Comi minha sobrinha antes dela casar!

Eu tinha 34 anos e a vida era uma merda seca. Só tinha comido uma mulher na vida inteira, uma amiga da escola que depois casou e sumiu. Agora nada. Punheta todo dia, pornô no celular e um vazio que apertava o peito. Minha sobrinha, a Júlia, tinha 27. Só sete anos de diferença. A gente cresceu junto na casa da avó, brincando no quintal. Eu lembrava dela como se fosse ontem: magrinha, pele bronzeada de sol, tomando banho de mangueira no fundo do terreno. Eu no balanço, fingindo que olhava pro céu, mas os olhos grudados naquela xoxota lisinha, sem um pelo, rosadinha, pingando água. Perfeita. Limpa. Um tesão que eu nem entendia na época.
Agora ela ia casar. O noivo era um otário qualquer, engenheiro, cheio de grana. Ela já tinha passado por mais de vinte caras – eu sabia porque ouvia as conversas das tias na cozinha. “A Júlia é fogo, hein? Namorou aquele, depois aquele outro, transou com metade da cidade.” E eu ali, quieto, sentindo o pau latejar só de imaginar ela de quatro pra outro homem. De repente, misturando tudo – a lembrança da mangueira, a solidão, o casamento chegando – veio o pensamento sujo: eu quero comer minha sobrinha. Quero que ela chupe minha pica até engasgar. Quero meter na buceta quente dela, no cuzinho apertado, gozar dentro, lambuzar tudo. Sem amor. Sem romance. Só porra e tesão cru.
A família toda se juntou na casa da avó pra ajudar nos preparativos do casamento. Era fim de semana, churrasco, cerveja gelada, todo mundo rindo. Júlia chegou de short jeans curto, daqueles que mal cobrem a bunda, e uma blusinha fina sem sutiã. Os peitos pequenos balançavam a cada passo. Eu estava sentado no mesmo balanço de ferro do quintal, agora enferrujado, segurando uma latinha. Quando ela passou por mim, o cheiro de perfume doce misturado com suor me acertou como um soco.
— Ei, tio, tá sozinho aí? — ela perguntou, sorrindo daquele jeito safado que ela sempre teve.
— Tô só curtindo a sombra, sobrinha. Você tá linda pra caralho. O noivo vai babar no altar.
Ela riu, sentou do meu lado no balanço e cruzou as pernas. O short subiu, mostrando a coxa grossa, macia.
— Obrigada. Mas você sabe que eu não casei ainda, né? Ainda dá tempo de aprontar algumas besteirinhas.
Meu pau deu um pulo dentro da bermuda. Eu engoli seco.
— Besteirinhas, como assim?
Ela se inclinou pra perto, voz baixa, quase um sussurro.
— Tipo... deixar o tio ver o que ele sempre quis ver desde aquele dia da mangueira.
Meu coração quase parou. Ela sabia. Porra, ela sabia o tempo todo.
— Como assim? — eu gaguejei.
Júlia deu uma risadinha baixa.
— Eu via você me olhando, tio. Eu tinha 13, 14 anos, tinha já noção de que provocava os olhares de vários macho e cá entre nós já sabia que você ficava de pau duro no balanço toda vez que me via tomando banho. Eu abria mais as pernas de propósito, deixava a água escorrer na bucetinha só pra te provocar. Depois cresci, transei com todo mundo, mas nunca esqueci aquele olhar faminto. Agora que vou casar... acho que quero te dar isso antes. Só uma vez. Sem ninguém saber.
Eu não pensei duas vezes. Peguei a mão dela e levei pro meu quarto antigo, no fundo da casa. Todo mundo estava no quintal, barulho de música e risada cobria tudo. Tranquei a porta. Júlia tirou a blusa devagar, os peitos pequenos apareceram, bicos marrons duros.
— Olha, tio. Ainda sou a mesma menina de sempre, desde daquele dia do banho de mangueira, só que agora com buceta usada e pronta pra mais.
Eu caí de joelhos. Puxei o short dela pra baixo junto com a calcinha fio-dental. A buceta estava depilada, lábios inchados, brilhando de tesão. O cheiro era forte, doce e safado.
— Caralho, Júlia... que buceta perfeita. Continua lisinha igual antigamente.
Ela segurou minha cabeça.
— Chupa, tio. Chupa a buceta da sua sobrinha como você sonhou a vida inteira.
Eu enfiei a língua sem dó. O gosto era azedinho, quente, molhado pra caralho. Lambi o clitóris inchado, chupei os lábios, enfiei a língua fundo enquanto ela gemia baixo.
— Isso, tio... lambe gostoso... ai que delícia... sua língua é melhor que de metade dos caras que eu comi...
Meu pau estava duro pra explodir. Levantei, tirei a bermuda. A pica pulou pra fora, grossa, veia saltada, cabeça vermelha brilhando.
Júlia arregalou os olhos.
— Porra, tio... que pica grande. Maior que a do meu noivo. Vem cá, deixa eu chupar.
Ela se ajoelhou no chão do quarto, segurou meu pau com as duas mãos e lambeu da base até a cabeça. Depois abriu a boca e engoliu metade de uma vez.
— Hmmmm... que gosto bom... pau de tio é diferente hein... mais grosso, mais veiudo...
Chupava com fome, babando tudo, mão subindo e descendo enquanto a outra apertava minhas bolas. Eu segurava o cabelo dela, fodia a boca devagar.
— Isso, sobrinha... chupa a pica do tio... engole fundo... caralho, que boca quente...
Ela tirou o pau da boca, cuspiu em cima e sorriu.
— Quer foder minha buceta agora? Quer meter nesse cu também? Eu dou tudo pra você hoje. O noivo nunca vai saber que o tio comeu a noiva antes do casamento.
Eu joguei ela na cama velha. Abri as pernas dela bem abertas. A buceta piscava, molhada pra caralho. Alinhei a cabeça da pica e meti tudo de uma vez. Ela gemeu alto.
— Aaaahhh... que pica grossa... me rasga, tio... fode minha buceta... mais forte...
Eu metia com força, o barulho de pele batendo ecoava no quarto. Os peitos dela balançavam. Eu chupava um bico enquanto socava fundo.
— Porra, Júlia... sua buceta é apertada pra caralho... melhor que qualquer mulher que eu já comi... vou te encher de porra....
Sendo que só comi uma, porém não achei interessante que ela soubesse desse detalhe nesse momento.
Ela cravava as unhas nas minhas costas.
— Isso... me usa... sou sua putinha safada, quero ser sempre... fode mais, vai... quero gozar na sua pica, titio...
Eu virei ela de quatro. A bunda redonda, empinada. Cuspi no cuzinho rosado e enfiei dois dedos primeiro.
— Quer no cu também, né? Sua safada...
— Quero, tio... mete no meu cuzinho... eu já dei pra vários, mas nunca pro meu tio... vai com calma no começo...
Eu encostei a cabeça da pica no cu apertado e forcei devagar. Ela gemeu de dor e prazer misturado.
— Aiiii... que grosso... vai entrando, vai arrombando... aaaahhh... agora fode, fode forte vai... fode meu cuuuu...
Meti tudo. O cu dela engolia minha pica, quente, apertado pra porra. Eu segurava a cintura e socava forte, as bolas batendo na buceta molhada.
— Caralho, Júlia... que cu guloso... tá me apertando... vou gozar aqui dentro...
Ela rebolava forte pra trás.
— Goza, tio... enche o cuzinho da sobrinha... me lambuza toda... depois me limpa com a língua...
Eu não aguentei. Gozei forte, jatos grossos enchendo o cu dela. Saí devagar e vi a porra escorrendo. Júlia virou, abriu as pernas e mostrou a buceta e o cu pingando.
— Olha o que você fez, tio... agora limpa com a boca. Come sua própria porra da minha buceta e do meu cu.
Eu obedeci como um cachorro. Lambi tudo, misturando meu gozo com o mel dela. Ela gozou de novo na minha boca, tremendo.
— Aaaahhh... que safado... meu tio comendo a própria porra... delícia...
A gente não parou ali. Ficamos horas trancados. Eu comi ela mais três vezes. Uma de lado, pau na buceta enquanto chupava o pescoço. Outra de pé, contra a parede, metendo rápido enquanto ela mordia meu ombro pra não gritar. A última foi ela cavalgando, os peitos na minha cara, rebolando gostoso.
— Cavalga a pica do tio, sua vadia... isso... aperta a buceta... vou gozar de novo...
— Goza dentro, tio... me preenche com essa sua porra antes do meu casamento... quero levar sua porra pro altar...
No final, suados, lambuzados, ela deitou no meu peito.
— Foi a melhor foda da minha vida, tio. Melhor que os vinte caras juntos. Agora vou casar sabendo que o tio comeu tudo que tinha pra comer. Mas se um dia você quiser de novo... é só chamar. Eu venho correndo e abro a bucetinha e o cu pra você.
Eu sorri, o pau ainda meio duro.
— Pode deixar, sobrinha. Qualquer dia eu cometo essa loucura de novo. E vou te comer até você esquecer o nome do corno.
A gente se arrumou rápido. Ela saiu primeiro, sorrindo pra família como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei no quarto, cheirando meus dedos que ainda tinham o cheiro da buceta dela. O casamento ia ser em duas semanas. E eu já sabia: antes do “sim”, eu ia comer minha sobrinha mais uma vez. Ou duas. Ou quantas vezes o pau aguentasse.
Porque tesão assim não passa. É loucura. É sujo. É família. E é a melhor porra do mundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi minha sobrinha antes dela casar!

Codigo do conto:
256436

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/03/2026

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