Relação amistosa com minha irmã!

Era uma manhã de domingo quieta, o sol já batendo fraco na janela da casa de Ana. Renato chegava direto da balada, o corpo pesado de cachaça, a camiseta grudada no suor da noite, o cheiro de álcool misturado com cigarro ainda no ar. Ele apertou a campainha duas vezes, quase caindo pra frente. Ana, que tinha acabado de sair do banho, enrolou o roupão branco felpudo no corpo molhado, o cabelo escuro ainda pingando nas costas. O coração dela deu um salto – sabia que era o irmão, mas aquela hora era estranha. Desceu as escadas descalça, o piso frio tocando a sola dos pés, e abriu a porta.
- Então, eu tô chegando em sua casa a essa hora da manhã, depois de ter saído de uma balada – disse Renato, caindo nos braços dela num abraço torto. - Bom dia minha irmãzinha, pensei que iria me deixar aqui fora.
Ana segurou o peso dele, o corpo quente e cheiroso dela contrastando com o fedor de bebida. Empurrou Renato pra dentro, fechando a porta com o pé.
- Que isso? Bebendo de novo? – perguntou ela, olhando nos olhos vermelhos dele.
Renato se apoiou todo nela, o nariz afundando no pescoço macio de Ana, sentindo aquele cheiro doce de sabonete de baunilha que ela usava depois do banho. O pau dele já latejava dentro da cueca só de sentir aquilo.
- Oh maninha, ontem foi sábado e não queria ficar sozinho em casa, depois que tu casou quase que não tenho mais ninguém pra ver séries e filmes comigo.
Ana revirou os olhos, mas não soltou ele.
- Tá, mas precisa aparecer assim.
- Me desculpa tá bom, prometo a você que tentarei parar – murmurou Renato, a voz arrastada. - Falando em casamento, onde está o maridinho?
- Foi já trabalhar – respondeu ela seca.
- No domingo?
- É, pelo menos não tá em bar bebendo.
Renato riu baixo, o corpo ainda encostado no dela.
- Mas você mesma sabe que eu dou duro a semana toda e só tô em bar bebendo em sábados.
Ana balançou a cabeça, sentindo o volume duro da coxa dele roçando na dela sem querer.
- Tá tá, vai sei lá tomar um banho, vou fazer algo pra você comer, tá falando coisa com coisa.
- Vou sim, pode fazer mesmo pois tô morrendo de fome – disse ele, tentando se endireitar. - E você, acabou de sair do banho né? Toda cheirosa, o marido deve enlouquecer com esse mulherão.
Ana cortou o assunto rápido, vendo que ele estava alterado demais.
- Foi, quer ajuda?
- Quero sim, ajuda no banho – pediu Renato, os olhos brilhando de malícia bêbada. - Não sei se vou conseguir tomar sozinho.
- Cala boca, olha o que está falando – rebateu ela, mas o tom saiu mais mole do que queria.
- Oh maninha, por favor. Eu não estou conseguindo me aguentar em pé.
Ana suspirou, pegou o braço dele e levou pro banheiro de baixo. Ligou o chuveiro quente, o vapor subindo rápido e embaçando o espelho. Renato tentou tirar a roupa, mas as mãos tremiam. Ana puxou a camisa dele por cima da cabeça, revelando o peito definido, suor e álcool misturados na pele. Empurrou ele debaixo da água.
Renato conseguiu arrancar o short, ficando só de cueca preta. O pau estava meia bomba, marcando um volume enorme, a cabeça inchada empurrando o tecido.
- Vou te deixar aí, senta se quiser – disse Ana, entregando o sabonete.
- Maninha, fica vai, me ajuda a esfregar as costas? – pediu ele, a voz baixa. - Por que você tá assim comigo?
- Porque será? – respondeu ela, cruzando os braços, o roupão abrindo um pouco no decote.
- Eu sei que vacilo, mas quase sempre tu tá assim e tenho certeza que não é só por causa da minha bebedeira. Tá acontecendo algo entre você e seu marido né?
- Não, é por você está assim mesmo.
Renato balançou a cabeça, a água escorrendo pelo rosto.
- Negativo, quarta feira estive aqui e eu tava normal, porém tu me tratou com essa mesma arrogância. Tentei te abraçar e você me afastou.
Ana ficou quieta um segundo, o coração acelerando.
- Tá, olha toma seu banho.
- Eu tô tomando né, mas gostaria de saber o que tá acontecendo com você pra que eu possa te ajudar, prometo que vou parar de beber, por você e por mim também, mas eu quero minha melhor amiga e irmã de volta pô. Te vejo quase sempre, mas sempre sinto saudades de você, da pessoa carinhosa e maravilhosa que era comigo.
- Eu já falei que está tudo bem, vc que está doido aí.
- Tá bom então. Olha, eu vou pegar minha moto e estou indo pra casa tá, quando quiser conversar me chama.
- Tá louco, vai ficar aqui até melhorar – insistiu Ana, a voz mais firme.
Renato se irritou, mas o tesão misturado com a bebida não deixava ele ir embora.
- Eu não aguento com sua arrogância comigo. Sinceramente.
- Meu deus, mas eu não fiz nada.
- Tá tá, tudo bem. Eu não vou exigir mais nada de você.
Ana virou pra sair.
- Vou me trocar, termina aí.
- Espera… Lembra disso? – disse Renato de repente, pegando Ana no colo com força, mesmo bêbado. - Lembra quando eu te pegava no colo assim?
- Que isso?
- Se preocupe não, estou bêbado mas não vou te derrubar.
- Se você cair comigo, eu juro.....
- Não vou cair, mana. Se segura em meu pescoço.
Ana se agarrou, o roupão subindo nas coxas.
- Me coloca na pia, não tô confiante.
- Relaxa maninha. Segura em mim.
Renato sentou ela na pia de mármore fria, as pernas de Ana se abrindo naturalmente e se entrelaçando na cintura dele. O roupão abriu mais, mostrando a calcinha preta de renda. Ele abraçou ela forte, o corpo molhado colado no dela.
- Pronto, melhorou?
Ana abraçou o pescoço dele, beijando o ombro úmido.
- Melhorou. Olha, desculpa viu.
- Desculpa pelo que?
- Te trata assim, sempre estamos bem um com o outro, acho que te vendo daquele estado quase sempre é uma preocupação.
Renato alisou o cabelo molhado dela, beijando o rostinho devagar, o pau roçando de leve na virilha dela por cima da cueca.
- Tudo bem irmã, eu sei que todos nós temos problemas, no entanto queria saber se você tá com algum pra eu poder te ajudar, pois quero sempre ser uma parte importante da sua vida. Sobre minhas bebedeiras, vou parar tá?
- Serio? Vc sempre fala isso.
- Sim, mas dessa vez é pra valer.
- Quero ver.
Renato alisou o rosto dela, o nariz descendo pro pescoço, cheirando fundo aquele perfume doce.
- Minha irmãzinha é tão cheirosa. Fico orgulhoso de você ter se tornado essa mulher linda e maravilhosa. Um mulherão.
- Aprendi com você – sussurrou Ana, as mãos alisando o peito molhado dele.
Renato beijou o pescoço dela, deu uma mordidinha leve, a língua quente traçando a pele.
- Credo, todo molhado – riu Ana, mas o corpo já tremia.
- Você também deve estar molhada e eu não estou reclamando.
- Tô nada, me sequei já.
- Você sabe que não é disso que estou falando.
Renato começou a roçar devagar, o pau duro por dentro da cueca pressionando a calcinha dela, bem em cima da bucetinha quente. Ana deu um tapa leve no peito dele e riu.
- Paraa.
- Parar com o que, maninha?
- Nada a ver o que tá falando aí.
- Tudo a ver. Deve tá molhada sim.
- Tá tá, um pouco, confesso.
Renato colou a boca no ouvido dela, voz rouca e suave.
- Por que minha irmãzinha tá molhadinha?
Ana apertou o pescoço dele, o corpo inteiro arrepiado.
Renato roçou mais forte agora, a cabeça da pica marcando o tecido da calcinha, roçando bem no grelinho inchado.
- Minha maninha tá molhadinha por que mesmo hein?
- Olha como vc fala, como está tbm – gemeu Ana baixinho.
- Seu cheiro que me deixa assim, seu corpo assim abraçado ao meu.
Ele segurou a bunda redonda dela com as duas mãos, apertando, roçando gostoso, devagar e forte na bucetinha por cima da calcinha molhada.
- Ah, culpa minha?
- Sim, totalmente sua. Pois ninguém mandou você ser uma mulher tão gostosa.
Ana provocou, passou a língua quente no pescoço dele e sussurrou no ouvido.
- Ah, sou mesmo?
- É sim, tenho a irmã mais gostosa do mundo. Olha só como tu me deixou.
- Ah sou a mais gostosa então, que privilégio ouvir isso de você.
Renato beijou o pescoço dela com vontade, alisando o bumbum firme enquanto a pica roçava sem parar, o tecido da cueca já ensopado de pré-gozo.
- Vou pro seu colo, minha bunda tá doendo, me segura.
- Seguro você enquanto encosto minha boca na sua…
Ana se envolveu mais na cintura dele, as pernas apertando forte. Renato apertou o corpo dela contra o dele, a boca procurando a dela com fome. Ana recuou um pouco a cabeça, olhando pra boca dele, sorrindo safada.
Renato mordeu o próprio lábio, os olhos queimando de desejo.
Ana sorriu e finalmente colou a boca na dele. O beijo começou lento, depois virou bruto, línguas se enrolando, saliva misturada, gemidos baixos escapando.
- Hmmm… – murmurou ela, alisando o pescoço dele devagar.
Renato segurou a bunda dela com força e começou a caminhar pro quarto, Ana ainda no colo, a boca não desgrudando. Chegou na cama king size, deitou ela devagar, tirando o roupão de uma vez. Ana ficou só de calcinha preta, os peitos grandes e firmes à mostra, bicos duros como pedra.
- Olha só essa buceta marcando na calcinha… – rosnou Renato, a voz grossa de tesão. - Tá encharcada, maninha. Deixa eu ver direito.
Ele puxou a calcinha pro lado com dois dedos, expondo a buceta inchada, rosada, brilhando de mel. O grelinho pulsando, os lábios gordos molhados.
- Caralho, que buceta linda e apertada você tem, Ana. Sempre imaginei assim, mas ver de perto… porra, tô louco.
Ana gemeu, abrindo as pernas mais.
- Toca então, irmão… não aguento mais fingir que não quero isso.
Ele enfiou dois dedos grossos na buceta quente, sentindo o mel escorrendo, o dedão girando no grelinho inchado. Ana arqueou as costas, os peitos balançando.
- Aiiiiiiiiiii, caralho… assim, irmão… mexe no meu grelinho que eu tô pingando.
Renato baixou a cabeça, chupou um bico duro, mordendo leve, depois o outro, enquanto os dedos entravam e saíam fazendo barulho molhado. Depois desceu a boca, lambeu a buceta toda, língua larga passando do cu até o grelinho, sugando o clitóris com vontade.
- Hmmm, que buceta doce, maninha. Tá melada pra mim. Vou comer essa xota até você gozar na minha boca.
Ana segurou a cabeça dele, rebolando na cara.
- Chupa mais, irmãzinho… mete a língua no meu cu também… ai, porra, tô quase gozando!
Ele enfiou a língua no cuzinho apertado, depois voltou pro grelinho, dois dedos na buceta, fodendo rápido. Ana gozou forte, o corpo tremendo, mel escorrendo na boca dele.
- Aaaahhh… gozei, irmão… caralho!
Renato levantou, tirou a cueca, a pica grossa e longa pulando pra fora, veias marcadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, quase 20 cm latejando.
- Olha o que você fez com meu pau, Ana. Tá duro pra caralho por causa da sua bucetinha. Chupa agora.
Ana se ajoelhou na cama, pegou a pica com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça, depois engoliu fundo, garganta apertando.
- Que pica gostosa, Renato… grossa, cheirosa… vou mamar até você encher minha boca de porra.
Ela chupou com fome, babando, mão massageando as bolas, língua rodando na cabeça. Renato segurou o cabelo dela, fodeu a boca devagar.
- Isso, maninha… mama meu pau… que boca quente da porra.
Depois de minutos babando, ele puxou ela, virou de quatro na cama.
- Agora vou meter nessa bucetinha gostosa de mulher casada. Seu marido não sabe comer direito, né? Mas eu vou te foder como se deve.
Enfiou a pica devagar, centímetro por centímetro, sentindo a buceta apertar e sugar.
- Aaaahhh… que buceta apertada, Ana… tá me engolindo inteiro… porra!
Começou a meter forte, as bolas batendo na bunda, o barulho molhado ecoando no quarto. Ana gemia alto, rebolando.
- Mete mais fundo, irmão… rasga minha buceta… sou sua puta agora… esquece que sou sua irmã… só fode!
Ele segurou a cintura, meteu mais rápido, uma mão descendo pra esfregar o grelinho.
- Vou gozar dentro, maninha… encher esse útero de porra quente… você quer?
- Quero, irmão… goza dentro de mim… me engravida se quiser… ai, tô gozando de novo!
Ana gozou pela segunda vez, a buceta apertando a pica. Renato não aguentou, jorrou forte, jatos grossos enchendo a buceta até transbordar.
Mas não parou. Virou ela de lado, levantou uma perna, meteu de novo, o pau ainda duro.
- Agora no cu, Ana. Deixa eu comer esse cuzinho virgem que você nunca deu pro maridinho.
Lubrificou com o próprio gozo, pressionou a cabeça no cu apertado, entrou devagar. Ana gemeu de dor e prazer.
- Ai, caralho… tá entrando… devagar… que delícia… fode meu cu, maninho!
Ele meteu fundo, devagar primeiro, depois acelerou, uma mão no grelinho, outra apertando o peito. Os dois gemendo alto, suor escorrendo.
- Que cu guloso… tá me apertando… vou encher ele também.
Gozou de novo, mais porra quente no cu. Ana virou, chupou a pica suja de porra e mel, limpando tudo.
Passaram mais uma hora na cama: ela sentando na pica, rebolando, ele comendo de frente olhando nos olhos, falando sacanagem sem parar.
- Você é minha agora, Ana. Toda vez que o maridinho sair, eu venho comer essa buceta e esse cu. Entendeu?
- Entendi, irmão… sou sua vadia… me fode sempre que quiser… minha buceta é só pra sua pica.
No final, os dois exaustos, mel e porra por toda a cama, corpos colados, respirando pesado. Renato beijou a testa dela.
- Agora eu realmente vou parar de beber… mas só pra poder te comer direito todo fim de semana.
Ana riu, já molhada de novo só de pensar.
- Quero ver… mas volta logo, Re. Essa buceta já tá com saudade da sua pica.
E assim a manhã virou tarde, o segredo deles selado com porra e gemidos que o marido nunca ia descobrir.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Relação amistosa com minha irmã!

Codigo do conto:
256766

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
13/03/2026

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