Há uns anos minha irmã mais velha, a Letícia, estava grávida de sete meses do filho do marido dela, um cara que vivia viajando pra caralho por causa do trabalho. Eu me ofereci pra ajudar, ia lá a cada dois dias pra fazer compra, limpar a casa, cozinhar umas coisas. No começo era só isso, mas conforme a barriga dela foi crescendo, tudo mudou. A Letícia ficava em casa só de uma camiseta velha e larga que mal cobria a bunda e uma calcinha fina de algodão que marcava tudo. Aquela barriga redonda, pesada, os peitões que dobraram de tamanho, cheios de leite, mamilos escuros apontando pra fora da camiseta... puta que pariu, eu ficava louco só de olhar. Ela andava pela casa assim, sem vergonha nenhuma, reclamando do calor, do inchaço, e eu ali fingindo que tava normal enquanto minha pica endurecia dentro da calça. Todo dia que eu saía de lá eu chegava em casa, trancava o quarto, puxava a rola pra fora e batia uma punheta pensando nela. Imaginava aqueles peitões balançando, a buceta inchada de grávida apertada na calcinha, o cheiro de mulher prenha que ela deixava no sofá. Gozava pra caralho, jorrando no chão, e no dia seguinte voltava como se nada tivesse rolado. Mas eu sabia que ela percebia. Às vezes eu pegava ela me olhando de canto de olho, sorrindo de leve quando eu ficava mais tempo do que precisava olhando pra barriga dela. Um dia eu cheguei e ela tava na sala, gemendo baixo, mão na lombar. - Ai, irmão... essas costas estão me matando hoje. Essa barriga pesa pra porra, não aguento mais ficar em pé. Eu larguei as sacolas na cozinha e fui pra perto dela. - Deita aí que eu te massageio, Letícia. Pode ser? Ela fez uma careta, mão na barriga enorme. - Não consigo deitar de bruços, a barriga aperta tudo. Mas... pode ser de joelhos? Eu apoio no sofá. Ela se ajoelhou no tapete da sala, barriga pra baixo, peito e cabeça apoiados no assento do sofá. A camiseta subiu um pouco sozinha, mostrando a curva da bunda grande, redonda, a calcinha branca enfiada no meio das nádegas carnudas. Meu pau deu um pulo na cueca só de ver. Fiquei atrás dela, de joelhos também, e comecei a massagear as costas por cima da camiseta. Mãos firmes, subindo e descendo a coluna. Ela soltou um gemido longo. - Hummm... isso, assim... mais forte aí no meio. Eu obedeci, mas de propósito fui descendo as mãos devagar. A camiseta começou a subir sozinha com o movimento, expondo cada vez mais pele. Primeiro a lombar, depois a curva da bunda. A calcinha tava molhada na virilha, dava pra ver a mancha escura. Meu coração batia forte. Continuei massageando, agora com as mãos por baixo da barra da camiseta, sentindo a pele quente, suada. Subi mais um pouco e os peitões enormes escaparam pra fora, pesados, balançando levemente. Mamilos escuros, inchados, quase pingando. - Letícia... quer que eu pare? Tá subindo tudo... Ela virou o rosto de lado, olhos semicerrados, respiração pesada. - Não para, porra... continua. Tá tão bom... minhas costas agradecem. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando contra o tecido da calça. Eu massageei os ombros, desci pros lados, e sem pedir licença comecei a acariciar a lateral daqueles peitões. Eram quentes, pesados, cheios. Meus dedos roçaram os mamilos e ela soltou um gemido mais alto. - Ahhh... isso... mexe neles devagar... Eu não aguentei. Peguei os dois peitões por baixo, apertando de leve, sentindo o peso, o leite quente por dentro. Ela empinou mais a bunda pra trás, joelhos se abrindo sozinhos. A camiseta subiu até as axilas, peitões balançando livres. Desci as mãos pela barriga redonda, acariciando a pele esticada, depois voltei pras costas e desci direto pra bunda. Puxei a calcinha pro lado com dois dedos. A buceta dela tava inchada, lábios grandes, melados de tesão. O grelinho tava durinho, saindo pra fora. Passei o dedo devagar na fenda, sentindo o calor, o mel escorrendo. - Caralho, Letícia... você tá encharcada... Ela gemeu, empinando mais. - Eu sei... faz dias que tô assim... continua, irmão... toca minha buceta... Eu enfiei o dedo médio devagar na bucetinha quente, apertada pra porra por causa da gravidez. Ela tava molhada demais, fazendo barulho de molhado a cada movimento. Com a outra mão eu massageava o cu dela, circundando o anelzinho rosado que piscava. A bunda dela era perfeita, grande, macia. - Olha esse cu... tá piscando pra mim... quer dedo também? - Quero... mete o dedo no meu cu enquanto fode minha buceta com o outro... ahhh porra... Eu obedeci. Dedo na buceta, dedo no cu, entrando e saindo devagar no começo, depois mais rápido. Os peitões dela balançavam pra frente e pra trás, mamilos roçando o sofá. Ela gemia alto agora, sem vergonha. - Mais rápido... aperta meu grelinho... isso... caralho... tô quase... Eu tirei o dedo da buceta e comecei a esfregar o grelinho inchado em círculos rápidos, enquanto o outro dedo entrava fundo no cu dela. A buceta escorria tanto que pingava no tapete. De repente ela tremeu toda, bunda empinando mais, voz rouca. - Tô gozando... irmão... tô gozando pra caralho... aaaahhh! O corpo dela convulsionou, buceta apertando meu dedo, cu piscando forte. Ela gozou jorrando um pouco, mel escorrendo pela coxa. Fiquei ali massageando devagar até ela parar de tremer. Depois puxei os dedos, lambi os dois, sentindo o gosto doce e salgado dela. Levantei devagar, pau ainda duro pra caralho dentro da calça. Ela se sentou no sofá, camiseta ainda embolada em cima dos peitões, calcinha de lado, buceta aberta e brilhando. Olhou pra mim com um sorriso safado. - Obrigada... minhas costas melhoraram pra valer. - Disponha... qualquer coisa é só chamar. Conversamos como se nada tivesse rolado. Falei da compra que fiz, ela riu de uma piada idiota, mas eu via o mel ainda escorrendo na coxa dela. Saí de lá com a pica doendo de tão dura. Em casa bati a punheta mais forte da minha vida, gozando pensando no cu dela apertando meu dedo. Na manhã seguinte, por volta das 9h, meu celular vibrou. Mensagem dela. - Irmão... minhas costas doeram de novo durante a noite. Pode vir agora? Tá doendo pra caralho. Eu sorri, pau já endurecendo. Respondi na hora. - Tô indo. Cheguei em vinte minutos. Ela abriu a porta só de calcinha e camiseta, barriga enorme, peitões marcando o tecido. Nem falou nada, só pegou minha mão e me levou pro quarto dessa vez. - Hoje não vou fingir que é só massagem. Quero mais. - O que você quer, Letícia? Ela se ajoelhou na cama de quatro, bunda pra cima, calcinha já molhada de novo. - Quero sua pica. Quero que você foda minha buceta gordinha bem devagar primeiro, depois mete no meu cu. E quero sentir esses meus peitões sendo chupados enquanto você me come. Eu tirei a roupa rápido, pica grossa pulando pra fora, cabeça roxa latejando. Subi na cama atrás dela, puxei a calcinha pro lado de novo e passei a rola na fenda molhada. Esfreguei o grelinho com a cabeça da pica. Ela gemeu. - Mete logo, irmão... não aguento mais esperar, me dá aqui essa pica, vem... Empurrei devagar. A buceta dela era quente, apertada, melada. Entrei até o fundo, sentindo a barriga dela roçando minhas coxas. Comecei a meter em ritmo lento, fundo, sentindo cada contração. Com uma mão peguei um peitão, apertei e levei o mamilo à boca. Chupei forte, sentindo um fiozinho de leite doce na língua. - Ahhh... chupa meu peito... mama meu leite enquanto fode minha buceta... isso... Eu metia mais rápido agora, bolas batendo na buceta inchada. O som molhado enchia o quarto. Ela empinava contra mim, pedindo mais. - Mais forte... quebra minha buceta... eu sou sua putinha grávida daquele corno... Virei ela de lado, uma perna pra cima, entrei de novo. Agora dava pra ver tudo: a barriga enorme balançando, peitões pulando, buceta engolindo minha pica inteira. Passei o dedo no cu dela enquanto metia. - Quer meu pau no cu agora? - Quero... lubrifica seu pau todo com minha buceta e mete no meu cu... Tirei a pica brilhando de mel, encostei na roseta e empurrei devagar. O cu dela abriu aos poucos, apertando minha rola como um punho quente. Ela gemeu alto. - Caralho... tá tão grosso... vai fundo... fode gostoso meu cu... Comecei a meter no cu dela, uma mão no grelinho, outra apertando o peito. Ela gozou de novo em menos de dois minutos, cu apertando tanto que quase me fez gozar junto. Mas eu segurei. - Goza dentro de mim... enche meu cu de porra... Não aguentei mais. Dei mais umas estocadas fundo e gozei pra caralho, jorrando quente dentro do cu dela. Fiquei ali pulsando, enchendo tudo. Quando tirei, vi o cu piscando, porra escorrendo misturada com o mel da buceta. Ela virou, puxou minha cabeça e me beijou forte. - Isso vai virar rotina, irmão. Toda vez que meu marido viajar... você vem aqui e me fode até eu não aguentar mais. - Pode deixar. Essa barriguinha, esses peitões, essa buceta e esse cu são meus agora. A gente ficou ali deitado, eu com a mão na barriga dela, sentindo o bebê mexer de leve enquanto minha porra ainda escorria do cu dela. E eu sabia que isso era só o começo. Toda visita dali pra frente ia ser assim: massagem que virava putaria, buceta, cu, peitões cheios de leite, tudo na cara, sem parar até ela gozar gritando meu nome. E foi assim que começou a coisa mais safada da minha vida. Todo dia dois eu ia lá, ela já me esperava de quatro, calcinha de lado, pedindo pra eu meter em todos os buracos. Às vezes eu chupava a buceta dela primeiro, língua no grelinho inchado até ela jorrar na minha boca. Outras vezes eu mandava ela mamar minha pica enquanto eu apertava aqueles peitões gigantes, leite escorrendo pelo queixo dela. A gravidez só deixava tudo mais intenso: a buceta mais molhada, o cu mais apertado, os gemidos mais altos. E ela adorava. - Me engravida de novo depois que esse nascer... quero ficar grávida pra você me comer assim pra sempre... Eu ria, metia mais fundo e prometia que sim. Porque agora não tinha mais volta. Minha irmã grávida virou minha puta particular, e eu nunca mais ia parar de foder aquela barriga, aqueles peitões e aqueles buracos encharcados.
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