Provocando meu avô!

Fazia um ano que eu vivia obcecada pelo meu avô João. Aquele homem de 65 anos, viúvo, corpo ainda firme de tanto trabalhar na roça quando era mais novo, mãos grossas e veias saltadas que eu imaginava apertando minha cintura enquanto me fodia sem piedade. Eu tinha 22, já era mulher feita, mas toda vez que ia na casa dele meu coração batia forte e minha buceta ficava latejando só de pensar nele me olhando diferente. Nunca tive coragem de dar o primeiro passo. Até que entrei num fórum online daqueles bem safados, tipo Reddit de incesto e putaria, e li um monte de conselhos de gente que tinha vivido a mesma coisa. “Vista pouco, mostra sem mostrar, deixa ele ver o que quer e o resto vem sozinho”, diziam. Então decidi testar.
Era um sábado quente pra porra, daqueles que o ar gruda na pele. Cheguei na casinha simples dele no subúrbio usando uma saia plissada branca curtíssima, mal cobrindo metade da bunda, e uma regata preta justa que marcava meus peitos redondos e durinhos, sem sutiã nenhum pra que os bicos ficassem cutucando o tecido. Por baixo, só uma calcinha branca de algodão fininha, já um pouco úmida só de imaginar o que ia rolar. Ele precisava de ajuda pra pegar uma caixa pesada lá no alto da prateleira da despensa – coisa que sempre pedia pra mim porque morava sozinho e a escada era o jeito mais fácil.
- Oi, vovô! Cheguei pra te dar uma mãozinha hoje – eu disse entrando, dando um abraço apertado e deixando meus peitos roçarem no peito dele de propósito. Senti o cheiro dele, suor misturado com loção barata, e minha buceta deu uma piscadinha involuntária.
Ele me olhou de cima a baixo, os olhos parando um segundo a mais nos meus peitos e nas minhas pernas nuas.
- Nossa, minha netinha... você tá linda hoje, hein? Essa saia tá curta pra caralho, mas tá calor mesmo. Entra, entra. A caixa tá lá em cima, vou pegar a escada.
Eu sorri por dentro, sentindo o olhar dele queimando minha bunda enquanto eu andava na frente. Ele montou a escada velha de madeira na despensa apertada e eu subi devagar, degrau por degrau, balançando o quadril de leve. Sabia que lá de baixo ele tinha visão completa. A saia subia sozinha com o movimento, revelando minhas coxas grossas e depois a calcinha branca colada na minha bunda redonda e empinada. Parei no degrau de cima, estiquei o braço pra pegar a caixa devagar pra caralho, fingindo que tava difícil, e me inclinei um pouco mais. Sentia o ar fresco batendo direto na minha buceta por baixo da saia e imaginava os olhos dele grudados ali, estudando cada detalhe.
- Cuidado, menina, não cai não – ele disse com a voz já rouca, mas eu sabia que não era preocupação. Era tesão.
Eu me mexi mais um pouco, abrindo as pernas só um palmo na escada, e a calcinha ficou bem esticada, marcando o contorno da minha buceta inchada. Tinha certeza que ele via o tecido já molhado no meio, o cheiro de buceta jovem subindo até o nariz dele. Meu cu aparecia meio de lado, apertadinho e rosado por baixo da borda da calcinha. Fiquei ali uns bons trinta segundos, fingindo ajustar a caixa, rebolando de leve pra que a saia balançasse e mostrasse tudo.
- Tá pesada essa porra, vovô... mas eu consigo – falei com voz manhosa, olhando por cima do ombro pra baixo. E lá estava ele, parado, olhos vidrados na minha bunda, boca entreaberta, uma mão disfarçadamente ajustando a frente da calça onde já dava pra ver um volume grosso crescendo.
Desci devagar também, degrau por degrau, sentindo a saia roçar na minha pele quente. Quando cheguei no chão, ele estava bem perto, quase colado. Pegou a caixa das minhas mãos, mas antes roçou a palma grossa bem na minha bunda, apertando de leve como se fosse sem querer.
- Obrigado, netinha... você salvou o dia. Que menina boa você é – ele murmurou, mas a mão ficou um segundo a mais ali, os dedos roçando a barra da saia.
Eu virei de frente pra ele, peito arfando, bicos duros cutucando a regata.
- De nada, vovô. Eu adoro te ajudar... em tudo que você precisar – respondi, mordendo o lábio e olhando direto pro volume na calça dele. – Tá tudo bem? Você tá meio... vermelho.
Ele engoliu seco, a mão ainda perto da minha cintura.
- Tá calor pra caralho aqui dentro, menina. E você... porra, você cresceu tanto. Essa saia... eu vi tudo, sabia? Não consegui tirar os olhos da sua bucetinha ali em cima.
Meu coração disparou. O plano tinha funcionado. Eu me aproximei mais, deixando minha coxa roçar na pica dura dele por cima da calça.
- Ah é, vovô? E gostou do que viu? Minha calcinha branca molhadinha só pra você olhar... eu fiz de propósito, subi devagar pra você ver minha bundinha e minha buceta bem de perto.
Ele soltou um gemido rouco e finalmente largou a caixa no chão. As duas mãos grandes agarraram minha cintura, puxando meu corpo contra o dele.
- Caralho, netinha... você é uma putinha safada mesmo. Eu sonhei com isso tantas vezes, mas nunca pensei que você ia querer o velho aqui. Essa buceta tá pedindo pica, né? Tá molhada pra caralho só de eu olhar por baixo da saia.
- Tô sim, vovô... minha bucetinha tá pingando desde que subi aquela escada. Sente aqui – eu peguei a mão dele e enfiei por baixo da saia, guiando os dedos grossos direto pro tecido da calcinha. Ele sentiu o calor e a umidade, esfregando devagar.
- Porra, tá encharcada... que buceta quente e macia. Deixa o vovô ver direito agora.
Ele me virou de costas contra a mesa da cozinha, levantou minha saia até a cintura e puxou a calcinha pro lado com um dedo. O ar bateu direto na minha buceta depiladinha, lábios inchados e brilhando de tesão. Ele se ajoelhou atrás de mim, nariz quase encostando.
- Olha só esse cu apertadinho... e essa bucetinha rosada piscando pra mim. Que delícia, netinha. O vovô vai lamber tudo.
Sem esperar, ele enfiou a língua grossa direto na minha buceta, lambendo de baixo pra cima, chupando meu clitóris inchado com vontade. Eu gemi alto, segurando na mesa.
- Ai, vovô... isso, chupa minha buceta... lambe esse clitóriszinho que tá latejando pra você. Porra, que língua gostosa...
Ele grunhia enquanto comia minha buceta, língua entrando e saindo, depois subindo pro meu cu, lambendo o buraquinho apertado em círculos molhados. Enfiou um dedo grosso na minha buceta, depois dois, fodendo devagar enquanto chupava meu cu.
- Que cu guloso... tá apertando meu dedo. Você quer pica no cu também, sua putinha?
- Quero tudo, vovô... quero sua pica velha e grossa me arrombando a buceta e o cu. Me fode, por favor...
Ele se levantou, abriu a calça com pressa e tirou aquela pica enorme – grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, uns 20 centímetros fáceis. Eu me virei, caí de joelhos e agarrei ela com as duas mãos.
- Caralho, vovô... que pica linda e grande. Maior que eu imaginava. Deixa eu chupar.
Enfiei na boca de uma vez, engolindo até a garganta, babando tudo, chupando as bolas pesadas enquanto ele segurava minha cabeça.
- Isso, netinha... mama a pica do vovô. Que boca quente e safada. Engole tudo, vai... porra, que neta gulosa.
Eu chupei com fome, olhando pra cima, saliva escorrendo pelo queixo. Depois ele me levantou, me colocou sentada na mesa, abriu minhas pernas e encaixou a cabeça da pica na entrada da minha buceta molhada.
- Agora o vovô vai te foder de verdade. Essa bucetinha vai engolir minha pica inteira.
Ele empurrou devagar no começo, abrindo meus lábios, depois meteu tudo de uma vez até o fundo. Eu gritei de prazer.
- Ai, caralho... que pica grossa... tá me enchendo toda, vovô... me fode forte!
Ele começou a meter com força, a mesa batendo na parede, bolas estalando na minha bunda. Segurava meus peitos por cima da regata, beliscando os bicos.
- Que buceta apertada e quente... tá sugando minha pica, netinha. O vovô vai te encher de porra. Você é minha putinha agora.
Eu rebolava contra ele, unhas cravadas nas costas dele.
- Sim, sou sua putinha... fode sua neta safada... mete mais fundo... quero gozar na sua pica.
Ele meteu mais rápido, suor pingando, gemendo como um animal. Depois tirou, me virou de quatro na mesa e enfiou de novo, dessa vez batendo a pica no fundo da buceta enquanto o dedo polegar entrava no meu cu.
- Olha essa bundinha rebolando... agora o vovô vai comer esse cu também.
Ele cuspiu no meu cu, esfregou a cabeça da pica e foi entrando devagar no meu buraquinho apertado. Eu senti queimar delicioso, gemendo alto.
- Ai, porra... tá arrombando meu cu... vai fundo, vovô...fode gostoso e forte o meu cuzinho!
Ele meteu tudo, fodendo meu cu com estocadas longas e fortes, uma mão no meu clitóris esfregando rápido. Eu gozei pela primeira vez, buceta e cu apertando a pica dele, jorrando melado na mesa.
- Tô gozando... caralho... continua metendo!
Ele não parou, meteu mais uns minutos e depois tirou, me fez ajoelhar de novo.
- Abre a boca, netinha... o vovô vai gozar tudo nessa carinha safada.
Eu abri, língua pra fora. Ele bateu a pica umas vezes e jorrou uma porra grossa e quente, jatos e jatos cobrindo minha língua, meus peitos, escorrendo pela regata. Eu engoli o que deu, lambendo os restos.
- Que porra gostosa, vovô... me marcou toda.
Ele me puxou pra um beijo molhado, ainda ofegante.
- Você é minha agora, netinha. Toda vez que vier aqui, vai subir nessa escada sem calcinha e o vovô vai te foder até não aguentar mais. Entendeu?
- Entendi, vovô... e da próxima eu venho sem nada por baixo, só pra você enfiar essa pica logo na minha buceta molhada.
A gente ficou ali abraçado, suados, sabendo que aquilo era só o começo. Desde aquele dia, toda vez que eu ia ajudar com as tarefas domésticas, acabava com a saia levantada, buceta e cu arrombados pela pica do meu avô. E eu nunca mais precisei de conselho de fórum – eu mesma ensinava ele a me foder cada vez mais safado.

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Comentários


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Comentou em 08/03/2026

Bom conto. Tenho relações com minha avó desde jovem e espero um dia ter uma neta para deflorar

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notório Comentou em 08/03/2026

Quero, um dia, comer minha netinha assim gostoso. Parabéns vovô. Parabéns netinha. Votado




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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Provocando meu avô!

Codigo do conto:
256402

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
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