Creio que minha irmã viu nossa mãe me fazendo um boquete!

Eu sempre fui grudado na mamãe desde que o pai sumiu da nossa vida. Eu tinha cinco anos, a Laura só três. A mamãe, sozinha, criou a gente com o suor dela. Abraços apertados toda noite, beijos na testa, ela me deixando dormir colado nela quando eu tinha pesadelo. A gente era tudo um pro outro. Mas nas últimas semanas, depois que terminei com a minha namorada, algo mudou dentro de mim. A porra da saudade de meter, de gozar, de sentir uma buceta quente apertando meu pau ficou insuportável. E a mamãe... caralho, ela começou a andar pela casa de fio dental. Calcinhas minúsculas, quase invisíveis, que sumiam entre aquelas nádegas grandes, redondas e macias de mulher de quarenta anos que ainda tem corpo de deusa. Blusinhas finas sem sutiã, os peitos pesados balançando, os mamilos grossos marcando o tecido toda vez que ela se curvava pra pegar alguma coisa na geladeira. Eu via o contorno da xoxota quando ela sentava de pernas abertas no sofá, o grelinho inchado pressionando o fio dental fino. Meu pau endurecia na hora, latejava dentro da calça, e eu corria pro quarto batendo punheta desesperado, imaginando enfiar a pica toda na buceta dela, chupar aquele grelinho, lamber o cu apertado enquanto ela gemia “filho, fode a mamãe”.
- Porra, mamãe... que buceta gostosa... eu metia fundo enquanto minha mão subia e descia na pica dura, imaginando a cabeça roxa abrindo aqueles lábios molhados.
A tensão tava no ar. Ela sabia que eu olhava. Começou a usar fio dental mais ousado, branco transparente, preto rendado, um vermelho que marcava o grelinho como se estivesse pedindo pra ser chupado. Um dia ela se curvou na minha frente pra pegar o controle da TV e eu vi o fio sumindo no cu dela, as bochechas da bunda se abrindo um pouco, rosadas, cheirosas de sabonete e suor de mulher. Meu pau ficou tão duro que doeu. Eu quase gozei só de ver.
Aquele domingo foi o dia que tudo explodiu. Tava quente pra caralho. Eu acordei com o pau duro como pedra, pulsando, pingando pré-gozo na cueca. Fui pra cozinha e lá estava ela: vestido leve e curto, quase transparente contra a luz, o fio dental preto fininho marcando a bunda toda. Os peitos balançavam livres quando ela mexia as panelas. Eu cheguei por trás primeiro, abracei sua cintura, meu pau duro roçando na bunda macia dela. Ela não se afastou. Pelo contrário, empurrou a bunda um pouco pra trás, sentindo o volume.
- Bom dia, filho... - ela disse com a voz rouca.
Eu virei ela pra mim, abracei de frente, forte, puxando seu corpo inteiro contra o meu. Meus braços apertaram sua cintura, desci as mãos até a bunda, apertando as nádegas enquanto meu pau grosso e duro cutucava direto na xoxota dela através das roupas. Senti o calor úmido dela, a maciez dos lábios da buceta pressionando minha glande. Os peitos fartos dela esmagados contra meu peito, os mamilos duros roçando em mim como dois botões quentes. Eu abracei mais forte ainda, quase levantando ela do chão, o pau latejando, cutucando, sentindo a umidade dela começando a vazar pelo fio dental fino.
- Filho... ai meu Deus... você tá tão duro... cutucando a buceta da mamãe assim... - ela sussurrou no meu ouvido, a voz tremendo de tesão. - Tá quente... tá pulsando... mamãe sente tudo.
Eu gemi desesperado, quase gozando só de esfregar:
- Mamãe... eu não aguento mais. Desde que terminei com a namorada só penso em você. Sua bunda gostosa, seus peitos grandes, essa xoxota molhada... eu quero meter tudo.
Ela me olhou nos olhos, pupilas dilatadas, lábios entreabertos. Sentiu meu pau latejar forte contra sua buceta e deu uma reboladinha sutil, esfregando o grelinho no meu volume.
- Filho... vai pro banheiro agora. Mamãe te pega lá. Não quero que sua irmã veja você com essa pica dura na frente dela. Vai.
Eu soltei, o pau quase explodindo, e corri pro banheiro do corredor. Fechei a porta mas não tranquei. Tirei a calça e a cueca de uma vez, o pau saltou pra cima, grosso, veado, vinte centímetros de carne dura, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, bolas pesadas e cheias. Eu fiquei ali parado, batendo devagar, ouvindo meu coração bater na garganta.
A porta abriu devagar. A mamãe entrou, trancou atrás de si. O vestido estava levantado até a cintura, o fio dental preto encharcado, colado nos lábios da buceta, o grelinho inchado marcando tudo. Ela ajoelhou na minha frente sem dizer nada no começo, só olhou pra pica com fome.
- Meu Deus, filho... que pauzão lindo... grosso, duro, veado... mamãe vai chupar gostoso pra você não ficar assim na frente da Laura. Mamãe viu você olhando minha bunda esses dias... viu o fio sumindo no meu cu... eu fiquei molhada pra caralho só de imaginar você me comendo.
Ela pegou meu pau com as duas mãos, acariciou devagar, polegar espalhando o pré-gozo na glande sensível. Cuspiu em cima, saliva quente escorrendo pelo tronco todo. A língua rosada e molhada lambeu a cabeça devagar, circulando a uretra, saboreando o gosto salgado do pré-gozo.
- Hmmm... filho... gosto bom... mamãe ama o gosto da sua pica.
Eu gemi alto, desesperado:
- Aaaahhh mamãe! Chupa... porra, chupa essa pica toda!
Ela abriu a boca e engoliu a cabeça, sugando forte, as bochechas afundando. A boca quente e gulosa desceu devagar, língua pressionando a veia grossa de baixo. Ela engoliu mais, mais, até metade, depois forçou o resto. A garganta dela apertou ao redor da minha pica, glup... glup... ela engasgou um pouco, lágrimas escorrendo, mas não parou. Nariz pressionado nos meus pelos, todo o pau na garganta funda, apertando, massageando com os músculos da garganta.
- Gluck! Gluck! Gluck! - os sons molhados e obscenos enchiam o banheiro.
Eu agarrei o cabelo dela, comecei a foder a boca devagar, indo e vindo, sentindo a garganta relaxar e apertar toda vez que entrava fundo.
- Porra, mamãe! Que garganta gostosa! Engole essa pica, sua safada! Chupa fundo, engasga nela!
Ela tirou o pau da boca só pra falar, cuspindo mais saliva, batendo o pau na língua, depois na cara dela, deixando marcas molhadas nas bochechas.
- Filho... mamãe quer toda sua porra na boca... goza gostoso... enche a garganta da mamãe... eu me toco toda noite pensando em você me fodendo... sua pica na minha buceta... no meu cu apertado... eu quero que você goze dentro de mim também... mas agora chupa... engole tudo, mamãe!
Ela voltou a engolir, agora mais rápido, cabeça balançando, saliva pingando das bolas, escorrendo pelo meu saco, pingando no chão. Uma mão dela massageava minhas bolas, apertando, puxando. A outra desceu, ela puxou o fio dental pro lado e começou a dedar a própria buceta, dois dedos entrando e saindo da xoxota molhada, fazendo barulho obsceno de molhado.
- Mmmmmmph! - ela gemia com o pau na boca, olhos revirando de prazer.
Minha mão direita desceu, abriu o decote do vestido dela, agarrou um peito grande, macio, pesado, o mamilo marrom grosso e duro. Eu massageei forte, apertei, belisquei o mamilo, rolei entre os dedos. Ela gemeu mais alto, engasgando no meu pau.
- Ai sim, mamãe... seus peitos são perfeitos... mamilo gostoso... eu quero chupar esses peitos enquanto meto na sua buceta...
Ela acelerou, subindo e descendo rápido, garganta profunda toda vez, nariz batendo na minha barriga, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Eu sentia as bolas apertando, o calor subindo pela espinha, o orgasmo chegando violento.
- Mamãe... eu vou gozar! Porra, tô gozando na sua boca! Engole tudo, sua xoxota gulosa!
Ela não parou. Chupou mais forte, sugando como se quisesse tirar a alma pelo pau. Eu explodi. Jatos grossos, quentes, grossos de porra jorraram direto na garganta dela. Glup... glup... glup... ela engoliu tudo, mas a porra era muita, vazou pelos cantos da boca, escorreu pelo queixo, pingou nos peitos grandes. Eu continuei bombeando, segurando a cabeça dela, gozando em ondas, corpo tremendo, pernas fraquejando.
- Haaaaah! Aaaahhh mamãe! Que delícia... gozei tudo na sua boquinha... porraaa!
Ela lambeu a cabeça sensível, ordenhou cada gota com a boca e a língua, engoliu o resto, olhou pra cima com os olhos marejados e um sorriso safado, porra brilhando nos lábios.
Enquanto eu gozava, ainda ofegante, eu virei o rosto pro lado e vi: a fresta da porta estava aberta uns dois dedos. Um olho castanho, arregalado, me encarando. Era a Laura, minha irmã de dezenove anos. Ela tava espiando tudo. Os lábios dela entreabertos, bochechas vermelhas de tesão, e eu vi claramente a mão dela dentro da calcinha, dedilhando o grelinho dela enquanto assistia a mãe engolindo a porra do irmão. Os olhos da Laura brilhavam de luxúria, ela mordeu o lábio inferior, sem piscar, vendo meu pau pulsar e jorrar na boca da mamãe.
- Caralho... - pensei, o prazer ainda latejando no pau enquanto olhava minha irmã se masturbando escondido. - A porra da Laura tá olhando... ela viu tudo... viu a mamãe engolindo minha porra... e tá se tocando com isso...
A mamãe terminou de limpar meu pau com a língua, lambeu os lábios, engoliu o último fio de porra que escorria.
- Pronto, filho... mamãe te aliviou gostoso... sua porra é grossa e doce... mamãe adorou engolir tudo. Mas agora... - ela olhou pra fresta também, viu o olho da Laura sumindo rápido - ... parece que a gente tem companhia. Sua irmã viu tudo. Ela tava se tocando, né? Eu ouvi o barulhinho molhado da buceta dela.
Eu ainda ofegante, pau semi-duro brilhando de saliva e porra, olhei pra mamãe, depois pra porta.
- Mamãe... eu... caralho... a Laura...
- Shhh, filho. - Ela se levantou, beijou minha boca, fazendo eu sentir o gosto da minha própria porra na língua dela. - Agora a gente vai ter que conversar com ela. Mas não se preocupe... mamãe viu como ela olhou. Ela gostou. Muito. Talvez a gente três... possamos brincar juntos depois. Por enquanto, limpa essa boca, arruma a calça e vamos fingir que nada aconteceu... por enquanto.
Ela deu uma última chupadinha rápida na cabeça do meu pau, lambeu o resto de porra que pingava, puxou o fio dental de volta pro lugar (molhado pra caralho) e saiu do banheiro balançando a bunda, deixando a porta entreaberta de propósito.
Eu fiquei ali, coração batendo forte, pau ainda latejando, imaginando o que ia acontecer agora. A mamãe tinha chupado meu pau, engolido minha porra toda, massageado meus peitos enquanto eu gozava, e minha irmã de dezenove anos tinha visto cada segundo, se dedando escondido, grelinho molhado, olhos fixos na cena proibida.
E eu sabia... daqui a pouco eu ia ouvir algo dela. Talvez ela entrasse no quarto à noite. Talvez pedisse pra mamãe ensinar ela a chupar também. Talvez as três a gente acabasse na cama grande da mamãe, eu metendo na buceta dela enquanto a mamãe sentava na cara da Laura... ou eu fodendo o cu da mamãe enquanto a irmã chupava minhas bolas.
O pau endureceu de novo só de pensar.
- Porra... - murmurei pra mim mesmo, sorrindo safado. - Essa família vai ficar ainda mais unida... e muito mais safada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Creio que minha irmã viu nossa mãe me fazendo um boquete!

Codigo do conto:
261076

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/05/2026

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