o pau explodindo jatos grossos de porra dentro de mim. Eu sentia o calor enchendo, escorrendo pelas coxas quando ele tirou devagar. A buceta ficou aberta, vermelha, cheia de creme branco misturado com meus sucos.
A gente ficou ali, suados, ofegantes, por uns minutos. Eu passei o dedo na buceta, peguei um pouco da mistura e lambi, olhando pra ele.
- Viu? Agora você é um expert pra caralho. Qualquer garota vai implorar pra você dedilhar, chupar e foder ela depois dessa aula.
Lucas sorriu, ainda com o pau semi-duro pingando.
- Ana... você salvou minha vida sexual. Mas confesso, eu não esperava que fosse tão longe. E você... gostou?
Eu ri, ainda com a buceta latejando.
- Eu sou lésbica, seu idiota. Mas porra, sua pica e seus dedos me fizeram gozar três vezes. Foi uma lição que virou a foda mais safada da minha vida. Agora levanta e traz mais whisky. A noite ainda não acabou. Quero que você pratique mais no meu cu dessa vez.
Ele obedeceu, e a gente continuou a noite inteira. Dedilhada, chupada, metida, porra escorrendo por todo lado. Quando amanheceu, ele era mesmo um mestre. E eu, a lésbica que descobriu que uma boa pica, bem ensinada, pode fazer uma buceta traidora gozar até o chão.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Eu lésbica, ensinei meu amigo a dedar uma buceta!

Codigo do conto:
259720

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/04/2026

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