Eu tenho só 18 anos e, porra, minha irmã de 26 tá virando minha cabeça do avesso faz meses. A Fernanda é o tipo de mina que não precisa nem se esforçar pra deixar qualquer um babando. Cabelo preto longo que cai até o meio das costas, corpo malhado da academia, peitos firmes que balançam quando ela anda de top apertado e uma bunda empinada que parece pedir pra ser apertada. A gente mora só nós dois com os pais viajando o tempo todo, então é fácil esbarrar nela saindo do banho só de toalha ou de shortinho curto que mal cobre a metade da coxa grossa. A primeira vez que eu vi ela de outro jeito foi numa noite qualquer. Eu tava no meu quarto jogando no celular quando ouvi uns gemidos baixinhos vindo do quarto dela, do outro lado do corredor. No começo achei que era sonho, mas não... era real pra caralho. - Ahhh... assim... mais fundo... – ela gemia baixinho, voz rouca, como se estivesse sozinha mas se entregando total. Eu congelei na cama, pau já começando a inchar dentro da cueca. Levantei devagar, pé ante pé, e encostei a orelha na porta dela. Os gemidos continuavam, molhados, ritmados. Dava pra ouvir o barulhinho de algo entrando e saindo, tipo dedo na buceta encharcada. - Porra... que delícia... me fode assim... – ela sussurrava, e eu imaginei ela de quatro na cama, dedos enfiados até o talo na própria xota, cu piscando de tesão. Meu pau ficou duro que nem pedra. Voltei pro quarto, baixei a cueca e comecei a bater punheta pensando nela. Gozei tanto que sujou a barriga toda, mas o tesão não passou. Foi ali que tudo mudou. Aí veio a festa em casa semana passada. Os pais tavam viajando de novo, a gente chamou uns amigos, cerveja, som alto, todo mundo louco de álcool e maconha. A Fernanda tava uma puta gostosa num vestidinho preto curto, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido fino. Ela dançava no meio da sala, rebolando aquela bunda redonda, rindo alto, cabelo suado colado no pescoço. Eu tava sentado no sofá, meio bêbado, quando ela veio cambaleando na minha direção, olhos brilhando de malícia. - Vem cá, maninho... me dá um colo que eu tô cansada de dançar – ela falou, voz manhosa, e sentou direto no meu colo sem pedir licença. O vestido subiu na hora, e eu senti a pele quente da bunda dela encostando na minha coxa. Meu pau, que já tava meio duro só de olhar ela a noite toda, reagiu na hora. Inchou rápido, empurrando contra o tecido da bermuda, roçando bem no meio daquela bunda macia. Ela parou de se mexer um segundo, sentiu a vara dura pulsando ali embaixo, e então... riu. Uma risada baixa, safada, que me fez arrepiar. - Nossa, que porra é essa endurecendo aí embaixo? – ela sussurrou no meu ouvido, rebolando devagar só pra provocar. – Tá com a pica dura por causa da sua irmã, seu safado? Eu não consegui responder, só apertei a cintura dela com as mãos, sentindo o calor da buceta dela quase encostando na cabeça da minha rola através da roupa. Ela ficou ali uns segundos a mais, rebolando leve, roçando a bunda pra cima e pra baixo na minha pica latejante, como se testasse o tamanho. Meu coração batia na garganta. Aí ela levantou de repente, rindo ainda, e foi embora pro meio da galera, me deixando ali com a rola babando pré-gozo na cueca. No dia seguinte, eu tava uma pilha de nervos. Fernanda acordou cedo pra academia, como sempre. Saiu de casa de legging preta colada que marcava cada curva da bunda e da buceta, top esportivo apertado. Assim que ouvi a porta da frente bater, eu entrei no quarto dela. O cheiro dela tava no ar, perfume doce misturado com suor da noite anterior. O MacBook dela tava na escrivaninha, aberto, só na tela de bloqueio. Eu sabia a senha – ela usava a mesma de sempre. Abri e comecei a fuçar nas pastas. Primeiro nada demais. Depois cliquei numa pasta escondida chamada “fotos privadas”. Porra, foi aí que eu pirei de vez. Tinha dezenas de fotos dela, tiradas no espelho do quarto. Na primeira, ela tava só de calcinha fio-dental vermelha, peitos de fora, mãos apertando os mamilos duros. Na seguinte, sem nada, de quatro na cama, bunda empinada pra câmera, buceta inchada brilhando de tesão, lábios grossos abertos mostrando o interior rosado molhado. Tinha uma série em que ela tava se masturbando: dedo enfiado na xota, outra foto com dois dedos, cara de prazer, boca aberta gemendo. E a pior de todas – ou melhor, a melhor – ela de lado, perna levantada, enfiando um consolo grosso no cu enquanto a buceta escorria gozo. Meu pau pulou na hora dentro da bermuda. Nunca vi nada tão safado na vida. Ela tava olhando pra câmera com cara de puta, língua pra fora, como se soubesse que alguém ia ver. Eu não pensei duas vezes. Selecionei umas 15 fotos mais pesadas e mandei por AirDrop pro meu celular. O aparelho vibrou confirmando o recebimento. Fechei tudo rapidinho, saí do quarto dela com o coração disparado. Voltei pro meu quarto, tranquei a porta, baixei a bermuda e abri as fotos no celular. Comecei a bater punheta olhando pra buceta dela aberta na tela. - Porra, Fernanda... que buceta gostosa... eu quero enfiar minha pica aí até o fundo – eu gemia sozinho, mão subindo e descendo rápido na rola. Gozei em menos de dois minutos, jatos grossos de porra voando no peito. Mas não parou aí. Nos quatro dias seguintes eu virei um viciado. Acordava pensando nela e olhando aquelas fotos gostosas, batia uma punheta antes do café. Na faculdade, no banheiro, abria o celular escondido e batia outra olhando ela se dedando. De noite, deitado na cama, punhetava devagar, imaginando ela montada em mim. - Senta nessa pica, mana... cavalga gostoso na rola do seu irmão – eu sussurrava pra mim mesmo, gozando de novo e de novo até ficar com o pau dolorido. As fotos tavam salvas numa pasta secreta. Eu ampliava cada detalhe: o jeito que o cu dela piscava na foto, o fio de baba escorrendo da buceta pro lençol, os mamilos durinhos. Meu tesão tava fora de controle. No quarto dia, eu tava no sofá da sala vendo TV quando ela chegou da academia suada, legging molhada de suor colada na pele. Sentou do meu lado, pegou a garrafa de água e tomou um gole longo. Eu tentei disfarçar, mas meu pau já tava semi-duro só de sentir o cheiro dela perto. - Tá tudo bem com você, maninho? – ela perguntou, virando o rosto pra mim com um sorrisinho estranho. – Tá me olhando esquisito esses dias. Eu engoli seco. - Tô de boa, Fer. Só cansado da faculdade. Ela riu baixinho, daqueles risos que eu sabia que significavam encrenca. Levantou e foi pro quarto dela. Eu fiquei ali, pau latejando. Uns minutos depois, ouvi ela chamar. - Vem aqui um segundo! Entrei no quarto. Ela tava de pé na frente do MacBook aberto, exatamente na pasta que eu tinha mexido. Meu coração quase saiu pela boca. Ela virou devagar, olhos brilhando de tesão misturado com raiva. - Então... você andou mexendo nas minhas fotos, né? – ela disse, voz baixa e rouca. – Vi o AirDrop ativado ontem. E hoje eu chequei o histórico. Você copiou tudo, seu safado. Eu tentei gaguejar alguma desculpa, mas ela deu um passo pra frente, encostou o dedo no meu peito. - Eu sabia que você tava me olhando diferente. Na festa... senti sua pica dura roçando na minha bunda. Você ficou louco de tesão por mim, né? Confessa. - Porra, Fer... eu... eu não consegui me controlar – eu admiti, voz tremendo. – Você é gostosa pra caralho. Aquelas gemidos que eu ouvi outro dia... as fotos... eu bati punheta todo dia pensando em foder você. Ela mordeu o lábio inferior, olhos descendo pro volume na minha bermuda. - Então mostra. Tira essa bermuda agora. Quero ver essa pica que ficou dura no meu colo. Eu obedeci sem pensar. Baixei a bermuda e a cueca, pau saltando pra fora, cabeça vermelha, veias pulsando, já babando pré-gozo. Ela olhou direto, lambeu os lábios. - Nossa... que rola grossa, maninho. Maior do que eu imaginava. Vem cá. Ela puxou o top por cima da cabeça. Os peitos pularam livres, mamilos duros como pedrinhas. Depois tirou a legging e a calcinha de uma vez. Buceta depilada, lábios inchados, brilhando de tesão. Virou de costas, empinou a bunda e abriu as pernas. - Olha o que você queria tanto. Minha buceta e meu cu só pra você hoje. Mas primeiro... ajoelha e come minha xota com a língua. Eu caí de joelhos como um cachorro no cio. Segurei aquelas coxas grossas e enfiei a cara entre as pernas dela. O cheiro era doce e salgado, tesão puro. Lambi devagar no começo, língua subindo do cu até o clitóris inchado. Ela gemeu alto. - Isso... lambe minha buceta, irmãozinho... enfia a língua bem fundo nessa xota molhada... ahhh, porra, você é bom nisso! Eu chupei com tudo, sugando o clitóris, enfiando dois dedos na buceta apertada enquanto lambia o cu dela. Ela rebolava na minha cara, mãos segurando minha cabeça, gemendo sem parar. - Mais rápido... chupa meu cu também... isso... seu puto... me come com a boca! Depois de minutos ela tava tremendo, gozando na minha boca, jatos quentes escorrendo pelo meu queixo. Virou de frente, olhos vidrados. - Agora levanta. Quero sentar nessa pica grossa. Eu me levantei, pau apontando pro teto. Ela me empurrou na cama dela, subiu em cima, segurou minha rola com a mão quente e esfregou a cabeça na entrada da buceta encharcada. - Olha como tá molhada por você... – ela sussurrou. – Vou cavalgar essa pica até você implorar pra gozar dentro da minha buceta. Desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro. A buceta dela era quente, apertada pra caralho, sugando minha rola como se não quisesse soltar. Quando sentou até o fundo, bunda encostando nas minhas bolas, ela soltou um gemido longo. - Aaaahhh... que pica deliciosa... tá enchendo minha buceta toda... Começou a subir e descer, devagar no começo, depois mais rápido, bunda batendo nas minhas coxas com barulho molhado. Peitos balançando na minha cara. Eu segurei aquela bunda macia, dedos afundando na carne, ajudando ela a quicar mais forte. - Fode meu cu também depois, tá? – ela pediu, voz safada. – Quero sentir essa rola grossa abrindo meu cuzinho apertado. Eu não aguentei. Virei ela de quatro na cama, segurei o cabelo dela como rédea e enfiei tudo de uma vez na buceta de novo. Meti com força, bolas batendo no clitóris, ela gritando de prazer. - Isso... me fode forte, maninho... rasga minha buceta... sou sua puta agora! Eu meti até sentir o cu dela piscando. Tirei da xota, cuspi na cabeça da rola e pressionei contra o anel apertado. Entrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar minha pica como um punho quente. - Porra... que cu gostoso... tá engolindo minha rola inteira... Ela empinava mais, gemendo rouco. - Enfia tudo... fode meu cu... goza dentro de mim, irmão... me enche de porra quente! Eu meti mais rápido, mão descendo pra esfregar o clitóris dela. Ela gozou de novo, cu apertando minha rola tanto que eu não segurei. Gozei jatos grossos dentro do cuzinho dela, enchendo tudo, porra escorrendo pelas coxas. Caímos na cama suados, ofegantes. Ela virou o rosto pra mim, sorriu safada. - Isso foi só o começo, maninho. Agora que eu sei que você adora minhas fotos... vamos fazer umas novas juntos. Com você enfiando essa pica em mim pra valer. Desde aquele dia, a gente não para mais. Todo dia ela me manda foto nova da buceta molhada ou do cu piscando, e eu corro pro quarto dela pra foder até não aguentar mais. Minha irmã realmente me deixou louco... mas de um jeito que eu nunca mais quero voltar atrás.
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