Aprendendo tudo de sexo com meu irmão!

Eu não fazia ideia do que os caras queriam na cama, mas morria de medo de ser ruim nisso e fazer papel de idiota na primeira vez que alguém me quisesse de verdade. Meus pais sempre me criaram pra ver meu irmão mais velho como meu protetor e professor, o cara que eu podia recorrer pra qualquer coisa sem julgamento. Então engoli toda a vergonha que eu tinha, fui até o quarto dele numa tarde quente de verão e soltei a bomba.
- Irmão, eu preciso te pedir um favor enorme... É sobre sexo. Eu morro de medo de ser péssima nisso e queria que você me ensinasse a fazer um bom boquete antes que eu me foda com alguém e passe vergonha.
Ele ficou olhando pra mim com os olhos arregalados, super hesitante, coçando a cabeça e balançando o corpo como se não soubesse se ria ou me mandava embora.
- Mana, você tá louca? Isso é coisa que se peça ao seu irmão mais velho? Não posso te ensinar isso, a gente é família, porra.
Mas eu não desisti. Implorei, fiz carinha de cachorro abandonado, disse que confiava só nele, que ele era o único homem da minha vida que eu respeitava de verdade. Fiquei uns bons dez minutos insistindo até que ele cedeu com um suspiro longo, o rosto vermelho e a voz rouca.
- Tá bom, porra, mas só a teoria, hein. Nada de prática de verdade.
Ele começou com os não faça, me fez pegar um pepino da cozinha e me mostrou como segurar, como lamber a cabeça devagar, como não bater os dentes. Era ridículo pra caralho, eu chupando aquele pepino verde e frio enquanto ele me olhava sentado na cama. Eu não parava de rir, cuspia, engasgava de propósito só pra zoar, mas de repente eu notei que a bermuda dele estava esticada pra frente. Ele estava ficando duro só de me ver fazendo aquilo. Meu coração acelerou, a calcinha molhou na hora e eu senti um calor subir pela barriga.
- Irmão... o pepino tá uma merda. Por que a gente não faz a coisa de verdade? Eu quero aprender com algo quente, de verdade, com você.
Ele hesitou só uns dois segundos, os olhos brilhando de tesão, e depois concordou rápido demais.
- Porra, mana, você me matou... Tá, mas só pra te ensinar, nada mais.
Eu nem esperei ele terminar a frase. Me ajoelhei na frente dele, puxei a bermuda e a cueca pra baixo de uma vez só. A pica dele pulou pra fora, grossa, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Era maior do que eu imaginava, veias saltadas, o saco pesado pendurado. Eu segurei com as duas mãos, sentindo o calor pulsar na palma, o cheiro forte de homem subindo pro meu nariz. Lambi a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado, depois abri a boca e enfiei tudo que eu conseguia.
- Isso, mana, assim... devagar no começo, não usa os dentes, caralho... que boca quente da porra.
Ele gemeu baixo no começo, mas quanto mais eu chupava, mais os barulhos dele ficavam fortes. Eu babava tudo, saliva escorrendo pelo queixo, descendo pela pica até molhar o saco. Chupava fundo, engasgando, os olhos lacrimejando, mas eu gostava. Sentia a pica dele inchar na minha garganta, o grelinho dele roçando minha língua. Ele segurou meu cabelo e começou a foder minha boca devagar.
- Porra, mana, você chupa pau que nem uma vadia profissional... Olha essa boca gulosa engolindo minha pica toda... Você é uma puta suja, hein?
Quando ele me chamou de vadia e puta suja minha buceta ficou encharcada na hora, o mel escorrendo pela coxa. Eu gemia com a pica na boca, vibrando em volta dela.
- Mmmmmm... - eu fazia, os olhos fechados de tesão.
Bem quando eu achei que ele ia gozar na minha garganta, ele me agarrou pelos braços, me levantou com força e me jogou na cama dele. Puxou minha calça de pijama e a calcinha de uma vez, deixando minha buceta pelada e molhada exposta. Eu estava tremendo, o coração batendo no peito como tambor.
- Mana, você quer ser minha bonequinha sexual hoje? Quer que eu te use como uma boneca de foder de verdade?
- Eu não sei o que é isso, irmão... mas me ensina... por favor, me ensina tudo.
Ele sorriu safado, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos na minha buceta virgem, sentindo como eu estava apertada e encharcada.
- Caralho, mana, você é virgem mesmo... Essa bucetinha tá piscando pra mim, toda molhada só de chupar meu pau.
Ele lambeu os dedos, depois se posicionou entre minhas pernas. A cabeça da pica roçou meu grelinho inchado, me fazendo pular.
- Aaaahhh... irmão... isso... roça meu grelinho assim...
Ele esfregou a pica toda na minha fenda, molhando ela com meu mel, depois empurrou devagar. A cabeça entrou, esticando minha buceta virgem. Doeu um pouco no começo, mas o tesão era maior.
- Porra, mana, que buceta apertada... Tá engolindo minha pica inteira... Relaxa, vadia, deixa eu te foder direito.
Ele meteu mais fundo, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. Eu gritei, as unhas cravando nas costas dele.
- Aaaaaaiiii porra... tá fundo demais... mas não para, irmão... me fode... me fode como uma puta!
Ele começou a meter forte, o saco batendo na minha bunda, o barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Cada estocada fazia meu grelinho latejar, meus peitos pulando. Ele chupava meus mamilos enquanto metia, mordendo de leve.
- Isso, geme pra mim, mana... Geme alto que eu adoro ouvir minha irmã virgem virando putinha no meu pau.
Eu me perdia em gemidos desesperados.
- Aaaahhh... aaaahhh... caralho... sua pica tá me rasgando... mas que delícia... mete mais, irmão... me enche toda!
Ele acelerou, batendo fundo, girando o quadril pra roçar meu grelinho a cada estocada. Eu sentia o orgasmo subindo, as pernas tremendo, a buceta apertando a pica dele.
- Vou gozar, irmão... aaaahhh... tô gozando na sua pica... porraaa!
Gozei forte, esguichando mel na barriga dele, o corpo convulsionando. Ele não parou, meteu mais rápido, suado, gemendo rouco.
- Porra, mana, sua buceta tá ordenhando meu pau... Tô quase... tô enchendo essa bucetinha de porra agora!
Ele deu umas estocadas finais bem fundo e gozou, jatos grossos e quentes enchendo minha buceta virgem. Eu sentia cada jato pulsar dentro, transbordando pela borda, escorrendo pela minha bunda. Ele ficou parado um tempo, a pica ainda latejando dentro de mim, depois tirou devagar, um fio de porra misturada com meu mel escorrendo da minha buceta aberta.
Eu estava ofegante, o corpo mole, mas ele não tinha terminado. Virou meu corpo de bruços, abriu minha bunda com as duas mãos e cuspiu bem no meu cu virgem.
- Agora eu vou te ensinar outra coisa, mana... Vou foder esse cuzinho apertado. Vai doer no começo, mas depois você vai pedir mais.
Eu tremi, mas o tesão era maior que o medo.
- Tá bom, irmão... mas vai devagar... meu cu nunca levou pau.
Ele posicionou a cabeça da pica, ainda melada da minha buceta e da porra dele, e empurrou. Doeu pra caralho no começo, um ardor queimando que me fez gritar.
- Aaaaaaiiii porra... tá doendo, irmão, tá doendo demais, porra... tira... tira um pouco... meu cu tá queimando, tá ardendo demais!
- Relaxa, vadia... respira... deixa o pau entrar... olha como esse cu guloso tá abrindo pra mim.
Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até enterrar metade. A dor era intensa, mas misturada com um prazer estranho que eu nunca senti. Ele parou, deixou eu me acostumar, depois meteu o resto. Agora estava todo dentro, a pica grossa esticando meu cu ao máximo.
- Aaaahhh... caralho... tá fundo no meu cu... tá doendo mas... mas tá gostoso... mete devagar, irmão...
Ele começou a meter devagar, saindo quase tudo e enfiando de novo. A dor foi virando prazer puro, meu cu relaxando, o grelinho latejando mesmo sem nada tocando. Eu comecei a rebolar contra ele, pedindo mais.
- Isso... fode meu cu... fode o cu de irmã mais forte... aaaahhh... que delícia... seu pau no meu cu tá me deixando louca!
Ele acelerou, batendo fundo, o saco estalando na minha buceta molhada. O quarto cheirava a sexo, suor, porra. Eu gemia desesperada, o rosto enterrado no travesseiro.
- Aaaahhh... aaaahhh... mais fundo... rasga meu cu, irmão... tô virando sua puta de cu!
O prazer subiu rápido. Meu cu apertava a pica dele, o corpo inteiro tremendo. Eu gozei de novo, mais forte que antes, o cu piscando em volta do pau, esguichando mel da buceta sem nem tocar.
- Tô gozando pelo cu... aaaahhh porraaa... tô gozando com seu pau no meu cu... não para... me fode enquanto eu gozo!
Ele meteu mais forte, segurando meus quadris, gemendo alto.
- Porra, mana, seu cu tá apertando meu pau que nem uma buceta... Tô quase gozando... quer que eu goze dentro desse cu?
Eu estava me acabando, o orgasmo ainda rolando, o corpo em choque de prazer.
- Goza... goza dentro do meu cu... mas se você gozar dentro eu vou me cagar, irmão... aaaahhh... eu vou me cagar toda se você encher meu cu de porra!
Ele não aguentou, deu umas estocadas brutais e gozou fundo no meu cu. Jatos quentes, grossos, enchendo meu intestino. Eu sentia a porra quente inundando, pressionando, o cu dilatado ao máximo.
- Aaaahhh... tá enchendo meu cu... porra quente no meu cu... tô sentindo tudo...
Ele gozou bastante, o pau pulsando dentro de mim. Quando parou, ele tirou devagar. Assim que a cabeça saiu do meu cu dilatado, eu comecei a rebolar sem controle, o corpo tremendo. E veio. Eu caguei mesmo, uma mistura grossa de porra branca dele com o que tinha no meu intestino, escorrendo do cu aberto, sujando minhas coxas, a cama, enquanto eu rebolava e gemia de vergonha e prazer misturados.
- Aaaahhh porra... tô cagando... tô cagando com sua porra saindo do meu cu... olha o que você fez, irmão... me fez cagar toda misturada com sua porra...
Ele olhava hipnotizado, a pica ainda meia dura pingando os últimos fios. Eu continuei rebolando devagar, o cu piscando, mais porra e merda escorrendo, o cheiro forte enchendo o quarto. Eu estava destruída, gozada, cheia, suja, mas feliz pra caralho.
- Vem cá, mana... você foi perfeita... minha putinha pra sempre.
Eu me virei, o corpo todo melado, e sorri pra ele, sabendo que aquilo ia se repetir por anos. Nossos pais até pararam de mandar a gente fazer coisas juntos quando queriam privacidade, como se soubessem. E até hoje, quando ele volta pra visitar, minha cama e meu cu ficam livres pra ele. Eu senti falta dele, da pica dele, da nossa conexão suja e especial. E sempre que penso nisso, minha buceta molha de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aprendendo tudo de sexo com meu irmão!

Codigo do conto:
260198

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/04/2026

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