Era outro domingo de manhã, o sol mal nascendo e a casa ainda escura. Renato apareceu de novo na porta, o corpo balançando de tanto álcool da balada que não tinha acabado. O cheiro de cachaça e cigarro invadia o ar fresco. Ele digitou rápido no celular, mas preferiu não bater – sabia que o marido da Ana estava em casa, dormindo no andar de cima. Ana, vestindo só uma camisolinha fina de algodão branca que mal cobria a bunda, desceu as escadas na ponta dos pés, o coração martelando. Depois daquela foda braba da semana passada, ela jurou que ia parar, mas o corpo traía. Abriu a porta devagar, o dedo na boca pedindo silêncio. - Bom dia irmãzinha – Renato mandou áudio pra Ana pelo whatsapp, a voz rouca de bebida. - Estou bebado e não posso ir pra casa de novo. Por favor, deixa eu ficar aí. Ana cruzou os braços enquanto respondia Renato pelo whatsapp, a camisola subindo mostrando a calcinha preta enfiada entre as coxas grossas. - De novo? - Por favor, deixa eu ficar aí. - Não dá, hoje ele está aqui. Renato encostou na parede, se sentindo cansado enquanto digitava as mensagens para Ana, os olhos vermelhos implorando. - Então deixa eu só tomar um banho e daí vou pra casa. Por favor. - Ele já não está gostando disso. - Ele não vai saber. Vai ser rápido, por favor. Eu sou seu irmão po. Ana suspirou, olhando pra escada. - E ele meu marido. - Eu sei disso. Não quero atrapalhar seu casamento. Prometo que esse será a última vez que te incomodo. - Tá, você sempre fala isso. - Prometo maninha. De verdade. Então, ele tá dormindo ainda é? - Sim. - Tô aqui na porta, não vou bater pra não acordar ele. Vem abrir, vem. Ana balançou a cabeça, mas abriu mais a porta. - Você só me encrenca, só me mete em roubada, irmão. - Affs. Me perdoa. Renato deu um abraço forte, quase choroso, o corpo quente e pesado colando no dela. O pau já meio duro roçando na barriga macia de Ana por baixo do short. - Você sabe que eu só tenho você. - Vai, entra. Sem barulho. Ana fechou a porta devagar, o clique quase inaudível. Renato se apoiou no ombro dela, o nariz afundando no pescoço cheiroso, dando cheirinho lento, inalando aquele perfume de banho recente misturado com o calor da cama. - Você é minha irmã favorita – murmurou ele no ouvido dela, a respiração quente fazendo arrepio. - Eu tô brava com você ainda, não vem com esses elogios, não viu. - Eu sei que tá bravinha comigo, sei que vacilo. Mas saiba que você sempre vai ser minha melhor amiga. Adoro te ver com essa camisolinha. Ana olhou pra escada de novo, o medo misturado com o tesão que já umedecia a calcinha. - Vai logo. Renato puxou ela contra o peito, abraçando mais forte, as mãos descendo pra cintura. - Me ajuda no banho, não vou conseguir sozinho? - Não, não vou conseguir. - Vamos conseguir, maninha. Só esfrega minhas costas e o restante eu faço. Pode ser? - Vou ter que voltar pro quarto. - Calma, espera… Ele puxou Ana de repente, esfregando o corpo inteiro no dela, a boca encostando na dela e dando um beijinho molhado, a língua só roçando de leve. - Já disse que eu tenho a irmã mais gostosa do mundo? Ana retribuiu o beijo rápido, a mão no rosto dele, afastando devagar, mas os olhos já brilhando. - Você sempre fala. Renato olhou pra boquinha carnuda dela, depois pros olhos, mordendo o próprio lábio. Puxou ela de novo, o pau duro dentro do short roçando forte no ventre macio de Ana, marcando o tecido. - Tá vendo só como fico perto de ti? Ana deu uma risada baixa, tentando sair dos braços, mas o corpo não obedecia. - Por que você é assim hein? Ele apertou a bunda redonda dela com as duas mãos, puxando mais pra perto, a camisola subindo até a cintura. - Eu não sei, só sei que sou louco por você. Ana não resistiu mais. Deu um beijo devagar, demorado, a língua entrando devagarzinho, saboreando o gosto de álcool misturado com desejo. Renato beijou de volta com fome, segurando a bunda firme, fazendo a camisola subir toda. Viu a calcinha preta toda enfiadinha entre os lábios da buceta, o tecido já molhado no meio. - Por que eu sou louco por você, hein? – sussurrou ele, dando um tapa leve na bunda que ecoou baixinho. - Você que cria as coisas na sua cabeça, seu vagabundo. - Sou eu que fico assim diante do próprio irmão, toda linda, cheirosa e gostosa? Enquanto falava, Renato suspendeu a camisola até os peitos, segurou a borda da calcinha e desceu devagar, revelando a buceta raspadinha, inchada, brilhando de mel no escuro do corredor. - Kkkkkk, aí fica difícil de explicar – riu Ana baixinho, mas a voz já rouca. - Tá vendo só, agora a gente vai ter que saciar esse desejo. - Você é louco, só pode. Ele beijou mais fundo, a mão descendo e passando devagar na bucetinha quente. Os dedos sentiram o quanto estava molhadinha, os lábios gordos escorregadios. - Olha só como a safada já tá molhada. Ana gemeu no beijo. - Vamos sair daqui vai. - Vamos pra onde? - No quarto dali do fundo. Renato pegou ela no colo sem esforço, mesmo bêbado, carregando Ana pelo corredor escuro até o quarto de hóspedes nos fundos. O risco do marido acordar lá em cima deixava tudo mais quente – qualquer rangido no piso podia foder tudo. - Ainda irritada comigo? – perguntou ele, olhando nos olhos dela enquanto a deitava na cama arrumada. - Muito, claro. - Não parece rsrs. Hum já deixou a cama arrumada hein? Tava me esperando foi? - Não se acha tanto tá. - Eu não me acho, você que deixa transparecer tudo isso. Ele trancou a porta devagar, o clique suave. Voltou pra cama, os olhos famintos na buceta raspadinha e brilhante. - Você gosta de deixar a bucetinha raspadinha é? - Bem melhor, assim é mais confortável e mais excitante. Quando chegou perto, Renato abriu as pernas dela com as mãos, ajoelhou e passou a língua bem em cima da rachinha quente, lambendo devagar do cu até o grelinho. Ana sentiu o choque, gemendo leve, as mãos alisando o rosto dele. - Pelo visto, o corninho não faz isso com a madame hein? – murmurou Renato, a língua já enfiando na bucetinha apertada, entrando e saindo devagar. - Não a esse ponto, cuidado tô muito molhada. - Tô percebendo. Ah mas é um incompetente mesmo hein, o cara tem uma bucetinha deliciosa dessas e não aproveita. - Deixa pro cunhado aproveitar. Renato deu um tapinha leve na bucetinha molhada, o som molhado ecoando baixinho. - Hum, pode ter certeza que o cunhado vai comer muito bem. - Ah vai? - Vou sim. Com certeza. Dizendo isso, enfiou um dedo grosso na bucetinha quente, sentindo o mel escorrendo pela mão. - A gata tá toda molhada mesmo hein? - Nossaaa, calma que esse dedo entrou muito rápido. - Desculpa irmã, não consegui me controlar. Tirou devagar e enfiou de novo, bem lento, enquanto a língua brincava no grelinho inchado, rodando em círculos rápidos. - Geme pro seu irmãozinho, geme. Ana abriu mais as pernas, o corpo delirando na cama, segurando a mão dele com força, o tesão tomando conta. - Ai… caralho… assim, Renato… chupa meu grelinho enquanto mete o dedo… Ele tirou o dedo e deu outro tapa leve na rachinha, depois lambeu tudo. - Nossa, tá muito molhada, tá melando minha boca, que delícia. - Seca ela um pouco. - Preciso te confessar uma coisa: eu venho aqui domingo de manhã, porque eu sei que o corno só acorda tarde, daí aproveito pra tentar transar contigo. Vou secar ela sim, sugar seu grelinho assim, assim. Toma toma toma. Ana se mexeu loucamente na cama, gemendo mais alto, pressionando a boca dele contra a buceta, rebolando na cara. Renato roçou a língua rapidamente no grelinho, sugando forte. - Toma toma toma irmãzinha. É disso que tu gosta é? - Nossa, como ele faz direitinho. Ele arreganhou mais as pernas dela, a língua no grelinho sem parar, depois cuspiu direto no cuzinho exposto e passou o dedo nele, circulando o anel apertado. - Olha esse cu piscando pra mim… vou comer os dois hoje, maninha. O corninho nunca vai saber que a esposa dele tá aqui gemendo pra pica do irmão. Ana gemeu mais alto, abafando na mão. - Aiiiiii, porra… mete o dedo no meu cu enquanto chupa, mete no cuzinho e vai girando por dentro, vaaaai… tô pingando, Renato… Ele enfiou o dedo no cu devagar, sentindo apertar, a língua sugando o grelinho sem parar. Ana gozou pela primeira vez, o corpo tremendo, mel jorrando na boca dele, escorrendo pelo queixo. - Aaaahhh… gozei, irmão, gozei forte, seu cachorro… caralho, que boca gostosa… Renato levantou, tirou o short e a cueca, a pica grossa pulando pra fora, veias inchadas, cabeça vermelha babando pré-gozo. - Olha o que você fez com meu pau, Ana. Tá latejando pra foder essa buceta casada. Chupa agora, mas quietinha que o corno tá lá em cima. Ana se ajoelhou na cama, pegou a pica com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça, babando tudo. - Que pica grossa e cheirosa… vou mamar até você querer meter em mim… Chupou fundo, garganta apertando, mão massageando as bolas pesadas. Renato segurou o cabelo dela, fodendo a boca devagar, abafando os gemidos. - Isso, maninha… mama meu pau… que boca quente da porra… engole mais fundo… Depois de minutos babando, ele puxou ela, deitou de lado na cama e levantou uma perna dela. - Agora vou meter nessa xota molhada. Abre bem. Enfiou a pica devagar, centímetro por centímetro, sentindo a buceta apertar e sugar como se fosse virgem de novo. - Aaaahhh… que buceta gulosa… tá me engolindo inteiro… porra, tá mais apertada que da outra vez! Começou a meter ritmado, as bolas batendo baixinho na bunda, o barulho molhado abafado pelo colchão. Ana mordeu o travesseiro pra não gritar. - Mete mais fundo, Renato… rasga minha buceta… sou sua putinha meu maninho gostoso… fode enquanto o corno dorme… Ele acelerou, uma mão no grelinho esfregando rápido, a outra apertando o peito, beliscando o bico duro. - Vou encher essa buceta de porra quente… você quer, maninha? - Quero, irmãozinho… goza dentro, vaaai… deixa eu sentir essa porra quente me encher… aiiiiiiiiii, tô gozando de novo! Ana gozou apertando a pica, o mel escorrendo pelas coxas. Renato jorrou forte, jatos grossos enchendo o útero, transbordando. Mas o tesão não parou. Ele tirou a pica suja, virou Ana de quatro, cuspiu no cu e pressionou a cabeça. - Agora esse cu vai levar. Relaxa, irmã… vou comer devagar pra não acordar o corno do seu maridinho. Entrou no cu apertado, centímetro por centímetro, sentindo o anel pulsar. Ana gemeu no travesseiro. - Aiiiiiiiii, caralho… tá rasgando meu cuuuuu… mas que delícia… mete tudo, Renato… fode meu cu enquanto o marido ronca lá em cima… Ele meteu fundo, devagar primeiro, depois mais rápido, uma mão no grelinho, outra tapando a boca dela pra abafar os gemidos altos. O suor escorria dos dois, o quarto cheirando a sexo proibido. - Que cu apertado… tá me sugando… vou encher ele de porra também… Renato gozou de novo, jatos quentes no fundo do cu. Ana virou, chupou a pica suja de porra e mel, limpando tudo com a língua. - Adoro o gosto da nossa mistura… agora senta na minha cara de novo, quero sugar mais essa buceta melada. Eles continuaram por quase uma hora: ela sentando na pica rebolando devagar pra não fazer barulho, ele comendo de frente olhando nos olhos, sussurrando sacanagem no ouvido. - Você é todinha minha , Ana. Todo domingo eu venho comer essa buceta e esse cu enquanto o corno dorme. Entendeu? - Entendi, irmão… sou sua vadia agora… minha buceta e meu cu são só seus e quero que você venha sempre me foder… No final, os dois exaustos, corpos colados, porra escorrendo da buceta e do cu, lençol molhado. Renato beijou a testa dela, o coração ainda acelerado. - Agora eu vou embora quietinho, senão o corno escuta… mas semana que vem eu volto bêbado de novo como pretesto, pra comer novamente essa xota que já tá viciada na minha pica. Ana sorriu, já sentindo o mel escorrer de novo só de pensar. - Volta sim, Renatinho… e traz mais porra quente e gostosa pra mim. O corno nunca vai descobrir que a esposa dele goza mais com o irmão do que com ele. Ele saiu pela porta dos fundos, o sol já alto, deixando Ana sozinha na cama, o corpo marcado de chupões escondidos e a buceta latejando de saudade. O marido ainda roncava lá em cima, sem ideia nenhuma do que tinha rolado a poucos metros.
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