Eu nunca tinha olhado pra minha mãe com segundas intenções, juro por Deus. Pra mim ela era só a dona de casa gostosa de 46 anos que cuidava da gente, com aquele corpo que fazia os caras da rua virar o pescoço. Peitão enorme, daqueles que balançam quando ela anda de regata fina, cintura fina e bunda empinada que esticava qualquer short. E nas costas, bem no meio da lombar, uma tatuagem grande de uma rosa vermelha com espinhos, que eu só via quando ela usava biquíni na piscina. Mas tudo mudou faz mais ou menos um ano. Eu tava limpando o armário velho do quarto de hóspedes, jogando fora tralha que o padrasto nem lembrava mais. No fundo, atrás de umas caixas de sapato mofadas, achei um HD externo preto, daqueles antigos. Curiosidade bateu forte. Levei pro meu quarto, pluguei no notebook e abri. Caralho, mais de 150 arquivos. Fotos e vídeos dela. Pelada. Completamente nua. Minha mãe, a mesma que me dava beijo na testa de manhã, posando de quatro, de pernas abertas, apertando aqueles peitões com as mãos, buceta depilada brilhando, cu piscando pra câmera. Em uma foto ela tava de costas, a tatuagem da rosa vermelha bem visível, bunda aberta mostrando tudo. Meu pau já tava duro só de olhar as fotos. Cliquei num vídeo. O título era “Boquete invertido – 2023”. Apertei play e o mundo parou. Era ela, de cabeça pra baixo na beira da cama, cabelo loiro caindo no chão, boca aberta engolindo a pica grossa do meu padrasto até o talo. Saliva escorrendo pelo rosto, olhos lacrimejando, garganta fazendo barulho de engasgo enquanto ele metia fundo, segurando a cabeça dela. - Toma essa pica toda, sua vadia gostosa – ele rosnava no vídeo. Ela gemia abafado, língua lambendo as bolas dele de baixo pra cima, cuspe pingando no chão. A câmera pegava de perto: a buceta dela molhada, pingando, dedinhos abrindo os lábios enquanto chupava. Meu pau latejava tanto que eu tirei pra fora e bati uma punheta ali mesmo, gozando em menos de dois minutos vendo minha própria mãe engolir porra até o fim do vídeo. Daquele dia em diante eu só pensava nela. Toda vez que ela passava pela sala de shortinho curto, peitão balançando livre por baixo da blusa, eu imaginava aquela boca gulosa no meu pau. Toda noite eu abria o HD escondido e batia mais uma, fantasiando que era eu metendo na garganta dela de cabeça pra baixo. Eu queria aquilo. Queria foder minha mãe gostosa, queria sentir o gosto da buceta dela, queria gozar dentro daquele cu tatuado nas costas. O padrasto viajava muito a trabalho. Uma quinta-feira ele avisou que ia passar quatro dias em São Paulo. Minha mãe ficou sozinha em casa comigo. Eu sabia que era a hora. Passei o dia todo nervoso, pau semi-duro só de pensar. À noite, depois do jantar, ela tava na sala de robe de seda preto, curto, mal cobrindo as coxas grossas. Os peitões quase saltando, mamilos marcando o tecido fino. Sentei do lado dela no sofá, coração martelando, criei coragem e resolvi falar sobre o que havia encontrado. - Mãe... eu achei uma coisa sua – falei baixo, voz rouca. Ela virou o rosto, sorrindo inocente no começo. - O que foi, filho? Alguma conta velha? - Não. Um HD. Com fotos e vídeos seus... pelada. E um vídeo bem... safado. O rosto dela ficou vermelho na hora, mas não era só vergonha. Os olhos brilharam. Ela mordeu o lábio inferior e cruzou as pernas, o robe subindo um pouco e mostrando a coxa lisa. - Você... viu tudo? - Vi. Vi você chupando a pica do padrasto de cabeça pra baixo. Vi sua buceta molhada, vi você gemendo como uma puta. E eu... caralho, mãe, eu não paro de pensar nisso. Eu quero fazer o mesmo com você. Quero você de boca cheia na minha pica. Ela ficou em silêncio uns segundos. Depois soltou um suspiro longo, mão descendo pro colo, apertando um dos peitões por cima do robe. - Meu Deus, filho... você ficou excitado com a sua mãe? Isso é tão errado... mas olha pra mim, tô toda molhada só de ouvir você falar assim. Levantei do sofá, pau já duro pra caralho marcando a calça de moletom. Ela olhou direto pra protuberância e lambeu os lábios. - Mostra pra mim. Quero ver se a pica do meu filhote é tão grossa quanto a do seu padrasto. Tirei o moletom e a cueca de uma vez. Meu pau pulou pra fora, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela arregalou os olhos. - Porra... é maior. Mais grossa. Vem cá, senta na beira da cama do meu quarto. Quero te dar exatamente o que você viu no vídeo. Fomos pro quarto dela. Ela tirou o robe devagar, revelando tudo: peitões pesados, mamilos marrons duros, buceta inchada já brilhando de tesão, tatuagem da rosa nas costas quando ela virou de lado. Deitou na cama de barriga pra cima, cabeça pendurada na beira, cabelo loiro caindo até o chão. Abriu a boca e esticou a língua. - Vem, filho. Enfia essa pica grande na garganta da mamãe. Fode meu rosto de cabeça pra baixo como eu fiz com ele. Segurei meu pau pela base e encostei na língua dela. O calor da boca da minha própria mãe me fez gemer alto. Empurrei devagar no começo, sentindo a garganta apertada engolir centímetro por centímetro. Ela gorgolejou, saliva escorrendo pelos cantos da boca, olhos lacrimejando, mas não parou. Segurou minhas bolas e puxou pra frente. - Mais fundo, caralho – ela murmurou entre engasgos. – Enfia tudo, filho. Quero sentir suas bolas batendo no meu nariz. Meti até o talo. O barulho molhado ecoava no quarto. Saliva pingava no chão, fazendo poça. Eu segurava a cabeça dela com as duas mãos e fodia forte, pau entrando e saindo da garganta, vendo o pescoço dela inchar com o volume. Os peitões balançavam pra cima e pra baixo com cada estocada. Ela gemia abafado, mão descendo pra esfregar a buceta, dedos entrando e saindo rápido. - Porra, mãe, sua boca é melhor que qualquer puta. Tô quase gozando... Ela tirou o pau da boca só um segundo, cuspe escorrendo pelo queixo. - Goza na minha garganta, filho. Enche a boca da mamãe de porra quente. Voltei a meter fundo e explodi. Jatos grossos de gozo descendo direto pro estômago dela. Ela engoliu tudo, tossindo um pouco, mas lambendo cada gota que sobrava na cabeça da minha pica. Quando tirei, ela tava com o rosto todo melado de saliva e lágrimas, sorrindo safada. - Agora é minha vez. Deita aqui. Quero que você chupe a buceta da sua mãe. Deitei na cama. Ela subiu em cima de mim, virou de costas, sentou na minha cara com a buceta molhada bem aberta. O cheiro dela era doce e safado ao mesmo tempo. Lambi tudo: lábios grossos, clitóris inchado, enfiando a língua fundo na entradinha apertada. Ela rebolava, gemendo alto. - Isso, filho... lambe a buceta da mamãe. Chupa meu grelo, caralho. Enfia a língua no meu cu também, vai. Abri as nádegas dela e lambi o cuzinho rosado, sentindo a tatuagem roçando minha testa quando ela se mexia. Ela gozou pela primeira vez assim, jorrando na minha boca, corpo tremendo inteiro. Virou de frente, pegou minha pica ainda dura e sentou devagar. A buceta quente engoliu tudo de uma vez, apertada pra caralho. - Ai, que delícia... sua pica abre minha buceta toda, filho. Mais grossa que a do seu padrasto. Me fode forte agora. Segurei aqueles peitões pesados, apertando os mamilos enquanto ela subia e descia, cavalgando como uma louca. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Ela inclinava o corpo pra trás, mostrando a tatuagem da rosa nas costas toda vez que rebolava. - Olha pra minha tatuagem enquanto me fode, filho. Essa rosa é pra machos como você me comerem por trás. Virei ela de quatro. Meti de novo na buceta, segurando o quadril, estocando fundo. Via a tatuagem balançando com cada tapa. Depois passei pro cu. Cuspi na cabeça da pica, encostei no anel apertado e empurrei devagar. Ela gritou de prazer. - Enfia no meu cu, caralho! Rasga o cuzinho da mamãe! Eu adoro pica grossa no rabo. Fodi o cu dela com força, uma mão no cabelo, outra apertando um peitão. Ela gozou de novo, cu piscando apertando meu pau. Eu não aguentei e gozei dentro, enchendo o intestino dela de porra quente. Quando tirei, o cu dela ficou aberto, gozo branco escorrendo pela buceta e pingando na tatuagem. Caímos na cama suados, ofegantes. Ela virou pra mim, mão acariciando meu peito. - Filho... isso foi melhor que qualquer vídeo. Quero repetir todo dia que seu padrasto viajar. Quero que você me foda de cabeça pra baixo de novo, quero engolir sua porra toda manhã, quero que você encha minha buceta e meu cu até vazar. Você é meu macho agora. Eu sorri, pau já começando a endurecer de novo só de ouvir. - Pode deixar, mãe. Essa pica é toda sua. E essa buceta tatuada vai ser minha pra sempre. A noite mal tinha começado. Eu ainda ia comer ela mais três vezes antes do sol nascer: uma no chuveiro, com ela de joelhos chupando enquanto a água caía nos peitões; outra no sofá da sala, ela cavalgando de frente pra eu morder os mamilos; e a última de manhã cedo, de ladinho, metendo devagar enquanto ela sussurrava safadezas no meu ouvido. - Nunca mais vou olhar pra você como mãe normal – eu disse no final, beijando a tatuagem das costas dela. - Ótimo – ela respondeu, sorrindo safada. – Porque agora eu sou sua putinha e quero ser sempre, meu filho. E você é o dono dessa buceta, dessa boca e desse cu. E assim começou a nossa putaria secreta. Todo vídeo que eu via no HD agora era só ensaio pro que a gente fazia ao vivo. Minha mãe gostosa tinha virado minha maior obsessão. E eu, finalmente, tinha realizado o sonho que começou com aquele HD escondido no armário.
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