Conversa picante com meu tio via whatsapp!

Dianna tinha 24 anos, corpo de quem malha mas ainda guarda aquela carne macia nos lugares certos, peitos grandes que balançam gostoso, bunda empinada e uma queda antiga por homens que transmitem autoridade sem precisar forçar. Felipe, irmão mais novo da mãe dela, era o tipo que chamava atenção: 35 anos, alto, ombros largos de quem levanta peso, abdômen marcado por baixo da camiseta justa, cabelo curto preto com uns fios rebeldes, barba rala que coçava de leve quando roçava na pele, olhos castanhos escuros que pareciam devorar quem olhava de volta. Morava sozinho num apê moderno no centro, trabalhava com TI mas mantinha o shape de quem não deixa a vida sedentária vencer. Dianna sempre ia lá pra pedir ajuda com o computador ou só pra tomar uma cerveja e conversar. Mas tudo mudou no dia em que ele esqueceu o celular na mesa da sala.
Ela estava sozinha no apê dele, esperando ele voltar da academia. O telefone vibrou e a tela acendeu. Dianna não resistiu. Desbloqueou com a senha que ele usava desde sempre – o dia do aniversário dela, engraçado né – e abriu os apps recentes. Ali estava: uma pasta discreta chamada “Salvos”. Vídeos e mais vídeos. “Tio fode sobrinha safada”, “Sobrinha leva rola do tio no cu apertado”, “Enteada mama pica do padrasto até gozar”. Porra, o Felipe curtia exatamente aquilo. Dianna sentiu o calor subir pela barriga na hora, a calcinha ficando úmida em segundos. Imaginou aquelas mãos fortes segurando a própria cintura, aquela voz grave mandando ela abrir as pernas. Fechou o celular rápido, mas a imagem grudou na mente.
Semanas rolaram e o tesão só aumentou. Toda noite ela se tocava pensando no Felipe, no jeito que ele olhava pra ela quando ela usava legging colada ou top curto. Ontem à noite, sozinha no próprio apartamento, o fogo bateu tão forte que ela decidiu: ia fazer algo irreversível. Pegou o celular, abriu a câmera, deitou na cama com lençóis cinza escuro. Tirou a camisola devagar, deixando os peitos pesados saltarem livres, mamilos duros apontando pro teto. Abriu as pernas bem largas, joelhos dobrados, pés firmes no colchão. A buceta apareceu inchada, lábios grossos e rosados brilhando de tesão, clitóris saltado implorando toque.
- Caralho, Felipe… se você visse isso agora – murmurou pra si mesma, voz tremendo de excitação.
Ligou o vibrador roxo potente, encostou direto no clitóris. O zumbido encheu o quarto. Começou devagar, círculos lentos, gemendo baixinho enquanto a buceta babava, um fio grosso de mel escorrendo pelo cu. Aumentou a velocidade, enfiou dois dedos na entrada apertada, fodendo forte, imaginando que era a pica grossa do Felipe entrando fundo. Os peitos balançavam a cada estocada, suor escorrendo pelo vale entre eles. Filmou tudo: close na buceta engolindo os dedos, vibrador pulsando no clitóris vermelho, depois abriu mais as pernas e mostrou o cuzinho piscando, pedindo pra ser invadido.
Gravou quase quatro minutos. Terminou tremendo, gozo escorrendo pela bunda. Salvou, abriu o chat com Felipe e enviou. Deixou marcado como “enviado” por minutos longos. Coração na boca. Viu os checks azuis. Ele tinha visto. Apagou rápido e digitou, fingindo pânico:
- Ai Felipe, desculpa! Foi sem querer, cliquei errado! Apaga por favor!
Resposta veio em segundos:
- Você tem uma buceta gorda e deliciosa, Dianna. Que porra é essa?
Ela mordeu o lábio, sentiu outra onda molhar o lençol.
- Você gosta? – respondeu, sem esconder o tom safado.
Felipe não perdeu tempo. Áudios e mensagens chegaram como enxurrada.
- Gosto pra caralho. Abre essa buceta de novo pra mim agora. Quero ver você se tocando enquanto eu mando.
Dianna obedeceu na hora. Deitou de novo, abriu as pernas no mesmo ângulo, ligou o vibrador e gravou outro, mais curto. Enviou.
- Assim, Felipe? – perguntou.
- Assim mesmo, sua putinha. Agora enfia dois dedos bem fundo nessa buceta molhada e diz alto que é pra mim.
Ela enfiou até o talo, buceta fazendo barulho molhado, squirt escorrendo.
- É pra você, Felipe… ai caralho, minha buceta é sua!
- Boa garota. Agora roça esse clitóris inchado com o vibrador no máximo e me conta como tá molhada.
O tesão explodiu. Ela aumentou tudo, corpo tremendo, peitos balançando loucamente.
- Tô encharcada, Felipe… escorrendo até o cu… quero sua pica grossa aqui dentro me rasgando.
Ele mandou áudio, voz grave e dominante:
- Imagina minha pica dura entrando nessa buceta jovem, te abrindo toda. Eu ia te foder devagar primeiro, depois meter até o fundo e te encher de porra quente.
Dianna gozou forte ali mesmo, jorrando no colchão, gritando o nome dele. Mas ele continuou.
- Não para. Continua se fodendo com os dedos. Quero que goze de novo pensando no meu pau na sua boca.
Ela obedeceu, três dedos agora, fodendo rápido, polegar no clitóris. Outro áudio:
- Chupa esses dedos como se fosse minha rola. Lambe tudo, sua vadia.
Dianna chupou os dedos melados, gemendo alto no vídeo que gravou pra ele.
- Tô chupando, Felipe… imaginando sua pica grossa batendo na minha garganta.
Ele mandou foto: mão segurando o pau por cima da calça de moletom, volume enorme marcando o tecido cinza.
- Olha o que você fez, sua piranha. Meu pau tá latejando desde que vi aquele vídeo. Agora vira de quatro e mostra esse cu pra mim.
Dianna virou rápido, empinou a bunda, abriu as nádegas com as mãos. Cuzinho rosado piscando, brilhando de mel da buceta. Gravou e enviou.
- Assim, Felipe? Meu cu tá pedindo sua pica também…
- Porra, que cu apertadinho e guloso. Eu ia cuspir nele, enfiar devagar até você gemer meu nome. Agora enfia um dedo aí enquanto fode a buceta com o vibrador.
Ela fez: dedo no cu, vibrador na buceta, estocando os dois buracos. Prazer insano. Gozou de novo, pernas tremendo, bunda rebolando forte, gritando:
- Felipe, tô gozando gostoso pelo cu pra você!
Ele mandou áudio ofegante:
- Isso, minha sobrinha safada. Goza pra mim. Amanhã eu passo aí e te fodo de verdade. Vou comer essa buceta gorda até você não conseguir andar. Depois viro você e arrombo esse cuzinho enquanto você mama meus bagos.
Dianna gozou pela terceira vez só de ouvir, corpo convulsionando, lençol destruído. A conversa rolou por mais de uma hora. Ele comandava:
- Agora senta no vibrador inteiro, cavalga como se fosse minha pica.
- Mostra a buceta aberta com os dedos, quero ver o mel escorrendo.
- Diz que você é minha putinha particular, só pra eu foder.
Ela obedecia tudo, gravando vídeos curtos, mandando fotos dos peitos mordidos, buceta vermelha e inchada. Cada palavra chula dele fazia ela pingar mais. Ele descrevia o que faria pessoalmente:
- Vou te jogar na cama, abrir essas pernas e lamber essa buceta até você implorar. Depois meto tudo de uma vez, te fodo como cadela no cio. Você vai gritar “me fode, Felipe” enquanto eu te encho de porra.
Dianna respondia entre gemidos:
- Quero, Felipe… quero sua pica rasgando minha buceta e meu cu. Quero engolir sua porra quente toda.
Quando desligaram, quase duas da manhã, ela estava acabada, corpo marcado, buceta e cu pulsando, mas sorrindo de orelha a orelha. Ainda não tinham se visto de novo, mas era questão de tempo. Toda vez que lembrava, a buceta apertava sozinha, molhava tudo. Ela sabia: quando Felipe chegasse, ia ser foda selvagem, sem freio. Mal podia esperar pra sentir aquela pica dura de 35 anos abrindo cada buraco até o limite.
Na cabeça dela, a cena rola toda noite: ele chega, sem falar nada, empurra ela contra a parede, levanta o vestido, rasga a calcinha e enfia dois dedos grossos na buceta encharcada enquanto morde o pescoço.
- Tá molhada pra caralho só de me ver, né, sua vadia? – ele diria.
- Tô, Felipe… fode sua sobrinha agora.
E ele fodia, forte, fundo, até os dois gozarem gritando. Depois virava ela, cuspia no cu e metia devagar, abrindo o cuzinho apertado enquanto ela gemia de prazer e dor misturados.
Dianna acorda toda manhã com a mão entre as pernas, revivendo cada comando, cada gozo. Felipe abriu uma porta que nunca mais fecha. E ela ama cada segundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conversa picante com meu tio via whatsapp!

Codigo do conto:
256389

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
4

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