Comendo minha irmã no barco!

Era verão de 2025, eu tinha acabado de sair de férias do trabalho e da faculdade, o sol batia forte naquele fim de tarde no lago, o tipo de calor que gruda na pele e deixa todo mundo com a cabeça quente. Meu pontoon boat, com uns cinco anos de uso, balançava leve na água parada enquanto eu manobrava pra marina. Convidei minha irmã mais velha, a Gessica, pra passar o dia comigo — tubing, esqui aquático, cerveja gelada, o pacote completo. Ela aceitou na hora, com aquela voz animada que sempre me deixava um pouco nervoso. Quando encostei o barco, lá estava ela: biquíni vermelho fogo, daqueles que parecem pintados no corpo. O top mal segurava os peitos grandes e firmes, o tecido fino marcando os mamilos já arrepiados. A calcinha era um fiozinho ridículo, enfiado entre as bandas da bunda redonda e empinada. A pele dela brilhava de protetor solar, bronzeada, cheirando a coco e tesão reprimido.
- Ei, irmãozinho, tá pronto pra me ver gritando no tubo hoje? - ela disse, pulando pra dentro do barco com um sorriso safado, o cabelo castanho longo balançando.
Dei partida e fomos pro meio do lago. O vento quente batia na cara enquanto acelerava. Ana subiu no tubo inflável, o corpo molhado reluzindo. Eu via tudo pelo retrovisor: os peitos pulando com cada onda, a buceta quase escapando do biquíni quando ela caía na água. Meu pau já começava a inchar dentro da bermuda só de olhar. Ela gritava de alegria, rindo alto, mas eu sentia que tinha algo mais no ar. Depois de umas horas exaustos, paramos no centro do lago, longe de qualquer barco. O sol ainda queimava, o silêncio só quebrado pelo barulho leve das ondas batendo no casco.
- Que dia perfeito, hein? Tô morta, vou almoçar deitada - ela falou, se jogando nos assentos acolchoados da proa.
Abri a cooler, passei um sanduíche e uma cerveja. Ana deu um gole longo, depois, sem cerimônia nenhuma, desamarrou as tiras do top do biquíni. Os peitos dela saltaram livres, pesados, firmes pra caralho, com aqueles mamilos rosados e duros apontando pro céu. Eram perfeitos — redondos, com uma leve curva que balançava quando ela respirava, a pele brilhando de suor. Meu olhar grudou ali. Não conseguia disfarçar. Meu pau latejava, empurrando a bermuda.
Ela percebeu na hora e deu uma risadinha baixa, safada.
- Tá olhando o quê, irmão? Gosta dos meus peitos? - perguntou, arqueando as costas pra deixar eles mais expostos.
Não respondi de cara, só engoli seco. Então, sem aviso, ela levantou o quadril e deslizou a calcinha pelas coxas grossas. A buceta apareceu inteira: completamente depilada, lisinha como pele de bebê, os lábios carnudos e rosados inchados de calor, brilhando com um fiozinho de tesão que já escorria. O grelinho pontudo no topo, pedindo pra ser chupado. O cu piscava logo abaixo, apertadinho e rosado.
- Me depilei só pra isso, sabia? - ela disse baixinho, abrindo as pernas devagar. - Queria que você visse minha buceta lisinha, pronta pra você. Tá molhadinha desde que entrei no barco.
Meu pau ficou duro pra caralho, latejando visível na bermuda fina. Ana olhou direto pro volume e lambeu os lábios.
- Nossa, irmão... que pauzão duro você tem aí hein. Quer foder sua irmazona aqui no meio do lago? Quer meter essa pica grossa na minha buceta depilada?
- CLARO QUE SIM! - respondi quase rosnando, o coração martelando.
Ela não perdeu tempo. Se arrastou até mim de quatro, puxou minha bermuda pra baixo com as duas mãos. Minha pica saltou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Gessica gemeu baixinho.
- Caralho, que pica linda, irmão. Grossa, cheirosa... sempre imaginei chupando você assim.
Ela segurou a base com a mão quente, lambeu da bola até a cabeça devagar, a língua molhada girando no freio. Depois engoliu tudo de uma vez, fundo, até bater na garganta. Chupava com fome, babando pra caralho, sugando forte enquanto a cabeça subia e descia. Os sons molhados enchiam o barco: gluck gluck gluck. Ela olhava pra cima com olhos pidões, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos.
- Hmmm, que delícia sua pica, irmão. Tá pulsando na minha boca... Tô chupando gostoso, né? - murmurou entre uma chupada e outra, lambendo as bolas depois.
Chupou uns bons três minutos, sem parar, garganta apertando a cabeça da minha pica. Eu segurava o cabelo dela, metendo devagar na boca quente. Meu saco apertava, quase gozando.
- Para, Gel... senão eu gozo agora - avisei, ofegante.
Ela tirou a pica da boca com um pop molhado, sorriu safada e se virou de quatro nos assentos. Abriu as pernas, empinou a bunda e mostrou tudo: buceta inchada pingando, cu piscando.
- Então vem, irmão. Mete essa pica toda na minha buceta. Me fode como se eu fosse sua putinha que tá doida pra te dar!
Segurei a cintura dela, posicionei a cabeça da pica nos lábios molhados e meti de uma vez. Caralho, que buceta apertada e quente. Escorregadia de tesão, as paredes sugando minha pica enquanto eu entrava até o talo. Comecei a socar forte, o barco balançando no ritmo: ploc ploc ploc ploc. Os peitos dela batiam um no outro, o cu tremendo a cada estocada.
- Ai, caralho! Que pica grossa, irmão! Rasga a minha buceta assim, judia da xoxota da sua irmã! Mais fundo, vai! - ela gritava, empinando mais.
Eu metia sem piedade, segurando a bunda dela e abrindo as bandas pra ver meu pau entrando e saindo, brilhando da porra dela. O cheiro de sexo misturado com água do lago e protetor solar deixava tudo mais louco. O sol queimava nossas costas suadas. Meu pau batia no fundo dela, tocando o colo do útero.
- Porra, Gessica, sua buceta tá apertando tanto meu cacete, parece que tá ordenhando... tô quase gozando - avisei, diminuindo o ritmo.
Tirei a pica rápido, latejando. Ela virou de frente na hora, boca aberta.
- Goza na minha boca, irmão. Quero engolir toda sua porra quente. Me dá sua carga!
Engoliu a pica de novo, chupando rápido, mão batendo na base. Eu explodi. Jatos grossos de esperma encheram a boca dela — um, dois, três, quatro. Ana engoliu tudo gulosa, sem desperdiçar uma gota, lambendo a cabeça depois pra limpar.
- Hmmm, que porra gostosa, irmão. Tava guardada pra mim, né?
Eu ainda tava duro, o tesão não passava. Sorri malicioso e a empurrei de costas nos assentos.
- Agora é minha vez de te torturar, sua safada.
Abri as pernas dela bem abertas, o sol iluminando a buceta vermelha e inchada. Me ajoelhei e enterrei o rosto ali. Cheiro de buceta molhada, doce e salgada ao mesmo tempo. Lambi devagar do cu até o grelinho, chupando forte o botãozinho inchado. Minha língua girava rápido no grelinho enquanto dois dedos entravam fundo na buceta, fodendo ela no ritmo.
- Ai, porra! Chupa meu grelinho assim, irmão! Que língua gostosa... - ela gemeu alto, segurando minha cabeça.
Enfiei um dedo no cu apertado dela também, dedilhando devagar enquanto chupava o grelinho sem parar. A buceta dela escorria, molhando meu queixo. O barco balançava mais forte agora com os tremores dela.
- Dedilha meu cu, vai! Enfia mais fundo! Tô gozando, caralho!
Gessica gozou forte, o corpo inteiro tremendo, squirting um jato quente na minha boca. Eu não parei, continuei chupando e dedilhando até ela gozar de novo, mais fraco, gemendo rouca.
- Irmão... que delícia... ninguém nunca comeu a minha bucetinha assim.
Mas eu não tinha acabado. Levantei ela, sentei no banco e fiz ela cavalgar. A buceta dela desceu engolindo minha pica de novo, quente e molhada pra caralho. Ela subia e descia, os peitos pulando na minha cara. Eu chupava os mamilos duros enquanto ela rebolava.
- Monta nessa pica, Gel. Rebola gostoso a buceta no pau do seu irmão... - eu dizia, apertando a bunda dela.
Ela acelerou, gemendo alto.
- Tô sentindo sua pica batendo no fundo, irmão! Vai me encher de porra de novo?
Fodemos assim por mais um tempo, suor escorrendo, o sol queimando a pele. Depois virei ela de lado, uma perna pra cima, metendo de conchinha enquanto dedilhava o grelinho. O cu dela piscava pedindo, então molhei o dedo e enfiei devagar.
- Ai, meu cu... mete o dedo enquanto fode minha buceta! Que safadeza deliciosa, irmão!
Ela gozou pela terceira vez, apertando minha pica dentro dela. Eu não aguentei e tirei, gozando de novo nos peitos dela — jatos grossos cobrindo os mamilos.
Ficamos deitados ali, ofegantes, o barco balançando leve. O sol começava a baixar, pintando o lago de laranja. Gessica passou o dedo na porra dos peitos e lambeu, sorrindo.
- Isso foi só o começo do dia, né, irmão? Ainda tem a volta pra casa... quem sabe eu não te chupo de novo enquanto você dirige o barco?
Eu ri, puxando ela pra perto. A buceta dela ainda pulsava contra minha coxa, molhada e pronta pra mais. O proibido tinha virado o melhor dia da minha vida. O calor do lago, o balanço do barco, a buceta depilada da minha irmã mais velha — tudo perfeito. E a gente ainda tinha a noite inteira pela frente.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comendo minha irmã no barco!

Codigo do conto:
256612

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/03/2026

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