Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai!

Eu nunca me achei uma mulher de parar o trânsito. Aos 22 anos, com o corpo normalzinho — tetas médias mas firmes, cintura fina, bunda redonda e uma bucetinha rosada que eu mesma achava bonitinha —, eu vivia naquela casa quieta desde que minha mãe morreu há dez anos. Meu pai, Carlos, 45 anos, viúvo, trabalhava o dia todo na oficina e chegava cansado, mas eu sabia que à noite ele entrava escondido num app de chat pra conversar com mulheres. Eu via o celular dele brilhando na sala enquanto ele fingia ver TV. Um dia, só por curiosidade e porque eu era virgem de verdade com garotos, criei um perfil falso: Lara Safada, 24 anos, foto de rosto borrada e corpo de outra mina que peguei na internet. Pensei: vou praticar, vou aprender a falar sacanagem sem risco. Ele nunca ia descobrir.
No começo era só papo normal, daqueles que não levam a nada.
- Oi, Carlos, vi seu perfil e achei você interessante. O que curte fazer de noite?
Ele respondeu em dois minutos:
- Oi, Lara. Sou um cara simples, trabalho o dia todo, chego em casa e gosto de relaxar conversando com alguém legal. Você é de onde?
A gente passou semanas assim. Falava de filme, de comida, de como o dia tinha sido ruim. Eu ria sozinha no quarto, deitada na cama de calcinha, enquanto ele estava na sala do lado, a dois metros de distância, sem fazer ideia que a “Lara” era a própria filha dele tomando café da manhã com ele todo dia. Era estranho pra porra, mas também me dava um frio gostoso na barriga.
Depois de um mês o papo começou a esquentar devagar. Uma noite ele mandou:
- Lara, você me deixa curioso. Me manda uma foto sua de corpo pra eu ver como você é de verdade?
Eu hesitei, o coração batendo na garganta. Tirei a blusa, fiquei só de sutiã e calcinha preta, tirei uma foto do pescoço pra baixo, a luz do abajur deixando minha pele dourada. Mandei.
- Olha aí, Carlos. O que achou dessa morena aqui?
- Caralho, Lara... você é gostosa pra dedéu. Essa bunda redonda, essas coxas grossas... já fiquei com a pica meio dura só de olhar. Manda mais?
Eu ri baixinho, sentindo a buceta dar uma latejada. Respondi:
- Tá bom, safado. Mas você primeiro. Me mostra essa pica que você falou que tá dura.
Ele demorou uns dez segundos. A foto chegou: a pica dele, que eu já tinha visto de relance uma vez quando ele saiu do banho sem fechar a porta direito. Grossa, uns 18 centímetros, veia saltada no meio, cabeça rosada e brilhando, os bagos pesados embaixo. Meu Deus, era meu pai mesmo.
- Olha só, Lara. Tá assim por sua causa. Quer ver ela pulsar?
Eu já estava com a mão dentro da calcinha, o dedo médio roçando o clitóris inchado.
- Quero pra caralho. Manda um vídeo batendo uma rapidinho.
O vídeo chegou. Ele estava deitado na cama dele — eu reconheci o lençol azul —, a mão grande subindo e descendo devagar na pica dura. O som era baixo, mas dava pra ouvir ele respirando pesado.
- Ahhh, Lara... imagina minha pica entrando nessa bucetinha apertada que você deve ter... vou meter fundo até você gemer meu nome...
A mão acelerou, a pica inchou mais, e de repente jatos grossos de porra branca explodiram pra cima, caindo no peito peludo dele, escorrendo quente. Três, quatro jatos fortes. Ele gemeu rouco no final:
- Porra... gozei gostoso pensando em você.
Eu assisti três vezes seguidas. Minha buceta estava encharcada, o dedo escorregando fácil entre os lábios inchados. Enfiei dois dedos fundo, imaginando aquela porra toda caindo na minha língua, e gozei mordendo o travesseiro pra não fazer barulho. Meu pai estava a dez passos de distância, limpando a barriga com papel higiênico, e eu gozando por causa dele.
No dia seguinte mandei a foto da minha buceta. Tirei a calcinha, abri as pernas na frente do espelho do quarto, depilei rapidinho com a lâmina, e cliquei: lábios rosados abertos, clitóris pontudo brilhando de tesão, um fiozinho de lubrificação escorrendo pro cu.
- Olha como você me deixou, Carlos. Minha buceta tá pingando só de ver sua pica e aquele vídeo. Quer lamber?
Ele respondeu em segundos:
- Puta que pariu, Lara! Que buceta linda, rosada, apertadinha... olha esses lábios carnudos. Eu ia enfiar a língua até o fundo, chupar esse clitóris inchado até você melar minha barba toda. Depois ia virar você de quatro e meter minha pica grossa nesse cu piscando também. Tá vendo como ele tá molhado? Quero arrombar os dois buracos.
Eu quase gozei só de ler. Deitei de lado, abri o vídeo de novo, coloquei no mudo pra ele não ouvir, e comecei a me foder com três dedos enquanto via a porra dele jorrando. Meu cu piscava sozinho, eu lambia o dedo e enfiava um pouquinho nele também, imaginando a pica do meu próprio pai me abrindo.
- Carlos, tô me masturbando agora olhando sua gozada. Meu dedo tá todo melado de porra da minha buceta. Queria que fosse a sua língua aqui.
A gente entrou numa rotina safada que durou mais duas semanas. Toda noite, depois que ele ia “dormir”, eu mandava:
- Oi, meu pauzudo. Hoje eu tô de quatro na cama, bunda empinada. Manda foto da pica dura pra eu rebolar pensando nela.
Ele mandava, às vezes já batendo punheta no vídeo ao vivo. Eu via ele na tela do celular, a mão subindo e descendo, os bagos batendo, e eu rebolava na cama, dois dedos na buceta, um no cu, gemendo baixinho:
- Isso, Carlos... bate essa pica pra mim... imagina metendo na buceta da filha que você nem sabe que sou eu...
Ele nunca desconfiou. De manhã a gente tomava café juntos, ele me dava beijo na testa como sempre:
- Bom dia, filha. Dormiu bem?
E eu respondia com a buceta ainda dolorida de tanto me foder pensando nele:
- Dormi sim, pai. Sonhei com umas coisas loucas.
À tarde, no chat:
- Lara, ontem gozei três vezes pensando na sua buceta. Manda um vídeo se tocando pra mim hoje?
Eu gravei. Deitei na cama, abri as pernas pra câmera, enfiei dois dedos fundo, tirei e mostrei o fio de lubrificação esticando, depois enfiei no cu devagar, gemendo:
- Olha, Carlos... tô fodendo minha buceta e meu cu pensando na sua pica grossa me arrombando os dois. Quer gozar dentro de mim?
Ele respondeu com outro vídeo, dessa vez deitado de lado, a pica latejando na mão:
- Caralho, Lara, que putinha gulosa. Olha como minha pica tá babando por você. Vou gozar de novo...
A porra saiu mais grossa dessa vez, escorrendo pelo punho dele. Eu gozei junto, jorrando um pouco de squirt na mão, o lençol molhado.
A gente trocou mais de cinquenta fotos e vídeos. Eu mandei foto da minha buceta depois de gozar, inchada e vermelha. Mandei close do cu piscando depois de enfiar dois dedos. Ele mandava a pica de todos os ângulos: de baixo, de lado, com a cabeça brilhando de pré-gozo. Uma vez ele mandou vídeo batendo uma no banheiro de casa — eu ouvi o chuveiro ligado ao fundo e quase ri de nervoso, porque era o mesmo banheiro que eu usava.
- Lara, tô no banho pensando em enfiar essa pica na sua garganta. Abre a boca pra mim.
Eu respondi gravando eu mesma de joelhos no chão do quarto:
- Assim, Carlos? Olha minha língua pra fora... quero engolir cada gota dessa porra quente.
O tesão era tão forte que eu andava molhada o dia todo. No jantar, ele me servia arroz e eu olhava pra mão dele pensando: essa mesma mão tava batendo punheta pra mim ontem. Meu cu latejava só de imaginar ele me virando na mesa e metendo ali mesmo.
Mas eu nunca quis passar pro real. Sabia que se ele descobrisse ia ser o fim do mundo. Então mantinha o segredo. Uma noite, depois de gozar vendo ele ejacular de novo no vídeo, escrevi:
- Carlos, você me deixa louca, mas eu não quero encontro. Quero continuar assim, só no chat, só nossa sacanagem secreta. Tá bom pra você?
Ele respondeu:
- Tá perfeito, safada. Eu também gosto assim. Você é minha putinha virtual favorita. Amanhã mando vídeo gozando bem perto da câmera pra você lamber a tela.
Eu sorri, apaguei o chat, guardei o celular e fui dormir. Meu pai apagou a luz do quarto dele. A casa ficou em silêncio, mas dentro de mim a buceta ainda pulsava, molhada, cheia de segredo e porra imaginária.
E assim a gente continuou, dia após dia, pai e filha morando juntos, comendo juntos, vivendo normal de dia, e à noite ele fodia a “Lara” com palavras e vídeos enquanto eu gozava pensando que aquela pica era do meu próprio pai. O tabu mais safado que eu já vivi, e ninguém nunca ia saber.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai!

Codigo do conto:
256440

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

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