Meu filho ama me ver pelada!

Era uma tarde abafada de verão na casa grande e vazia. Eu, com meus 45 anos bem vividos, pele bronzeada pelo sol, peitos grandes e pesados que balançavam pesados a cada passo, mamilos grossos e rosados já duros só de sentir o ar condicionado na pele nua, barriga macia com uma cicatriz fina de cesárea, quadril largo e aquela bunda redonda e macia que eu sabia que chamava atenção. Entre as pernas, minha buceta depilada lisinha, lábios inchados e brilhando de mel já escorrendo só da excitação de andar pelada pela casa quando ninguém estava. O grelinho latejava, inchadinho, pedindo atenção. Eu adorava isso — aspirar a sala completamente pelada, sentindo o ar roçar na pele, a umidade da buceta pingando devagar pela coxa grossa.
O aspirador zumbia forte quando a porta da frente se abriu de repente. Meu filho, o Lucas, 22 anos, alto, forte, corpo definido de academia, entrou carregando a mochila. Parou no meio da sala, olhos arregalados me olhando de cima a baixo, da cabeça até os pés descalços.
- Mãe... caralho... você tá pelada de novo.
Eu soltei o aspirador, cobrindo os peitos com as mãos por instinto, mas logo ri, sem vergonha nenhuma.
- Oi filho, não esperava você tão cedo. A família toda foi visitar os parentes em Salvador, eu aproveitei pra fazer as coisas pelada, como eu gosto. Se te incomoda, eu coloco uma roupa rapidinho, tá?
Ele não tirou os olhos do meu corpo. O volume na bermuda dele cresceu visivelmente, uma barra grossa se formando, pulsando.
- Não, mãe. Não precisa colocar nada. Eu... eu gosto pra caralho quando você anda pela casa pelada. Você é gostosa demais assim, toda exposta, peitos balançando, buceta à mostra. Fica me deixando louco.
Fiquei parada, surpresa e quente por dentro. Meu filho nunca tinha falado nada assim antes. Meu coração acelerou, a buceta deu um espasmo e mais mel escorreu.
- Sério, Lucas? Você gosta de ver a mamãe pelada? Olha pra você... tá com a pica dura, filho. Tá assim por causa da mamãe?
Ele sorriu safado, puxou a bermuda e a cueca de uma vez só. A pica dele saltou livre, grossa pra porra, uns 22 centímetros de rola veada, cabeça roxa brilhando com bastante pré-gozo escorrendo, bolas pesadas e cheias balançando. A veia principal latejava grossa.
- Tá vendo, mãe? Tá assim por você. Toda vez que te vejo pelada eu fico com essa pica latejando, imaginando chupar seus peitos, lamber essa buceta molhada, enfiar até o fundo no seu cu apertado. Porra, mãe, você é minha fantasia desde sempre.
Meu Deus, ouvir aquilo me molhou mais ainda. A buceta latejava, grelinho inchado latejando. Eu me aproximei devagar, olhos fixos na pica grossa do meu filho.
- Ai caralho, filho... que pica enorme você tem. Tá pingando só de olhar pra mamãe pelada. Posso tocar?
- Toca, mãe. Segura essa pica do seu filho. Ela é sua agora.
Minha mão tremeu quando envolvi a rola quente e grossa. Estava pulsando, veias saltadas, pele macia por cima do aço. Apertei devagar, subi e desci, espalhando o pré-gozo pela cabeça.
- Porra, Lucas... tá tão dura, quente... mamãe adora sentir a pica do filho na mão. Olha como ela lateja pra buceta da mãe.
Ele gemeu alto, jogando a cabeça pra trás.
- Aaaahhh porra, mãe... sua mão é macia pra caralho. Continua, bate punheta pra mim enquanto eu olho pra essa buceta pingando.
Eu apertei mais forte, masturbando devagar, polegar circulando a cabeça sensível. Ele estremeceu inteiro.
- Filho safado... você quer foder a mamãe, né? Quer enfiar essa picona grossa na buceta que te pariu?
- Quero pra caralho, mãe. Quero foder você até você gozar gritando meu nome. Quero gozar fundo na sua buceta e depois no seu cu apertado.
Não aguentei mais. Ajoelhei na frente dele, boca aberta, língua pra fora. Lambi devagar da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Engoli a cabeça inteira, chupando forte, língua girando.
- Gluck... gluck... mmmmmm... porra, filho, que pica gostosa... mamãe vai engolir tudo.
Ele agarrou meu cabelo, empurrando devagar.
- Isso, mãe... chupa fundo. Engole a pica do filho até o fundo da garganta. Aaaahhh caralho, sua boca é quente pra porra!
Eu desci mais, engasgando quando a cabeça bateu no fundo da garganta, lágrimas nos olhos, mas continuei, subindo e descendo rápido, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos. Chupava com vontade, uma mão massageando as bolas pesadas dele, a outra dedilhando meu próprio grelinho inchado.
- Gluck gluck gluck... porra, Lucas, sua pica tá deliciosa... mamãe quer engolir sua porra toda.
Ele gemia desesperado, quadril mexendo.
- Ai porra mãe... para senão eu gozo agora... sua boca é viciada... ahhhh fode, chupa mais rápido!
Eu parei só pra olhar pra ele, saliva escorrendo da boca, olhos brilhando de tesão.
- Não goza ainda, filho. Quero sentir essa pica dentro da minha buceta primeiro. Levanta a mamãe e fode ela aqui mesmo no chão da sala.
Ele me puxou de pé num movimento brusco, me beijou com fome, língua na minha, mãos apertando meus peitos grossos, beliscando os mamilos duros até eu gemer.
- Aaaahhh filho... aperta mais... morde o mamilo da mamãe...
Ele desceu a boca, chupou um peito inteiro, sugando forte, língua chicoteando o mamilo. Depois o outro. Desceu mais, ajoelhou, abriu minhas coxas grossas e lambeu minha buceta de uma vez só, língua grossa rasgando os lábios inchados.
- Porra mãe... sua buceta tá molhada pra caralho... mel escorrendo tudo... que cheiro gostoso de buceta madura.
Ele chupou o grelinho, sugando forte, duas dedos grossos entrando na buceta apertada, curvando pra achar o ponto G. Eu gritei.
- Aaaaiiiiii caralho, filho! Chupa o grelinho da mamãe... enfia os dedos... fode minha buceta com a boca... porraaa!
Ele lambeu com vontade, língua entrando e saindo, dedos bombeando rápido, saliva e mel misturados escorrendo pela minha bunda. Eu tremia toda, pernas bambas.
- Lucas... filho da puta... você vai me fazer gozar só chupando... aaahhh porra, não para!
Ele levantou de repente, me virou de costas, empurrou meu corpo contra o sofá. A pica grossa roçou na entrada da buceta.
- Pede, mãe. Pede pro seu filho enfiar a pica na buceta.
- Enfia, filho... enfia essa picona grossa na buceta molhada da mamãe... fode ela forte... por favor, filho safado!
Ele enfiou tudo de uma vez, fundo, até as bolas baterem na minha bunda. Eu gritei alto, parede da buceta esticando pra acomodar aquela rola grossa.
- Aaaaaahhhhh porraaa! Tá enorme, filho... tá rasgando a buceta da mãe... fode... fode forte!
Ele começou a meter com força, quadril batendo na minha bunda, estalo molhado ecoando pela sala. Cada estocada fazia meus peitos balançarem violentamente. Ele segurava meu quadril, puxando pra trás enquanto metia.
- Porra mãe... sua buceta é apertada pra caralho... quente... molhada... tá me engolindo... aaaahhh fode!
- Mais forte, filho... fode a mamãe como puta... usa essa buceta... goza dentro... enche de porra!
Ele metia sem parar, bolas batendo, pica entrando e saindo brilhando de mel. Eu gozei primeiro, corpo inteiro tremendo, buceta apertando forte na pica dele.
- Aaaaaiiiiii caralhooooo! Tô gozando, filho... porraaa, tô gozando na pica do meu filho! Aaaahhh!
Ele não parou, meteu mais rápido, suor escorrendo. Virou-me de frente, me deitou no sofá, abriu minhas pernas no ar e continuou fodendo, olhando nos meus olhos.
- Olha pra mim, mãe... olha como eu fodo você... essa pica é sua... toda sua...
- Fode, Lucas... fode a mamãe... enfia até o fundo... bate no fundo da buceta... ai porra, filho, você é foda!
Ele meteu mais uns minutos assim, depois me virou de quatro no sofá, pica escorregando fácil agora. Dedo molhado de mel entrou no meu cu apertado, abrindo devagar.
- Quero foder seu cu também, mãe. Quer?
- Quero, filho... enfia no cu da mamãe... usa todos os buracos... porra, eu sou sua puta agora!
Ele tirou a pica da buceta, posicionou na entrada do cu e empurrou devagar. O cu esticou, ardendo gostoso, até a cabeça passar. Depois meteu tudo, devagar no começo, depois mais forte.
- Aaaahhh porra, filho... tá rasgando meu cu... que delícia... fode o cu da mamãe... mete forte.
Ele fodia o cu agora, uma mão na minha buceta dedilhando o grelinho, a outra apertando meu peito. Eu gemia sem parar, corpo balançando inteiro.
- Porra mãe... seu cu é apertado pra caralho... tá me apertando a pica... vou gozar... onde você quer a porra?
- Na buceta, filho... volta pra buceta e goza fundo... enche a mamãe de porra quente... por favor!
Ele tirou do cu, enfiou de volta na buceta molhada e meteu como louco, dez, quinze estocadas profundas. Depois congelou, rola pulsando, e gozou forte, jatos quentes enchendo minha buceta até transbordar.
- Aaaahhh porra mãe... tô gozando... enchi sua buceta... porraaa!
Eu gozei junto, apertando, ordenhando cada gota.
- Goza, filho... goza na buceta da mamãe... aaaiii caralho, tô cheia... porraaa!
Ficamos assim, ele por cima de mim, pica ainda dentro, porra escorrendo pela coxa. Depois de um minuto ele tirou devagar, porra branca grossa escorrendo da minha buceta aberta. Eu me virei, ajoelhei de novo e limpei a pica com a boca, chupando o resto de gozo misturado com meu mel.
- Mmmmmm... gosto da sua porra, filho... mamãe adora limpar a pica depois de foder.
Ele riu rouco, me puxou pra cima, beijou minha boca suja de porra.
- Isso foi só o começo, mãe. Eu quero foder você o dia inteiro. Quero gozar no seu rosto, nos peitos, no cu de novo... e quero fotos. Tira foto sua pelada pra mim agora.
Eu peguei o celular, abri a câmera, tirei foto da buceta pingando porra, depois foto da pica dele na minha boca. Ele tirou foto minha de quatro, bunda aberta, cu e buceta à mostra.
- Manda pra mim, mãe. Quero bater punheta olhando pra você toda gozada.
Eu mandei as fotos no WhatsApp dele na hora. Depois nos deitamos no sofá, ele chupando meus peitos enquanto eu masturbava a pica dele devagar, falando putaria o tempo todo.
- Filho safado... agora que começou, mamãe quer foder você todo dia. Quando a família sair, você vem foder a mamãe pelada... enfia a pica na buceta, no cu, goza onde quiser... eu sou sua puta particular agora.
Ele endureceu de novo na minha mão. Subi em cima dele, sentei na pica grossa devagar, rebolando.
- Agora é minha vez de foder você, filho. Rebolar gostoso na pica do meu filho... porra, que delícia...
Rebolei forte, peitos balançando na cara dele, ele chupando os mamilos enquanto eu metia pra cima e pra baixo, buceta estalando molhada.
- Aaaahhh Lucas... sua pica tá me matando de prazer... fode a mamãe... goza de novo... enche mais...
Gozei duas vezes em cima dele, corpo tremendo, depois ele me virou, me fodeu de lado, perna no ar, metendo fundo, dedo no cu ao mesmo tempo.
- Porra mãe... você é viciante... sua buceta não solta minha pica... aaaahhh vou gozar de novo!
Gozou dentro de novo, mais porra quente jorrando, transbordando tudo. Ficamos suados, cheirando a sexo, porra escorrendo de mim, ele ainda dentro.
- Mãe... isso foi insano. Eu sempre quis foder você pelada pela casa.
- E agora você fode, filho. Toda vez que eu andar pelada, você pode chegar, tirar a roupa e enfiar essa pica onde quiser. Buceta, cu, boca... tudo seu. E eu tiro mais fotos pra você... fotos da mamãe gozada, buceta aberta, porra escorrendo... quero que você goze olhando pra elas.
Ele sorriu, beijou meu pescoço, mão apertando minha bunda.
- Combinado, mãe. Agora levanta... quero foder seu cu de novo enquanto você manda mais fotos pro meu celular.
Eu me levantei devagar, porra escorrendo pela perna, me virei, abri a bunda com as duas mãos, cu ainda aberto do pau dele.
- Enfia, filho... fode o cu da mamãe de novo... e filma tudo... quero ver depois.
Ele pegou o celular, filmou enquanto enfiava a pica no cu de novo, metendo devagar pra câmera, depois mais forte. Eu gemia alto pro vídeo.
- Aaaahhh porra, filho... fode o cu da mamãe... filma a pica entrando... porraaa, que delícia... goza no cu agora... enche tudo!
Ele filmou até gozar de novo, porra jorrando dentro do cu, escorrendo quando ele tirou. Depois me virou, filmou a buceta e o cu gozados, depois filmou eu chupando a pica suja de porra e mel.
- Manda isso pro meu celular também, mãe. Quero bater punheta todo dia olhando pra você sendo puta da pica do filho.
Eu mandei tudo. Depois tomamos banho juntos, ele me fodeu de pé no box, água caindo, pica entrando e saindo da buceta enquanto eu gemia ecoando no banheiro.
- Porra, Lucas... você não para... mamãe tá viciada na sua pica... fode mais... goza de novo...
Gozou na minha boca dessa vez, eu engoli tudo, olhando pra ele.
- Delícia... gosto da porra do meu filho.
Passamos o resto da tarde fodendo pela casa inteira. Na cozinha, ele me comeu em cima da mesa, buceta na altura da pica dele. Na varanda, de quatro olhando a rua, ele metendo no cu enquanto eu gemia baixo pra não vizinho ouvir. No quarto dele, eu sentei na cara dele, buceta na boca enquanto chupava a pica de novo.
- Chupa o grelinho da mamãe enquanto eu engulo sua pica... porra, que 69 gostoso... filho safado... lambe tudo...
Gozei na cara dele, ele lambeu tudo, depois me fodeu de bruços na cama dele, cheirando o travesseiro dele enquanto ele metia forte.
- Fode a mamãe na sua cama... usa o buraco que te pariu... porraaa, filho, você é o melhor pau que eu já tive!
Ele gozou mais uma vez, porra jorrando na minha bunda e nas costas. Ficamos abraçados, suados, cheios de porra e mel.
- Mãe... isso mudou tudo. Agora toda vez que você andar pelada eu vou foder você. Pode contar com isso.
- E eu vou andar pelada todo dia, filho. Quero sua pica sempre pronta pra mim. E mais fotos... quero fotos nossas fodendo... quero que você goze nas fotos e mande pra mim... quero ser a mãe puta do filho safado pra sempre.
Ele riu, beijou minha testa, mão descendo pra minha buceta inchada e sensível.
- Então prepara essa buceta, mãe. Porque a família volta só amanhã... e eu ainda não terminei de foder você hoje.
Eu abri as pernas de novo, puxando a pica dele pra dentro.
- Então enfia logo, filho... fode a mamãe a noite inteira... usa todos os buracos... goza onde quiser... eu sou sua agora.
E ele enfiou. De novo. E de novo. E de novo. Até a gente desmaiar de tanto gozar, corpos colados, cheirando a sexo, porra seca na pele, sorrindo sacanas um pro outro.
A partir daquele dia, sempre que a família saía, eu andava pelada pela casa de propósito. E meu filho chegava, via a mamãe exposta, tirava a roupa e fodia ela até não aguentar mais — buceta, cu, boca, peitos, tudo. Eu tirava fotos, ele filmava, a gente gozava junto, e eu mandava tudo pra ele pra ele bater punheta quando quisesse.
Era nossa putaria particular. Mãe e filho. Pelados. Fodendo. Sem limites. Sem parar.
E eu nunca mais quis vestir roupa quando ficava sozinha com ele. Porque a pica do meu filho era viciante. E a buceta da mamãe era dele pra sempre.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu filho ama me ver pelada!

Codigo do conto:
261241

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/05/2026

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