Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho!

Eu ainda não consigo olhar na cara do Marcos sem sentir o estômago revirar e, ao mesmo tempo, a buceta latejar como se estivesse pedindo mais. Faz um mês que eu fiz a maior merda da minha vida e, porra, eu odeio admitir, mas revivo aquilo todo dia quando fecho os olhos e enfio dois dedos em mim mesma debaixo do lençol. A gente sempre foi daqueles irmãos que zoam pra caralho, dividem pizza às três da manhã vendo série, mas desde que ele começou a malhar pesado o corpo dele mudou. Ombros largos, peito definido, braços que esticam a camiseta como se fossem explodir. Eu pegava ele saindo do banho só de toalha e desviava o olhar rápido demais. Ele percebia, dava aquele sorrisinho de canto e fingia que não tinha visto nada. Mas eu via. E ele sabia que eu via.
Naquela noite nossos pais tinham saído pra jantar fora, aniversário de casamento ou sei lá. Eu voltei da academia suada pra porra, entrei no banheiro do corredor, abri o chuveiro quente e deixei a água bater no corpo todo. Esqueci de trancar a porta. Achei que o Marcos estava no quarto dele com fone de ouvido no último volume, como sempre. Terminei o banho, desliguei o chuveiro e saí pingando, completamente pelada, os peitos pesados balançando, os mamilos duros do frio repentino, a buceta lisinha e molhada brilhando com gotas d’água misturadas ao meu próprio mel. Eu só queria pegar a toalha grande que fica no gancho atrás da porta.
A porta abriu de repente.
Marcos entrou com a escova de dentes na mão e congelou. Eu congelei. A gente ficou ali, a dois passos um do outro, eu nua como vim ao mundo, ele de bermuda de moletom e camiseta velha. Os olhos dele desceram devagar: primeiro nos meus peitos, depois na barriga, depois pararam na minha xoxota depilada, os lábios inchados e brilhantes. Eu vi o pau dele reagir na hora — a bermuda subiu, o volume grosso marcando o tecido, a cabeça da pica quase aparecendo na barra. Meu coração batia tão forte que eu jurava que ele conseguia ouvir.
Eu devia ter gritado. Devia ter coberto os peitos com um braço e a buceta com a outra mão. Devia ter corrido pro quarto. Mas não fiz porra nenhuma. Fiquei lá, pés molhados no chão frio, deixando ele olhar. Deixando ele comer meu corpo com os olhos como se fosse a primeira buceta que ele via na vida.
- Desculpa… — ele sussurrou, mas a voz saiu rouca, grave, quase um rosnado. Em vez de sair, ele deu um passo pra dentro e fechou a porta atrás de si. O clique da fechadura soou como um tiro.
Meu corpo inteiro tremeu. Eu senti a umidade quente escorrendo entre minhas coxas, misturando com a água do banho. Ele chegou mais perto. Tão perto que eu senti o calor do corpo dele. A mão dele subiu devagar, como se tivesse medo que eu acordasse do transe. Quando os dedos tocaram meu peito esquerdo, apertando de leve, eu soltei um gemido baixo que nem tentei segurar.
- Porra, Laura… você tá tão gostosinha, tão… — ele não terminou. O polegar roçou meu mamilo e ele endureceu na hora, virando um bico duro e sensível. Ele apertou de novo, mais firme, e eu senti uma pontada direta na buceta.
Eu não falei nada. Só abri um pouco as pernas, instintivamente. A mão dele desceu, devagar, roçando minha barriga, passando pelo umbigo, até chegar nos pelos curtinhos que eu deixo só em cima. Dois dedos grossos separaram meus lábios molhados e encontraram meu clitóris inchado. Ele começou a fazer círculos lentos, precisos, como se já soubesse exatamente como eu gosto.
- Tá molhada pra caralho, mana… — ele murmurou contra minha orelha, a respiração quente. — Isso tudo é pra mim?
Eu só consegui gemer. Minhas pernas estavam bambas. Ele enfiou um dedo dentro de mim, depois dois, curvando eles pra cima, acertando aquele ponto que me faz ver estrelas. Eu me segurei nos ombros dele, as unhas cravando na camiseta. O barulho molhado dos dedos entrando e saindo da minha buceta enchia o banheiro pequeno. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, de pé, tremendo inteira, apertando os dedos dele enquanto minha buceta pulsava forte.
- Isso, goza pra mim… que buceta gostosa, porra…
Quando parei de tremer, eu olhei pra baixo. A bermuda dele estava esticada ao máximo. Eu caí de joelhos sem pensar, puxei o elástico pra baixo e a pica dele saltou pra fora — grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Tinha uns vinte e dois centímetros fáceis, curvada pra cima, pesada. Eu segurei na base, senti o calor latejando na palma da mão, e enfiei na boca sem aviso.
- Caralho, mana! — ele gemeu alto, segurando meu cabelo molhado.
Eu chupei com fome. Língua girando na cabeça, lambendo o filete de pré-gozo salgado, depois descendo até engolir metade. A garganta apertou em volta dele. Eu babava tudo, saliva escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos. Subia e descia rápido, a mão massageando as bolas pesadas. Ele fodia minha boca devagar, segurando minha cabeça.
- Chupa mais fundo… isso… que boca gulosa, porra… você tá engolindo o pau do seu irmão inteiro, tá gostando né?
Eu respondi com um gemido que fez a pica dele vibrar. Ele me puxou pra cima de repente, virou meu corpo e me curvou sobre a pia. Eu me segurei na borda, espelho embaçado na minha frente refletindo meus peitos balançando e o rosto dele atrás de mim, vermelho de tesão. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, cuspiu direto na minha buceta e esfregou a cabeça da pica nos meus lábios inchados.
- Vou te comer sem camisinha, Laura. Quero sentir essa buceta apertando meu pau cru.
- Então mete logo… — eu pedi, voz rouca, quase chorando de tesão. — Mete tudo, Marcos… me fode.
Ele segurou meus quadris e empurrou devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios, entrou centímetro por centímetro, me esticando toda. Eu senti cada veia, cada pulsação. Quando ele estava todo dentro, bolas encostando no meu clitóris, eu soltei um grito baixo.
- Porra Marcos… tá tão fundo… tá me rasgando toda, continua assim vai, irmao…
Ele começou a bombear. Devagar no começo, saindo quase tudo e metendo até o fundo. Depois mais rápido. O barulho de pele contra pele ecoava no banheiro. Ele segurava meus cabelos molhados como rédea, puxando minha cabeça pra trás enquanto metia forte.
- Essa buceta é minha agora, mana. Só minha. Tá sentindo como ela mama meu pau? Tá apertando pra caralho.
Eu empurrava pra trás, rebolando, querendo mais. Ele esticou a mão e começou a esfregar meu clitóris enquanto metia. Eu gozei de novo, mais forte, minha buceta esguichando um pouco no chão, pernas tremendo tanto que ele teve que me segurar.
- Isso, goza no pau do seu irmão… que delícia, porra…
Ele não parou. Virou meu corpo de novo, me sentou na pia fria, abriu minhas pernas no máximo e meteu de frente. Agora eu via o rosto dele, os olhos vidrados, suor escorrendo. Ele chupava meus mamilos enquanto socava fundo, a pia rangendo com a força.
- Quero gozar dentro, mana… posso? Quero encher essa buceta de porra quente…
- Goza, goza gostoso na bucetinha da sua irmã, vai… me enche, Marcos… me enche toda…
Ele meteu mais três vezes fundo, rosnou como animal e explodiu. Eu senti o jato quente batendo no fundo da minha buceta, jato atrás de jato, grosso, quente, transbordando. Ele ficou lá dentro pulsando, esvaziando tudo. Quando saiu, um fio branco escorreu pela minha coxa até o chão.
A gente ficou em silêncio por uns segundos, respirando pesado. Ele pegou a toalha, limpou meu corpo com cuidado, depois limpou o pau ainda semi-duro. Me deu um beijo rápido na testa, quase tímido, e saiu do banheiro sem dizer mais nada.
Eu fiquei lá, sentada na pia, pernas abertas, porra dele escorrendo da minha buceta inchada, o gosto dele ainda na minha boca. Me senti a pior pessoa do mundo. Meu irmão. Meu próprio irmão tinha acabado de me foder sem camisinha e eu tinha implorado. Mas ao mesmo tempo… eu nunca tinha gozado tão forte na vida.
Desde então eu evito ele. Quando ele entra na sala eu saio. Quando ele me chama pra ver filme eu invento dor de cabeça. Mas à noite, sozinha no quarto, eu me toco pensando nele. Enfio três dedos na buceta imaginando aquela pica grossa me abrindo de novo. Gozo sussurrando o nome dele. E o pior é que eu sei que ele também pensa. Eu vejo o jeito que ele me olha quando acha que não estou vendo — aquele mesmo olhar faminto do banheiro.
Eu odeio ter gostado. Odeio querer de novo. Mas toda vez que escuto o chuveiro dele ligar, minha buceta molha na hora e eu penso: e se eu “esquecer” de trancar a porta outra vez?

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu irmão me comeu gostoso, após me ver pelada saindo do banho!

Codigo do conto:
256369

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/03/2026

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