Não aguentei as provocações de minha irmã!

A casa estava silenciosa naquela noite quente de verão quando a irmã mais velha dele, a Júlia, veio passar algumas semanas enquanto a reforma da casa dela não terminava. Ela tinha 32 anos, corpo de fazer qualquer um babar, peitos grandes e firmes que balançavam a cada passo, uma bunda empinada e redonda que parecia feita pra ser agarrada, coxas grossas e uma buceta que ele imaginava apertada e molhada só de pensar. Ele, com 28, tentava se comportar, mas desde que ela chegou o pau dele vivia meio duro só de vê-la andando pela casa de shortinho apertado ou só de calcinha quando achava que ele não estava olhando. Era tortura pura.
Naquela noite ela resolveu tomar um banho longo. Ele esperou o barulho da água correndo, coração acelerado, e foi pé ante pé até o quarto que ela estava usando. No cesto de roupa suja, bem em cima, estava a calcinha que ela tinha tirado antes do banho – preta, de renda, ainda quente e com o cheiro forte da buceta dela misturado com suor do dia. Ele pegou o tecido, levou no nariz e inalou fundo, o aroma azedo e doce de buceta molhada invadindo as narinas dele e fazendo a pica inchar na calça na hora. - Porra, mana, sua buceta cheira tão gostosa assim – ele murmurou baixinho, já baixando a calça e a cueca, a pica grossa e veia pulando pra fora, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo.
Ele enrolou a calcinha usada na base da pica, apertou firme e começou a bater punheta devagar no começo, depois mais rápido, o tecido molhado deslizando na pele sensível da rola. Os olhos fechados, imaginando a Júlia de quatro, a buceta aberta pingando, o cu piscando pedindo. - Ahhh caralho, Júlia, eu quero meter essa pica fundo na sua buceta apertada, te foder até você gritar meu nome – ele gemia baixinho, o punho subindo e descendo, as bolas batendo no ar, o cheiro dela deixando ele louco. Dois minutos, só dois minutos e a porta do quarto se abriu de repente.
Lá estava ela, saindo do banho, só com uma toalha branca enrolada no corpo molhado, cabelo pingando água nos ombros, os peitos quase saltando do tecido fino. Os olhos dela caíram direto na cena: o irmão com a calcinha dela enrolada na pica latejante, a mão parada no meio do movimento, cara de susto total. Ele congelou. - Desculpa, mana, eu sinto muito, eu não sei o que deu em mim – ele conseguiu falar, a voz rouca de vergonha, o pau ainda duro como pedra.
Ela fez uma cara de nojo no primeiro segundo, boca aberta, mas aí o olhar mudou. Um sorrisinho safado surgiu no canto da boca. - Não pare, seu pervertido – ela disse devagar, a voz baixa e rouca. A mão dela soltou a toalha, que caiu no chão devagar, revelando os peitos grandes, bicos rosados duros de excitação, a barriga lisinha e a buceta depilada, os lábios inchados brilhando um pouco da umidade do banho. - Continua batendo essa pica com a minha calcinha suja, vai. Eu quero ver você gozar pensando na buceta da sua irmã.
Ele tentou soltar a calcinha, ainda envergonhado. - Sério, Júlia, eu sinto muito, nunca mais vou fazer isso, eu juro – ele disse, mas a mão não obedecia, o pau pulsava na calcinha dela. Ela se aproximou, os peitos balançando, o cheiro de sabonete misturado com o cheiro natural dela enchendo o quarto. - Tudo bem, irmãozinho – ela respondeu, sentando na beira da cama bem na frente dele. - É o mínimo que eu posso fazer por você me deixar ficar aqui. Continua. Bate pra mim. Mostra como você quer foder a buceta da mana.
Ele não resistiu mais. A mão voltou a se mover, devagar no começo, depois acelerando, os olhos fixos nos peitos dela, nos bicos duros, na buceta lisinha entre as coxas abertas. - Ahhh porra, Júlia, você é tão gostosa – ele gemeu, o punho voando agora, a calcinha molhada de pré-gozo e suor dela. Ela sorriu, pegou os próprios peitos, apertou e puxou os bicos. - Isso, pervertido, bate mais rápido. Imagina enfiando essa pica grossa na minha buceta apertada, me arrombando toda. - Ahhh caralho, mana, eu quero tanto – ele respondeu, o pau inchando mais, as bolas apertando. Ela abriu mais as pernas, mostrou a buceta, os lábios inchados. - Olha pra essa buceta, irmão. Tá molhada só de te ver assim. Goza pra mim, vai, enche essa calcinha de porra pensando em mim.
Ele não aguentou. Com um gemido longo e desesperado - Aaaahhh porraaa, Júliaaa! – o pau dele explodiu, jatos grossos de porra branca espirrando dentro da calcinha dela, escorrendo pelos dedos, pingando no chão. Ela lambeu os lábios, olhos brilhando. - Boa, irmãozinho. Agora vai tomar banho que eu cuido disso.
A partir daí tudo mudou. Nos dias seguintes Júlia começou a provocar ele de propósito. Andava pela casa só de calcinha fio-dental ou um shortinho jeans apertadíssimo que marcava a bunda e a buceta, o tecido enfiado entre os lábios grossos. Toda vez que ele passava ela se abaixava devagar pra pegar algo no chão, a bunda empinada quase roçando nele. - Ops, caiu o controle – ela dizia rindo, rebolando de leve. Ele ficava com a pica dura o dia todo, se masturbando escondido pensando nela, mas agora com mais vontade ainda, até de chegar por trás e encostar a rola dura na bunda dela.
Numa tarde quente, ele não aguentou mais. Ela estava na cozinha, de shortinho branco colado, de costas pra pia lavando louça. A bunda redonda balançava a cada movimento. Ele se aproximou devagar, coração martelando, a pica já dura pra caralho dentro da calça. Parou bem atrás, encostou o corpo no dela, a rola latejante pressionando no meio da bunda por cima do shortinho. - Júlia… eu não aguento mais – ele sussurrou no ouvido dela, mãos subindo pela cintura.
Ela não se afastou. Em vez disso, empinou a bunda contra ele, rebolou devagar sentindo o pau duro. - Então faz, irmãozinho. Sente como eu tô molhada só de te provocar esses dias. - Porra, mana, você quer mesmo? – ele perguntou, mãos descendo, apertando a bunda dela por cima do tecido. - Quero sim, seu safado. Me leva pro quarto agora e fode essa buceta da sua irmã como você sonha.
Eles mal chegaram no quarto e já estavam se agarrando. Ele tirou a blusa dela, os peitos pularam livres, ele chupou os bicos com fome, sugando forte, mordendo de leve enquanto ela gemia. - Aaaahhh caralho, chupa mais forte, irmão – ela pediu, mãos no cabelo dele. Ele desceu, tirou o shortinho e a calcinha, abriu as pernas dela na cama e enfiou a cara na buceta. O cheiro forte de buceta molhada invadiu o nariz dele. A língua correu no grelinho inchado, chupando, lambendo em círculos rápidos. - Aaaahhh porra, que língua gostosa, lambe meu grelinho, vai, me faz gozar na sua boca – ela gritava, quadril rebolando no rosto dele, buceta pingando melado na língua.
Ele chupou até ela tremer, o primeiro gozo vindo forte. - Tô gozando, irmão, aaaahhh caralhooo! – ela berrou, pernas apertando a cabeça dele, buceta contraindo e jorrando um pouco de squirt no queixo dele. Ele subiu, tirou a calça, a pica grossa e latejante apontando pra cima. Ela pegou na mão, apertou, colocou na boca quente e molhada. - Mmmhh, que pica grossa, irmão. Vou chupar até você implorar pra meter – ela disse entre chupadas profundas, garganta engolindo a rola até as bolas, baba escorrendo no queixo. - Aaaahhh porra, mana, sua boca é uma buceta – ele gemeu, fodendo a garganta dela devagar.
Não aguentaram mais preliminares. Ele a colocou de quatro na cama, bunda empinada, buceta aberta brilhando. Segurou a pica na base e meteu tudo de uma vez, fundo, até as bolas baterem na buceta. - Aaaahhh fode, que pauzão, me arromba, irmão! – ela gritou, empinando mais. Ele começou a meter forte, o barulho de carne batendo ecoando no quarto, a buceta dela engolindo a pica toda vez, sucos escorrendo pelas coxas. - Toma, mana, toma essa pica na buceta apertada – ele rosnava, mãos apertando a cintura, metendo mais rápido, mais fundo. Ela rebolava contra ele, gemendo sem parar. - Mais forte, porra, me fode como uma puta, enche essa buceta de porra, eu quero sentir você gozando dentro!
Ele meteu por minutos que pareceram horas, trocando de posição – ela cavalgando em cima, peitos pulando, buceta engolindo a pica até o fundo, rebolando o grelinho no pau dele. - Aaaahhh caralho, tô gozando de novo, irmão, me enche! – ela berrou, corpo tremendo, buceta apertando a rola dele como um punho. Ele não aguentou. Segurou a bunda dela e explodiu. - Porraaa, Júliaaa, toma toda a porra na buceta! – jatos quentes e grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pelos lábios inchados quando ele tirou a pica devagar, a buceta piscando soltando porra misturada com os sucos dela.
Mas ele ainda estava duro, a porra escorrendo da buceta dela deixou ele louco. Virou ela de bruços, abriu as bandas da bunda, cuspiu no cu piscando e encostou a cabeça da pica no furinho apertado. - Agora eu quero esse cu, mana. Vou arrombar ele – ele disse rouco. Ela olhou pra trás, olhos arregalados mas excitada. - Vai devagar no começo, irmão, esse cu é virgem pra pica grossa assim – ela pediu, mas empinou a bunda mesmo assim.
Ele empurrou. A cabeça da pica forçou o cu apertado, doeu pra caralho pra ela. - Aiii caralho, tá doendo, tá rasgando meu cu! – ela gritou, mas não afastou, ao contrário, empurrou pra trás. Centímetro por centímetro a pica grossa foi entrando, esticando o cu dela ao limite, a dor misturando com um prazer doentio. - Aaaahhh porra, que cu apertado, mana, tá engolindo meu pau todinho – ele gemeu, metendo devagar até as bolas encostarem na buceta melada de porra. Começou a foder o cu dela, primeiro devagar, depois mais forte, o cu dela relaxando aos poucos, virando um prazer insano.
Ela começou a rebolar, mão descendo pra esfregar o grelinho inchado. - Agora tá gostoso, irmão, fode meu cu, mete fundo, aaaahhh caralho que delícia! – os gemidos dela ficaram desesperados, o cu apertando a pica dele a cada estocada. Ele metia forte, bolas batendo na buceta, o cu dela fazendo barulho molhado de tanto que estava lubrificado com a porra anterior e a saliva. - Tô gozando pelo cu, porra, tô gozando com seu pau no meu cu! – ela berrou de repente, corpo convulsionando, cu apertando a rola dele como nunca, gozo escorrendo da buceta enquanto o cu piscava.
Ele não parou, metendo mais fundo, mais rápido. Ela virou o rosto, olhos vidrados de prazer e medo. - Se você gozar dentro do meu cu, irmão, eu vou me cagar todinha, tá entendendo? Vai sair tudo misturado, por favor não goza dentro! – ela gritou, mas o tom era de quem queria exatamente isso. Ele sorriu safado, segurou a cintura e meteu mais forte. - Eu vou gozar sim, mana, vou encher esse cu de porra quente.
E gozou. Com um urro longo - Aaaahhh porraaa, toma no cu, Júliaaa! – jatos grossos de sêmen explodiram fundo no intestino dela, enchendo o cu até transbordar. Ele tirou a pica devagar, centímetro por centímetro, o cu dela piscando e soltando porra branca. Ela rebolou a bunda, empinando, gemendo envergonhada mas excitada. - Aaaahhh caralho, tô me cagando, irmão, tá saindo! – e saiu mesmo. Enquanto a pica saía completamente, o cu dela se abriu e uma mistura quente de merda mole e sêmen branco escorreu devagar pela bunda, escorrendo pelas coxas, pingando na cama. Ela rebolava devagar, sentindo o prazer sujo, gemendo baixinho - Porra, que delícia ser uma puta assim pra você, irmão, olha como seu sêmen tá saindo misturado com minha merda.
Eles ficaram ali, ofegantes, o quarto cheirando a sexo, porra, suor e o cheiro forte do que tinha acabado de acontecer. Ela virou, sorriu safada, passou a mão na mistura e lambeu os dedos devagar. - Agora você sabe que pode fazer o que quiser comigo enquanto eu estiver aqui, pervertido. E eu vou provocar você todo dia pra isso repetir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Não aguentei as provocações de minha irmã!

Codigo do conto:
259918

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
20/04/2026

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