Quase me estressei com minha irmã, até que...

Rodrigo chegou em casa tarde, o corpo pesado como chumbo depois de um dia inteiro de trabalho braçal no canteiro de obras. A dor de cabeça latejava forte, pulsando nas têmporas como se alguém martelasse por dentro do crânio. O suor seco grudava na camisa social amarrotada, e ele só queria um banho quente e silêncio absoluto. Mas, assim que abriu a porta da frente, o som ensurdecedor de funk pesado explodiu no corredor. A batida vibrava nas paredes, fazendo os quadros balançarem. “Porra, essa safada da minha irmã não tem limite”, rosnou ele entre dentes, já sentindo a raiva subir junto com a pressão na cabeça.
Ele subiu as escadas dois degraus de cada vez, o pau ainda meio mole dentro da calça jeans apertada, mas o cansaço dominando tudo. Parou na frente do quarto de Mariana e bateu com a palma da mão aberta na porta de madeira, o barulho ecoando mais alto que a música.
- Mariana, pode baixar a porra desse som agora? Tô com a cabeça explodindo aqui, caralho!
Do outro lado, a voz dela saiu manhosa, quase rindo:
- Credo, Rodrigo! Que mal humor é esse, irmão? Tá parecendo um urso acordado de mau humor.
Rodrigo rangeu os dentes, a mão ainda na maçaneta.
- Tive um dia estressante pra caralho, tô morrendo de dor de cabeça e você ainda escutando essa merda alta. Cadê papai e mamãe?
Mariana respondeu rápido, o tom debochado:
- Você esqueceu? Eles foram num casamento e só voltam amanhã de manhã. Ficamos sozinhos, irmãozinho… relaxa um pouco.
Ele bufou, lembrando agora. Tinha esquecido mesmo. A porta estava entreaberta, e ele empurrou sem pedir licença, invadindo o espaço dela como sempre fazia quando estava puto.
- Ah foi mesmo, tinha esquecido. E você, por que não foi?
Mariana estava de pé na frente do espelho grande do quarto, o corpo iluminado pela luz quente do abajur. Ela usava só uma calcinha de renda preta fininha que mal cobria a boceta e um sutiã combinando que apertava os seios grandes e firmes, deixando os mamilos marcando o tecido. A pele morena brilhava, o cabelo preto longo caindo solto nas costas, a bunda redonda e empinada de tanto malhar na academia. O quarto era uma bagunça gostosa: roupas jogadas na cama, maquiagem espalhada, cheiro de perfume doce misturado com o cheiro natural dela.
- Porque não quis — respondeu ela, virando-se devagar, os olhos castanhos brilhando de provocação. — Acho que quem devia ter ido era você, com esse mal humor todo.
Rodrigo fechou a porta atrás de si, encostando as costas nela.
- Eu não, só quero descansar mesmo. Bora abaixando isso aí antes que eu surte.
Mariana riu, mas não moveu um dedo para o celular que tocava a música.
- Ei ei ei! Não vai entrar no meu quarto desse jeito sem bater, seu grosso!
- Foi mau, mas você me obrigou — rosnou ele, dando dois passos à frente. Foi quando viu direito. O sutiã mal continha os peitos dela, a barriga lisa, as coxas grossas e tonificadas. A calcinha sumia entre as nádegas carnudas. Rodrigo sentiu o pau endurecer na hora, inchando contra o zíper da calça. “Porra, que corpo é esse”, pensou, a dor de cabeça esquecendo um pouco.
Mariana percebeu o olhar dele demorando demais.
- O que foi? Tá me olhando estranho, Rodrigo.
- Nada não, maninha… por que tá seminua desse jeito?
Ela deu de ombros, virando-se de lado para se olhar no espelho, empinando a bunda de propósito.
- Porque o quarto é meu e eu gosto de ficar assim. Eu não esperava que meu irmão ia invadir desse jeito. Aliás… por que sua calça tá assim?
Rodrigo olhou para baixo. A ereção estava evidente, grossa, marcando a frente da calça jeans como uma vara dura.
- Assim como?
- Jhon… quer dizer, Rodrigo — ela riu, pois quase falou o nome do namoradinho, os olhos descendo direto para o volume. — Olha aí, tá parecendo que você escondeu uma arma aí dentro.
Ele coçou a nuca, sem graça, mas o sorriso safado já aparecia.
- Desculpe, irmãzinha… é que vendo você assim, foi inevitável ficar desse jeito. A academia tá te fazendo bem pra caralho, hein? A bundinha tá firme, deve tá toda durinha.
Mariana mordeu o lábio inferior, virando-se completamente para ele, os seios balançando levemente.
- E tá, hahaha. Quer ver de perto? Aperta pra ver se tá mesmo.
Rodrigo não esperou convite duas vezes. Deu um passo, as mãos grandes e calejadas de trabalho indo direto para aquela bunda redonda e gostosa. Apertou devagar, os dedos afundando na carne macia mas firme, alisando, apertando mais forte, sentindo o calor da pele dela.
- Não conta pra ninguém, por favor… mas não é que tá durinha mesmo. E enorme, porra. Essa raba tá pedindo tapa.
Mariana gemeu baixinho, rebolando contra a mão dele.
- Hahahah… eu não conto… com uma condição.
- Qual?
- Deixa eu resolver seu problema aí. Olha pra você, tá duro pra caralho por causa da sua própria irmã. Mas se você não quiser, tudo bem… pode ir saindo do meu quarto.
Rodrigo segurou a respiração, o pau latejando dolorosamente agora.
- Calma, maninha… calma. É que não entendi muito bem o que tu tá querendo.
Ela riu, virando-se de frente, o corpo colado no dele. A mão dela desceu devagar, os dedos longos e unhas pintadas de vermelho fechando em torno da pica grossa por cima da calça.
- Eu tô calma. Deixa… esquece.
Mas Rodrigo já estava perdido. Encostou o corpo inteiro nas costas dela, o pau duro roçando na bunda macia, a boca perto da orelha dela.
- Você tá merecendo é uns tapas nessa bunda, isso sim.
Mariana virou o rosto, os lábios quase tocando os dele.
- Pra aturar você eu mereço é outra coisa.
- Merece o que? Pra me aturar, hein?
Ele encostou mais, a mão descendo para apertar a buceta por cima da calcinha fina. Mariana gemeu mais alto, a mão apertando a pica dele com força.
- Quer que eu fale mesmo, irmãozinho?
- Quero sim.
Rodrigo segurou a bunda dela com as duas mãos, puxando-a contra o pau, a boca descendo para roubar um beijo quente, molhado, a língua invadindo a dela sem piedade. Mariana correspondeu, gemendo dentro da boca dele:
- Opa… melhor não… mas tá bom. Relaxa, não tem ninguém em casa. Vai ser nosso segredo.
Ela desceu devagar, os joelhos dobrando no chão felpudo do quarto. Os dedos ágeis abriram o botão da calça dele, puxaram o zíper com um barulho arrastado. A pica grossa, veia latejando, saltou para fora, dura como pedra, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Mariana abriu os olhos arregalados.
- Nossa, irmãozinho… não sabia que era desse tamanho. Será que eu aguento?
- Ele tá assim por sua causa. Pra saber tem que experimentar. Coloca a boquinha nele, coloca.
Mariana lambeu os lábios, a língua rosada saindo devagar. Passou a ponta da língua na cabeça inchada, circulando devagar, lambendo o salgado do pré-gozo. Depois desceu a língua pela veia grossa, lambendo até as bolas pesadas e cheias.
- Aiii, irmazinha… que delícia de boquinha quente — gemeu Rodrigo, a mão segurando o cabelo dela.
Ela abriu a boca e engoliu a cabeça, os lábios grossos esticando ao redor da grossura. Chupou devagar no começo, a língua massageando por baixo, depois engoliu mais, a cabeça da pica batendo no fundo da garganta. Movimentos de vai e vem, a saliva escorrendo pelo pau, pingando no chão. Rodrigo segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a socar devagar, fodendo aquela boquinha gulosa.
- Safada… assim, assim… isso, engole tudo, porra.
Mariana tirou a boca, o pau todo babado e brilhando, fios de saliva ligando os lábios inchados dela à cabeça roxa.
- Hoje eu sou sua, irmãozinho — sussurrou ela, a voz rouca, subindo e colando o corpo no dele, a mão ainda masturbando a pica molhada.
Rodrigo beijou ela de novo, tirando o sutiã com pressa, os seios grandes e pesados caindo livres, os mamilos escuros e duros. Ele apertou um, chupou o outro com fome, os dentes roçando. Depois desceu, tirando a calcinha dela num puxão só. A buceta estava completamente raspada, os lábios grossos e molhados brilhando, o grelinho inchado e pulsando.
- Que bucetinha lindinha… toda raspadinha, molhadinha pra caralho.
Ele deu um tapa forte na boceta, o som molhado ecoando. Mariana soltou um gemidinho agudo:
- Ahhh!
- Isso, putinha… toma outro tapa, toma.
Outro tapa, mais forte, os dedos batendo direto no grelinho. Mariana tremeu, as pernas bambas.
- Ahhh, Rodrigo… me bate com seu pau, vai.
Ele segurou a pica grossa e bateu na cara dela, na boca, na bochecha, deixando marcas molhadas.
- Fica de quatro, fica. Empina bem esse rabo pra mim.
Mariana obedeceu na hora, subindo na cama de quatro, a bunda enorme empinada, a buceta pingando mel pelas coxas. Rodrigo deu um tapinha na raba carnuda, depois outro mais forte, a pele avermelhando.
- Olha isso… tudo meu. Que delícia de cu e buceta juntos.
Ele esfregou a cabeça da pica nas portas molhadas da buceta, subindo e descendo, molhando tudo. Mariana rebolou, desesperada.
- Coloca, por favor… enfia essa pica grossa na minha buceta apertada.
Rodrigo empurrou devagar, a cabeça forçando a entrada apertada. Centímetro por centímetro, a buceta quente e molhada engolindo o pau dele. Quando enterrou tudo, as bolas batendo no clitóris, Mariana gritou:
- Ahhh, irmãozinho… que bucetinha apertadinha, né? Ninguém come como você.
- Já deu quantas vezes, hein, safada?
- Não me faça contar… — gemeu ela, rebolando devagar.
Rodrigo começou a meter, primeiro devagar, sentindo cada dobra quente apertar sua pica. Depois mais forte, as estocadas fazendo o corpo dela balançar inteiro. A bunda batia contra a barriga dele, o som molhado de porra e buceta enchendo o quarto. Ele segurou os quadris dela, puxando para trás a cada estocada.
- Toma, toma essa pica toda, sua putinha de irmão. Essa buceta é minha agora. Olha como ela engole tudo.
Mariana gemia sem parar, a voz falhando:
- Ahhh… uhhhh… fode mais forte, Rodrigo… soca fundo… ahhh, caralho, que delícia!
Ele deu tapas na bunda, um atrás do outro, deixando a pele vermelha. Depois molhou o dedo mindinho na saliva e enfiou no cu apertadinho dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Mariana gritou mais alto, o corpo inteiro tremendo.
- Porra, irmão… você vai me matar… ahhh, grelinho latejando… buceta pingando… cu apertado… fode, fode!
Rodrigo tirou o dedo, segurou o cabelo dela e puxou para trás, arqueando as costas dela enquanto metia sem parar, as bolas batendo forte. A buceta dela apertava tanto que parecia querer arrancar o pau dele. Ele sentia o mel quente escorrendo pelas bolas, pingando na cama.
- Goza, vai… goza na pica do irmão, sua vadia safada. Goza agora!
Mariana explodiu primeiro, o corpo convulsionando, a buceta apertando em ondas, esguichando mel quente nas coxas dele. Os gemidos viraram gritos roucos:
- Ahhh, ahhh, porraaa… tô gozando… ahhh, Rodrigo!
Ele continuou metendo forte, o pau brilhando de gozo dela, até sentir as bolas subirem. Enterrou tudo fundo e gozou jatos grossos e quentes direto no fundo da buceta, enchendo ela até transbordar. A porra escorria misturada com o mel dela, pingando na cama.
Mas não parou aí. Rodrigo virou ela de barriga para cima, abriu as pernas dela até os joelhos tocarem o peito, e enfiou de novo, agora em posição de missionário profundo. A pica grossa entrando e saindo, a buceta inchada e vermelha, o grelinho pulsando. Ele chupou os seios enquanto metia, mordendo os mamilos, a mão apertando o pescoço dela de leve.
- Mais uma vez, maninha… sua buceta não quer parar de gozar.
Mariana gemia sem parar, as unhas arranhando as costas dele:
- Ahhh… uhhhh… fode, fode, irmão… enche minha buceta de porra de novo… eu sou sua putinha particular… ahhh, caralho!
Ele meteu mais rápido, o suor escorrendo dos dois corpos, a cama rangendo, o cheiro de sexo tomando o quarto inteiro. Quando gozou de novo, foi ainda mais forte, jatos longos enchendo ela até vazar pelos lados. Mariana gozou junto, o corpo inteiro tremendo, os olhos revirando, a boca aberta num gemido longo e rouco.
Eles ficaram colados, ofegantes, o pau ainda dentro dela pulsando. Rodrigo beijou o pescoço dela, a testa, depois a boca devagar.
- Isso aqui fica entre nós, hein, irmãzinha… segredo eterno.
Mariana sorriu, cansada e satisfeita, a mão acariciando o pau mole dele que ainda estava semi-duro.
- Segredo… mas amanhã a gente repete, né? Porque essa pica… caralho, eu não aguento ficar sem agora.
Rodrigo riu baixo, o pau já começando a endurecer de novo dentro da buceta quente e cheia de porra.
- Amanhã… e depois… e sempre que papai e mamãe saírem. Essa buceta, essa bunda, essa boquinha… tudo meu agora.
Eles se beijaram de novo, as línguas se enrolando, as mãos explorando os corpos suados. A dor de cabeça de Rodrigo tinha sumido completamente, substituída por uma fome que só Mariana conseguia saciar. A música ainda tocava baixa agora, mas os gemidos deles enchiam o quarto muito mais alto.
Mariana desceu devagar, lambeu o pau sujo de porra e mel dela, chupando devagar, os olhos fixos nos dele.
- Ainda tá duro… quer mais, irmãozinho?
Rodrigo segurou a cabeça dela, guiando a boca de volta para a pica grossa.
- Chupa tudo, safada… depois eu como essa buceta de novo, bem devagar, até você implorar pra eu gozar no seu cu também.
E o ciclo recomeçou: chupada gulosa, ela engolindo até o fundo, saliva escorrendo, gemidos abafados. Depois ele a deitou, abriu as pernas e lambeu a buceta inchada, sugando o grelinho, enfiando a língua fundo, depois dois dedos grossos enquanto chupava o clitóris inchado. Mariana gozou na boca dele, esguichando, o corpo arqueando.
- Ahhh, porra, Rodrigo… sua língua é do diabo… ahhh!
Ele subiu, enfiou de novo, agora mais devagar, saboreando cada centímetro. Mudaram de posição: ela por cima, rebolando devagar, os seios balançando, as mãos dele apertando a bunda enquanto ela descia e subia na pica. Depois de lado, ele metendo por trás, uma perna dela levantada, o dedo no cu de novo, fodendo os dois buracos.
- Toma no cu e na buceta, sua irmã safada… olha como você adora.
Mariana gemia sem parar, a voz rouca de tanto gritar:
- Eu adoro… sou sua putinha… fode meu cu, fode minha buceta… ahhh, tô gozando de novo!
Eles gozaram juntos mais uma vez, o corpo dela tremendo em cima dele, o pau dele jorrando fundo enquanto ela apertava tudo. Suor, porra, mel, saliva… tudo misturado. O quarto cheirava a sexo puro, as lençóis destruídos.
Quando finalmente pararam, exaustos, Rodrigo puxou ela para o peito, os dedos acariciando a bunda macia.
- Amanhã a gente faz de novo… e eu quero comer esse cu direito, com calma, até você gozar só de eu meter nele.
Mariana mordeu o ombro dele, sorrindo sacana.
- Promete? Porque essa pica grossa… caralho, eu tô viciada já. Irmãozinho safado… me fode sempre que quiser.
Eles adormeceram assim, nus, colados, o pau dele ainda semi-duro encostado na bunda dela. Pela manhã, antes dos pais voltarem, fariam de tudo de novo: ela chupando até ele gozar na garganta, ele comendo a buceta e o cu dela até os dois gozarem gritando. O segredo proibido tinha acabado de começar… e não tinha mais volta.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Quase me estressei com minha irmã, até que...

Codigo do conto:
261009

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/05/2026

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