Acordando minha irmã, com minha língua na buceta!

Meus pais tinham viajado pro interior, aqueles dois ou três dias de folga que pareciam eternos. Eu, com 24 anos, fiquei sozinho em casa com a Darlinda, minha irmãzinha de 19, baixinha, corpo perfeito que sempre me deixava louco sem ela nem saber. Ela era exatamente o meu tipo: peitinhos empinados, cintura fininha, bunda redondinha e durinha, perninhas curtas mas torneadas. Cabelo preto liso até os ombros, pele morena clara, aquele jeitinho inocente que escondia uma safadeza que eu só ia descobrir naquela noite.
Era de tarde. Eu tava trabalhando no laptop do lado de fora, no quintal, suando um pouco por causa do calor. A janela do banheiro ficava bem ali, de frente pro meu canto. Normalmente tava fechada, mas hoje... hoje tava só um pouquinho aberta, uns dois dedos de fresta. O vapor do chuveiro escapava, misturado com o cheiro de sabonete de coco. Meu coração já acelerou antes mesmo de eu olhar.
Levantei devagar, fingindo que ia pegar uma água, mas na real fui direto pra janela. Espiei. E caralho, que visão. A Darlinda tava lá, nua debaixo do chuveiro, água quente escorrendo pelo corpo dela como se fosse feita pra me provocar. Os peitinhos pequenos mas firmes, bicos rosados duros por causa da água fria misturada, gotas pingando direto neles. Ela passava a mão devagar, ensaboando a barriga lisa, descendo pros quadris. Depois virou de lado e eu vi a bucetinha dela: lisinha, sem um pelo, os lábios carnudinhos, rosados, a água batendo bem no grelinho inchado. Ela abriu um pouco as pernas pra enxaguar e eu vi tudo: o cuzinho apertado logo acima, redondinho, piscando com o movimento.
Fiquei parado ali uns bons minutos, pica já dura pra caralho dentro da bermuda, latejando só de olhar. Ela não fazia ideia. Passava a mão entre as coxas, limpando a buceta devagar, dedos roçando o grelinho sem querer. Eu imaginava o gosto, o cheiro, o quentinho. Meu pau babava pré-gozo na cueca. Quando ela desligou o chuveiro e pegou a toalha, eu voltei correndo pro laptop, coração na boca, mas a imagem dela nua ficou gravada na minha cabeça o resto do dia.
A noite caiu pesada. A gente dividia o mesmo quarto desde sempre, duas camas de solteiro separadas por uns cinquenta centímetros. Ela tava de camisola branca, fina, daquelas confortáveis que subiam fácil nas coxas. Deitou cedo, disse que tava cansada, virou pro lado e apagou a luz. Eu tentei jogar PUBG no celular, mas não conseguia focar. Toda hora voltava a cena do banho: a bucetinha molhada, os peitos, o cuzinho. Meu pau tava duro de novo, latejando dentro da cueca. Não aguentei.
Levantei devagar, sem fazer barulho. O quarto tava escuro, só a luz fraca do celular na mesa. Fui até a cama dela. Ela dormia de lado, respiração calma, camisola subindo até a cintura, mostrando a calcinha branca simples. Meu coração batia tão forte que eu jurava que ela ia ouvir. Toquei primeiro na coxa dela, pele macia, quente. Subi devagar, dedos tremendo. Ela não mexeu. Puxei a camisola pra cima, devagarinho, até os peitos ficarem de fora. Eram perfeitos: pequenos, redondos, bicos rosados duros mesmo no sono.
- Caralho... – sussurrei pra mim mesmo.
Toquei um peito com a mão toda. Apertei leve, senti o bico endurecer na palma. Depois o outro. Ela respirava mais fundo, mas ainda dormia. Desci a mão pela barriga, entrei por baixo da calcinha. A bucetinha dela tava quente, lisinha, levemente molhada. Dedo médio roçou os lábios, abriu devagar. O grelinho tava ali, inchadinho. Circulei ele bem devagar, sentindo ela ficar mais molhada. Meu pau tava babando tanto que a cueca grudava.
Tirei a calcinha dela com cuidado, descendo até os joelhos. Agora a bucetinha toda exposta. Cheirei. Cheiro de mulher jovem, limpa, com um toque doce. Não aguentei. Abaixei o rosto, lambi de baixo pra cima, língua bem aberta, sentindo o gosto salgadinho misturado com o doce. Ela gemeu baixinho no sono. Lambi o grelinho, chupei ele devagar, sugando como se fosse um docinho. Depois enfiei a língua na entradinha da buceta, fodendo ela com a ponta. Tava molhada pra caralho agora, melando meu queixo inteiro.
Foi aí que ela abriu os olhos. Me encarou direto. Silêncio total por um, dois minutos. Eu parei, língua ainda dentro dela, coração disparado. Ela não gritou, não empurrou. Só olhou, respiração pesada.
- Darlinda... – murmurei, levantando o rosto, boca brilhando com o mel dela.
Ela não disse nada. Eu me aproximei, beijei a boca dela devagar. Primeiro leve, depois enfiei a língua, fazendo ela provar o próprio gosto de buceta.
- Continua me beijando, por favor... – pedi baixinho, voz rouca. – Eu tô louco por você desde mais cedo quando te vi tomando banho.
Ela ainda calada, mas abriu a boca e correspondeu. Beijo molhado, línguas se enrolando. Peguei a mão dela e levei direto pro meu pau. Tava pra fora da cueca, duro, grosso, veias pulsando, cabeça inchada babando.
- Sente... – sussurrei. – Olha como tá duro por causa da sua bucetinha.
Ela apertou. Dedinhos pequenos enrolando na pica, subindo e descendo devagar. Eu gemi na boca dela.
- Caralho, irmã... você é tão gostosa...
Tirei a camisola dela de vez. Agora tava nua na cama. Subi em cima, beijando o pescoço, descendo pros peitos. Chupei um bico, mordi leve, depois o outro. Ela arqueou as costas.
- Ah... – escapou dela, primeiro som.
Desci de novo, abri as perninhas dela. Lambi a buceta toda, língua rápida no grelinho.
- Sua bucetinha tá pingando, Darlinda... olha isso... – falei, enfiando dois dedos devagar.
Ela gemeu mais alto.
- Irmão... que isso... você tá me lambendo...
- Tô, e vou te comer agora. Quer minha pica?
Ela assentiu, olhos vidrados.
Tirei a cueca, pica balançando pesada. Posicionei a cabeça na entradinha dela. Rocei o grelinho com a glande, depois empurrei devagar. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, molhada. Entrei centímetro por centímetro, sentindo as paredes apertando minha pica.
- Aaaah... que pica grossa... – ela gemeu, voz manhosa.
- Tá gostando, irmã? Tá sentindo o irmão te arrombando?
Comecei a meter. Devagar no começo, depois mais forte. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Pele batendo pele. Eu segurava os peitinhos dela, apertando enquanto socava fundo.
- Mete mais, irmão... mete essa pica toda na minha buceta... – ela pediu, pernas enrolando na minha cintura.
Aumentei o ritmo. Fodia ela com força agora, cama rangendo. Ela gemia alto, unhas cravando nas minhas costas.
- Caralho, Darlinda... sua buceta tá sugando minha pica... tá tão quente...
Virei ela de quatro. Bunda empinada, cuzinho piscando. Cuspi na mão, passei no pau, depois na buceta de novo. Meti tudo de uma vez.
- Aaaah! – ela gritou baixo. – Assim... assim... rasga minha bucetinha!
Segurei os cabelos dela, puxei leve, socando fundo. Cada estocada fazia a bunda dela tremer. Desci o dedo e circulei o cuzinho, enquanto ele piscava.
- Quer no cu também, safada?
- Ainda não... mas depois... agora fode minha buceta, irmão... me faz gozar...
Continuei martelando. Ela começou a tremer, a rebolar forte, buceta apertando minha pica.
- Tô gozando... irmão... tô gozando na sua pica... aaaah!
Senti o jorro quente melando tudo. Não parei. Continuei fodendo ela através do orgasmo, buceta pulsando. Depois tirei, virei ela de lado, levantei uma perna e meti de novo, olhando nos olhos.
- Olha pra mim enquanto eu te como... – mandei.
Ela olhou, boca aberta, gemendo.
- Sua pica é tão grande... tá batendo no fundo... me enche de porra depois...
Eu tava no limite. Meti mais rápido, suor pingando.
- Vou gozar dentro, irmã... vou encher essa bucetinha de leite...
- Goza... goza pra mim... me enche toda...
Explodi. Jatos grossos de porra jorrando fundo na buceta dela, enchendo, escorrendo pelas coxas. Continuei socando devagar, misturando tudo.
Caímos juntos na cama, ofegantes. Eu ainda dentro dela, pica amolecendo devagar. Beijei a boca dela de novo.
- Isso fica só entre nós... – sussurrei.
Ela só sorriu, olhos fechados, buceta ainda latejando em volta da minha pica.
- Tá bom, irmão... mas... se quiser de novo... eu deixo.
Nunca mais falamos disso em voz alta. Mas toda vez que eu via ela de camisola, lembrava do gosto da buceta, do aperto, do jeito que ela pediu pra eu meter mais. Aquela noite ficou gravada pra sempre. A noite que eu comi minha irmã mais nova e descobri que ela era ainda mais safada do que eu imaginava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Acordando minha irmã, com minha língua na buceta!

Codigo do conto:
256693

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/03/2026

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