Sem aguentar uma aula chata, no intervalo corri pro banheiro e me acabei na siririca!
Meu nome é Larissa e naquela época eu era uma safada de marca maior na faculdade. Tinha 24 anos, corpo bem desenhado, peitos médios mas empinados que balançavam quando eu andava rápido, uma bunda redonda que enchia qualquer jeans e uma buceta que vivia molhada, latejando, pedindo dedo ou pica o dia inteiro. Naquela terça-feira específica eu entrei na sala de aula sabendo que ia ser tortura pura. Era uma matéria chata pra caralho, três horas seguidas de teoria econômica, o professor falando sem parar no quadro branco, voz monótona, e eu já cheguei com a calcinha encharcada só de pensar no que eu ia fazer no intervalo. Sentei no fundo da sala, última fileira, como sempre, pra ninguém notar o que eu fazia com as pernas. A blusa cinza que eu tinha escolhido era fina, quase transparente quando molhava, e a saia curta preta mal cobria metade das coxas. Eu já estava excitada desde que acordei, sonhei a noite inteira com alguém me comendo forte, acordada com a xoxota latejando e o travesseiro úmido embaixo de mim. Durante a primeira hora da aula eu tentei prestar atenção, mas era impossível. Meu grelinho estava inchado, roçando na costura da calcinha a cada movimento mínimo que eu fazia na cadeira. Eu apertava as coxas uma contra a outra, devagar, sentindo o suco escorrendo quente pela bunda e molhando o tecido. - Porra, Larissa, aguenta só mais um pouco, o intervalo tá chegando… – eu murmurava baixinho pra mim mesma, mordendo o lábio inferior pra não gemer alto demais. O cheiro da minha buceta estava começando a subir. Era aquele aroma forte, safado, de mulher no cio, misturado com o perfume barato que eu passei de manhã. Olhei pra baixo disfarçadamente e vi a mancha. Caralho. O suco tinha vazado tanto que atravessou a calcinha, a saia e agora marcava a blusa cinza bem na altura da virilha, um círculo escuro, molhado, brilhando de leve sob a luz da sala. Qualquer um que olhasse de perto ia saber que eu estava pingando. Meu coração acelerou, a vergonha misturada com tesão me deixou ainda mais louca. Eu sentia os mamilos duros roçando no sutiã, quase furando o tecido. A cada vez que o professor virava de costas pro quadro eu fechava os olhos e imaginava alguém enfiando a língua bem fundo na minha buceta, chupando aquele grelinho inchado até eu gozar na cara dele. Passou uma hora e meia e o professor finalmente falou: – Dez minutos de intervalo, pessoal. Podem sair, beber água, o que for. – Eu quase pulei da cadeira. Minhas pernas tremiam quando eu me levantei. A mancha na blusa estava maior agora, visível pra quem olhasse de lado. Eu cruzei os braços por cima dos peitos pra disfarçar e saí andando rápido pelo corredor, quase correndo pro banheiro feminino do terceiro andar, aquele que quase ninguém usava no intervalo porque era mais longe. O coração batia na garganta, a buceta pulsava tanto que eu sentia cada batida entre as pernas. Entrei no banheiro, olhei em volta – vazio, graças a Deus – e me tranquei na última cabine, a maior, aquela com espaço pra eu me abrir toda. Nem perdi tempo. Fechei a porta, passei o trinco e já comecei a me despir como uma desesperada. Tirei a blusa cinza molhada primeiro, jogando ela no gancho. Os peitos saltaram livres, mamilos vermelhos e duros como pedra. Depois a saia e a calcinha encharcada – o tecido estava literalmente pingando, um fio grosso de tesão escorrendo pela minha coxa até o chão. Fiquei completamente pelada, de salto ainda, pernas abertas, encostada na parede fria do banheiro. O espelho rachado na frente mostrava tudo: minha buceta inchada, lábios grossos e vermelhos, grelinho saltado pra fora, brilhando de tanto suco. Eu estava um nojo de tesão. Sentei na tampa da privada com as pernas bem abertas, uma em cada lado da cabine, e enfiei a mão direto no meio das pernas. - Ahhh… caralho… finalmente… – eu soltei baixinho, a voz rouca. Meus dedos deslizaram fácil, dois de uma vez, dentro da buceta quente e molhada. O barulho era obsceno, um squish molhado que ecoava na cabine. Eu comecei devagar, girando o dedo médio bem no fundo, sentindo as paredes da xoxota apertarem e sugar meus dedos. Com a outra mão eu peguei o grelinho entre o polegar e o indicador, apertando, roçando, circulando rápido. O prazer subiu tão forte que eu joguei a cabeça pra trás e gemi mais alto. - Hummm… isso… esfrega esse grelinho… porra, tá tão inchado… Eu estava selvagem. Tirei os dedos da buceta e levei até a boca, lambendo meu próprio suco com vontade, sentindo o gosto doce e salgado na língua. Depois enfiei três dedos de uma vez, abrindo a buceta bem larga, fodendo ela com força enquanto o polegar castigava o grelinho sem parar. Meu cu também estava piscando, pedindo atenção. Eu cuspi na outra mão e passei o dedo médio ali, circulando o anel apertado antes de enfiar devagar. - Aiii… que delícia… dois buracos ao mesmo tempo… eu sou uma puta mesmo… – eu sussurrava, a voz tremendo. Os gemidos foram ficando mais altos, mais desesperados. Eu sentia o orgasmo se formando lá no fundo, uma bola quente crescendo na barriga. Meus quadris começaram a rebolar sozinhos contra a mão, o barulho de buceta molhada enchendo o banheiro. Eu mordia o lábio pra tentar segurar, mas não dava mais. - Ahhh… ahhh… vai… mais rápido… – eu gemia, dedos entrando e saindo cada vez mais forte, o grelinho sendo esfregado sem piedade. O suco escorria pelo meu cu, pingava no chão do banheiro, formando uma poça pequena. De repente o orgasmo me acertou como um soco. Eu não consegui segurar o grito. - AHHHHHH PORRA EU TO GOZANDO!!! – eu berrei, a voz ecoando pelo banheiro inteiro, escandalosa, sem controle. Meu corpo inteiro tremeu, as pernas se esticando, os dedos enterrados fundo na buceta enquanto ela apertava e pulsava, esguichando um jato quente de tesão que molhou minha mão, minha coxa, o chão. - AIII MEU DEUS… CONTINUA… GOZANDO TÃO FORTE… AHHHHH!!! – outro grito saiu da minha garganta, mais alto ainda, enquanto o segundo espasmo me atravessava. Eu continuei esfregando o grelinho, prolongando, sentindo onda atrás de onda de prazer me rasgando por dentro. Meu cu piscava no dedo, a buceta jorrava, os peitos balançavam com a força dos tremores. Eu gozei por quase um minuto inteiro, gemendo sem parar, a voz rouca de tanto gritar. - Hummm… porra… que gozo gostoso… eu sou uma vadia safada… – eu murmurava entre os suspiros, o corpo mole, suado, o coração disparado. Quando finalmente passou, eu fiquei lá sentada, pernas tremendo, buceta ainda pulsando, suco escorrendo devagar pela bunda. O cheiro de sexo estava forte no ar, impossível disfarçar. Eu sorri, exausta e satisfeita. Peguei a calcinha encharcada, passei um pouco de papel no chão pra limpar o que eu tinha esguichado e me vesti correndo. A blusa cinza ainda estava com a mancha, agora maior, mas eu nem liguei. Voltei pra sala de aula andando devagar, as pernas fracas, a buceta ainda sensível roçando na calcinha molhada. Sentei no mesmo lugar de antes. O professor já tinha voltado, continuava a aula como se nada tivesse acontecido. Eu olhei em volta: ninguém me encarava diferente. A menina da frente mexia no celular, o cara do lado dormia quase. Ninguém fazia a menor ideia que eu tinha acabado de me masturbar como uma louca no banheiro, gritando, gozando escandalosamente, dedos enfiados na buceta e no cu. O segredo me deixou molhada de novo, só de pensar. Eu cruzei as pernas, sentindo o grelinho ainda inchado latejar, e sorri pra mim mesma. - Ninguém nunca vai saber o quanto eu sou safada… – eu pensei, já imaginando o próximo intervalo. Aquela aula de três horas terminou e eu saí da sala com a buceta ainda formigando, o corpo leve, o coração cheio de tesão secreto. Foi o melhor orgasmo da minha vida até hoje. E o melhor de tudo? Voltei pra aula como se fosse a aluna mais comportada do mundo, enquanto por dentro eu ainda sentia o gosto da minha própria buceta na boca e o eco dos meus gritos no banheiro. Eu era uma safada, e ninguém nunca soube.
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