Dupla penetração inesquecível!

Não foi algo que planejamos do nada. Eu já estava ficando com dois caras, o Lucas e o Mateus, de vez em quando, há um tempo. Um deles eu via casualmente há alguns meses, com o outro eu transei bastante no ano passado. Eles são bons amigos um do outro. Estávamos conversando no nosso grupo e a ideia surgiu. Fiquei tão excitada só de falar sobre isso que disse sim. Estabelecemos regras: camisinha sempre, eu podia parar a qualquer momento e sem filmar meu rosto. Mas no calor do momento, o tesão falou mais alto e nós quebramos tudo, sem camisinha, creampie pra dentro, tudo sujo e bruto como eu merecia.
No sábado à noite, eu cheguei no apartamento do Lucas por volta das dez. O cheiro de maconha e caipirinha já pairava no ar. Mateus estava no sofá, camisa aberta, mostrando o peito definido. Lucas me recebeu com um beijo molhado, a mão já descendo pela minha saia curta, dedando minha buceta por cima da calcinha encharcada. - Porra, já está pingando, sua vadia safada - ele rosnou no meu ouvido. Eu gemi baixo, sentindo o grelinho latejar só de ouvir a voz dele. Tomamos três caipirinhas bem fortes, fumamos dois baseados grossos, rimos, conversamos besteira até a vibe ficar insuportável de tesão. Meus mamilos estavam duros roçando na blusa, minha xoxota latejava, o cu apertado piscava só de imaginar os dois paus me destruindo.
Eu caí de joelhos no sofá. Tirei o pau do Lucas primeiro, grosso, veiado, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Lambi devagar, circulei a língua na glande, engoli até tocar a garganta, engasgando e babando tudo. - Isso, sua putinha gulosa, engole essa pica toda - ele gemeu, segurando meu cabelo. Mateus tirou o dele ao lado, mais longo, curvado, pesado. Eu alternava, chupava um, masturbava o outro com a mão babada, fazia barulhos molhados, cuspe escorrendo pelo queixo, pingando nos meus seios. Os dois me chamavam de vadia, puta, cadela de pau duplo. Eu amava cada palavra chula. Chupei os dois por quase meia hora, garganta inchada, olhos marejados, buceta escorrendo pelo chão.
Eles me levaram pro quarto escuro, luz vermelha, lençóis pretos. Me jogaram na cama, tiraram minha roupa. Minha buceta depilada brilhava, lábios inchados, grelho duro como pedra. O cu rosado, apertado, virgem de dois paus até aquela noite. Lucas deitou de costas, eu subi em cima, segurei a pica grossa e enfiei na xoxota molhada devagar. - Ai caralho, que buceta quente apertada - ele rosnou. Comecei a cavalgar, subindo e descendo, rebolando o quadril, sentindo a cabeça bater no fundo do útero. Meus seios balançavam, suor escorria entre eles. Eu gemia alto: - Haaa, porra, fode essa buceta, Lucas!
Mateus veio por trás, passou um monte de lubrificante frio no meu cu, enfiou dois dedos grossos, abrindo devagar, esticando o anel. - Relaxa esse cu, vadia, vou te foder junto com ele - ele avisou. Eu senti a cabeça da pica dele na entrada, empurrou devagar, polegada por polegada. Quando a cabeça entrou, eu gritei - Ai meu deus, que grosso, tá rasgando! Quando ele enfiou mais fundo, os dois paus estavam dentro de mim ao mesmo tempo. Caralho. Eu me senti tão cheia que mal conseguia respirar. As cabeças se esfregando uma na outra através da parede fina entre buceta e cu parecia insano, como se estivessem se masturbando um no outro dentro do meu corpo. Só um conseguia se mover de cada vez. Eles começaram a foder alternando: Lucas metia fundo na buceta enquanto Mateus recuava no cu, depois o contrário. O barulho era molhado, "ploc ploc ploc ploc", pele batendo, lubrificante escorrendo. Eu gozei na hora, o corpo inteiro tremeu, buceta apertando forte, cu se contraindo, jatos de gozo molhando o pau do Lucas, eu gritando - Aaaaah porra eu tô gozando, não para, me fode os dois!
Eles continuaram sem parar. Eu babava no peito do Lucas, cabelo grudado no rosto, gemendo como uma puta desesperada: - Ai caralho, que delícia, sou uma vadia de dois paus, me usa, me destrói! Mudaram de posição várias vezes. Mateus deitado, eu sentando o cu no pau dele, rebolando enquanto chupava a língua do Lucas, engolindo até o fundo, cuspe escorrendo. Depois voltamos pro DP, agora mais bruto, mais rápido. Eu gozei mais três vezes seguidas, o corpo se acabando, pernas tremendo, voz rouca de tanto gritar.
Depois de quase uma hora fodendo assim, o Lucas rosnou - Tô gozando pra caralho, vou encher essa buceta de porra quente! Eles tiraram as camisinhas no calor do momento, tesão falou mais alto que regra. Lucas continuou metendo na buceta crua, fundo, forte, a pica pulsando. Eu senti os jatos quentes de porra enchendo meu útero, transbordando, escorrendo quente pelas coxas, pingando no lençol. O calor dentro de mim me fez gozar de novo, buceta milking o pau dele, sugando toda a porra, eu gritando - Enche tudo, porra, enche minha buceta de leitinho! O Lucas tirou devagar, a porra branca grossa escorrendo da minha xoxota aberta, formando uma poça entre minhas pernas. Eu fiquei de quatro, buceta pingando, cu latejando, sentindo o leitinho quente escorrendo.
Agora era a vez do Mateus no meu cu, e ele queria me destruir de um jeito novo, bem dolorido e prazeroso como eu pedi. Ele me posicionou de quatro, bunda empinada, cara no travesseiro. Cuspiu no cu já aberto e fodido, esfregou a cabeça da pica grossa na entrada e enfiou tudo de uma vez, sem dó. - Ai caralho, dói pra porra! - eu gritei, mas empurrei o rabo pra trás, querendo mais. Ele meteu forte, a pica batendo no fundo do intestino, esticando, doendo deliciosamente. Eu gemia desesperada: - Fode, fode meu cu, rasga tudo!
Ele meteu fundo uns minutos, eu gozando, o cu se contraindo, buceta pingando porra e meleca no lençol. Então começou o que eu mais gozei: ele tirou o pau devagar, quase saindo. Eu rebolei o rabo gostoso, balancei o cu pra ele, o anel piscando. Quando a cabeça quase saiu, eu peidei alto, "prrrrrrrrrt", um peido longo, molhado, fedido, e um pouco de bosta marrom quente escorreu da minha entrada, sujando a glande dele. - Olha só a putinha peidando e cagando no pau! Que nojento e gostoso pra caralho! - ele rosnou, a voz grossa de tesão. Eu continuei rebolando, sentindo o ar frio no cu aberto, a bosta escorrendo um pouco pela bunda, pingando, e ele voltou a meter forte, enfiando a pica suja de merda de volta no cu, fodendo a mistura de lubrificante, porra, bosta e gozo. O barulho era tipo um squish molhado, nojento, mas o prazer era insano. Eu gozei forte, o corpo se sacudindo, gritando - Aaaah caralho, que delícia suja, fode mais meu cu cagado!
Ele repetiu isso muitas, muitas vezes. Tirou devagar, eu pirava rebolando o cu, peidava "prrt prrt prrrrrt", mais bosta saía, eu gemia "ai que vergonha gostosa, eu sou sua cadela de merda, não para", ele metia forte de novo, o pau entrando na bagunça quente, me fodendo o cu dolorido, o prazer misturado com a dor do estiramento, o grelho latejando, buceta jorrando. Cada vez era mais intenso. Eu chorei de tanto gozar, lágrimas escorrendo, cara no travesseiro, cu latejando, mas implorando: - Continua, me fode esse cu sujo, eu amo peidar e cagar no seu pau, sou a vadia mais nojenta do mundo! O cheiro de sexo, suor, porra e bosta preenchia o quarto inteiro, e eu amava cada segundo, me sentindo a maior puta do planeta, orgulhosa de ser fodida assim.
Ele fez isso umas quinze vezes seguidas. Cada puxada eu rebolava mais forte, peidava mais alto, cagava um pouco mais, ele voltava metendo bruto, a pica batendo, misturando tudo, eu gozando sem parar, o corpo inteiro tremeu, voz rouca, pernas moles. - Você gosta de ser nossa putinha melada? - ele perguntava enquanto metia. - Gosto pra caralho, me destrói, enche meu cu de porra! - eu respondia, rebolando.
Finalmente, depois de me fazer gozar mais seis vezes assim, o Mateus não aguentou mais. Enfiou fundo no meu cu, rosnou - Tô gozando dentro desse cu sujo! - e jatos grossos de porra quente encheram meu intestino, pulsando, enchendo, transbordando. Eu gritei alto, chorei forte, o orgasmo mais intenso da minha vida explodindo no cu, o corpo inteiro se contorcendo, buceta jorrando gozo, - Aaaaah porra eu tô gozando com o pau no cu, enche tudo, goza dentro! Eu chorei, gritei, gozei expelindo, o cu apertando o pau dele, lágrimas escorrendo, cara molhada de baba e choro de prazer. Quando ele tirou devagar, a porra branca grossa misturada com bosta marrom escorreu da minha entrada aberta, eu expelindo tudo com força, rebolando ainda, o semem dele saindo em jatos, pingando no chão, eu tremendo, gozando sem parar, chorando de tanto prazer.
Depois que o Mateus gozou no meu cu e eu expelí tudo, nós três ficamos deitados suados, rindo, conversando putaria. Eu contei como me sentia, eles me elogiaram, chamaram de a melhor puta que já foderam. Depois de uns vinte minutos descansando, o Lucas quis meu cu também. Ele me colocou de lado, enfiou a pica na buceta primeiro pra lubrificar com a porra dele, depois tirou e enfiou no cu. Meti forte, eu gemi, ele começou o mesmo jogo: tirou devagar, eu rebolei, peidei "prrrrrt", um pouco mais de bosta saiu misturada com a porra dele, ele riu - Olha a cadela cagando de novo! - e meteu forte, fodendo a bagunça. Repetimos o processo oito vezes seguidas, eu gozando a cada vez, chorando, gritando, rebolando, peidando, cagando um pouquinho mais, ele metendo bruto, o pau sujo, o barulho squish, o cheiro forte, o prazer insano misturado com dor. Eu implorava - Não para, me fode meu cu cagado, eu sou sua putinha! - Ele gozou dentro também, eu gritei, chorei, gozei expelindo porra e bosta, o corpo se acabando. Depois Mateus quis de novo, e nós fizemos mais uma rodada inteira do mesmo jeito, eu rebolando, peidando, cagando no pau, ele metendo forte, eu gozando desesperada. No total, o meu cuzinho foi fodido assim por mais de uma hora, eu gozei umas doze vezes só nessa parte anal suja, chorei de prazer, gritei até a voz sumir, expelí porra dos dois misturada com bosta, me senti a vadia mais completa do mundo. Os diálogos não paravam: - Você gosta de peidar no pau enquanto rebola? - Gost o pra caralho, sou sua cadela cagada! - Me fode mais forte, rasga esse cu! - Eu vou encher de porra de novo! E assim por diante, repetindo, variando, descrevendo cada sensação, cada som, cada cheiro, cada contração do meu cu, cada jato de gozo, cada lágrima de prazer. Eu me toquei lembrando disso por dias depois, gozando várias vezes por dia só de reviver na mente cada peido, cada cagada, cada estocada forte no cu sujo, cada creampie, cada grito. Essa noite me mudou pra sempre. Eu sou viciada em ser fodida assim, dois paus, creampie na buceta, anal dolorido com peido e cagada, gozando chorando enquanto expel o semem. Quero repetir. Quero mais. Quero ser a puta deles sempre que quiserem. E foi exatamente isso que aconteceu naquela noite quente em São Paulo, e eu nunca vou esquecer cada detalhe chulo, cada gemido, cada porra, cada bosta, cada prazer insano.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dupla penetração inesquecível!

Codigo do conto:
261439

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/05/2026

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