Me acabando na siririca após ver meu pai comendo minha irmã!
Meu nome é Juliana, trabalho numa linha rodoviária em Camaçari, Bahia e nesse dia eu cheguei em casa por volta das sete da noite, o corpo moído depois de um dia inteiro no balcão da loja, atendendo gente que não sabe o que quer. O ônibus tava lotado, o ar condicionado quebrado, e eu só pensava em tomar um banho quente e desabar na cama. A porta da frente rangeu quando eu abri, como sempre, e o cheiro familiar de casa me acertou: café velho, perfume barato da minha mãe que morreu faz tempo, e... algo mais. Um cheiro forte, úmido, de sexo. Eu parei no corredor, a chave ainda na mão. "Que porra é essa?", pensei, franzindo a testa. Da sala veio o primeiro gemido. Baixo, gutural, de homem. Depois, um suspiro agudo, feminino, quase um miado. "Ai, papai... mais fundo, caralho!" Minha irmã. A voz dela, rouca de tesão, ecoando pelas paredes. Meu estômago deu um nó. Eu devia ter virado as costas, ido pro quarto, fingido que não ouvi nada. Mas não. Meus pés se moveram sozinhos, devagar, colados no chão frio de cerâmica. O coração batia tão forte que eu sentia na garganta. Pela porta entreaberta da sala – a mesma onde a gente assistia novela todo domingo –, eu vi. Lá estavam eles. Meu pai, com 44 anos, o corpo ainda sarado de tanto malhar na academia do bairro, pelado da cintura pra baixo. A camisa aberta, o peito peludo brilhando de suor. E a pica dele... meu Deus, eu nunca tinha imaginado aquilo. Grossa como meu pulso, veias saltadas, a cabeça roxa e inchada, brilhando de cuspe e porra da minha irmã. Ele tava de pé, segurando a cintura dela com as mãos grandes, metendo como um animal. Minha irmã, a Lívia, 19 anos, de quatro no sofá velho de couro, a bunda empinada pra cima, as pernas tremendo. A saia dela tava enrolada na cintura, a calcinha jogada no chão, molhada no meio. Os peitos dela, firmes e redondos, balançavam pra frente e pra trás com cada estocada, os bicos duros roçando no estofado. "Puta que pariu, filha... sua bucetinha tá apertando meu caralho todo", rosnava meu pai, a voz grossa, cheia de tesão proibido. Ele dava tapas na bunda dela, o som ecoando – ploc, ploc –, deixando marcas vermelhas na pele branca. "Toma essa rola grossa, sua putinha safada. Desde que você começou a rebolar pra mim na cozinha, eu sabia que ia te foder assim." Lívia gemia alto, a cara enterrada numa almofada, mas a boca solta: "Ai, papai... fode sua filhinha gulosa! Enfia tudo, caralho! Sua pica é tão grande, tá me rasgando a xoxota... mais, mais! Quero sentir suas bolas batendo no meu cu!" Ela rebolava pra trás, empurrando a bunda contra ele, o cuzinho piscando toda vez que ele saía quase todo. O sofá rangia, o ar tava pesado de suor e cheiro de buceta molhada. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhante de meladinho dela, os fios de porra esticando toda vez que ele puxava. Eu fiquei ali, parada na porta, a mão na boca pra não fazer barulho. Choque puro. Meu pai e minha irmã. Incesto, sacanagem familiar do pior tipo. Mas... caralho. Minha buceta começou a latejar. Senti um calor subindo pelas pernas, a calcinha encharcando rapidinho. Eu tava molhada pra caralho, o clitóris inchando só de olhar. "Que merda é essa? Isso é errado pra porra", pensei, mas não consegui me mexer. Vi ele virar ela de lado, levantar uma perna dela no ombro, e meter de novo, mais devagar agora, esfregando a cabeça do pau no grelo dela. "Olha pra mim, sua vadia. Olha o pau do papai te comendo. Tá gostando de ser a puta da família?" "Sim, papai... eu sou sua puta. Me enche de porra, goza dentro da minha bucetinha apertada. Quero sentir você jorrando, me enchendo com essa sua porra deliciosa, caralho!" Ela ria safada, os olhos vidrados, a mão descendo pra esfregar o próprio clitóris enquanto ele bombava. O som era obsceno: squish, squish, as coxas dela molhadas até os joelhos, o sofá manchado de gozo. Eu recuei devagar, o coração explodindo. Fechei a porta do meu quarto sem fazer barulho, tranquei. Caí de costas na cama, as pernas tremendo. "Não pode ser", murmurava, mas minha mão já tava descendo pela barriga, levantando a saia do uniforme. Tirei a calcinha num puxão, joguei pro lado. Minha buceta tava inchada, os lábios grandes e vermelhos, melando os dedos de uma vez. Eu me toquei devagar no começo, circulando o clitóris, imaginando a cena de novo. "Porra, papai metendo na Lívia... aquela rola enorme esticando a bucetinha dela." Fechei os olhos e me entreguei. Dois dedos entraram fáceis, escorregadios, e eu comecei a meter neles como se fosse o pau dele. "Ahhh... caralho", gemi baixinho, mordendo o lábio. A outra mão apertava meus peitos, beliscando os bicos duros. Eu via tudo em detalhes na cabeça: o jeito que o pau dele brilhava, as veias pulsando, a bunda dele contraindo a cada estocada. "Queria ser eu ali, no lugar dela. Queria sentir essa pica me abrindo, me enchendo de porra quente." Aumentei o ritmo, os dedos voando agora, o polegar no grelo esfregando forte. O quarto encheu do barulho molhado dos meus dedos fodendo minha buceta. "Papai... me fode também. Me faz sua putinha mais nova." Eu tava delirando, o corpo arqueando na cama. Lembrei do som das bolas dele batendo no cu dela, e enfiei um dedo no meu próprio cuzinho, imaginando ele me comendo por trás enquanto a Lívia lambia minha buceta. "Porra, que delícia... eu tô gozando gostoso demais pensando neles", sussurrei, os quadris rebolando no ar. O primeiro orgasmo veio forte, me fazendo tremer inteira. Suco escorreu pelos meus dedos, molhando o lençol. Mas eu não parei. Virei de bruços, a bunda pra cima, fingindo que era o sofá. Três dedos agora, metendo fundo, o braço doendo de tanto esforço. "Toma, filha... toma o caralho do pai na sua xana gulosa", eu imitava a voz dele na minha cabeça, rouca de tesão. Pensei na Lívia gozando, os olhos revirando, e eu gozei de novo, mais forte. "Aiiiii, caralho! Papai, enche minha buceta!" O corpo convulsionou, as pernas se abrindo no ar, gozo espirrando um pouco. Eu tava suada, ofegante, o quarto cheirando a mim agora. Mas a imagem não saía. Eu me sentei na beira da cama, abri as pernas pro espelho do armário, e me olhei: buceta vermelha, inchada, os lábios abertos como uma flor molhada. Comecei de novo, devagar, descrevendo pra mim mesma: "Olha como ela tava apertada nele... imagina ele me pegando assim, me chamando de filhinha safada." Eu rolei na cama, de lado, uma perna levantada, metendo os dedos como se fosse ele me virando. "Fode, papai, fode mais, fode! Rasga minha xoxota!" Os gemidos escapavam agora, mais altos, mas eu não ligava. O terceiro orgasmo veio devagar, um vulcão subindo, me deixando zonza. Eu mordi o travesseiro, o corpo todo tremendo, gozo escorrendo pelas coxas. Quando acabei, fiquei lá, deitada, o peito subindo e descendo. A casa tava em silêncio agora – eles deviam ter terminado. Mas eu não conseguia parar de sorrir, safada. "Amanhã eu finjo que não vi nada. Mas hoje... porra, eu quero mais." E me toquei de novo, leve, só pra prolongar o tesão. Porque agora, toda vez que eu olhasse pro meu pai, ia lembrar daquela rola. E da buceta da minha irmã, aberta pra ele.
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