Na festa do pijama, meu irmão me comeu e depois comeu minhas amigas!
Era fim de tarde, o sol já baixando e pintando a sala de um laranja quente que entrava pelas cortinas semiabertas. Eu e minhas amigas estávamos numa festa do pijama que tinha virado putaria total. Éramos eu, a Brittany minha melhor amiga loira gostosa de peitos enormes e bunda empinada, a Julia morena curvilínea com buceta carnuda e quadris largos, a Natasha magrinha asiática de peitos perfeitos e o Colby, o crush dela que já tinha sumido pro quarto com ela depois de uma pegação braba. Tínhamos bebido pra caralho: garrafas de vodka, uísque e cerveja vazias espalhadas pelo tapete macio e fofinho onde a gente se amontoava perto do sofá grande. Eu estava de pijama curto de cetim rosa transparente, a blusinha fina mal segurando meus peitos médios firmes, os mamilos duros como pedras cutucando o tecido. Minha calcinha fio dental preta tinha sumido entre as dobras da buceta raspada e inchada, já molhada pra porra só de imaginar o que ia rolar. Brittany usava uma camisola curtíssima que subia toda hora mostrando a bunda redonda e a calcinha branca molhada no meio. Julia de short jeans de pijama que marcava o volume carnudo da buceta. Natasha já tinha ido, mas a gente ainda ouvia os gemidos dela no quarto com o Colby. Meu irmão Lucas estava no quarto dele jogando videogame, mas a gente sabia que ele escutava tudo. Brittany, já bêbada e com os olhos brilhando de safadeza, bateu palma e gritou: - É hora de verdade ou desafio, suas putas! Shot de vodka depois de cada rodada pra esquentar essa buceta e essa pica toda! A gente concordou rindo alto, já tontas, corpos quentes, bucetas latejando. Começamos com verdades, sentadas no tapete, pernas abertas, mostrando tudo sem vergonha. - Brittany, conta como foi seu primeiro beijo - pedi, já sentindo o álcool subir na cabeça. - Foi com um babaca da escola aos catorze, porra! Ele babava tudo, parecia que tava lambendo um sorvete derretido, língua grossa e sem jeito, mas eu já tava molhada pra caralho e deixei ele enfiar dois dedos na minha buceta virgem enquanto a gente se beijava! - ela respondeu, rindo, tomou o shot e a vodka escorreu pelo decote, pingando direto nos mamilos rosados que ela deixou à mostra. Minha vez: - E você, Larissa, com quem perdeu a virgindade? - Brittany me cutucou, a mão dela já escorregando na minha coxa. - Com meu ex aos dezessete, na casa dele, num sofá velho. Doeu pra porra no começo, a pica dele fina mas comprida rasgando minha buceta apertada, sangue misturado com porra quando ele gozou dentro sem camisinha. Depois ficou gostoso pra caralho, eu gozei gritando e ele meteu até o fundo! - respondi, minha buceta pulsando só de lembrar, tomei o shot e senti o fogo descer até entre as pernas. Julia contou detalhado: - Perdi com meu professor particular, um cara de quarenta anos. Ele chupou meu grelinho inchado até eu gozar na boca dele, lambendo tudo, depois enfiou a pica grossa grossa na minha buceta virgem e gozou litros dentro, me deixando a buceta transbordando porra quente que escorria pela bunda! Natasha (antes de ir) tinha dito: - Meu primeiro namorado lambeu meu cu e minha buceta antes de meter, foi rápido mas eu gozei tanto que quase desmaiei! Colby ria, o volume no short dele já gigante. As verdades esquentaram pra caralho, todas gemendo baixo, mãos tocando bucetas por cima da roupa, mamilos duros, o cheiro de excitação e álcool no ar. - Chega de merda de verdade, vamos de desafio agora! - Brittany anunciou, já com a mão dentro da calcinha se dedando devagar. Primeiro desafio dela: - Natasha e Colby, se beijem agora com língua pra caralho, mão na bunda e tudo, dois minutos inteiros! Natasha corou mas Colby puxou ela pro colo, bocas se chocando, línguas se enroscando molhadas, mãos apertando a bunda dela, ela gemendo no beijo: - Mmmh... caralho, que delícia... - Nós assistíamos, excitadas pra porra, Brittany esfregando o grelinho, Julia mordendo o lábio, eu sentindo minha buceta jorrar fluido quente na calcinha. Depois dos dois minutos Brittany gritou: - Agora vão pro quarto foder, porra! A gente quer privacidade pra nossa putaria aqui! Eles riram, Natasha com as pernas bambas e buceta molhada escorrendo pela coxa, e sumiram pro quarto. Agora éramos só eu, Brittany, Julia e meu irmão ainda trancado no quarto dele. A gente tava louca de tesão, bêbadas, corpos suados, bucetas inchadas e pingando. Julia olhou pra Brittany com cara de safada: - Brittany, eu te desafio a ir no porão pegar uns petiscos e trazer meu irmão Lucas pra jogar com a gente, provocando ele pra caralho! E no meio do caminho você mostra o peito pra ele, deixa ele duro como pedra! Brittany sorriu, já levantando a camisola: - Porra, adoro! Vou fazer ele querer foder a gente toda, especialmente a irmãzinha dele! Ela desceu as escadas pro porão (onde a gente guardava os petiscos), mas na verdade foi direto pro quarto do Lucas. Demorou bastante tempo, uns quinze minutos cheios de risadas abafadas e gemidinhos. Quando voltou, trazendo Lucas pela mão, ele já estava com uma ereção monstruosa marcando o short de moletom cinza, a pica grossa de quase vinte centímetros latejando, cabeça roxa aparecendo pela cintura do short. Brittany riu alto, os peitos balançando livres (ela tinha mostrado tudo pra ele lá em cima): - Olha só o que eu fiz, meninas! Levantei a blusa e falei - Olha esses tetões grandes, Lucas, quer chupar os mamilos da sua irmã das amigas? - e ele ficou assim, com a pica dura pra porra, pingando pré-gozo! Lucas entrou na sala, olhos famintos varrendo nossos corpos semi-nus, a pica pulsando visível. - Que porra é essa, vocês estão todas loucas de bêbadas? - ele disse, mas a voz rouca de tesão, sem conseguir disfarçar o olhar fixo na minha buceta marcada na calcinha molhada. Brittany sentou colada nele no tapete, a bunda encostando na perna dele, sentindo a pica dura contra a coxa. - Vamos jogar Jenga de strip! Quem derrubar a torre perde uma peça de roupa. Acessórios não contam, pares são um item só. E meu irmão aqui insiste que é três contra um: ele escolhe o que a gente tira quando perde! Nós protestamos juntas: - Não, porra, isso é trapaça, ele vai nos deixar peladas em cinco minutos! - gritei, mas já rindo, o álcool falando mais alto. - Tá bom, mas a gente vai te deixar pelado também, Lucas! - Julia completou. Depois de mais dois shots de vodka, a gente cedeu. A torre de Jenga foi montada no meio do tapete macio. Regras claras: tira bloco com cuidado, se cair, perde roupa. Lucas sorria safado, já tirando o short por cima da cueca, a pica marcando forte. Começamos as rodadas, e eu vou contar TUDO com detalhes porque foi insano. Rodada 1: Julia puxou um bloco do meio devagar, mãos tremendo de álcool, a torre balançou mas ficou firme. Ninguém perdeu. Shot. Rodada 2: Brittany tirou um de cima, língua pra fora de concentração, peitos balançando, Lucas olhando fixo pros mamilos dela. Ficou. Shot. Rodada 3: Eu puxei um de baixo, meus dedos escorregando no bloco, torre wobblou pra caralho, eu gritei: - Ai caralho, quase cai, porra! - Quase, mas ficou. Shot, o álcool queimando e descendo direto pra buceta. Rodada 4: Lucas puxou fácil, sorrindo. Rodada 5: Julia derrubou ao tentar tirar um bloco lateral. Torre caiu com barulho. Lucas riu malicioso: - Tira o short agora, Julia, quero ver essa buceta carnuda pingando! Julia levantou devagar, tirou o short, ficou de calcinha fina branca que tinha sumido entre os lábios inchados da buceta, um filete de fluido escorrendo pela coxa. - Gosta, Lucas? Quer lamber essa buceta molhada? - ela provocou, abrindo as pernas. Shot. Rodada 6: Brittany derrubou de propósito quase, rindo. Lucas: - Tira a camisola, sua loira safada, mostra esses tetões grandes que você mostrou pra mim no quarto! Brittany levantou a camisola devagar, peitos enormes saltaram livres, mamilos rosados duros, ela balançou eles na cara dele: - Chupa, Lucas? Ou quer que eu enfie sua pica entre eles depois? Ele ajustou a pica na cueca, pré-gozo molhando o tecido. Shot. Rodada 7: Eu derrubei tentando um bloco alto. Lucas olhou direto pra mim, irmã dele: - Tira a blusa, irmã safada, e depois a calcinha também. Quero ver esses peitinhos e essa buceta da família! Eu levantei devagar, tirei a blusa, peitos à mostra, mamilos duros. Depois tirei a calcinha fio dental, minha buceta lisa, grelinho inchado e brilhando de molhado apareceu pra todos. Lucas lambeu os lábios: - Porra, que buceta gostosa, irmã... As meninas gritaram excitadas. Shot. Rodada 8: Lucas derrubou de brincadeira. Brittany: - Tira a cueca, Lucas, mostra essa pica monstruosa pra gente! Ele tirou, a pica grossa de quase vinte centímetros saltou livre, veias saltadas, cabeça roxa brilhando com pré-gozo, bolas pesadas. O cheiro masculino forte encheu a sala. - Caralho, que pica grossa pra porra! - gritou Julia, já dedando a buceta. Rodada 9: Brittany derrubou de novo. Lucas: - Tira a calcinha, Brittany, mostra essa buceta loira! Ela tirou, buceta raspada com um filete de pelos loiros, lábios inchados pingando. Rodada 10: Julia derrubou. Lucas: - Tira a calcinha também, Julia, quero ver tudo! Agora todas peladas menos Lucas de cueca (mas já sem). Continuamos assim por mais rodadas, a torre caindo várias vezes, roupas voando, shots sendo tomados, corpos cada vez mais nus e excitados. Em uma rodada eu quase gozei só de ver Lucas escolher: - Tira tudo, irmã, fica peladinha pra mim! A torre caiu de vez depois de uns doze rounds cheios de tensão, mãos escorregando, risadas, provocações. Agora éramos quatro pelados no tapete: eu, Brittany, Julia e Lucas com a pica latejando. O clima explodiu. Brittany ajoelhou na frente dele primeiro: - Deixa eu chupar essa pica grossa, Lucas! - Ela engoliu a cabeça roxa, língua lambendo as veias, boquete barulhento, cuspe escorrendo pelo pau dele. Lucas gemia: - Porra, chupa fundo, sua puta! Mas ele olhou pra mim, a irmã: - Agora vem cá, irmã safada, vou foder você primeiro, bem na frente das suas amigas! Ele me puxou pro sofá, me jogou de costas, abriu minhas pernas largas, esfregou a cabeça grossa da pica na minha buceta molhada, o grelinho latejando de tesão. - Porra, que buceta quente e apertada, irmã! Tá pingando pra caralho! Ele enfiou tudo de uma vez, a pica grossa esticando minhas paredes, doendo gostoso, batendo no fundo. Eu gritei desesperada: - Ahhhh! Porra, Lucas, sua pica é enorme, tá rasgando minha buceta! Enfia tudo, irmão do caralho! Ele começou a meter forte, vaivém rápido e bruto, as bolas pesadas batendo na minha bunda, o som molhado de pica na buceta ecoando alto na sala: ploc ploc ploc. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, mamilos roçando no peito dele. Eu gemia sem parar: - Mais forte, porra! Fode essa buceta da sua irmãzinha, mete até o saco! As amigas assistiam se masturbando: Brittany dedando fundo na buceta, Julia chupando os próprios mamilos e gemendo. Lucas metia sem parar, suando, o pau brilhando com meus fluidos. Eu gozei gritando: - Gozei, caralho! - meu squirt jorrando molhando o pau dele e o sofá. Ele continuou metendo mais uns dez minutos, descrevendo cada coisa: - Olha como sua buceta aperta minha pica, irmã... tá latejando gostoso... vou gozar dentro dessa buceta apertada! Ele explodiu, jorrando litros de porra quente grossa direto no fundo da minha buceta, enchendo tudo, transbordando, a porra branca escorrendo pela minha bunda e coxas. - Gozei dentro, porra! Toma toda essa porra do seu irmão! Ele tirou a pica devagar, minha buceta escorrendo porra quente, latejando, vazia mas ainda pulsando. Agora a parte que eu mais queria: anal. Ele me virou de quatro no sofá, cuspiu no meu cu apertado e rosado, esfregou a cabeça da pica suja de porra na entrada. - Não, no cu não, dói pra caralho, Lucas! - eu gritei, mas já rebolando a bunda, excitada pra porra. Ele forçou, a cabeça grossa esticando o anel do cu, doendo pra caralho no começo, eu chorei: - Ai ai ai, que dor, porra, tá rasgando meu cu! Mas ele foi fundo devagar, a pica quente preenchendo meu intestino apertado, a dor virando prazer misturado quando ele começou a mexer devagar. Eu gemi mudando o tom: - Ahhh... agora tá gostoso pra porra... mete no cu da sua irmã, fode forte! Ele acelerou, metendo bruto no cu, cada estocada fazendo meu corpo tremer, grelinho sendo esfregado pela mão dele. Eu gozei forte com o pau no cu: - Gozei de novo, porra! - o corpo convulsionando, buceta jorrando mais fluido. Então veio o que você pediu, bem detalhado e repetido várias vezes pra intensidade. Lucas começou a tirar o pau devagar do meu cu, quase saindo a cabeça roxa. Eu rebolei a bunda forte, balançando gostoso, e soltei um peido alto e molhado: - Prrrt! - Um pouco de merda saiu junto com o pau, sujando a cabeça da pica de marrom claro, o cheiro de sexo sujo enchendo o ar. Enquanto eu peidava e rebolava, ele riu safado e voltou a meter forte pra dentro: - Que safada do caralho, peidando e cagando no pau do irmão! Toma de novo, porra! Ele tirou de novo devagar, eu rebolei mais forte, outro peido mais alto: - Prrrt prrrt! - e mais um pouco de merda saiu, escorrendo pela minha bunda. Eu gemi de prazer misturado com vergonha gostosa: - Ai que delícia suja, porra! Ele meteu forte de novo, a pica suja entrando até o fundo, lubrificando de forma nojenta e gostosa ao mesmo tempo. Repetiu isso umas dez vezes: tira devagar, eu rebolo twerkando a bunda, peido alto e cago um pouco mais, ele volta metendo bruto, cada vez mais forte, minha bunda fazendo barulho molhado, merda e porra misturando, o cu latejando de dor e prazer insano. Eu me acabava de gozar toda vez: - Gozei gozei gozei, caralho! Mais! As amigas comentavam: - Olha a irmã cagando no pau do irmão, que incesto nojento e gostoso pra porra! - Brittany gritava dedando forte. Depois de muitas retiradas e metidas brabas, Lucas estava perto. Ele meteu fundo no cu uma última vez, segurou minhas cadeiras e gozou forte: - Gozando no seu cu, irmã safada! Toma toda essa porra quente no intestino! Jorrou litros de porra grossa e quente bem fundo no meu cu. Eu explodi em orgasmo insano, gritei alto, chorei de tanto prazer e intensidade: - Ahhhhhh! Gozei gozei! Chorando muito, porra chorando de tanto gozar! Meu corpo tremeu inteiro, cu apertando o pau dele, buceta jorrando, e quando ele tirou o pau finalmente, a porra branca grossa expeliu pra fora junto com peidos molhados e mais um pouco de merda, escorrendo tudo pela minha bunda, coxas e sofá. Eu caí exausta, tremendo, chorando de gozo, cu latejando, porra e merda escorrendo, as amigas aplaudindo e gozando junto. - Que porra gostosa, incesto pra caralho! - gritou Julia gozando na mão. Ficamos ali suados, cheios de porra, merda e gozo, rindo e gemendo baixinho, o cheiro de sexo sujo e álcool no ar. Meu irmão Lucas me beijou na boca: - Boa garota, irmã... da próxima a gente faz de novo, com mais merda e tudo. Após Lucas ter me fodido o cu até gozar litros de porra quente bem fundo, me fazendo gritar, gozar e me cagar rebolando gostoso enquanto a merda e a porra escorria pela minha bunda suja, ele se levantou com a pica ainda monstruosamente dura, latejando, pingando porra misturada com resquícios de merda da minha bunda. Eu estava caída no sofá, tremendo, o cu latejando e vazando, mas ainda molhada de tesão vendo tudo. Ele olhou para Brittany e Júlia, que estavam peladas, se dedando loucamente no tapete, as bucetas inchadas e pingando, os grelinhos latejando, gemendo como putas no cio só de assistir a putaria incestuosa. - Vocês viram como eu comi minha irmã safada? Agora é a vez de vocês duas levarem a mesma foda insana, sem piedade, com a mesma fúria que eu usei nela! Vou fazer vocês gozarem gostoso pra caralho na buceta e depois vou comer o cu de cada uma até gozar dentro, enchendo de porra quente. E se elas gritarem que vão cagar... foda-se, eu gozo mesmo! - rosnou ele, a voz grossa de tesão, a pica apontada para as duas. Ele atacou primeiro a Brittany, a loira gostosa de peitos enormes e bunda empinada. Lucas a jogou de quatro no sofá ao meu lado, agarrou os quadris dela com força e enfiou a pica grossa na buceta molhadinha dela com uma estocada só, violenta, fazendo ela gritar alto: - Ahhhhh caralho! Sua pica é gigante pra porra, Lucas, tá me rasgando a buceta todinha! Enfia tudo, fode forte como fodeu sua irmã! Ele começou a meter com a mesma insanidade: vaivém bruto, rápido, profundo, as bolas pesadas batendo na bunda dela com som molhado “ploc ploc ploc ploc”, a pica entrando até o fundo e saindo brilhando com os fluidos dela. Ele segurava os peitos dela, apertava os mamilos, puxava o cabelo loiro dela para trás enquanto metia como um animal. Brittany rebolava gostoso, gemendo desesperada: - Ai ai ai, que delícia, mete até o saco, fode essa buceta como se fosse da sua irmã! Tô gozando, porra! Ela gozou gostoso, o corpo inteiro tremendo, a buceta apertando forte a pica dele, esguichando um jato quente de squirt que molhou o pau e as bolas de Lucas. Mas ele não parou. Continuou metendo sem piedade, esfregando o grelinho inchado dela com os dedos grossos, batendo na bunda dela com a mão aberta. Brittany gozou de novo em menos de um minuto, gritando mais alto, as pernas bambas: - Gozei de novo, caralho! Sua pica tá me matando de tanto me fazer gozar, tô toda molhada! Depois de fazer Brittany gozar gostoso duas vezes na buceta, Lucas tirou a pica brilhando e posicionou no cu apertado e rosado dela. Cuspiu direto no cu, esfregou a cabeça grossa e enfiou devagar no começo, esticando o anel, fazendo Brittany gemer: - Ai que doer gostoso no cu! Enfia, fode meu cu forte! Logo ele meteu com fúria total, o mesmo ritmo insano, estocadas brutais que faziam o cu dela se abrir e fechar ao redor da pica grossa, o som sujo e molhado ecoando na sala. Ele fodia o cu dela como se quisesse rasgar, segurando firme, metendo até o saco. Brittany rebolava um pouco, gemendo alto, mas quando Lucas acelerou, sentindo a porra subir, ela começou a gritar desesperada, olhando para trás com cara de pânico e tesão: - Não goza dentro do meu cu, Lucas! Por favor, eu vou cagar se você encher ele de porra! Eu tô sentindo que se você gozar agora eu vou peidar alto e cagar tudo rebolando gostoso, não faz isso, eu vou me cagar todinha! Ai ai ai, para, não enche! Lucas riu sádico, sem se importar nem um pouco, segurou os quadris dela com mais força e gozou com tudo dentro do cu apertado dela: - Foda-se, toma no cu, sua vadia safada! Goza com a porra quente enchendo seu intestino! Ele jorrou litros e litros de porra grossa, quente e espessa bem fundo no cu de Brittany, enchendo ela completamente, o cu latejando ao redor da pica enquanto a porra transbordava um pouco. Brittany explodiu em um orgasmo insano, misturando prazer e desespero, o corpo convulsionando: - Ai meu Deus, tô gozando e você gozou dentro, eu vou cagar, porra! Lucas tirou o pau devagar. Brittany imediatamente começou a rebolar a bunda gostoso, balançando deliciosamente como uma puta no cio, a bunda tremendo, soltando peidos molhados e barulhentos “Prrrt! Prrrt prrrt!”, e a merda marrom clara começou a sair misturada com a porra branca grossa, escorrendo pela bunda dela, pelas coxas, pingando no sofá e no tapete. Ela gritava sem parar, rebolando mais forte: - Tô cagando, caralho! Rebolando gostoso enquanto cago com o cu cheio de porra do Lucas! Gozei tanto, tô toda suja de merda e porra quente, que delícia nojenta e gostosa! Ela continuou rebolando sem parar, a bunda se mexendo gostoso, a merda saindo mais enquanto ela gozava de novo, as pernas tremendo, o corpo mole mas a bunda rebolando como se pedisse mais. O cheiro de porra e merda misturado enchia a sala, e eu assistia tudo excitada pra caralho, meu próprio cu ainda vazando. Depois de acabar com Brittany, toda cagada e rebolando no sofá, Lucas se virou para Júlia, que já estava de quatro implorando, a buceta pingando no chão. - Agora eu, Lucas! Me come igual, me faz gozar gostoso e depois enche meu cu também! Lucas não perdeu tempo. Jogou Júlia de quatro ao lado de Brittany, enfiou a pica na buceta dela com a mesma violência insana, metendo forte, rápido, profundo. Júlia gritava: - Ahhhhh porra, sua pica tá me fodendo gostoso pra caralho! Enfia tudo, fode forte! Ele fodeu a buceta dela com fúria, segurando os quadris, batendo na bunda dela, esfregando o grelinho. Júlia gozou gostoso duas vezes, esguichando, gritando alto, o corpo tremeu inteiro, chamando ele de “fodão” e “irmão da puta safada”. Depois de fazer Júlia gozar gostoso na buceta, Lucas tirou a pica e mirou no cu dela. Cuspiu, enfiou, e fodeu o cu de Júlia com a mesma insanidade: estocadas brutais, pau entrando até o fundo, o cu dela se abrindo e fechando, o som sujo ecoando. Júlia gemendo alto, rebolando um pouco. Quando Lucas acelerou para gozar, Júlia sentiu e começou a gritar desesperada, igual à Brittany: - Não enche meu cu de porra, Lucas! Eu vou cagar se você fizer isso, eu vou me cagar rebolando gostoso, por favor não goza dentro, eu tô quase peidando já, eu vou cagar tudo! Ai caralho, se você gozar eu vou cagar rebolando! Lucas, sem se importar, riu e gozou com tudo dentro do cu de Júlia: - Toma no cu também, sua puta! Goza com a porra quente no seu intestino! Ele encheu o cu de Júlia de porra quente, jorrando litros, o cu dela apertando ao redor da pica enquanto ele gozava. Júlia gozou forte, gritando, e quando Lucas tirou o pau devagar, ela começou a rebolar a bunda gostoso, balançando deliciosamente, peidando alto “Prrrt prrrt!” e se cagando, a merda saindo misturada com a porra branca, escorrendo pelas coxas dela. - Tô cagando, porra! Gozei gostoso enquanto o cu enche de porra e eu cago rebolando! Que insanidade, tô toda cagada e gozada! Júlia rebolava sem parar, a bunda tremendo gostoso, a sujeira escorrendo mais enquanto ela gozava de novo, gemendo e gritando, o corpo todo mole mas a bunda se mexendo como se não quisesse parar. Lucas tinha comido as duas com a mesma intensidade insana que me comeu: fodeu as bucetas até elas gozarem gostoso, depois comeu os cus até gozar dentro, ignorando os gritos desesperados, e elas se cagaram rebolando gostoso, balançando as bundas sujas de merda e porra, gozando enquanto se sujavam todas. Eu assistia tudo, exausta, suja, com o cu latejando, mas excitada pra caralho vendo as minhas amigas se acabarem de gozo e sujeira igual a mim. A sala era um caos total de porra, merda, suor e gemidos altos. Lucas olhou para as três, a pica ainda semi-dura, sorrindo: - Agora a gente pode repetir quantas vezes quiser, suas putas cagadas... E a putaria continuou...
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