Eu e meu pai sempre tivemos essa relação aberta pra cacete, sem frescura, sem vergonha nenhuma. A casa de campo era o nosso paraíso particular no verão, um lugar isolado no meio do mato, sem ar condicionado, sem vizinho por quilômetros. O calor era daqueles que cola a pele, então a gente vivia pelado o dia inteiro. Eu adorava aquilo. Adorava sentir o vento quente batendo direto na minha buceta lisinha, no meu grelinho que ficava sempre meio inchadinho de tanto tesão acumulado. Meu pai era um homem grande, forte, com aquela barriga de quem curtia uma cerveja gelada toda noite, e eu me sentia segura, desejada, quando ele me olhava daquele jeito que não disfarçava. Quase toda tarde eu acabava no colo dele, na poltrona reclinável da sala, assistindo TV com o volume baixo enquanto ele tomava o terceiro copo. Eu nua, ele só de cueca boxer velha, aquela cueca que já tinha visto de tudo. Eu sentava de frente pra ele, as pernas abertas em volta da cintura dele, e começava a quicar devagar. Meu corpo se contorcia todo, esfregando a bocetinha molhada bem em cima do pau dele que ia endurecendo ali embaixo. - Pai... tá quente hoje, né? – eu sussurrava, mordendo o lábio, sentindo o tecido da cueca ficar úmido com o meu melzinho que escorria sem parar. Ele só ria baixo, a mão grande descansando no meu quadril, apertando de leve. - Tá foda, filha. Mas você quicando assim tá piorando tudo. Olha o que você faz com o papai. Eu ria safada e apertava mais, sentindo a pica dele crescer grossa, latejando contra o meu clitóris. Ficava ali me contorcendo por horas, o grelinho roçando no volume enorme, até meu corpo todo tremer de tesão. Quando chegava a hora de dormir, eu já estava louca, buceta inchada, latejando, pingando. Ia pro quarto, me jogava na cama de casal que a gente dividia e abria as pernas bem abertas, dedos deslizando direto pro grelinho. Esfregava devagar no começo, depois mais rápido, gemendo baixinho. - Hmmm... caralho... que delícia... Não conseguia parar. Meu pai entrava sempre pra dar boa noite e me pegava assim, totalmente exposta, dedos enfiados na fenda molhada, buceta brilhando de tesão. Eu não escondia. Olhava bem nos olhos dele e continuava. - Pai... essa coisa aqui tá me incomodando pra caralho hoje. Tá latejando, tá molhada demais... não consigo parar. Ele ficava parado na porta, olhando a minha bucetinha aberta, o grelinho vermelho e inchado girando sob meus dedos. O contato visual era longo, pesado, cheio de sacanagem. Eu não tirava os olhos dele enquanto enfiava dois dedos fundo, tirando e enfiando devagar, fazendo barulho de mel. - Sério, pai... tá doendo de tesão... ajuda a filhinha? Ele apagou a luz devagar, fechou a porta e veio pra cama. O colchão afundou com o peso dele. Deitou do meu lado, mão grande pousando no meu quadril nu. - Relaxa, filha. O papai tá aqui. Só deixa o papai cuidar disso por enquanto. Depois você arruma um namorado que te foda direitinho, mas agora... papai resolve. A mão dele deslizou entre as minhas coxas. Dedos grossos, calejados, roçaram na minha fenda encharcada. Ele abriu os lábios da buceta com dois dedos, sentindo o calor, o mel escorrendo. - Porra, filha... tá encharcada. Olha esse grelinho como tá durinho... parece que vai explodir. Eu gemi alto, desesperada, empurrando o quadril contra a mão dele. - Aaaahhh... pai... isso... toca mais... enfia o dedo, por favor... Ele enfiou o dedo médio devagar, fundo, sentindo as paredes da minha bucetinha apertarem em volta. Era grosso, enorme comparado com os meus dedinhos. Comecei a balançar levemente pra frente e pra trás, fodendo o dedo dele, esfregando o grelinho na palma da mão dele. Ele ficava ali, casual, como se fosse a coisa mais normal do mundo, dedo enfiado na buceta da filha enquanto eu me contorcia. - Isso, filhinha... quica no dedo do papai... deixa ele te acalmar... tá tão apertadinha... tão molhada... caralho, que buceta gostosa. Eu gemia cada vez mais alto, sem vergonha nenhuma. - Hmmmm... pai... mais fundo... aaaahhh... tô sentindo... tô gozando... porraaa... Gozei pela primeira vez ali, apertando o dedo dele, mel escorrendo pelo pulso dele, corpo tremendo inteiro. Ele não tirou a mão. Deixou ali, dedo dentro, enquanto eu ia acalmando, respirando pesado. Acabei dormindo assim, buceta pulsando em volta do dedo do meu pai, o cheiro de sexo enchendo o quarto. De manhã o sol já batia forte na janela. Meu pai dormia pesado, como sempre depois de beber a noite toda. Eu acordei com a buceta latejando de novo, molhada, querendo mais. Ele tava de barriga pra cima, cueca boxer esticada por causa da pica matinal enorme. Eu não pensei duas vezes. Subi nele, nua, montada bem em cima da cueca, pernas abertas. Senti a pica grossa, dura como pedra, pulsando embaixo do tecido. Comecei a esfregar meu grelinho bem em cima dela, devagar no começo, depois mais forte. - Hmmm... caralho... tá tão dura, pai... tão grossa... Ele acordou devagar, olhos ainda fechados, mas as mãos grandes foram direto pros meus quadris, apertando firme. - Que isso, filha... montada no papai logo cedo... porra... Eu não parei. Esfreguei mais forte, sentindo a cabeça da pica dele pressionando contra o tecido, roçando direto no meu clitóris inchado. O mel escorria, encharcando a cueca inteira. - Pai... deixa eu quicar... tá me deixando louca... aaaahhh... Ele me agarrou mais forte, me pressionando pra baixo, me incentivando a deslizar pra frente e pra trás no pau dele. - Isso, filha... esfrega essa bucetinha molhada na pica do papai... molha tudo... caralho, tá encharcando a cueca... Eu perdi o controle. Comecei a quicar mais rápido, gemendo alto, desesperada. - Aaaahhh... pai... tô gozando... tô jorrando... porraaa... Um jato quente saiu da minha buceta, encharcando a cueca dele, o tecido ficando transparente, colando na pica grossa. Ele gemeu rouco, apertando meus quadris com força. - Porra, filha... olha o que você fez... tá toda molhada... deixa o papai te ajudar de verdade agora. Ele puxou a cueca pra baixo só o suficiente pra libertar a pica. Era enorme, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Eu não esperei. Desci devagar, sentindo a cabeça grossa abrindo minha bucetinha apertada. - Aaaaiii... pai... tá entrando... tá tão grossa... me abre toda... hmmmm... Ele empurrou o quadril pra cima, enfiando tudo de uma vez. Eu gritei de prazer, corpo inteiro tremendo. - Aaaahhh... caralho... pai... me fode... enfia essa pica toda... aaaahhh... Ele começou a meter forte, segurando meus quadris, me fazendo subir e descer no pau dele. O barulho de pele contra pele enchia o quarto, meu mel escorrendo pelas bolas dele, molhando tudo. - Toma, filha... toma a pica do papai... que buceta apertada... tá me apertando todo... porra... Eu quicava como louca, peitinhos pulando, grelinho roçando na base da pica dele a cada descida. - Pai... mais forte... me rasga... aaaahhh... tô gozando de novo... porraaa... jorrando gostoso na pica do papai... Gozei forte, buceta apertando em volta da pica dele, mel jorrando. Ele não parou. Virou meu corpo de lado, ainda dentro de mim, metendo de conchinha, uma mão apertando meu peito, a outra esfregando meu grelinho enquanto a pica entrava e saía. - Olha como você tá molhada, filha... escuta esse barulho... ploc ploc ploc... buceta gulosa... querendo mais... - Hmmmm... pai... não para... me fode o cu também depois... quero tudo... aaaahhh... Ele riu safado, tirou a pica da buceta, virou meu corpo de quatro e enfiou de novo, metendo fundo, batendo as bolas na minha buceta inchada. - Quer no cu, filha? Depois o papai abre esse cuzinho apertado também... mas agora aguenta a pica na buceta... Eu gemia sem parar, rosto enfiado no travesseiro, bunda empinada recebendo as estocadas. - Aaaaiii... pai... tá batendo no fundo... tô sentindo a cabeça grossa... porra... me enche de porra... goza dentro... aaaahhh... Ele meteu mais rápido, suor pingando nas minhas costas, mão dando tapas leves na minha bunda. - Tá perto, filha... papai vai encher essa bucetinha... toma... toma tudo... Senti a pica dele latejar forte dentro de mim, inchando ainda mais. Ele deu uma estocada final, profunda, e gozou. Jatos quentes, grossos, enchendo minha buceta até transbordar, escorrendo pelas coxas. - Aaaahhh... filha... toma a porra do papai... caralho... Eu gozei junto, corpo convulsionando, gemendo desesperada. - Pai... tô sentindo... tá quente... me enchendo toda... porraaa... amo a pica do papai... A gente ficou ali, ofegantes, ele ainda dentro de mim, pica amolecendo devagar, porra escorrendo. Ele beijou minha nuca, mão acariciando minha bunda. - Isso é só o começo do verão, filha. O papai vai cuidar dessa bucetinha todo dia... e desse cuzinho também, se você quiser. Eu ri, ainda tremendo, apertando a buceta em volta dele. - Quero, pai... quero tudo... me fode o dia inteiro... sou sua putinha agora. A gente passou o resto da manhã assim, ele me comendo de novo no chuveiro, depois na cozinha enquanto eu preparava o café, pica enfiada na buceta enquanto eu tentava fritar ovo. O verão inteiro foi assim: buceta sempre molhada, pica sempre dura, gemidos ecoando pela casa de campo. Nudez total, sacanagem sem limite. Eu sentava no colo dele toda tarde, quicava até gozar, depois ele me fodia até eu não aguentar mais. À noite, antes de dormir, ele enfiava o dedo, depois a pica, depois me virava e lambia meu cu até eu implorar pra ele comer meu cuzinho também. Uma vez ele me pegou de quatro na varanda, sol batendo na gente, e meteu no cu pela primeira vez. Devagar no começo, cuspindo na rola grossa pra lubrificar. - Relaxa o cuzinho, filha... deixa o papai entrar... isso... tá apertadinho pra caralho... - Aaaaiii... pai... tá doendo gostoso... enfia mais... aaaahhh... me fode o cuzinho... Ele meteu fundo, segurando meus cabelos, estocando forte enquanto eu gemia como uma cadela no cio. - Porra, filha... que cu guloso... tá engolindo a pica toda... toma... toma no cu da filhinha... Eu gozei só com ele no cu, jorrando na varanda, pernas tremendo. Ele gozou dentro, enchendo meu intestino de porra quente. - Aaaahhh... toma, filha... porra no cuzinho da papai... A gente vivia assim, sem culpa, só tesão puro. Eu deixava ele tocar minha buceta, meu cu, minha boca, tudo. E ele me dava tudo que eu pedia. O verão nunca foi tão quente.
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