Crente do cu quente!

Rubens, 32 anos, um cara divorciado há um ano, finalmente decidiu voltar à igreja pro piquenique anual. Fazia tempo que ele não aparecia por lá, depois de todo o rolo com a ex-mulher. Ele tava quietão no canto, só observando o povo, quando avistou Marineide, 26 anos, uma morena gostosa que sempre chamava atenção. Ela era casada, tinha dois filhos pequenos, e o marido tava em missão religiosa sabe-se lá onde, deixando ela sozinha pra lidar com tudo. Rubens sempre achou ela atraente, com aqueles peitos fartos, cheios, que pareciam implorar pra serem apertados, e umas curvas que só uma mulher que já pariu tem – quadril largo, bunda empinada, coxas grossas que faziam qualquer pau pulsar só de olhar.
- Ei, Rubens, quanto tempo! – ela disse, se aproximando com um sorriso, balançando aqueles peitões no vestido florido que mal continha as formas.
- Marineide, caramba, você tá cada dia mais linda – ele respondeu, já flertando descarado, os olhos descendo pros seios dela, imaginando como seria morder aqueles mamilos duros.
Eles bateram papo sobre os velhos tempos, as aulas na igreja quando eram mais novos. Ela contou da solidão, do marido longe, das noites vazias com as crianças dormindo. Rubens sentiu o pau endurecer só de ouvir a voz dela, rouca, como se estivesse pedindo pra ser fodida. Semanas depois, marcaram um jantar. Os pais dela ficaram com as crianças, e lá foram eles pra um restaurante simples, mas o clima tava pegando fogo. Marineide bebeu vinho, ficou soltinha, rindo alto, tocando no braço dele de leve, os olhos brilhando de tesão reprimido.
- Meu Deus, Rubens, faz tanto tempo que não saio assim... Meu marido tá longe, e eu me sinto tão sozinha – ela confessou, mordendo o lábio inferior, os peitos subindo e descendo com a respiração acelerada.
- Eu sei como é, Marineide. Distância é foda, mas olha pra você, uma mulherão desses, merecendo ser tratada como rainha – ele disse, a mão roçando na dela debaixo da mesa, sentindo o calor da pele macia.
O flerte rolou solto. Ela tava gostosa pra caralho, com um decote que mostrava o vale entre os peitos, e Rubens imaginava chupando aqueles mamilos rosados, lambendo cada centímetro. Depois do jantar, ela tava meio alta do vinho, rindo boba, e ele se ofereceu pra levá-la pra casa dele, pegar o carro dela depois. Ela hesitou um pouco, mas ligou pros pais:
- Mãe, vou dormir na casa de uma amiga, cuida das crianças pra mim, tá? – mentiu, a voz tremendo de excitação.
Chegando na casa de Rubens, o ar tava carregado de tesão. Ele não perdeu tempo: puxou ela pela cintura, colando o corpo no dela, sentindo os peitos macios esmagados contra o peito dele. Beijou-a com fome, a língua invadindo a boca dela, chupando como se quisesse devorar. Ela não rejeitou, pelo contrário: a mão dela agarrou a bunda dele, apertando forte, gemendo baixinho.
- Ai, Rubens, isso é loucura... Mas eu tô tão carente – ela murmurou, ofegante, enquanto ele mordia o pescoço dela, descendo pros peitos.
Eles caíram no sofá, rolando como animais no cio. Rubens arrancou o vestido dela, revelando os peitos enormes, soltos, com mamilos duros como pedrinhas. Ele chupou um deles, sugando forte, a língua rodando no bico, enquanto a mão descia pra buceta dela, já molhada pra caralho, o grelo inchado pulsando sob os dedos.
- Puta que pariu, Marineide, sua buceta tá encharcada, sua safada! – ele grunhiu, enfiando dois dedos na xota quente, sentindo as paredes contraírem.
- Aaaahhh, Rubens, me fode, vai! Eu preciso de uma pica dura dentro de mim, faz tempo que não sinto isso! – ela gemeu desesperada, rebolando nos dedos dele, os gemidos ecoando pela sala.
Ele tirou a calça, o pauzão grosso, veias saltadas, apontando pro teto, babando pré-gozo. Ela se ajoelhou no sofá, pegou na pica com as duas mãos, massageando, lambendo a cabeça vermelha, chupando como uma vadia faminta. A boca dela era quente, úmida, engolindo metade do caralho, sugando com força, a língua rodando na glande.
- Chupa, sua puta casada, engole essa rola toda! – ele mandou, segurando o cabelo dela, fodendo a boca devagar, sentindo a garganta apertar.
Ela mamou com vontade, babando no pau, os olhos cheios de lágrimas de tesão, gemendo - Mmmhhh, que pica grossa, Rubens, vai me arrombar toda!
Não aguentaram mais: ele a jogou de costas no sofá, abriu as pernas dela, expondo a buceta raspadinha, lábios inchados, o grelo protuberante. Enfiou a pica de uma vez, sentindo a xota apertada engolir o caralho centímetro por centímetro, quente e escorregadia.
- Aaaarghhh, porra, que buceta apertada, Marineide! Você é uma vadia no cio, né? – ele rosnou, bombando forte, as bolas batendo na bunda dela.
- Fode, fode mais forte! Aaaahhh, sim, me enche de pica, seu safado! Meu cu tá piscando de tesão também! – ela gritou, as unhas cravando nas costas dele, rebolando como louca, os peitos balançando a cada estocada.
Eles transaram ali no sofá por uns vinte minutos, suados, gemendo alto. Ele a virou de quatro, metendo por trás, apertando a bunda carnuda, enfiando um dedo no cu dela enquanto fodia a buceta.
- Toma, sua cachorra, sente meu dedo no teu cu virgem! – ele disse, sentindo o anel apertado ceder.
- Aiiiii, Rubens, que delícia, mas vai devagar, meu cu é apertadinho! – ela gemeu, gozando pela primeira vez, a buceta esguichando suco no pau dele, tremendo toda.
Depois, foram pra cozinha. Ela se sentou na bancada, pernas abertas, e ele chupou a buceta dela, lambendo o grelo com fúria, sugando os lábios, enfiando a língua no buraco melado.
- Lambe, lambe meu grelinho, aaaahhh, tô gozando de novo! – ela berrou, apertando a cabeça dele contra a xota, jorrando na boca dele.
Ele se levantou, enfiou a pica na buceta de novo, fodendo em pé, a bancada rangendo com as estocadas violentas. Os peitos dela pulavam, ele mamava um enquanto metia, mordendo o mamilo.
- Porra, Marineide, você é uma puta perfeita, casada mas doida por rola! – ele grunhiu.
- Sim, me fode como se eu fosse sua vadia particular! Aaaahhh, enche minha buceta de porra, vai! – ela implorou, as pernas tremendo.
Eles foram pro quarto, rolando na cama, várias rodadas. Ele a comeu de ladinho, sentindo a bunda dela roçar no pau, depois ela cavalgou, rebolando na pica, os peitos batendo na cara dele.
- Cavalga, sua égua, sente essa rola te arrombando! – ele mandou, apertando os mamilos.
- Aaaahhh, Rubens, tô me acabando, gozando sem parar! – ela gritou, o corpo convulsionando.
Finalmente, na posição missionária, ele acelerou, metendo com tudo, as bolas cheias de porra.
- Vou gozar, sua puta, vou encher essa buceta casada de leite! – ele avisou.
- Goza, goza dentro, me enche toda! Aaaarghhh! – ela urrou, gozando junto, a buceta apertando o pau como um torno.
Ele explodiu, jatos quentes de porra inundando a xota dela, escorrendo pelas coxas, o pau pulsando dentro. Ficaram ofegantes, suados, mas o tesão não parou. Marineide, ainda tremendo, virou de bruços, empinando a bunda.
- Agora me fode no cu, Rubens. Quero sentir essa pica grossa me arrombando o rabo! – ela pediu, safada.
Ele cuspiu no cu dela, enfiou um dedo pra lubrificar, sentindo o anel apertado. O pau tava duro de novo, melado de porra e suco dela. Posicionou a cabeça na entradinha, empurrando devagar.
- Aiiiii, porra, tá doendo, mas não para! Enfia devagar, seu safado! – ela gemeu, mordendo o travesseiro, o cu resistindo à invasão.
Ele forçou mais, a glande entrando, esticando o cu virgem dela. Era apertado pra caralho, quente, como um forno apertando o pau.
- Toma no cu, sua vadia! Sente essa rola te rasgando! – ele grunhiu, enfiando metade, depois todo, as bolas batendo na buceta ainda gozada.
- Aaaahhh, dói, mas é bom, fode, fode meu cu! Aiiiii, tô sentindo tudo, que pica grossa! – ela choramingou, rebolando devagar, misturando dor e prazer.
Ele começou a bombar, devagar no início, depois mais rápido, o cu dela se acostumando, virando um buraco guloso. Ela gemia desesperada, tocando o grelo com uma mão, se masturbando enquanto levava no rabo.
- Porra, Marineide, teu cu é um paraíso, apertado e quente! – ele disse, socando forte, as mãos apertando a bunda.
- Fode mais, aaaahhh, tô gozando com esse pau gostoso no cu! Sim, assim, me arromba toda! – ela gritou, o corpo tremendo, o orgasmo anal a fazendo uivar como louca, esguichando da buceta de novo.
Ele acelerou, sentindo o gozo subir.
- Vou gozar no teu cu, sua puta! – ele avisou.
- Não, Rubens, se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda! Aaaahhh, mas não para, goza, goza! – ela berrou, desesperada, o prazer a dominando, rebolando como uma cadela no cio.
Ele não aguentou: gozou forte, enchendo o cu dela de porra quente, jatos e mais jatos, o pau latejando no anel apertado.
- Toma leite no rabo, sua safada! – ele rosnou.
Então, devagar, ele tirou o pau, a glande saindo com um plop, o cu dela piscando, dilatado. Marineide rebolou, gemendo - Aaaahhh, sai devagar... Ai, porra! – e quando o pau saiu todo, veio o inevitável: ela se cagou, uma mistura de sêmen dele com merda escorrendo pelo cu arrombado, melando as coxas, o cheiro forte no ar, mas misturado ao tesão puro.
- Puta merda, Marineide, você cagou mesmo, sua vadia suja! – ele riu, excitado, vendo o cu dela expelir tudo, ela rebolando ainda, gozando residualmente.
- Foi você que me encheu de porra, seu filho da puta! Mas foi bom, aaaahhh, que tesão louco! – ela confessou, ofegante, caindo na cama.
Eles dormiram exaustos, corpos colados. Na manhã seguinte, Marineide tava abalada, culpada, mas Rubens fez café, foi buscar o carro dela. Ela deu um abraço rápido e saiu correndo, mas ele sabia: ela ia voltar por mais pica.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Crente do cu quente!

Codigo do conto:
260321

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
25/04/2026

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