Sozinha em casa com meu irmão!

Eu tinha acabado de sair do banho, o corpo todo molhado, gotas grossas escorrendo pelos meus peitinhos firmes de 18 anos. Meus bicos rosados tavam durinhos, não só por causa da água fria que eu deixei cair no final, mas porque o ar do corredor já tava me arrepiando a pele. Eu me olhei no espelho do banheiro antes de abrir a porta: cabelo preto grudado nos ombros, barriga lisinha brilhando, coxas grossas ainda pingando e, lá embaixo, minha bocetinha bem depiladinha, os lábios carnudos inchadinhos, o grelo aparecendo tímido entre eles. Eu tava pelada total, sem toalha, sem nada. Achava que meu irmão tava lá embaixo, vendo TV no sofá, porque ouvi o barulho alto do jogo rolando. Casa vazia, só nós dois. Que mal tinha?
Abri a porta do meu quarto e dei o primeiro passo pro corredor. Foi aí que o mundo parou.
Ele tava subindo as escadas, dois degraus de cada vez, o rosto na altura exata da minha intimidade. Seus olhos castanhos bateram direto na minha xota molhada. Não desviou. Não piscou. Eu congelei ali, pés grudados no chão frio, as gotas da água do banho escorrendo devagar pela minha barriga e pingando direto no meu grelo. Sentia o olhar dele queimando, como se ele estivesse lambendo cada dobra dos meus lábios vaginais com os olhos. Minha buceta reagiu na hora — um latejar quente, um fiozinho de tesão misturado com a água escorrendo pra fora. Porra, eu tava ficando molhada de verdade, não só do banho. Os cinco segundos pareceram uma eternidade. Meu grelinho inchou, os lábios abriram um pouquinho sozinhos, e eu juro que senti o cheiro da minha própria excitação no ar.
Ele engoliu seco, a voz rouca saindo baixa: “Alice… caralho… veste uma roupa, porra.”
Foi como um tapa. Eu corri de volta pro quarto, bati a porta com força, o coração martelando no peito. Mas não vesti nada. Meu corpo tava pegando fogo. Me joguei na cama de barriga pra cima, pernas abertas que nem uma vadia no cio, e minha mão desceu direto pra buceta encharcada. Os dedos deslizaram fácil entre os lábios, o grelo duro pulsando. “Porra, irmão… você viu minha xoxotinha toda aberta pra você”, eu gemia baixinho, imaginando aqueles olhos dele grudados ali. Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo a parede quente e molhada apertar em volta. O som era obsceno — ploc, ploc, ploc — enquanto eu metia fundo, o polegar rodando no clitóris inchado. Meu cu piscava junto, apertadinho, e eu imaginava ele ajoelhado na minha frente, língua quente lambendo tudo, chupando meu grelo enquanto enfiava um dedo no meu cuzinho virgem.
Gozei pela primeira vez em menos de dois minutos. O orgasmo foi forte pra caralho, pernas tremendo, buceta esguichando um pouquinho de porra quente nos lençóis. Mas não parei. Virei de quatro na cama, bunda empinada pro espelho do guarda-roupa, e continuei me fodendo com três dedos agora. “Me olha de novo, irmão… olha como minha buceta tá babando pra você”, eu sussurrava, imaginando ele ali atrás, pau duro marcando a calça, rola grossa latejando pra meter na minha xotinha apertada. Gozei de novo, dessa vez gemendo mais alto, o corpo todo convulsionando. O cheiro de porra fresca enchia o quarto. Eu tava viciada. Era estranho? Sim, porra, era meu irmão, um ano mais velho, mas aquele olhar tinha acendido um fogo que eu nunca senti antes.
No dia seguinte, eu não resisti. “Sem querer”, né? Saí do banho de novo, só que dessa vez deixei a porta do banheiro entreaberta de propósito. Ouvi ele subindo as escadas de novo, o mesmo horário. Meu coração batia forte. Eu saí pelada, molhada, gotas escorrendo pelos seios, descendo pela barriga e pingando direto na minha boceta que já tava molhada de tesão de novo. Dessa vez eu “tropecei” na porta do quarto, fingindo que tava indo pegar uma toalha no armário do corredor. Ele tava lá, parado no topo da escada, olhos arregalados.
“Alice… porra, de novo?” A voz dele saiu rouca, mas o pau na calça de moletom já tava marcando forte, uma barra grossa latejando.
Eu não corri. Fiquei ali, pernas ligeiramente abertas, deixando ele ver tudo. “Eu… esqueci a toalha, irmão. Desculpa.” Mas minha voz saiu manhosa, safada. Minha buceta latejava visível, os lábios inchados brilhando, um fiozinho transparente de tesão escorrendo pela coxa.
Ele deu um passo pra frente. “Caralho, mana… sua xota tá toda molhada. Isso é água do banho ou você tá excitada me mostrando essa bucetinha gostosa?”
Eu corei, mas não fechei as pernas. Pelo contrário, abri mais um pouquinho. “É… os dois. Ontem, quando você olhou… eu bati uma siririca deliciosa pensando em você, irmão. Enfiei os dedos imaginando sua língua chupando meu grelo.”
Ele gemeu baixo, mão descendo pra apertar a rola por cima da calça. “Porra, Alice… você não sabe o que tá fazendo. Eu fiquei o dia todo com essa imagem na cabeça. Sua buceta rosada, aberta, pingando… eu queria ter ajoelhado ali na hora e lambido tudo.”
Eu dei mais um passo pra ele, peitinhos balançando, bicos duros. “Então faz agora. Sem querer virou querer, né? Chupa minha xota, irmão. Me mostra como você quer foder sua irmãzinha.”
Ele não aguentou. Me agarrou pela cintura, boca descendo voraz pro meu pescoço enquanto a mão grande apertava minha bunda. “Sua vadiazinha… tá pedindo pra irmão meter nessa bucetinha gulosa né?” Ele me empurrou pro meu quarto, bateu a porta e me jogou na cama. Caiu de joelhos na minha frente, abriu minhas pernas com força e enterrou o rosto na minha boceta. A língua quente lambeu de baixo pra cima, do cu até o grelo, chupando forte. “Caralho, que xota doce e molhada… tá babando porra pra mim, mana.”
Eu gritei de prazer, mãos agarrando o cabelo dele. “Isso, irmão… chupa meu grelo… mete a língua na minha bucetinha apertada!” Ele obedeceu, enfiando a língua fundo enquanto dois dedos grossos entravam no meu cu virgem, abrindo devagar. Eu gozei na boca dele em segundos, esguichando melzinho quente no queixo dele.
Mas ele não parou. Tirou o moletom, a rola grossa pulou pra fora — veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, uns 20cm pulsando. “Olha o que você fez, Alice. Agora vai engolir esse pau.”
Eu me ajoelhei na cama, boca aberta, e ele meteu devagar. “Chupa, mana… engole fundo essa piroca do seu irmão, vai.” Eu chupei gostoso, saliva escorrendo, engasgando enquanto ele fodia minha boca. As bolas batiam no meu queixo. Ele puxou meu cabelo: “Boa menina… agora vira de quatro, bunda bem empinada.”
Eu obedeci, bunda pra cima, buceta e cu expostos. Ele cuspiu na rola e meteu de uma vez na minha xota. “Aaaah porra, que buceta apertada e quente! Tá me engolindo inteiro, vadia!” Ele começou a meter forte, estocadas profundas que faziam meus peitos balançarem. O som molhado de pau entrando e saindo enchia o quarto. Eu gemia feito uma puta: “Me fode, irmão… rasga minha bucetinha, vai, faz ela chiar gostoso… goza dentro de mim!”
Ele metia mais rápido, mão dando tapas na minha bunda. “Sua xota é minha agora, Alice. Toda vez que eu quiser, você vai abrir essas pernas e me mostrar essa buceta molhada.” Ele enfiou um dedo no meu cu enquanto metia na buceta. Eu gozei de novo, apertando a rola dele, leite escorrendo pelas coxas.
Ele virou de costas, me sentou por cima, rola entrando até o talo. “Rebola nessa piroca, mana.” Eu rebolava gostoso, peitinhos pulando, mãos dele apertando meus mamilos. “Tô sentindo seu grelo roçando na minha barriga… porra, você é uma putinha descarada.”
Gozei mais duas vezes assim, até ele não aguentar. “Vou gozar, Alice… toma toda a porra do seu irmão!” Ele me puxou pra baixo, rola latejando fundo, e jorrou quente dentro da minha buceta. Senti cada jato enchendo meu útero, transbordando pra fora junto com meu melzinho.
Depois ficamos ali, ofegantes, pau ainda dentro de mim, pulsando. Ele beijou minha boca: “Isso vai virar nosso segredo sujo, mana. Toda vez que eu subir essa escada, você vai estar pelada esperando, buceta aberta pra eu lamber e foder.”
Eu sorri, apertando a buceta em volta da rola dele. “Pode apostar, irmão. Minha xota agora é somente sua.”
E foi assim que um simples olhar na escada virou a foda mais intensa e proibida da minha vida. Toda noite eu me masturbo lembrando, e toda manhã “sem querer” deixo a porta aberta pra ele me pegar de novo. Estranho? Talvez. Mas caralho, como é bom.

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Comentários


foto perfil usuario lampiao69

lampiao69 Comentou em 05/03/2026

Conto gostoso. Votado.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sozinha em casa com meu irmão!

Codigo do conto:
256202

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/03/2026

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