Acordei hoje de manhã com aquela quentura entre as pernas que não me largava desde ontem. Meu filho Joel, de vinte e dois anos mora comigo ainda, e eu, aos quarenta e dois, já não consigo fingir que não reparo no corpo dele. Ombros largos de quem malha, aquela barriga tanquinho que aparece quando ele levanta a camisa pra coçar a nuca, e o volume que eu sei que tem dentro da cueca. Ontem ele tinha se masturbado quando entrei pra deixar roupa limpa, ficou todo vermelho, cobriu rapidinho, mas o pau ainda marcava a coberta como uma barra de ferro. Hoje eu decidi repetir a dose de propósito. Coloquei uma camisola fina, sem sutiã, os mamilos já duros roçando o tecido, e entrei no quarto dele sem bater, do jeito que ele fingiu reclamar ontem. O cheiro dele bateu primeiro: suor de menino jovem misturado com aquele aroma de porra fresca que fica no ar quando um cara se alivia. Ele tava deitado de costas, lençol até a cintura, braço direito mexendo devagar por baixo. A mão subia e descia no ritmo gostoso, eu via o movimento ondulando o tecido. Meu coração disparou, mas eu fingi naturalidade. Fui até o armário, peguei uma pilha de camisetas limpas e me abaixei bem devagar pra colocar na cadeira ao lado da cama. Minha bunda empinou pra trás, a camisola subiu até mostrar metade da nádega, sem calcinha nenhuma. Eu sabia que ele tava olhando. Ouvi um gemidinho baixo escapar da garganta dele, quase um suspiro engasgado. Me virei devagar, ainda agachada, e vi o braço dele ainda se mexendo, mais rápido agora. O volume na coberta tava enorme, latejando. Meu buceta deu uma piscadinha involuntária, já molhando o interior das coxas. - Tá tudo bem, filho? — perguntei baixinho, chegando mais perto da cama. Ele parou o movimento por um segundo, rosto vermelho como tomate, mas não tirou a mão de baixo do lençol. - Tô sim, mãe... — respondeu com a voz rouca, envergonhado pra caralho. - Você gemeu agora há pouco, eu ouvi — falei, sentando na beirada da cama, bem pertinho dele. - Foi mal... tô bem, juro — ele tentou sorrir, mas o braço ainda tremia um pouco, segurando a pica dura por baixo do pano. Não sei que demônio me possuiu. Meu corpo inteiro tava pegando fogo. Eu me inclinei, segurei o rosto dele com as duas mãos e colei minha boca na dele. Não foi beijo de mãe. Foi boca aberta, lábios quentes, língua roçando de leve nos dentes dele por uns cinco segundos longos pra cacete. O gosto dele era de pasta de dente misturado com aquele hálito quente de quem tava quase gozando. Ele congelou. Eu congelei. A gente se encarou, olhos arregalados, respiração pesada. Eu ri primeiro, nervosa, mas com a buceta latejando. - Foi mal, errei a testa — falei, ainda com o rosto a centímetros do dele. Ele riu também, aquele riso nervoso que vira tesão na hora. Mas o clima mudou. O ar ficou grosso. Eu sentia o cheiro da pica dele subindo pelo lençol. Meu mamilo esquerdo roçava o braço dele, duro como pedra. - Mãe... que porra foi essa? — ele perguntou baixinho, mas não se mexeu pra longe. Pelo contrário, o braço voltou a se mexer devagar por baixo do lençol. - Não sei, filho... mas você tava se tocando e eu... caralho, eu adorei te ver assim — confessei, a voz rouca. Minha mão desceu sozinha e puxou o lençol devagar, revelando tudo. A pica dele pulou pra fora, grossa, vermelha, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Uns vinte e três centímetros fáceis, a mão dele ainda enrolada na base, apertando. As bolas pesadas, cheias, peludas. Meu Deus, era mais linda do que eu imaginava. - Olha só que pica linda você tem, meu filho... tá babando leitinho pra mamãe ver — sussurrei, lambendo os lábios. Ele gemeu alto agora, sem vergonha. - Mãe... isso é errado pra caralho... mas não para... por favor... Eu sorri, safada, e segurei a pica dele com a minha mão por cima da dele. Quente, pulsando, grossa demais pros meus dedos fecharem. Comecei a subir e descer devagar, espalhando o pré-gozo pela cabeça inchada. - Errado? Olha como ela tá dura só de eu te beijar... essa pica tava pedindo a buceta da mãe, né? Fala a verdade, safado. - Tava sim, mãe... eu penso em você todo dia quando bato punheta... caralho, sua mão é muito melhor que a minha... Eu me inclinei e dei outro beijo, agora com língua de verdade. Nossas línguas se enrolaram, molhadas, barulhentas. Ele soltou a própria pica e segurou minha nuca, puxando mais fundo. Minha mão acelerou, apertando a cabeça, sentindo o líquido viscoso escorrer pelos meus dedos. O som era obsceno: schlick-schlick molhado. Eu desci a boca pelo pescoço dele, lambendo o suor, desci pro peito, mordi o mamilo durinho. Ele arqueou as costas. - Ahhh mãe... que delícia... chupa mais... Cheguei na pica. O cheiro era forte, viril, me deixou tonta de tesão. Dei uma lambida lenta da base até a cabeça, saboreando o salgado do pré-gozo. - Hummm... que gosto bom, filho... leitinho fresquinho da sua pica... Ele gemeu como um animal. - Porra, mãe... chupa ela toda... engole essa pica do seu filho... Eu abri a boca e engoli até onde deu. A cabeça bateu no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar um pouco, saliva escorrendo pelo queixo. Subi e desci, sugando forte, língua girando na veia grossa de baixo. Minhas mãos apertavam as bolas, massageando. Ele segurou meu cabelo com as duas mãos e começou a foder minha boca devagar. - Isso... assim... que boca gulosa, mãe... tá mamando o pau do filho como uma vadia... Eu gemi com a pica na boca, o som vibrando nele. Minha buceta tava encharcada, escorrendo pelo lençol. Tirei a camisola pela cabeça, mostrei meus peitos grandes, mamilos castanhos duros, e a buceta raspadinha, lábios inchados brilhando de tesão. Ele olhou e quase gozou na hora. - Caralho... que buceta linda... mamãe tá molhada pra mim? Eu tirei a pica da boca com um plop molhado e subi em cima dele, montando na cintura. Esfreguei minha buceta aberta na vara grossa, lambuzando tudo. - Olha como tá molhada, filho... tá pingando por causa dessa pica. Quer foder a buceta da mamãe? - Quero pra caralho... enfia ela toda, mãe... Eu segurei a pica dele, alinhei na entrada da minha buceta e desci devagar. Centímetro por centímetro, me abrindo inteira. Ele era grosso demais, esticava minhas paredes, doía gostoso. - Aaaahhh... que pica grande, filho... tá rasgando a buceta da mãe, fode gostoso, fode... que delícia... Quando ele tava todo dentro, bolas batendo na minha bunda, eu comecei a cavalgar. Devagar primeiro, sentindo cada veia roçando meu ponto G. Depois mais rápido, peitos balançando, tapa-tapa molhado ecoando no quarto. Ele segurava minha cintura, subindo o quadril pra meter mais fundo. - Fode, mãe... cavalga nessa pica... que buceta apertada e quente... caralho, eu não tô aguentando, eu vou gozar... - Goza dentro, filho... enche a buceta da mamãe de porra quente... eu quero sentir você jorrando... Ele apertou minha bunda com força, dedos afundando na carne, e deu uma estocada bruta pra cima. Eu senti os jatos grossos batendo fundo, quente, enchendo meu útero. Meu orgasmo veio junto, buceta apertando a pica dele, esguichando um pouco no lençol. Gritei o nome dele, tremendo inteira. - Aiiiii Joel, mamãe tá gozando gostoso na sua pica, goza gostoso com a mamãe, vaaaai. Mas não acabou. Eu desci da pica ainda dura, pingando nossa mistura, e me virei de quatro na cama, bunda empinada. - Agora fode o cu da mamãe, filho... eu quero sentir essa pica grande e grossa abrindo meu rabinho. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça da pica e na minha roseta apertada. Empurrou devagar. O cu cedeu, engolindo ele centímetro por centímetro. Dor misturada com prazer absurdo. - Porra... que cu apertado... tá engolindo tudo, mãe... que vadia gulosa... - Mete tudo, filho... fode o cu da sua mãe sem pena... aaaahhh caralho... Ele segurou meus quadris e meteu fundo, bolas batendo na minha buceta molhada. O som era nojento e delicioso: ploc-ploc-ploc. Eu me toquei no clitóris, gozando de novo enquanto ele socava meu cu. Ele puxou meu cabelo, me fazendo arquear as costas. - Vou gozar de novo... onde quer a porra, mãe? - No cu! Enche o cu da mamãe de porra quente, vai! Ele rugiu e jorrou dentro do meu rabinho, jatos quentes me enchendo até transbordar. Eu senti escorrendo pelas coxas. Caímos os dois na cama, suados, ofegantes, a pica dele ainda latejando dentro do meu cu. Depois de um tempo, ele saiu devagar, porra escorrendo. Eu me virei, dei um beijo molhado na boca dele e sussurrei: - Amanhã eu entro de novo, filho... e da próxima vez você vai me comer na cozinha, enquanto eu faço café. Essa pica agora é da mamãe, entendeu? Ele sorriu, ainda duro, e respondeu: - Entendi sim, mãe... e eu vou te foder todo dia, até você não conseguir andar direito. Te amo pra caralho. Eu ri, lambendo o resto de porra que escorria da minha buceta, e soube que aquilo era só o começo. A casa nunca mais ia ser a mesma.
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