Comendo minha irmã, após ve-la pelada no banheiro!
Meu nome é Allan, tenho 21 anos e durante o recesso da faculdade reaolvi dá um tempo da cidade e fui pro interior ver minha família, nesse período de tempo eu tava passando o fim de semana na casa da minha irmã mais velha, a Marina. Ela tem 34 anos, casada com aquele babaca do Roberto que mal fica em casa, corpo de quem malha mas ainda guarda aquelas curvas de mulher madura que fazem qualquer um babar. Peitos grandes, cheios, cintura fina e uma bunda redonda que balança quando ela anda de shortinho pela casa. O marido tinha saído cedo pro trampo, e eu tinha acabado de acordar no quarto de hóspedes, ainda meio grogue, pau meio duro da manhã, só de cueca boxer preta colada no corpo. Fui pro corredor procurando a toalha que ela tinha deixado no armário embutido, sem nem ligar pro resto. Empurrei a porta do banheiro achando que tava vazio. No segundo que abri, veio aquela fumaceira quente do chuveiro ligado no máximo. E lá estava ela. Marina, completamente pelada, água escorrendo pelos cabelos pretos longos, colando no corpo molhado. Meus olhos não conseguiram desviar rápido o suficiente. Vi tudo: os peitos pesados, mamilos rosados duros de frio e excitação, a barriga lisinha, e lá embaixo a buceta depilada, lábios inchados brilhando com a água, um filete de espuma do sabonete escorrendo bem no meio da fenda. O cu dela, redondinho e apertado, apareceu de lado quando ela se virou de susto. - Caralho! Que porra é essa?! – ela berrou, tentando cobrir os peitos com um braço e a buceta com a outra mão, mas o vapor não escondia nada. Eu congelei por um segundo, pau já começando a inchar na cueca, e bati a porta correndo. - Desculpa, Marina! Puta que pariu, achei que tava vazio! – gritei do corredor, rosto queimando de vergonha e tesão misturado. Fiquei ali parado um tempo, coração batendo forte, imaginando aquela buceta molhada de novo na cabeça. O resto do dia foi uma tortura. Ela ficou me olhando de canto de olho toda hora. No almoço, enquanto eu comia o arroz que ela tinha feito, Marina sentou na minha frente de regata fina sem sutiã, os bicos marcando o tecido, e sorriu de um jeito que não era só de irmã. - Não precisa ficar vermelho toda vez que eu passo, hein – ela disse baixinho, mas não falou mais nada. O olhar dela descia pro meu colo de vez em quando, como se soubesse que minha pica ainda tava semi-dura lembrando da cena. À tarde eu tentei disfarçar assistindo TV, mas toda vez que ela passava pela sala de shortinho curto, a bunda empinada balançando, eu sentia o pau pulsar. Ela sabia. E não falava nada. Só aqueles olhares que diziam “eu vi que você viu tudo, irmãozinho”. A noite chegou quente pra caralho. Eu tava deitado no quarto de hóspedes, só de samba-canção, luz baixa, rolando no celular quando a porta abriu devagar. Era a Marina, vestindo só uma camisola fina de alcinha, curta o suficiente pra mostrar metade da coxa grossa. Os peitos livres balançavam a cada passo, mamilos marcando o tecido fino. - Ei, sobre hoje de manhã… não fica com vergonha não, tá? – ela disse fechando a porta atrás de si e encostando na cama. – Acidentes acontecem. E olha… eu não fiquei brava. Na verdade, foi até engraçado ver sua cara de espanto. Eu engoli seco, pau já começando a crescer só com a presença dela ali. - Marina, foi mal mesmo. Eu não queria te ver… assim. Ela riu baixinho, sentando na beira da cama, a camisola subindo e mostrando a calcinha branca rendada. - Assim como? Pelada? Com a buceta toda exposta? Relaxa, irmão. Você é homem, eu sou mulher. Acontece. Mas me conta… gostou do que viu? O coração disparou. Ela tava provocando. - Porra, Marina… não faz isso comigo. Você é minha irmã. - E daí? – ela sussurrou, inclinando o corpo pra frente, os peitos quase saindo da camisola. – Eu vi como você ficou olhando. Vi sua cueca marcando. Sua pica tava dura, né? Não mente pra mim. Eu não respondi. Ela sorriu maliciosa, levantou e foi embora sem dizer mais nada, deixando um rastro de perfume doce no quarto. Fiquei ali, pau latejando, mão já descendo pra apertar a rola por cima da samba. Mais tarde, já quase meia-noite, meu celular vibrou. WhatsApp da Marina. Abri e quase gozei na hora. Primeira foto: ela no espelho do banheiro, mesma pose de depois do banho, mas agora posando. Peitos nus, mão segurando um deles, mamilo entre os dedos. Segunda foto: zoom na buceta, lábios abertos com os dedos, clitóris inchado brilhando, um fio de tesão escorrendo. Terceira: de costas, bunda empinada, cu piscando pra câmera, uma mão abrindo a nádega. Legenda: “Ainda pensando em você abrindo a porta hoje. Quer ver ao vivo de novo?” Respondi tremendo: “Marina, isso é loucura… mas caralho, que buceta linda.” Ela respondeu na hora: “Vem pro meu quarto. O Roberto só volta amanhã de manhã. Quero sentir essa pica que você escondeu de mim o dia todo.” Levantei rápido, pau duro pra caralho marcando a samba, e fui pro quarto dela. A porta tava entreaberta. Entrei e lá estava Marina deitada na cama king size, completamente pelada agora, pernas abertas, dedos brincando devagar na buceta molhada. - Vem cá, irmãozinho safado – ela disse com a voz rouca. – Tira essa roupa. Quero ver essa pica grossa que eu sei que você tem. Tirei a samba-canção num segundo. Minha rola pulou pra fora, 20 centímetros latejando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. - Porra, Marina… olha o tamanho disso. Tá assim por sua causa o dia todo. Ela lambeu os lábios, olhos brilhando. - Que pica linda, caralho. Vem aqui. Deixa eu chupar essa rola grossa. Subi na cama. Ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha pica com as duas mãos, apertou a base e lambeu da bola até a cabeça, devagar, língua quente e molhada. - Hmmm, gosto de macho… salgadinho – murmurou. – Irmãozinho tem uma pica tão grossa… vou engolir tudo. Abriu a boca e engoliu metade de uma vez, garganta apertando, babando pra caralho. Chupava com vontade, mão massageando minhas bolas, outra punhetando o que não cabia na boca. - Isso, Marina… chupa a pica do teu irmão… porra, que boca gulosa. Ela tirou pra respirar, cuspe escorrendo no queixo. - Quero mais. Deita. Vou sentar nessa rola. Deitei. Marina subiu em mim, buceta pingando em cima da cabeça da minha pica. Esfregou devagar, lambuzando tudo, clitóris roçando na glande. - Olha como tá molhada… só de imaginar essa pica me rasgando – gemeu. – Vai entrar tudo, irmão? Vai me foder gostoso? - Vou arrombar essa buceta gostosa, Marina. Senta e rebola devagar. Ela desceu devagar. A cabeça entrou, depois mais, mais, até minha pica sumir inteira dentro dela. Buceta quente, apertada, latejando em volta da rola. - Aaaah, caralho! Que pica grossa… tá me enchendo toda! – ela gritou baixinho, começando a rebolar devagar. Subia e descia, peitos balançando na minha cara. Eu peguei um mamilo na boca, chupei forte enquanto apertava a bunda dela. - Rebola nessa pica, minha irmã safada. Essa buceta tá me sugando… porra, que delícia. Ela acelerou, batendo a bunda na minha coxa, som molhado ecoando no quarto. Tesão escorrendo pelas minhas bolas. - Me fode, irmão! Mete forte! Quero sentir essa rola batendo lá no fundo da minha bucetinha! Virei ela de quatro. Segurei o cabelo, enfiei tudo de uma vez. Comecei a meter forte, pau entrando e saindo brilhando de tesão dela. - Toma, Marina! Toma essa pica do seu irmãozinho! Tá gostando de ser fodida por mim? - Tô amando, caralho! Mais forte! Arromba minha buceta! – ela gemia, mão descendo pra esfregar o clitóris. Meti sem parar, bolas batendo na buceta, suor escorrendo. Ela gozou primeiro, buceta apertando minha pica como um punho, corpo tremendo. - Aiiiii caralho. Não tô aguentando mais, tô gozando gostoso nessa pica! Aaaah, porra! Não para! Continuei metendo enquanto ela gozava, depois puxei pra fora. Virei ela de lado, levantei uma perna e entrei de novo, agora mais devagar, sentindo cada centímetro. - Quero foder teu cu também, irmã – sussurrei no ouvido dela. Marina sorriu safada. - Então vai. Mas passa cuspe primeiro, irmão. Deixa ele molhado pra tua pica grossa entrar. Cuspi bastante no cu dela, esfreguei com o dedo, depois pressionei a cabeça da pica. Entrou devagar, apertado pra caralho. Ela gemeu alto demais. - Devagar… aaaah, que rola grande… tá abrindo meu cu todo! Entrei até o fundo, comecei a meter devagar, depois mais rápido. Uma mão no clitóris dela, outra apertando o peito. - Toma no cu, Marina! Que cu apertado… tá me ordenhando a pica! - Mete mais! Fode meu cu gostoso! Quero gozar de novo com tua pica no meu rabo! Meti mais forte, dedo na buceta dela agora. Ela gozou de novo, cu piscando em volta da minha rola. Não aguentei. Puxei pra fora e gozei jorrando nas costas dela, porra grossa escorrendo até a bunda. Caímos na cama, ofegantes. Mas não acabou. Ela virou, pegou minha pica ainda dura na boca, limpando tudo com a língua. - Hmmm, gosto do meu cu misturado com teu leite – murmurou. – Vamos de novo? Quero cavalgar essa pica até amanhecer. E foi isso que fizemos. Segunda rodada: ela por cima de novo, buceta engolindo tudo, rebolando como uma puta. Terceira: de pé contra a parede, eu levantando ela, metendo fundo enquanto ela mordia meu ombro pra não gritar. Quarta: 69, eu chupando aquela buceta inchada enquanto ela engolia minha pica até a garganta. Quinta: anal de novo, agora ela sentada no meu colo, descendo devagar o cu no meu pau até engolir ele inteiro, rebolando e gemendo. - Irmão… tua pica foi feita pra me foder – ela dizia entre gemidos. – Nunca mais quero outro pau. Só essa rola grossa me arrombando buceta e cu. Gozei dentro dela na última rodada, enchendo aquele cuzinho de porra quente. Ela gozou junto, apertando, leite escorrendo misturado. De manhã, antes do marido voltar, ela me beijou na boca, mão apertando minha pica por cima da cueca. - Isso será sempre nosso segredo, irmãozinho. Mas toda vez que você vier… a porta do banheiro vai ficar destrancada. E minha buceta pra você também, é claro. Fiquei ali deitado, pau dolorido de tanto foder, mas sorrindo. Aquele fim de semana mudou tudo. E toda vez que lembro daquela fumaceira e da buceta molhada da Marina, minha pica ainda endurece na hora.
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