A briga com a minha mãe foi feia pra porra. Eu tinha chegado tarde de novo, o relógio já batia meia-noite e meia, e ela me esperava na sala com aquela cara de decepção que cortava mais que faca. - Você tá virando uma vadiazinha de rua, hein? – ela cuspiu, os olhos cheios de raiva. - Chega tarde, mente, e eu aqui me matando pra te criar direito. Você é uma decepção ambulante, menina. Eu senti o peito apertar, as lágrimas subindo quente. Corri pro meu quarto, bati a porta com tanta força que a parede tremeu, e me joguei na cama chorando feito criança. O travesseiro ficou molhado rapidinho. Foi aí que a porta abriu devagar. Meu padrasto, o homem que eu chamava de pai desde os dez anos, entrou quietinho, o rosto preocupado. Ele sentou na beira da cama, me puxou pro colo sem dizer nada no começo. Seus braços eram quentes, fortes, daquele jeito que sempre me fazia sentir segura quando o mundo desabava. - Shhh, calma, minha filha... ela não quis dizer isso de verdade – ele murmurou baixinho, a mão grande acariciando minhas costas. Eu enterrei o rosto no peito dele, sentindo o cheiro de sabonete e suor leve do dia de trabalho. As lágrimas escorriam sem parar. Ele enxugou meu rosto com o polegar, devagar, e depois... o beijo na testa. Mas não foi daqueles rápidos. Demorou. Os lábios dele ficaram ali, quentes, pressionando mais. Meu coração acelerou. Eu levantei o olhar, os olhos ainda molhados, e ele me olhou de um jeito que nunca tinha visto. - Você é uma boa menina... tão linda – ele sussurrou. E aí veio. O beijo na boca. De leve no começo, só os lábios roçando, mas eu retribuí. Estava machucada pra caralho, precisava daquilo. A língua dele entrou devagar, explorando, e eu gemi baixinho na boca dele. As mãos dele desceram, deslizando por baixo da minha blusa fina. Apertou meus peitos primeiro de leve, sentindo os bicos endurecerem na palma. Depois com mais força, apertando, massageando. - Caralho, você tá tão macia... – ele rosnou contra meus lábios. Eu já estava molhada pra valer. Ele puxou meu short pra baixo junto com a calcinha, sem pressa, os dedos grossos roçando minhas coxas. A mão dele passou direto na minha buceta, sentindo a umidade quente. - Olha só como você tá encharcada, filha... toda molhadinha assim e aqui só pra mim – ele disse, a voz rouca. Afastou os lábios da minha buceta com dois dedos e passou o dedo médio bem devagar por cima do grelinho inchado. Eu arfei, agarrando os ombros dele. Ele enfiou um dedo fundo, curvando bem pra acertar aquele pontinho que me fazia ver estrelas. Depois outro dedo, abrindo minha buceta devagar, fodendo com ritmo. O polegar esfregava meu grelinho em círculos rápidos. - Ahhh... pai... tá bom demais, continua vaai– eu gemi, as unhas cravadas na pele dele. Meu corpo tremia. Ele acelerou, os dedos entrando e saindo com barulho molhado, a buceta apertando em volta deles. Gozei forte pra caralho, me contraindo toda, o suco escorrendo pela mão dele, pernas tremendo incontroláveis. Ele tirou os dedos devagar, levou à boca e lambeu tudo, os olhos cravados nos meus. - Deliciosa... sempre soube que sua bucetinha ia ter esse gosto doce. Ele abaixou a calça do pijama, e a pica pulou pra fora. Grossa, veias pulsando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Eu passei a mão devagar, sentindo ela latejar quente na palma. - Olha o tamanho dela... quer sentir ela te abrindo toda? – ele perguntou, a voz cheia de tesão. Me deitou de costas, abriu minhas pernas bem abertas, os joelhos quase tocando meus ombros. Encostou a cabeça da pica na entrada da minha buceta molhada e empurrou devagar. Sem camisinha, cru. Eu senti cada centímetro esticando minha buceta, me enchendo inteira. - Porra... tá apertada pra caralho... me engolindo todinha – ele gemeu. Entrou fundo, até as bolas baterem na minha bunda. Começou a foder devagar no começo, me deixando sentir tudo. Depois acelerou, estocadas fortes, a pica batendo fundo no meu ponto G toda vez. Eu enrolei as pernas na cintura dele, gemendo no pescoço dele. - Me fode mais forte, pai... me fode como uma vadia – eu pedi, a voz saindo rouca. Ele obedeceu, metendo rápido e fundo, o som de pele batendo ecoando no quarto. Meu grelinho roçava na base da pica dele a cada estocada. Gozei de novo, apertando a buceta em volta da pica grossa, tremendo inteira, suco escorrendo pelas coxas. Ele não parou. Mais umas estocadas brutas e gozou dentro de mim, jatos quentes e grossos enchendo minha buceta até transbordar. Ficamos ali, ofegantes, a pica ainda latejando dentro de mim. Ele beijou minha testa de novo. - Eu queria isso há tanto tempo, filha... você é minha agora – sussurrou. Eu me senti culpada na hora. Ele era o marido da minha mãe, o homem que eu via todo dia no café da manhã. Mas porra, tinha sido tão bom. A buceta ainda pulsava com o gozo dele escorrendo. Desde aquela noite, virou rotina escondida. Quando minha mãe saía pro trabalho ou dormia cedo depois do remédio, a gente se pegava. A primeira rapidinha foi no banheiro do corredor, dois dias depois. Eu estava escovando os dentes quando ele entrou atrás de mim, trancou a porta e já puxou meu short pra baixo. - Abre as pernas, putinha... preciso dessa buceta agora – ele rosnou no meu ouvido. Me curvou sobre a pia, a pica já dura roçando minha bunda. Cuspiu na mão, passou na cabeça e meteu tudo de uma vez. Fodeu rápido, forte, uma mão tapando minha boca pra abafar os gemidos. - Cala a boca senão sua mãe acorda ouvindo você gemer na pica do pai – ele sussurrou, metendo fundo. Meu grelinho batia na borda da pia a cada estocada. Gozei mordendo a mão dele, a buceta esguichando no chão. Ele gozou dentro de novo, enchendo até pingar pela coxa quando ele tirou. No escritório dele foi ainda mais safado. Minha mãe tinha ido visitar a irmã no fim de semana. Ele me chamou lá dentro, me jogou de quatro em cima da mesa de trabalho. - Olha essa bundinha empinada... hoje eu vou comer seu cu também, filha – ele disse, abrindo minhas nádegas. Lambeu meu cu devagar primeiro, a língua quente girando no furinho apertado. Eu gemia baixinho. - Por favor, pai... me fode no cu – pedi. Ele cuspiu bastante, enfiou um dedo, depois dois, abrindo bem. Depois encostou a pica grossa e empurrou devagar. Doeu no começo, mas virou prazer puro quando ele entrou inteiro. Fodeu meu cu com estocadas profundas, a mão esfregando meu grelinho ao mesmo tempo. - Sua buceta tá pingando enquanto eu como seu cu... que vadiazinha gulosa – ele grunhia. Gozei gritando no braço dele, o cu apertando a pica. Ele inundou meu cu de porra quente. As vezes no quarto dele, quando minha mãe dormia no sofá da sala, eram as mais intensas. Ele me deitava de lado, entrava por trás na buceta, uma perna levantada. Metia devagar no começo, depois forte, a mão apertando meu peito, beliscando o bico. - Goza pra mim, filha... contrai essa buceta no pau do pai – ele mandava. Eu gozava tremendo, sentindo o gozo dele me enchendo de novo. Depois ficava ali, a pica amolecendo dentro, o gozo escorrendo pela minha coxa enquanto eu olhava pro teto pensando na mãe sorrindo pra mim no dia seguinte. Todo dia eu me olho no espelho e me sinto suja. Uma filha da puta mentirosa. Quando minha mãe me abraça e diz que me ama, o estômago revira. Mas basta lembrar da pica grossa dele me abrindo, do gosto da porra dele na minha boca depois de chupar até ele gozar na minha língua, do jeito que meu grelinho incha só de ouvir a voz dele chamando “filha” com aquele tom safado... e eu fico molhada de novo. Ontem mesmo, no carro dele parado na garagem, ele me fez sentar no colo, a buceta engolindo a pica inteira enquanto minha mãe fazia almoço lá dentro. - Rebola devagar, putinha... não faz barulho – ele sussurrou. Eu rebolei, subindo e descendo, sentindo ele bater no fundo da minha buceta até gozarmos juntos, a porra escorrendo pelo banco. Eu odeio isso. Odeio me sentir tão viva só quando ele me fode. Odeio que toda vez que ele goza dentro de mim eu penso “isso tá destruindo tudo” mas ainda assim abro as pernas de novo. A culpa me come por dentro todo santo dia, me faz chorar no banho. Mas o tesão é maior. Eu não sei parar. Não quero parar. Meu padrasto me transformou na vadia dele e eu adoro cada segundo proibido, mesmo sabendo que um dia isso vai explodir e foder com tudo.
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