Ana tinha 46 anos e, depois do divórcio, a casa parecia um túmulo silencioso. O ex-marido tinha levado embora a rotina, o sexo morno de uma vez por semana e quase toda a confiança dela. Mas o que sobrou foi uma fome antiga, daquelas que ela jurava ter enterrado junto com os 20 e poucos anos, quando era conhecida no bairro inteiro como a vadia que não negava uma pica boa pra ninguém. Rodada mesmo, como ela mesma ria com as amigas na época. Agora, aos 46, fazia quase quatro anos sem sentir uma rola de verdade dentro dela. Só o vibrador velho, escondido na gaveta de calcinhas, e uma buceta que latejava de saudade. Lucas, o filho de 24 anos, tinha voltado pra casa há duas semanas depois de terminar com a namorada. O garoto chegou com a mala na mão, cara de cansado e corpo que Ana nunca tinha reparado de verdade. Alto, ombros largos de quem malha todo dia na academia, peito definido, braços grossos e uma bunda durinha que a calça de moletom marcava sem piedade. No primeiro dia ele saiu do banho só de toalha na cintura e Ana sentiu um calor subir pela barriga que ela jurou ser coisa da menopausa. Mentira. Era tesão puro. Na segunda noite já estava pior. Ela fingiu que ia pegar água na cozinha e parou no corredor escuro quando ouviu o chuveiro desligar. A porta do banheiro abriu devagar e lá estava ele: cabelo molhado pingando no peito, gotas escorrendo pela barriga tanquinho até sumir na toalha. A toalha que mal segurava o volume. Ana sentiu a calcinha molhar na hora. - Porra, que pica deve ser essa... – pensou ela, mordendo o lábio, escondida atrás da porta entreaberta. Lucas passou a mão na toalha, ajustou o pau por cima do tecido e o volume cresceu um pouco. Ana apertou as coxas uma contra a outra e sentiu o clitóris pulsar. Voltou pro quarto tremendo, tirou a calcinha encharcada e meteu dois dedos na buceta enquanto imaginava aquela pica grossa abrindo ela inteira. No dia seguinte foi pior. Lucas saiu do quarto só de cueca boxer preta, apertada, o pau semi-duro balançando enquanto ele ia pra cozinha pegar café. Ana estava na mesa, de robe curto, sem nada por baixo. Quando ele se abaixou pra pegar o leite na geladeira, a cueca desceu um pouco e ela viu a metade da bunda lisinha, a fenda do cu aparecendo de leve. A buceta dela latejou tão forte que ela teve que cruzar as pernas pra não gemer ali mesmo. - Mãe, tá tudo bem? Você tá vermelha pra caralho – ele disse, virando com o copo na mão, aquele sorriso safado que ele puxou do pai. - Tá sim, filho... só calor – ela respondeu, voz rouca, os mamilos duros marcando o robe fino. À noite ela não aguentou. Depois que ele foi dormir, Ana foi pro banheiro dele. Pegou a cueca suja do cesto e levou no rosto. O cheiro de pau, suor e macho jovem invadiu o nariz dela. - Caralho, que cheiro bom... – sussurrou sozinha. Enfiou a mão por baixo do robe e começou a se masturbar ali mesmo, esfregando a buceta molhada enquanto cheirava a cueca. Gozou em menos de um minuto, pernas tremendo, mordendo a própria mão pra não gritar o nome dele. No quarto dia ela decidiu que ia agir. Não dava mais pra segurar. Lucas chegou da academia suado, camisa colada no corpo, short de malhar marcando o volume da pica que balançava a cada passo. Ana estava na sala de shortinho jeans curto e regata fina, sem sutiã, os peitos grandes e pesados balançando livres. - Oi, mãe. Vou tomar banho rapidinho – ele disse, já tirando a camisa no meio da sala. Ana sentiu a buceta piscar. - Tá bom, filho. Depois vem aqui na sala que eu quero conversar uma coisa séria. Ele tomou banho. Ela esperou. Quando Lucas saiu só de toalha de novo, gotas ainda escorrendo pelo peito, ela estava sentada no sofá, pernas cruzadas, o shortinho tão curto que quase mostrava a buceta depiladinha. - Senta aqui do meu lado, Lucas – ela falou, batendo na almofada. Ele sentou. A toalha abriu um pouco na coxa, quase mostrando tudo. - Mãe, o que foi? Tá com cara de quem vai dar bronca. Ana respirou fundo, o coração batendo na garganta. A buceta dela já estava encharcada, melando a coxa. - Filho... eu tô louca. Desde que você voltou eu não penso em outra coisa. Eu te espio quando você sai do banho. Eu cheirei tua cueca suja ontem e gozei pensando na tua pica. Eu sei que é errado pra caralho, mas eu tô com tanta fome de rola que eu não aguento mais. Eu quero você. Quero que você foda sua mãe como uma vadia barata. O silêncio durou três segundos. Lucas arregalou os olhos, mas Ana viu o pau dele mexer embaixo da toalha, crescendo rápido. - Mãe... caralho... você tá falando sério? - Seríssimo, filho. Olha aqui – ela abriu as pernas no sofá, puxou o shortinho pro lado e mostrou a buceta inchada, brilhando de tesão, os lábios grossos e o clitóris durinho aparecendo. – Tá vendo como tá molhada? Isso tudo é por causa da tua pica. Me fode, Lucas. Enfia essa rola grossa na buceta da tua mãe. Eu preciso ser usada. Lucas soltou a toalha. A pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça rosada e brilhando, uns 22 centímetros fáceis, pesada, balançando. Ana gemeu só de ver. - Porra, mãe... que buceta linda. Tá toda molhada mesmo. Eu também ando louco, sabia? Toda vez que eu batia punheta no quarto eu imaginava te comendo. Ele se aproximou. Ana esticou a mão e segurou a pica quente, pulsando. A pele era macia, a cabeça latejava na palma dela. - Que pica gostosa, filho... grossa pra caralho. Vem, me dá um beijo primeiro. Lucas segurou o rosto dela e enfiou a língua na boca da mãe. O beijo foi bruto, molhado, línguas se enrolando enquanto Ana masturbava devagar a rola dele, sentindo o pré-gozo melar os dedos. - Tira essa roupa toda, vadia – ele mandou, voz grossa. Ana tirou o regata e o shortinho em dois segundos. Ficou pelada, peitos grandes balançando, buceta pingando no sofá. Lucas se ajoelhou entre as pernas dela, abriu bem as coxas e aproximou o rosto. - Que buceta cheirosa... toda depilada, rosadinha. Vou comer essa xota primeiro com a língua. Ele lambeu de baixo pra cima, devagar, pegando todo o mel que escorria. Ana arqueou as costas e gritou: - Ai, caralho! Chupa a buceta da mamãe, filho! Enfia essa língua gostosa lá dentro! Lucas enfiou a língua fundo, fodendo a buceta com ela enquanto o polegar girava no clitóris. Ana segurava a cabeça dele, empurrando contra a xota. - Isso, assim... mama no meu grelo, vai! Porra, tô gozando já! Ela gozou na boca do filho, jorrando um pouco de squirt que ele engoliu tudo, gemendo. Lucas levantou, pica babando pré-gozo. - Agora vou te foder, mãe. Abre essa buceta pra mim. Ana abriu as pernas ao máximo, segurou os lábios da buceta com os dedos e mostrou o buraco piscando. - Enfia tudo, filho. Rasga a buceta da tua mãe. Ele segurou a rola na base e empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios e entrou devagar, centímetro por centímetro. Ana sentiu cada veia raspar na parede da xota. - Aaaahhh caralhooo! Que pica enorme! Tá me abrindo toda, filho! Mais fundo! Lucas meteu até o saco bater na bunda dela. Ficou parado, sentindo a buceta quente apertar a rola. - Porra, mãe... tua buceta tá sugando minha pica. Tá tão quente e molhada... vou te foder até você pedir pra parar. Começou a estocar. Devagar no começo, depois forte, o som de pele batendo ecoando na sala. Ploc, ploc, ploc. Os peitos de Ana balançavam loucamente. - Isso, me fode forte! Sou tua vadia agora! Enfia essa rola até o fundo! Quero sentir teu saco batendo no meu cu! Lucas acelerou, segurando os quadris dela, metendo como um animal. O suor escorria dos dois. - Toma, vadia! Toma a pica do teu filho! Essa buceta é minha agora, entendeu? - Entendi, filho! A partir de agora sou tua putinha! Fode tua mãe quando quiser! A qualquer hora! Ele virou ela de quatro no sofá. Ana empinou a bunda, abriu as nádegas com as mãos e mostrou o cu rosadinho também. - Quer foder o cu da mamãe também? Tá virgem ainda, mas eu quero te dar tudo. Lucas cuspiu na rola, passou na cabeça e encostou no cuzinho apertado. - Relaxa, mãe. Vou devagar. Empurrou. O cu abriu devagar, engolindo a pica grossa. Ana gritou de prazer e dor misturados. - Aaaaiii porraaa! Tá rasgando o meu cuzinho! Mas continua! Enfia tudo no meu rabo! Quando a rola entrou inteira, Lucas começou a meter no cu da mãe com força. Ana gemia feito louca, uma mão no clitóris esfregando rápido. - Isso, fode meu cu! Me usa como uma vadia de rua qualquer! Quero gozar com tua pica no meu rabo! Lucas meteu mais rápido, segurando o cabelo dela como rédea. - Vou gozar, mãe! Vou encher esse cu de porra! - Goza dentro, filho! Enche o cu da tua mãe de leitinho quente! Ele gozou rugindo, jatos grossos enchendo o cu de Ana. Ela gozou junto, squirt jorrando no sofá enquanto o cu apertava a rola dele. Ficaram ofegantes. Lucas tirou a pica ainda dura do cu, e Ana virou rápido, pegou a rola na boca e chupou tudo, limpando o gosto de cu e porra. - Hummm... que delícia. Pica do meu filho tem gosto bom até depois de foder meu cu. Lucas sorriu, puxou ela pro colo. - Isso foi só o começo, mãe. Amanhã vou te foder na cozinha, no meu quarto, no banheiro... onde eu quiser. Você é minha vadia agora. Ana lambeu os lábios, sentindo a porra escorrendo do cu pro sofá. - Pode foder quando quiser, filho. Eu voltei a ser a vadia que eu era. E agora com a melhor pica da minha vida. Naquela noite eles transaram mais três vezes. Na cama dela, de ladinho, ele metendo na buceta enquanto chupava os peitos. Depois no chão da sala, Ana cavalgando a rola dele, peitos pulando, gemendo alto. E por fim no chuveiro, ele fodendo o cu dela de pé, água quente escorrendo nos corpos enquanto ele gozava de novo dentro do rabo da mãe. Ana dormiu com a buceta e o cu doloridos, mas sorrindo. A fome tinha voltado. E agora tinha dono. No dia seguinte de manhã, Lucas acordou com a boca da mãe engolindo a pica dura de novo. - Bom dia, filho. Mamãe tá com fome de novo. Me fode antes do café. E ele fodeu. Forte, bruto, sem piedade. Exatamente como ela queria. A casa nunca mais foi silenciosa. Virou um puteiro particular onde mãe e filho fodiam em todo canto, toda hora. Ana tinha voltado a ser a vadia que sempre foi. Só que agora com a pica do próprio filho enchendo todos os buracos dela. E ela nunca mais sentiu falta de nada.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.