Eu sempre soube que meu irmão me olhava diferente. Lucas tinha 22 anos, eu 20, a gente morava junto na casa da mãe que viajava o tempo todo a trabalho. Ele era aquele tipo alto, corpo malhado de academia, cabelo bagunçado e um sorriso safado que fazia as meninas da faculdade babarem. Eu, Ana, era a irmãzinha mais nova que ele protegia... ou pelo menos fingia proteger. Mas ultimamente eu sentia o olhar dele queimando na minha bunda quando eu passava de shortinho apertado pela sala. E confesso: aquilo me molhava inteira. Naquela tarde quente de verão, eu estava no meu quarto me vestindo depois do banho. A camiseta velha e folgada mal cobria a metade da minha coxa. Sem calcinha, óbvio. Eu tinha acabado de depilar tudo, a buceta lisinha, rosada, os lábios inchadinhos de tanto eu ficar me tocando pensando nele mais cedo. Deitei na cama de pernas meio abertas, fingindo que arrumava o cabelo no espelho do celular, mas na verdade eu estava esperando. Sabia que ele ia entrar a qualquer momento pra pegar o carregador que tinha deixado aqui ontem. A porta abriu sem bater, como sempre. Lucas parou no batente, os olhos arregalados caindo direto entre as minhas pernas. Minha buceta estava ali, toda exposta, brilhando um pouquinho de excitação que eu não conseguia esconder. O arrepio subiu pela minha espinha. Eu poderia ter fechado as coxas rapidinho. Poderia ter puxado a camiseta pra baixo. Mas não. Eu sorri de canto, mordendo o lábio inferior, e deixei as pernas ainda mais abertas, mostrando tudo: o grelinho já duro e rosado, os lábios carnudos levemente separados, o cuzinho piscando logo abaixo. - Ei, mano... precisava de alguma coisa? - perguntei com a voz rouca, fingindo inocência enquanto meu coração batia feito tambor. Ele congelou. A boca entreaberta, o rosto ficando vermelho como pimentão. O olhar dele não saía da minha buceta molhada. Eu vi o volume na calça dele crescer na hora, a pica endurecendo ali, marcando o tecido do short de moletom. Ele engoliu seco, tentou falar alguma coisa, mas só saiu um grunhido baixo. - Ana... porra... - murmurou ele, a voz falhando. Mas não saiu. Ficou ali mais uns segundos, bebendo cada detalhe: o jeito como minha buceta brilhava, o cheirinho leve de tesão que eu sabia que estava no ar, o grelinho inchado pedindo boca. Depois virou de costas, vermelho até o pescoço, e bateu a porta atrás de si. Eu fiquei ali, ofegante. Minha buceta latejava tanto que eu tive que enfiar dois dedos nela na hora. Estava encharcada, escorrendo melzinho pelas coxas. Gozei pensando nele, gemendo baixinho o nome dele: - Lucas... olha pra buceta da tua irmã, mano... olha como tá molhada pra ti... Desde aquele dia, nada foi igual. Ele evitava me olhar nos olhos, mas eu sentia o olhar dele queimando quando eu passava pela cozinha de shortinho ou de camiseta larga sem nada por baixo. Eu provocava de propósito: me abaixava devagar pra pegar coisas no chão, deixava a porta do banheiro entreaberta quando tomava banho, sentava no sofá de pernas abertas fingindo ver TV. Toda noite eu me masturbava pensando no pau dele, imaginando aquela pica grossa entrando fundo na minha buceta apertada. Duas semanas depois, a casa estava vazia. Mãe viajando de novo. Eu estava na cozinha, só de camiseta oversized, preparando um lanche tarde da noite. Lucas chegou do treino, suado, a regata colada no peito definido. Ele parou na porta, me olhando de cima a baixo. Dessa vez não fugiu. - Ana... a gente precisa conversar sobre aquilo - disse ele, a voz grave, quase rouca. Eu me virei devagar, encostei na bancada e abri as pernas bem devagar, deixando a camiseta subir até a cintura. Minha buceta estava ali de novo, lisinha, já molhada só de ver ele suado daquele jeito. - Sobre o quê, mano? Sobre você ter visto minha bucetinha exposta aquele dia? - respondi, sorrindo safada. - Ou sobre o fato de que desde então você fica de pica dura toda vez que me vê? Ele deu um passo à frente, os olhos fixos no meu grelinho que já estava inchado e brilhando. - Porra, mana... você fez de propósito, né? Deixou as pernas abertas pra eu ver tudo. Eu não consigo parar de pensar nisso. Toda noite eu bato uma pensando na tua buceta rosada, no jeito que tava molhada... Eu ri baixinho, sentindo o tesão subir. Meu clitóris pulsava. - E eu gozo pensando na tua pica, Lucas. Imagino ela grossa, veiazinha pulsando, entrando na minha bucetinha apertada. Quer ver de novo? Quer tocar? Ou melhor, quer comer gostoso, quer? Ele não respondeu com palavras. Avançou, me pegou pela cintura e me sentou na bancada. As mãos grandes abriram minhas coxas com força. Eu gemi quando o dedo dele roçou meus lábios. - Caralho, Ana... tá encharcada. Olha isso... tua buceta tá pingando pra mim - murmurou ele, passando o dedo devagar pelo meu grelinho. Eu segurei a cabeça dele e puxei pra baixo. - Chupa, mano. Chupa a buceta da tua irmã. Lambe meu grelinho que tá louco pra tua língua. Ele obedeceu. A boca quente dele grudou na minha buceta, a língua lambendo tudo: do cuzinho até o grelinho, chupando forte, fazendo barulho molhado. Eu segurei o cabelo dele, rebolando na cara dele. - Isso, Lucas... assim... lambe o grelinho da mana... mete a língua dentro dessa bucetinha safada... ahhh porra, que delícia! Ele chupava como se estivesse morrendo de fome. Dois dedos entraram na minha buceta, curvados, batendo no ponto G enquanto a língua girava no meu clitóris. Eu gozei na boca dele em menos de dois minutos, esguichando um pouco, melando o queixo dele todo. - Gozei, mano... gozei na tua boca, meu irmãozinho safado e ordinário... caralho! Ele levantou, o rosto brilhando do meu gozo, e baixou o short. A pica dele saltou pra fora: grossa, longa, veias saltadas, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis, a bola pesada cheia. - Olha o que você fez comigo, Ana. Essa pica tá assim por tua causa desde aquele dia. Eu desci da bancada, ajoelhei no chão da cozinha e segurei aquela vara quente. - Que pica linda, mano... grossa pra caralho. Dá ela pra cá, pois vou dá um trato gostoso nela. Abri a boca e engoli devagar. O gosto salgado dele me deixou ainda mais molhada. Chupei com vontade, lambendo as bolas, engolindo até a garganta, babando tudo. Ele segurava meu cabelo, fodendo minha boca devagar. - Porra, mana... tua boca é quente pra caralho... chupa mais fundo... isso... engole a pica do teu irmão. Eu mamava fazendo barulho, os olhos lacrimejando, saliva escorrendo pelo queixo. Depois levantei, virei de costas pra ele e me curvei na bancada, abrindo a bunda com as mãos. - Agora fode minha buceta, Lucas. Enfia essa pica grossa na bucetinha da tua irmã. Ele não esperou. A cabeça da pica roçou meus lábios molhados e entrou de uma vez, esticando tudo. Eu gritei de prazer. - Aaaahhh mano... tá fundo demais... que pica grande e grossa é essa... me fode forte! Ele segurou meus quadris e começou a meter pesado. O som de pele batendo enchia a cozinha: ploc ploc ploc. Minha buceta fazia barulho molhado toda vez que ele entrava até o fundo. Ele dava tapas na minha bunda, puxava meu cabelo. - Toma, Ana... toma a pica do teu irmão... essa buceta é minha agora... tão apertada, tão molhada... caralho, eu vou te foder todo dia! Eu rebolava pra trás, sentindo cada veia dele roçando dentro de mim. O grelinho batia na base da pica dele a cada estocada. Gozei de novo, apertando ele todo, melando a pica inteira. - Tô gozando de novo... porra, estou gozando forte na pica do meu irmão... não para, continua metendo! Ele me virou, me pegou no colo e me fodeu de frente, encostada na parede. Minhas pernas em volta da cintura dele, a pica entrando e saindo rápido. A gente se beijava sujo, língua com língua, gemendo na boca um do outro. - Eu quero teu cu também, Ana... posso? - pediu ele, a voz rouca. Eu sorri safada. - Pode, mano. Abre minha bundinha com essa pica. Ele me colocou no chão, cuspiu no meu cu e foi enfiando devagar. Primeiro só a cabeça, esticando meu cuzinho apertado. Eu gemi alto, sentindo dor gostosa misturada com prazer. - Devagar... aaaah... tá abrindo meu cu... enfia mais... isso... fode o cuzinho da tua irmã! Quando ele estava todo dentro, começou a meter mais rápido. A mão dele esfregava meu grelinho ao mesmo tempo. Eu gozei pela terceira vez, o cu apertando a pica dele como um punho. - Gozei pelo cuzinho... porra, que delícia... agora goza dentro de mim, mano! Ele acelerou, grunhindo. - Tô gozando, Ana... toma a porra do teu irmão... aaaahhh! Senti os jatos quentes enchendo meu cu, transbordando, escorrendo pelas coxas. Ele ficou lá dentro pulsando até esvaziar tudo. A gente ficou ali, ofegante, suados, melados. Ele me beijou de novo, mais calmo. - Isso não pode parar aqui, mana. Eu quero foder você todo dia. Essa buceta, esse cu... são meus agora. Eu sorri, passando a mão na pica ainda semi-dura dele. - E eu quero mamar essa pica todo dia, mano. Quero acordar com você me comendo. Quero que você me encha de porra até não aguentar mais. Daquela noite em diante, virou rotina. De manhã ele me fodia no chuveiro, a pica entrando na buceta molhada enquanto a água caía. À tarde, no sofá, eu sentava no colo dele e cavalgava devagar, sentindo ele bater no fundo. À noite, ele me comia de quatro na cama, lambendo meu cu depois de gozar dentro. Uma vez, ele me surpreendeu no quarto: me amarrou os pulsos na cabeceira, abriu minhas pernas e passou meia hora só chupando minha buceta e meu cu, me fazendo gozar quatro vezes seguidas. Depois meteu na minha boca até gozar na minha cara, pintando meus lábios e língua de porra grossa. - Engole tudo, mana... engole a porra do teu irmão - ordenou ele. Eu lambi tudo, gemendo. Outra noite, eu provoquei de novo: deitei na cama dele só de camiseta, pernas abertas, e comecei a me masturbar na frente dele enquanto ele chegava do trabalho. - Vem, Lucas... olha como minha bucetinha tá molhadinha de vontade te esperando. Enfia essa pica aqui e me fode até eu desmaiar gritando. Ele me fodeu tão forte que a cama bateu na parede. Gozamos juntos, ele enchendo minha buceta dessa vez, a porra escorrendo quando ele tirou. A gente aprendeu todos os jeitos: eu sentando na cara dele enquanto mamava a pica; ele me fodendo de lado, dedando meu cu ao mesmo tempo; eu cavalgando ele no sofá enquanto ele chupava meus peitos. O cheiro de sexo ficava pela casa inteira. A gente não se cansava. Toda vez que a mãe ligava dizendo que ia demorar mais uma semana, a gente comemorava fodendo no quarto dela só pra sujar os lençóis. Eu nunca me arrependi de ter mostrado minha buceta pra ele aquele dia. Pelo contrário. Foi o começo da nossa sacanagem secreta. Meu irmão, minha pica favorita. Minha buceta, o cu que é dele tambem, pra ele usar e abusar como quiser. A gente se completava de um jeito sujo e perfeito. E toda vez que eu deito na cama de pernas abertas esperando ele entrar, eu sorrio pensando: foi só o começo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.