Irmão meteu em mim!

Eu ainda tinha o gosto da caipirinha na boca quando a gente abriu a porta de casa às seis da manhã. O namorado tava dormindo na cidade, mandando mensagem de boa noite como um bom menino. Eu e o Lucas, meu irmão mais velho, tínhamos saído pra beber com uns amigos das férias e acabamos voltando juntos, rindo alto, batendo panela na cozinha pra fazer um café rápido antes de cair na cama. A casa dos nossos pais tava vazia, só nós dois. Ele tava de camisa aberta, peito suado da noite quente, e eu de short jeans curtinho que mal cobria a bunda, top branco colado no corpo porque o sutiã eu tinha tirado no carro.
— Shhh, sua louca, vai acordar os vizinhos — ele sussurrou, rindo, e colocou o dedo indicador bem nos meus lábios.
Aquele toque foi o gatilho. O dedo dele era quente, áspero da cerveja que ele tinha segurado a noite toda. Meu riso morreu na garganta. Eu olhei pra ele e, porra, o olhar do Lucas mudou. Não era mais o irmão zoando. Era fome. Olho escuro, pupilas dilatadas, boca entreaberta. Meu coração deu um salto e desceu direto pro meio das pernas. Senti a bucetinha pulsar, traidora pra caralho.
— Lucas… — tentei falar, mas ele não tirou o dedo. Em vez disso, pressionou mais, deslizando devagar pela minha boca aberta.
— Cala a boca, maninha. Você tá fazendo barulho demais… e eu tô com vontade de te fazer gemer de outro jeito.
A voz dele saiu rouca, baixa, aquele tom que eu nunca tinha ouvido fora dos meus sonhos mais safados. Eu devia ter empurrado ele, falado do namorado, mas meu corpo já tava traindo. As coxas apertaram uma na outra e eu senti a umidade quente começar a encharcar a calcinha fina. Ele percebeu. Claro que percebeu. O safado sorriu de canto, tirou o dedo da minha boca e desceu devagar pelo meu queixo, pescoço, até parar no vão entre os meus peitos.
— Tá molhada já, né? Eu sinto o cheiro daqui.
Não respondi. Só mordi o lábio e balancei a cabeça devagar. Ele deu um passo à frente, colou o corpo no meu contra a bancada de mármore frio. O pau dele já tava duro, marcando a calça de moletom fina, roçando na minha barriga. Meu Deus, era grosso. Maior do que eu imaginava nos meus pensamentos proibidos.
— Lucas, a gente não pode… eu tenho namorado e você é meu irmão — sussurrei, mas minha voz saiu manhosa, quase pedindo pra ele ignorar.
Ele riu baixo, pegou minha mão e colocou direto por cima do volume na calça dele.
— Sente isso aqui, sua putinha. Isso aqui não tá nem aí pro teu namorado. E nem você tá.
Eu apertei. Involuntariamente. A rola dele pulsava quente na minha palma, latejando. Ele gemeu rouco e aí não teve mais volta. A boca dele caiu na minha num beijo faminto, língua invadindo, chupando a minha como se quisesse me comer inteira. As mãos dele subiram por baixo do meu top, apertaram meus peitos com força, beliscaram os bicos duros até eu gemer na boca dele.
— Porra, mano… que delícia — eu arfei quando ele desceu a boca pro meu pescoço, mordendo.
Ele me virou de repente, de costas pra ele, e me jogou de peito na bancada. O mármore gelado nos meus peitos arrepiou tudo. Ele puxou meu short e a calcinha pra baixo num só movimento, até os joelhos. Minha bunda ficou exposta, empinada, buceta inchada brilhando de tesão.
— Olha só essa xoxota gulosa… toda melada, brilhando pra mim. Irmãzinha safada do caralho.
O dedo dele deslizou entre meus lábios, abriu minha carne quente, entrou fácil porque eu tava encharcada. Dois dedos grossos me foderam devagar enquanto o polegar girava no meu clitóris inchado. Eu mordi o próprio braço pra não gritar.
— Ai, Lucas… vai devagar… porra, tá bom demais…
— Devagar? Não, maninha. Eu vou te comer inteiro. Sem camisinha. Quero sentir essa bucetinha apertando meu pau cru.
Ele tirou os dedos, lambeu ruidosamente, e eu ouvi o moletom dele caindo no chão. O pau dele bateu pesado na minha bunda. Quente, grosso, cabeça inchada babando pré-gozo. Ele esfregou a rola entre meus lábios, pra cima e pra baixo, batendo no clitóris, me fazendo rebolar que nem uma vadia.
— Pede, irmã. Pede pra eu te foder.
— Me fode, Lucas… enfia esse pauzão todinho dentro da minha buceta… por favor, mano…
Ele segurou minha cintura com força e empurrou. A cabeça grossa abriu meus lábios e entrou devagar, centímetro por centímetro. Eu senti cada veia, cada pulsação. Era enorme. Esticava minha xoxota de um jeito que doía gostoso. Quando ele chegou até o fundo, as bolas batendo na minha pele, eu soltei um gemido longo, quase um soluço.
— Aaaahhh… caralho… tá tão fundo… me rasgando…
Ele ficou parado um segundo, só sentindo minha buceta pulsar em volta dele.
— Porra, maninha… você é apertada pra caralho. Tá me espremendo como se quisesse me ordenhar.
Aí ele começou a meter. Estocadas lentas, profundas, saindo quase tudo e voltando até bater no colo do útero. Cada vez que ele entrava, eu sentia um choque de prazer subir pela espinha. A bancada rangia. Meus peitos esmagados no mármore frio. O barulho molhado da minha buceta engolindo ele era obsceno.
— Toma, sua puta… toma o pau do teu irmão… mais fundo… assim… rebola essa bunda pra mim.
Eu rebolava como uma cachorra no cio. Empinava mais, abria as pernas o quanto o short preso nos joelhos deixava. Ele segurou meu cabelo, puxou minha cabeça pra trás e mordeu meu ombro enquanto acelerava.
— Você é minha agora, entendeu? Essa xoxota é minha. O namorado que se foda. Eu vou te encher de porra todo dia dessas férias.
— Sim… sim, mano… sou tua… me usa… me fode sem parar…
Ele metia cada vez mais forte. O som de pele contra pele ecoava na cozinha. Meu suco escorria pelas coxas. Eu sentia o orgasmo subindo, quente, pesado. Ele percebeu, porque minha buceta começou a apertar ele ritmadamente.
— Goza, maninha. Goza no pau do teu irmão. Aperta ele.
— Aaaaaaaiiii Lucas, eu tô gozando mano, gozando gostoso na sua piroca.
Eu gozei gritando o nome dele, abafado contra o braço. As pernas tremendo, buceta esguichando um pouco, contraindo tão forte que ele quase saiu de dentro. Mas ele segurou minha cintura e continuou metendo, agora rápido, bruto, grunhindo como um animal.
— Porra… tô quase… vou gozar dentro… vou te encher toda…
— Goza, Lucas… me dá tua porra quente… me engravida se quiser… só goza dentro de mim!
Ele deu mais três estocadas fundas, rosnou meu nome e explodiu. Senti o primeiro jato quente batendo fundo, grosso, queimando minhas paredes. Depois outro, e outro. Ele ficava empurrando devagar, esguichando tudo, enchendo minha buceta até transbordar. O esperma quente escorreu pelas minhas coxas misturado com meu gozo. Ele ficou dentro de mim um tempo, pulsando, esvaziando até a última gota.
Quando ele saiu, um filete grosso de porra branca escorreu da minha xoxota aberta, pingando no chão da cozinha. Eu tava destruída, pernas moles, coração batendo na garganta. Ele me virou, me beijou devagar dessa vez, quase carinhoso, e limpou minha boca com o polegar.
— Isso foi só o começo, irmã. Essas férias vão ser longas. E eu vou te foder em todo canto dessa casa. Sem camisinha. Sempre gozando dentro dessa bucetinha gulosa.
Eu sorri, ainda ofegante, sentindo o esperma dele escorrendo de mim.
— Então me fode de novo agora, mano. Antes do café esfriar.
E ele me pegou no colo, levou pro quarto dele, e o resto do dia foi só pau, porra e gemidos. Eu sei que tenho namorado. Mas agora, toda vez que fecho os olhos, só penso no pau do meu irmão me arrombando e na sensação quente da porra dele me enchendo. E tô contando os minutos pras próximas férias.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Irmão meteu em mim!

Codigo do conto:
256238

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/03/2026

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