Noites com minha irmã!

Eu tinha 19 anos, me chamo Roberto e ainda era aquele moleque introvertido pra cacete, daqueles que mal falam com as meninas da faculdade, porém tenho uma irmã mais velha. Ela quando morava lá em casa, com nossos pais começou a me ensinar umas coisinhas gostosas que nunca mais quis parar, porém a mesma casou e a boa notícia é que vez ou outra ela pede pra eu dormir na casa dela quando o marido dela, o Gabriel, sai pra trabalhar. Minha irmã, Emanuelle, com 32 anos, já era outra coisa completamente diferente, bem extrovertida. Casada, mãe de dois meninos pequenos, corpo de quem pariu mas continuava gostosa pra porra, peitos grandes e pesados que balançavam quando ela andava pela casa. O marido dela, policial durão, vivia escalado pra turnos da noite, e aí eu comecei a aparecer mais na casa deles. Diziam que era pra ajudar com as crianças, mas todo mundo sabia que era desculpa. Porque toda noite, quando as luzes do quarto das crianças apagavam e o silêncio tomava conta da casa, a gente caía naquela loucura proibida.
Naquela primeira noite que marcou tudo, eu já estava deitado na cama dela, só de cueca boxer fina, o coração martelando no peito. O relógio marcava quase meia-noite. Ela entrou no quarto devagar, fechou a porta com cuidado pra não acordar ninguém e sorriu pra mim com aquele olhar safado que só ela tinha. Vestia uma camisola curta de algodão, sem nada por baixo, e dava pra ver os bicos dos peitos marcando o tecido.
- Vem cá, maninho… a mana tá precisando de você hoje – ela sussurrou, sentando na beirada da cama bem pertinho de mim. – O pai dos meus filhos tá trabalhando e eu tô aqui toda molhada só de pensar no que você faz comigo.
Eu engoli seco, sem conseguir falar nada direito. Ela percebeu minha timidez e riu baixinho.
- Para de ficar com essa cara de menino assustado, seu introvertido safado. Você sabe que eu adoro quando você mama nos meus peitos. Olha aqui, eu até facilitei pra você.
Ela levantou a camisola devagar, abriu o sutiã que já estava meio solto e deixou os dois peitos enormes caírem livres na minha frente. Eram pesados, cheios, com as aréolas escuras e os mamilos já duros como pedrinhas. O cheiro dela, uma mistura de perfume doce com suor do dia, invadiu meu nariz.
- Chupa, irmão. Mama gostoso nesses peitos da sua irmã casada. Não fica só olhando, enfia essa boca aí.
Eu me aproximei tremendo, peguei um peito com as duas mãos e abocanhei o mamilo inteiro. O gosto era quente, levemente salgado, a pele macia deslizando na minha língua. Eu chupei forte, fazendo barulho molhado, lambendo em círculos, mordiscando de leve enquanto ela gemia baixinho pra não acordar os filhos no quarto ao lado.
- Isso… assim mesmo… mmmmm… chupa mais fundo, maninho. Lambe o bico inteiro, faz ele ficar bem duro na sua boca. Porra, você mama melhor que o pai dos meus filhos.
Enquanto eu mamava como um louco, sugando um peito e depois o outro, trocando de lado sem parar, ela montou em cima de mim. Sentou bem em cima da minha pica, que já estava dura pra caralho dentro da cueca, e começou a rebolar devagar. A buceta dela estava pelada por baixo da camisola, molhada pra porra, e o tecido fino da minha cueca era a única coisa separando a gente. Eu sentia o calor dela, o mel escorrendo e molhando tudo.
- Olha só como sua irmã tá safada hoje. Sente minha buceta roçando na sua pica grossa? Eu abri o sutiã de propósito pra você mamar fácil e agora tô montando em você por cima da roupa. Rebola pra mim também, vai.
Ela acelerou o movimento, esfregando o grelinho inchado bem em cima da cabeça da minha pica. O barulho molhado de fricção enchia o quarto. Eu gemia com a boca cheia de peito, as mãos apertando a bunda dela por baixo da camisola.
- Mana… eu tô quase gozando… sua buceta tá muito quente…
- Goza pra mim, seu putinho safado sonso. Goza dentro da cueca enquanto mama nos peitos da mana. Jorra tudo que eu quero sentir você tremendo.
Não aguentei. Meu pau latejou e eu gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo a cueca, o sêmen escorrendo pela coxa. Ela não parou de rebolar, prolongando meu gozo até eu ficar mole.
Mas ela ainda não tinha terminado. Desceu de cima de mim, puxou minha cueca pra baixo com um movimento rápido e pegou minha pica melada na mão. Estava meio mole ainda, mas ela cuspiu na palma e começou a bater uma punheta lenta e firme.
- Olha pra essa pica do meu irmãozinho… toda melada do próprio gozo. Agora a mana vai te fazer gozar de novo. Você merece, né? Depois de mamar tão gostoso.
Ela apertou forte, subindo e descendo a mão, o polegar roçando a cabeça sensível. Eu me contorcia na cama, ainda ofegante do primeiro gozo.
- Mana… devagar… tá sensível pra caralho…
- Cala a boca e aguenta, seu tímido. Eu mando aqui. Olha como sua pica tá endurecendo de novo na minha mão. Você adora quando a irmã casada te punheta, né? Diz pra mim, fala alto mas baixinho.
- Sim… adoro… sua mão é muito melhor que a minha…
Ela acelerou, batendo punheta rápida, o som molhado de pele com pele ecoando. Os peitos dela balançavam a cada movimento. Em menos de dois minutos eu gozei pela segunda vez, jatos mais fracos mas ainda grossos espirrando na barriga dela e na mão.
- Isso… goza tudo pra mana… que delícia ver você se acabando assim.
Depois do segundo gozo ela limpou a mão na própria camisola e abriu as pernas bem na minha frente. A buceta dela estava inchada, os lábios grossos brilhando de tanto mel, o grelinho aparecendo no topo.
- Agora é sua vez de brincar com a xoxota da mana. Mas vai com calma, eu domino tudo. Toca devagar primeiro.
Eu estendi a mão tremendo, os dedos roçando os lábios molhados. Ela estava encharcada, quente pra porra. Enfiei um dedo devagar e ela soltou um gemido longo.
- Isso… enfia mais fundo. Agora esfrega o grelinho com o polegar, faz círculos. Porra, você tá aprendendo rapidinho.
Enquanto eu mexia na buceta dela, sentindo o mel escorrer pela minha mão, ela pegou meu outro dedo e levou até o cu dela.
- Não esquece do cuzinho da mana também. Enfia só a pontinha, vai. Eu adoro quando você me toca em tudo.
Eu obedeci, o dedo entrando no cu apertado enquanto continuava esfregando o grelinho. Ela rebolava devagar contra minha mão, os peitos balançando, a respiração pesada.
- Mais rápido… isso… você é meu putinho particular agora. Toda noite que o Gabriel trabalha você vai dormir aqui e vai mamar, vai gozar e vai me tocar até eu mandar parar.
A gente ficou assim por mais de meia hora, eu dominado completamente, ela gemendo baixinho pra não fazer barulho. Quando ela gozou, o corpo tremeu inteiro, a buceta apertando meu dedo e jorrando mel na minha palma.
Nas noites seguintes a coisa só piorou… ou melhorou, depende do ponto de vista. Toda vez era a mesma rotina deliciosa, mas com mais intensidade. Uma noite ela veio direto da cozinha, os peitos já soltos, e sentou na cama.
- Hoje eu tô louca pra sentir sua boca de novo. Vem, irmão, mama com força que a mana tá com os bicos doloridos de tanto pensar em você.
Eu ataquei os peitos como um faminto, sugando, mordendo, deixando marcas vermelhas enquanto ela montava na minha pica por cima da cueca mais uma vez. O rebolado estava mais bruto, a buceta escorregando pra cima e pra baixo na minha vara dura, o tecido ficando encharcado em segundos.
- Sente como minha buceta tá babando na sua pica? Eu nem preciso tirar a roupa pra te fazer gozar. Rebola pra baixo, vai, ajuda a mana a esfregar o grelinho.
Eu gozei primeiro, gemendo com a boca cheia de peito. Depois veio a punheta caprichada, ela cuspindo várias vezes pra lubrificar bem, batendo rápido e apertando as bolas com a outra mão.
- Goza de novo pra mim, maninho. Jorra na mão da sua irmã safada casada. Imagina se o meu marido chegasse agora e visse você gozando assim.
O segundo gozo foi mais forte, o sêmen espirrando alto e sujando o pulso dela. E sempre no final ela abria as pernas e me fazia tocar na buceta e no cu até ela gozar gemendo meu nome baixinho.
- Aiii Betinho, faz assim na maninha vai, sua irmã vai gozar gostoso assim, continua, continua seu safado.
Uma noite em especial ela estava mais safada que nunca. Os filhos dormiam pesado depois de um dia corrido. Ela tirou a camisola inteira, ficou completamente pelada na cama e puxou minha cabeça pros peitos.
- Mama os dois ao mesmo tempo hoje. Chupa um e aperta o outro. Quero sentir sua saliva escorrendo pelos meus peitos.
Eu obedeci, a boca cheia, as mãos apertando a carne macia. Ela montou, rebolando mais forte, a buceta nua agora roçando direto na cueca fina.
- Porra, maninho… sua pica tá latejando contra minha buceta. Eu tô molhada pra caralho. Se você não fosse tão introvertido eu já tinha sentado de verdade, mas hoje eu controlo tudo.
O gozo veio rápido pra mim, a cueca virando uma bagunça pegajosa. Ela riu, tirou a cueca e fez a punheta mais lenta e torturante do mundo, parando toda vez que eu estava perto de gozar de novo.
- Não goza ainda… aguenta… eu mando quando você pode jorrar. Olha pra sua pica inchada na minha mão. Você é meu brinquedinho particular.
Quando ela finalmente deixou, eu gozei tanto que até espirrou no peito dela. Depois veio a parte que eu mais gostava e temia ao mesmo tempo: tocar na xoxota dela. Ela deitou de pernas bem abertas, segurou minha mão e guiou.
- Enfia dois dedos na buceta da mana. Agora esfrega o grelinho com força. E o cuzinho… enfia o dedo mindinho aí enquanto eu rebolo. Isso… assim… você tá me fazendo gozar gostoso.
Ela gozou duas vezes seguidas, o corpo convulsionando, o mel jorrando na minha mão e molhando o lençol. Depois me abraçou forte, os peitos esmagados contra meu peito.
- Amanhã de novo, tá? Toda noite que o marido trabalhar você vem dormir aqui e repete tudo. Mama, goza, toca minha buceta e meu cu. E nunca conta pra ninguém, seu putinho introvertido.
Eu só concordava com a cabeça, o corpo mole, a mente girando. Porque eu sabia que isso não ia parar. Ela dominava tudo, eu obedecia, e a cada noite a sacanagem ficava mais intensa, mais molhada, mais proibida. Os peitos dela na minha boca, a buceta roçando na minha pica, a mão dela me punhetando até eu implorar, meus dedos na xoxota e no cu dela… tudo isso virava rotina deliciosa e perigosa.
E assim continuamos, noite após noite, sempre com o risco de alguém acordar, sempre com ela no comando, sempre com aquela mistura de vergonha e tesão que só irmão e irmã conseguem sentir. Eu era o menino tímido de 19 anos e ela a mulherona de 32 que me transformava no brinquedo sexual particular dela. E eu não queria que acabasse nunca.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256452 - Meu padastro me consolando! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256449 - Obcecado pela minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 0
256440 - Perdendo o controle na conversa virtual com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256436 - Comi minha sobrinha antes dela casar! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256414 - Sendo naturalista com minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256402 - Provocando meu avô! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256401 - Sem limites com meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256389 - Conversa picante com meu tio via whatsapp! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256387 - Meu filho de volta pra casa! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256369 - Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho! - Categoria: Incesto - Votos: 10
256329 - Descobri o segredo de minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256326 - Batendo na bunda da priminha! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256322 - Comendo minha irmã, após ve-la pelada no banheiro! - Categoria: Incesto - Votos: 11
256311 - Minha irmã me deixa louco! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256309 - Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256238 - Irmão meteu em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256225 - Me acabando na siririca após ver meu pai comendo minha irmã! - Categoria: Masturbação - Votos: 4
256211 - Me exibindo pro meu pai até não aguentar mais! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256202 - Sozinha em casa com meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256200 - Ajudando meu tio no banho! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256175 - Roçando no joelho de meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 9
256162 - Titia gostosa! - Categoria: Incesto - Votos: 2
256127 - A noite de filme que mudou tudo! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256125 - Acordei com minha filha me chupando! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256122 - Sendo perversa com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256119 - Minha enteada me fez perder a cabeça! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256082 - Perversão com minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256065 - Após a balada, não resisti ao meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256064 - A rola grossa do meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256060 - Rala e rola com meu irmão enquanto vemos um filme! - Categoria: Incesto - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Noites com minha irmã!

Codigo do conto:
256413

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0