Eu, Gerson, 45 anos, vivo sozinho há uns bons anos e já tinha me acostumado com o silêncio da casa. Até que minha filha Isadora, de 18 anos, brigou feio com a mãe dela e veio morar comigo há dois meses. No começo foi só alegria. Ela é a garota mais doce do mundo, sempre sorrindo, me ajudando na cozinha, me abraçando quando chego do trabalho. Mas o problema é que ela é gostosa pra porra. Herdou o corpo da mãe — aquela que eu não suporto, mas que tinha um corpão de tirar o fôlego na juventude. Isadora tem peitos enormes, redondos, pesados, que balançam soltos dentro daqueles tops fininhos que ela usa em casa. A bunda é empinada, redonda, e os shorts curtinhos mal cobrem metade da coxa. Toda vez que ela anda pela sala eu sinto minha pica dar um pulo dentro da cueca. Eu tento disfarçar, olho pro celular, mas os olhos sempre voltam pros seios dela balançando de um lado pro outro enquanto ela lava a louça ou se abaixa pra pegar alguma coisa no chão. No início eram só olhadas rápidas. Eu me sentia um lixo, mas não conseguia parar. De noite, deitado na cama, eu fechava os olhos e imaginava aqueles peitos enormes na minha cara. Minha mão descia devagar, segurava a pica já dura e começava a bater uma punheta lenta, pensando na bucetinha dela apertada. Eu gozava forte, jorrando porra quente na barriga, e depois ficava com remorso. Mas no dia seguinte lá estava ela de novo, shorts colado na bunda, top quase transparente mostrando os bicos escuros dos mamilos. Uma tarde quente de sábado ela chegou do banho só com uma toalha enrolada no corpo. Os cabelos molhados pingando água nos ombros. A toalha mal cobria as coxas e os peitos quase saltavam pra fora. - Pai, você viu meu celular? — ela perguntou, revirando a sala. Eu estava no sofá, tentando ler o jornal, mas minha pica já estava meia dura só de olhar pra ela. A toalha escorregou um pouco quando ela se abaixou e eu vi de relance a curva da bunda, o risco do cu aparecendo. Meu pau engrossou na hora. - Tá ali na mesa, filha — respondi com a voz rouca. Ela pegou o celular e, quando se virou, a toalha soltou de vez. Os peitos enormes pularam pra fora, mamilos rosados e duros, a buceta lisinha, sem um fio de pelo, brilhando de umidade do banho. Ela deu um gritinho e tentou se cobrir, mas era tarde. Eu vi tudo. A pica latejou dentro da bermuda, marcando o tecido. - Ai, pai, desculpa! — ela riu, mas não correu. Ficou ali parada, segurando a toalha contra o peito, mas deixando a buceta exposta. — Tá tudo bem? Você tá com uma cara estranha... Eu engoli seco. Meu coração batia na garganta. A bucetinha dela era rosada, os lábios carnudos, o grelinho já um pouco inchado aparecendo no topo. - Tá tudo bem sim, filha... só... você cresceu pra caralho, né? — falei sem pensar, a voz sainha rouca. Ela mordeu o lábio inferior e olhou direto pra minha bermuda, onde a cabeça da pica estava quase saindo pela barra. - Eu sei que você olha, pai. Eu sinto seus olhos nos meus peitos o tempo todo. E nesses shorts... — ela deu um passo mais perto, a toalha caindo completamente agora. Os peitos balançaram livres. — Eu gosto. Me deixa molhadinha. Meu pau deu um salto. Eu levantei do sofá devagar, a pica dura como pedra apontando pra ela. - Isadora... eu sou seu pai, porra... mas eu não aguento mais. Toda noite eu bato punheta pensando nessa buceta gostosa. Nesses peitos enormes balançando. Eu quero meter minha pica bem fundo em você. Ela sorriu safada, os olhos brilhando. - Então vem, pai. Eu também penso no seu pau. Quero sentir ele esticando minha bucetinha virgem. Quero que você me foda como um homem de verdade. Eu não pensei mais. Puxei ela pela cintura e colei minha boca na dela. O beijo foi quente, molhado, línguas se enrolando. Minhas mãos subiram direto pros peitos, apertando aqueles melões pesados, os mamilos endurecendo entre meus dedos. Ela gemeu na minha boca. - Ai, pai... aperta mais forte... eu gosto quando fica bruto. Eu belisquei os bicos, puxei, e ela arqueou as costas, empinando a bunda. Desci uma mão e enfiei dois dedos direto na buceta. Estava encharcada, quente, apertada pra caralho. O grelinho pulsava contra minha palma. - Porra, filha, sua bucetinha tá pingando. Tá molhada pro papai assim, é? - Tô, pai... toda vez que você me olha eu fico assim. Deda mais fundo minha pepequinha... isso... mexe no meu grelinho... Eu tirei os dedos e chupei, sentindo o gosto doce da filha. Depois ajoelhei na frente dela, abri aquelas coxas grossas e enfiei a língua na buceta. Lambi tudo: os lábios, o buraco, o grelinho inchado. Chupei o grelinho com força, sugando como se quisesse tirar leite. Isadora segurou minha cabeça e rebolou na minha cara. - Isso, pai! Chupa meu grelinho... ai, caralho, sua língua é boa pra porra... vou gozar na sua boca! Ela tremeu inteira, apertou as coxas na minha cabeça e jorrou. Um esguicho quente molhou meu queixo, a buceta contraindo na minha língua. Eu engoli tudo, lambendo até a última gota. Levantei, tirei a bermuda e a cueca. Minha pica pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 22 centímetros latejando. - Olha o que você fez, filha. Essa pica tá assim por sua causa. Isadora caiu de joelhos na hora, olhos arregalados. - Que pica enorme, pai... maior que eu imaginava. Posso chupar? - Chupa tudo, minha princesa. Engole até o fundo. Ela abriu a boca e enfiou a cabeça. A língua girou na glande, lambendo o pré-gozo. Depois desceu devagar, engolindo centímetro por centímetro até a garganta. Engasgou, babou, mas continuou. Subia e descia a cabeça, chupando com fome, mão massageando minhas bolas. - Porra, filha... que boca gulosa... engole mais fundo... isso... vai, mama a pica do papai. Ela babava tanto que escorria pelo queixo, pingando nos peitos. Eu segurei o cabelo dela e fodi a boca, metendo até bater no fundo da garganta. Ela gemia, olhos lacrimejando, mas não parava. Puxei ela pra cima, joguei no sofá de quatro. A bunda empinada, buceta aberta, brilhando, e o cu piscando logo acima. - Agora eu vou meter, filha. Vou abrir essa bucetinha sedenta com minha pica. - Mete, pai... me fode gostoso, vai... quero sentir cada centímetro dessa rola gostosa esticando minha buceta. Segurei a base da pica e encostei a cabeça nos lábios molhados. Empurrei devagar. A buceta apertou pra caralho, mas estava tão molhada que deslizou. Meti até o meio e parei, deixando ela acostumar. - Ai, pai... tá tão grosso... tá me abrindo toda... continua... mete tudo! Eu dei uma estocada forte e enterrei até as bolas. Ela gritou de prazer. Comecei a meter forte, fundo, o barulho da pele batendo ecoando na sala. Ploc, ploc, ploc. Os peitos balançavam pra frente e pra trás. - Tá gostando da pica do pai, hein? Sua buceta tá apertando meu pau como se não quisesse soltar. - Tô amando, pai! Mete mais forte... rasga minha buceta... eu sou sua putinha agora! Eu metia sem dó, segurando os quadris, vendo a pica entrar e sair brilhando de mel. O grelinho dela esfregava na minha mão toda vez que eu descia. Ela gozou de novo, buceta pulsando, ela rebolando os quadris e esguichando no sofá. Virei ela de frente, levantei as pernas no meu ombro e voltei a meter. Os peitos pulavam na cara dela. Eu abaixei e chupei os mamilos enquanto fodia. - Olha esses peitos balançando enquanto eu te fodo, filha. São meus agora. - São seus, pai... chupa meus bicos... morde... ai, caralho, vou gozar de novo! Mais um orgasmo. Eu sentia minhas bolas apertando. Tirei a pica, bati na buceta dela e gozei. Jatos grossos de porra branca cobriram a barriga, os peitos, o grelinho. Ela passou a mão, lambeu os dedos. - Que porra quente, uma delicia, pai... adoro. Mas não acabou. Eu ainda estava duro. Virei ela de novo, cuspi no cu piscando e enfiei dois dedos pra abrir. - Agora eu quero esse cuzinho guloso também, filha. Vou meter minha pica no seu cuzinho apertado. - To com medo não, pai, pode meter forte e gostoso... enfia. Quero sentir você no meu cu. Encostei a cabeça melada de porra e cuspe e empurrei. O cu resistiu um pouco, mas cedeu. Entrei devagar, centímetro por centímetro, até as bolas estarem coladas na buceta dela. Comecei a meter, devagar primeiro, depois mais rápido. O cu apertava minha pica como um punho quente. - Porra, filha, seu cu tá me espremendo... que delícia... rebola essa bunda pra mim. Ela rebolava, empinando, gemendo alto. - Mete no meu cu, pai! Fode meu cuzinho gostoso... eu quero gozar com você dentro de mim! Eu metia cada vez mais forte, o barulho molhado ecoando. Segurei os peitos por trás, apertando, e gozei de novo, enchendo o cu dela de porra quente. Ela gozou junto, tremendo, buceta escorrendo mel sem eu nem tocar. Depois ficamos deitados no sofá, suados, ela com a cabeça no meu peito, minha mão ainda brincando com o grelinho dela. - Pai... isso vai continuar, né? Eu não quero parar. - Nunca mais, filha. Essa buceta, esse cu, esses peitos... são meus pra sempre. Toda noite eu vou te foder até você não aguentar mais. Ela sorriu, lambeu a cabeça da minha pica ainda molhada e disse baixinho: - Então me leva pro quarto agora. Quero dormir com sua pica dentro de mim. Eu levantei ela no colo, pica já meio dura de novo roçando na bunda, e fomos pro quarto. A noite ainda ia ser longa. Eu ia comer aquela filha gostosa de todos os jeitos possíveis — buceta, cu, boca, peitos — até o sol raiar. E amanhã de novo. Porque eu simplesmente não consigo resistir à minha filha.
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