Estava eu ali parado no velório do velho seu Zé, o coroa que morava no nosso bairro desde que eu era pivete correndo atrás de bola na rua de terra. A casa dele, aquela casarão antiga de dois andares, tava lotada de gente de preto, cara fechada, lenço no rosto, o cheiro forte de vela acesa misturado com incenso barato e flores murchando no caixão aberto na sala. Todo mundo rezando baixo, choramingando, contando história do finado como se ele fosse santo. Eu não era muito amigo do velho, mas o bairro todo compareceu, então fui por respeito, de camisa social preta e calça jeans escura, encostado na parede do corredor tentando não chamar atenção. Só que tinha uma morena me encarando sem disfarce desde que eu cheguei. Olhos pretos afiados, cabelo liso caindo nos ombros, boca carnuda pintada de vermelho escuro que contrastava com a roupa preta justa que marcava cada curva do corpo dela. Peitos grandes, cintura fina, bunda empinada que parecia feita pra rebolar em cima de uma pica. Ela me olhava de cima a baixo, lambendo o lábio devagar, e eu senti o sangue descer direto pro pau só com aquele olhar. Depois de uns minutos de reza coletiva, ela se aproximou devagar, quadril balançando sutil, e parou bem na minha frente, perto o suficiente pra eu sentir o perfume doce dela misturado com o cheiro de velório. - Oi... eu sou a Emille. Você é do bairro, né? Te vi algumas vezes na rua. Eu assenti, tentando manter a cara de luto, mas o pau já tava meio duro dentro da calça. - Isso, eu moro aqui perto. Meu nome é Lucas. Triste o que aconteceu com seu Zé, né? Ela deu um sorrisinho de canto de boca, inclinou a cabeça e baixou a voz, quase um sussurro que só eu ouvia no meio do burburinho das orações. - Era meu tio. Tio de sangue, mas a gente não era muito próximo. Vim porque a família inteira cobrou. Mas olha... eu tinha um encontro marcado pra hoje à noite, um cara que eu tava louca pra foder, e tive que cancelar de última hora por causa dessa merda de velório. Agora tô aqui, toda arrumada, buceta já molhada desde cedo imaginando uma pica grossa me arrombando, e sem nada pra fazer. Meu coração acelerou e fiquei de queixo caído e completamente surpreso pois ela era direta pra caralho. Olhei em volta rápido, ninguém prestando atenção na gente ali no canto escuro do corredor. - Porra, Emille... você tá falando sério? Aqui no velório do teu tio? Ela mordeu o lábio inferior, os olhos brilhando de tesão puro, e encostou o corpo no meu de leve, roçando a coxa na minha perna. - Seríssimo. Tô com uma vontade louca de uma boa transa. Uma foda bem safada, bem forte, sem frescura. Você parece o tipo que sabe comer uma mulher direito. Me leva pra cima? Tem quartos vazios no segundo andar. Ninguém vai subir agora, todo mundo tá na sala rezando. Eu não pensei duas vezes. Peguei a mão dela discretamente e subimos as escadas de madeira rangendo baixo, o coração martelando no peito com o risco de alguém nos ver. O segundo andar tava escuro, só uma luz fraca de abajur no fim do corredor. Ela me puxou pro quarto do fundo, o antigo quarto de hóspedes do tio, fechou a porta devagar e trancou com a chave. O quarto tinha uma cama de casal antiga, lençóis brancos limpos, uma janela com cortina pesada que abafava o som lá de baixo. O ar tava quente, abafado, e o cheiro de naftalina misturado com o perfume dela me deixou ainda mais louco. Emille não perdeu tempo. Me empurrou contra a parede, abriu o cinto da minha calça com as mãos ágeis e desceu o zíper. Meu pau já tava duro como pedra, latejando dentro da cueca. - Caralho... olha o tamanho dessa pica. Grossa, veiada, cabeça inchada. Tô louca pra chupar. Ela se ajoelhou no chão de madeira, puxou minha calça e cueca pra baixo de uma vez. Meu pau pulou pra fora, batendo no rosto dela. Emilly lambeu os lábios, segurou a base com uma mão e começou a passar a língua devagar pela cabeça, circulando o prepúcio, lambendo o fio de lubrificante que já saía da fenda. Depois abriu a boca e engoliu tudo de uma vez, fundo, até o fundo da garganta, sem ânsia, sugando forte. O calor molhado da boca dela era insano. Ela chupava com fome, cabeça subindo e descendo rápido, saliva escorrendo pelo queixo, babando toda na minha pica. Com a outra mão massageava minhas bolas, apertando leve, enquanto gemia baixo em volta do pau. - Mmmmm... que pica deliciosa... tão grossa... me enche a boca toda... chupa mais fundo, vai. Eu segurei o cabelo dela, empurrando devagar pra ela engolir mais, sentindo a garganta apertar em volta da cabeça. Ela não parava, chupava com vontade, lambendo as veias, sugando as bolas uma por uma, passando a língua no saco todo. Depois se levantou, tirou o vestido preto num movimento rápido, revelando o corpo nu por baixo – sem sutiã, sem calcinha. Peitos grandes, mamilos escuros duros, buceta depilada brilhando de tesão, os lábios inchados e molhados, o grelinho aparecendo pra fora como um botãozinho pedindo pra ser chupado. A bunda redonda, firme, com uma covinha sexy em cada lado. - Vem, me come. Come essa buceta que tá pingando por uma pica. Eu a joguei na cama, abri as pernas dela bem abertas e mergulhei a cara ali. O cheiro dela era forte, doce e safado, buceta molhada escorrendo fiozinho de tesão. Lambi devagar o grelinho, circulando com a ponta da língua, chupando ele pra dentro da boca enquanto enfiava dois dedos na buceta apertada. Ela arqueou as costas, gemendo alto já. - Aaaahhh... isso... chupa meu grelinho, porra... lambe essa buceta toda... enfia os dedos fundo... caralho, que delícia... Eu chupei com força, sugando o grelinho, mordiscando leve, dedos entrando e saindo rápido, sentindo a buceta dela contrair em volta deles. Ela rebolava na minha cara, molhando meu queixo todo, os peitos balançando. Depois eu me levantei, posicionei a pica na entrada da buceta e enfiei tudo de uma vez, até o talo. A buceta dela era quente, molhada, apertada pra caralho, sugando meu pau como se não quisesse soltar. - Porraaaa... que pica grossa... me arromba... fode essa buceta com força... Comecei a meter forte, estocadas fundas, o barulho de pele batendo em pele ecoando no quarto. A cama rangia, o corpo dela sacudia, peitos pulando. Eu segurava os quadris dela, metendo sem parar, sentindo a buceta latejar em volta da pica. Ela gemia desesperada, unhas cravando nas minhas costas. - Ai, caralho... me fode mais... enfia tudo... quebra essa buceta... tô adorando essa pica me rasgando... Troquei de posição, coloquei ela de quatro, bunda empinada pra cima. Segurei a cintura e voltei a meter, agora mais fundo ainda, as bolas batendo no grelinho dela. Ela rebolava pra trás, pedindo mais. - Isso... fode meu cu com o olhar enquanto mete na buceta... olha como tá molhada... me come como uma puta... Meti por uns bons vinte minutos assim, trocando de posição toda hora – ela por cima cavalgando, peitos quicando na minha cara, eu chupando os mamilos enquanto ela subia e descia na pica. Depois de lado, perna dela por cima do meu ombro, metendo devagar e fundo, sentindo cada centímetro. O suor escorria nos corpos, o quarto cheirava a sexo puro, buceta molhada e porra pré-gozo. Lá de baixo dava pra ouvir o som abafado das rezas, o que deixava tudo ainda mais proibido e excitante. - Ninguém pode nos pegar... mas eu quero que você me foda até eu gritar... me enche de porra... Depois de quase uma hora de foda intensa, eu sentia o gozo subindo. Meti mais rápido, segurando os peitos dela, estocadas brutas. - Tô gozando... porra... vou encher essa buceta de leite quente... Ela apertou a buceta em volta da minha pica, gemendo alto. - Goza dentro... enche minha buceta de porra... me engravida se quiser, porra... aaaahhh... Eu explodi dentro dela, jatos grossos de porra enchendo a buceta até transbordar, escorrendo pelas coxas dela. Ela gozou junto, corpo tremendo, buceta pulsando, leite dela misturando com o meu. Mas a gente não parou. Meu pau ainda tava meio duro, sujo de porra e tesão dela. Emille virou de lado, olhou pra trás com olhos vidrados de tesão e sussurrou safada. - Agora me fode no cu... quero sentir essa pica arrombando meu cuzinho apertado... mas vai devagar no começo, porque dói pra caralho e eu adoro. Eu cuspi na mão, passei saliva na cabeça da pica e no cu dela, que tava piscando, rosado e apertado. Posicionei e comecei a pressionar devagar. O cu dela resistiu no começo, apertado pra porra, mas eu forcei e a cabeça entrou com um pop. Emille gritou, corpo tensionando. - Aaaaiiii... caralho... dói... mas não para... enfia mais... rasga meu cu... Eu empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar minha pica como um punho quente. Doía pra ela, dava pra ver no rosto contorcido, mas o prazer vinha junto. Quando enfiei tudo, ela soltou um gemido longo, desesperado. - Porra... tá todo dentro... me arrombou o cu... agora mete... fode meu cu com força... Comecei a estocar, devagar no início, depois mais rápido. O cu dela relaxou aos poucos, virando um buraco molhado e guloso. Eu metia fundo, bolas batendo na buceta ainda cheia de porra. Ela rebolava pra trás, uma mão descendo pra esfregar o grelinho inchado. - Aaaahhh... que delícia... fode meu cu... me faz gozar com esse pau socado no cu... esfrega meu grelinho... caralho, tô gozando... Ela gozou forte, cu apertando minha pica em espasmos, corpo tremendo inteiro, grito abafado no travesseiro. Eu continuei metendo, o cu dela agora escorregadio de saliva e porra que escorria da buceta. O prazer era insano, apertado, quente, proibido. - Tô quase... vou gozar no teu cu... Ela virou o rosto, olhos arregalados, voz rouca de prazer e medo misturados. - Se você gozar dentro do meu cu, eu vou me cagar toda, porra... não goza dentro... aaaahhh... mas continua metendo... tô gozando de novo... Eu ignorei o aviso, meti mais forte, sentindo o gozo subir inevitável. Explodi dentro do cu dela, jatos grossos de porra quente enchendo o intestino, inundando tudo. Emilly gritou alto, gozando mais uma vez, corpo convulsionando. - Porraaa... você gozou dentro... tô sentindo a porra quente no meu cu... vou me cagar... caralho... Eu mantive o pau enterrado mais uns segundos, sentindo os espasmos. Depois puxei devagar. Quando a cabeça da pica saiu do cu, Emilly rebolou a bunda pra trás, gemendo ainda em êxtase. E aí aconteceu: o cu dela se abriu, soltando um jato de merda mole, marrom escura misturada com minha porra branca grossa, escorrendo pelas coxas, pingando na cama. Ela rebolava sem parar, empinando a bunda, cagando mais, o cu piscando soltando golfadas de porra e merda juntas, o cheiro forte subindo no quarto. Ela gemia de prazer misturado com vergonha safada. - Olha o que você fez... me fez cagar com pau no cu... tô cagando porra toda... rebola minha bunda suja... caralho, que delícia... Eu assisti hipnotizado, pau ainda latejando, vendo ela se acabar de prazer, bunda suja de merda e sêmen brilhando, rebolando devagar como se estivesse gozando de novo só com aquilo. A cama ficou uma bagunça, lençol manchado de porra, buceta, cu e merda. A gente ficou ali ofegante por uns minutos, rindo baixo do risco, do tesão louco. Depois ela se limpou rápido com um lenço que achou na gaveta, me deu um beijo molhado e sussurrou. - Foi uma das melhores foda da minha vida. Aqui, meu número. Me liga amanhã. Quero repetir isso em casa, sem velório, só eu, você e essa pica me arrombando de novo. Eu guardei o número, a gente desceu separadamente, cara de luto de volta, mas com o corpo ainda tremendo de prazer. Ninguém suspeitou de nada. E eu tô pensando em ligar pra ela hoje mesmo.
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