Sendo naturalista com minha mãe!

Eu nunca imaginei que a vida ia virar essa loucura safada tão rápido. Tenho 18 anos, moro só com a minha mãe, a Carla, que tem 42 mas parece uma gostosa de 20. Corpo de academia, pele lisinha, peitos empinados que nem balançam quando ela anda, bunda redonda e firme, cintura fina e aquelas coxas grossas que dão vontade de morder. Cabelo preto longo, olhos verdes safados. Todo mundo na rua vira pra olhar, e eu... bom, eu tentava não pensar nisso. Até aquele dia.
Ela gritou do banheiro:
- Filho, traz uma toalha limpa pra mim? Esqueci de pegar!
Eu peguei uma do armário e bati na porta.
- Pode entrar, tá aberta!
Empurrei devagar e lá estava ela, pelada embaixo do chuveiro, água escorrendo pelos peitos, escorrendo pela barriga lisinha e sumindo no meio das pernas depiladas. A buceta dela era rosadinha, lábios carnudos, e o grelinho aparecia levemente inchado. Meu pau deu uma latejada dentro da bermuda na hora.
- Mãe... toma aqui a toalha e se cobre, caralho! – falei, virando o rosto, mas os olhos não obedeciam.
Ela riu baixinho, pegou a toalha da minha mão e nem se enrolou direito. Só passou no corpo devagar, apertando os peitos e deixando a água escorrer ainda.
- Relaxa, meu amor. Não tem problema nenhum. Corpo é corpo. Obrigada pela toalha.
Saí dali com o coração martelando e a pica meio dura. Fiquei dois dias pensando naquilo, batendo punheta escondido lembrando da buceta molhada dela. Até que chegou o dia que mudou tudo.
Eu estava sozinho em casa. Tinha tirado toda a roupa, deitado na cama do meu quarto, pau duro pra cima, grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Comecei a me masturbar devagar, apertando a base, subindo e descendo a mão, imaginando aquela buceta rosada. Gemendo baixinho:
- Ahhh mãe, que delícia Dona Carla. Porra... que buceta gostosa...
Não ouvi a porta da frente abrir. Não ouvi os passos. De repente a porta do meu quarto abriu e lá estava ela, completamente pelada também, só de chinelo. Peitos empinados, bicos marrons duros, buceta lisinha brilhando um pouco de suor do calor lá fora. Ela parou na porta, olhou direto pro meu pau na mão e sorriu daquele jeito safado que eu nunca tinha visto.
- Oi, filho... – disse baixinho, entrando e fechando a porta atrás dela. – Estive pensando e eu como uma mulher independente e linda, após ver sua reação ao me ver pelada, eu decidi que quero ficar nua pra sempre em casa. Sem roupa, sem vergonha. E você... fica nu também, pode ser filho?
Meu coração quase saiu pela boca. Tentei cobrir a pica com as mãos, mas ela já estava latejando mais forte.
- Mãe... que porra é essa? Eu tô... nervoso pra caralho.
Ela veio devagar até a beira da cama, sentou na ponta, abriu as pernas um pouco e me mostrou tudo. A buceta inchada, lábios abertos, grelinho rosado aparecendo.
- Nervoso com o corpo da mamãe? Olha pra mim, filho. Olha essa buceta molhada só de te ver batendo punheta. Se você tá com vergonha... pode fazer o que quiser comigo. Tudo. Eu quero. Quero sentir essa pica dura dentro de mim.
Eu engoli seco. A mão dela subiu pela minha coxa, tirou minhas mãos de cima do pau e segurou ele firme. Os dedos dela eram quentes, macios.
- Caralho, mãe... sua mão tá quente pra porra.
- Shhh... deixa a mamãe cuidar de você. Olha como sua pica tá latejando. Grossa, veiazinha saltada... que delícia.
Ela começou a bater devagar, apertando a cabeça, espalhando o pré-gozo com o polegar. Eu gemia, quadril subindo sozinho.
- Mãe... isso é errado... mas porra... continua.
Ela se inclinou, peitos roçando minha coxa, e cuspiu direto na cabeça da pica. O cuspe quente escorreu pelo pau todo.
- Errado? Olha como sua pica gosta. Tá babando pra mamãe. Quer chupar? Quer enfiar na minha garganta?
- Quero... quero pra caralho.
Ela abriu a boca, língua rosada pra fora, e engoliu minha pica de uma vez. Fundo, até bater na garganta. Os olhos dela lacrimejaram mas não parou. Subia e descia, babando tudo, fazendo barulho molhado, gluck gluck gluck. Uma mão massageando minhas bolas, a outra apertando a base.
- Porra, mãe... sua boca tá quente demais... chupa mais fundo, caralho!
Ela tirou só pra respirar:
- Gosta da mamãe chupando sua pica grossa? Quer gozar na minha boca primeiro? Ou quer comer minha buceta molhada?
Eu puxei ela pra cima, deitei ela na cama de barriga pra cima e abri aquelas pernas grossas. A buceta estava encharcada, fiozinho de tesão escorrendo pro cu.
- Quero comer essa buceta primeiro. Olha como tá pingando, safada.
Abaixei a cabeça e enfiei a língua bem no meio. Lambeu do cu até o grelinho, chupando forte. Ela arqueou as costas, mão no meu cabelo.
- Ai, filho... isso... lambe o grelinho da mamãe... chupa ele... porra, que língua gostosa!
Eu chupei o grelinho inchado, rodando a língua rápido, dois dedos enfiados na buceta apertada, entrando e saindo fazendo barulho de molhado. Ela tremia, coxas apertando minha cabeça.
- Tá me fazendo gozar... não para... enfia mais dedo... isso... caralho, vou gozar na sua boca!
Ela gozou forte, jorrando um pouco de squirt na minha língua, corpo tremendo todo. Eu subi, pau roçando na buceta molhada.
- Agora vou te foder, mãe. Vou meter essa pica toda nessa buceta apertada.
- Mete, filho... mete fundo... rasga a buceta da mamãe!
Eu segurei a base e enfiei devagar no começo, sentindo os lábios carnudos abrindo. Depois meti tudo de uma vez. Ela gritou de prazer.
- Aaaah... que pica grossa... tá me enchendo toda... mexe, vai!
Comecei a bombear forte, pau entrando e saindo, bolas batendo no cu dela. O barulho molhado ecoava no quarto. Peitos dela balançando a cada estocada. Eu peguei um bico na boca, chupando enquanto metia.
- Sua buceta tá apertando minha pica... que delícia, mãe... tá me ordenhando...
- Mais rápido... me fode como uma puta... sou sua puta agora... mete no meu cu também depois... quero tudo!
Eu virei ela de quatro, bunda empinada, cu piscando. Cuspi bem no meio e enfiei dois dedos primeiro, abrindo. Depois encostei a cabeça da pica e forcei devagar. Ela gemeu alto.
- Vai devagar... isso... entra no cu da mamãe... porra, tá me rasgando gostoso...
Meti tudo no cu apertado, segurando a cintura dela, metendo forte. Uma mão descia e esfregava o grelinho enquanto eu socava.
- Tá gostando de levar no cu, sua safada? Olha como sua buceta tá pingando enquanto eu como seu cu.
- Tô amando... me fode o cu... goza dentro... enche o cu da mamãe de porra quente!
Eu não aguentei. Depois de uns minutos socando aquele cu guloso, senti as bolas apertarem. Tirei do cu e enfiei de novo na buceta, metendo rápido.
- Vou gozar... toma minha porra, mãe!
Jorrei tudo lá dentro, jato atrás de jato, enchendo a buceta até escorrer pelas coxas. Ela gozou junto, apertando meu pau com a buceta, gritando:
- Isso... me enche... deixa eu sentir sua porra quente dentro de mim... caralho, que delícia!
Caímos na cama, suados, ofegantes. Mas não acabou. Ela virou pra mim, mão já pegando meu pau semi-duro, lambendo a cabeça suja de porra e tesão dela.
- Ainda tô com fome, filho. Quero mais. Quero sentar nessa pica agora.
Ela subiu em mim, posicionou a buceta na cabeça e desceu devagar, engolindo tudo. Começou a cavalgar, bunda batendo nas minhas coxas, peitos pulando na minha cara. Eu pegava os dois, apertava, chupava os bicos.
- Rebola no meu pau, mãe... assim... que buceta gulosa... tá me engolindo inteiro.
- Quero gozar de novo... esfrega meu grelinho... isso... mais forte!
Ela gozou cavalgando, jorrando de novo, molhando minha barriga toda. Eu segurei a bunda dela e meti de baixo, rápido, até gozar mais uma vez dentro dela.
Depois disso ficamos abraçados, pelados, suados. Ela beijou meu pescoço e sussurrou:
- Agora é pra sempre, filho. Todo dia vou querer essa pica dentro de mim. Buceta, cu, boca... tudo seu.
- Porra, mãe... eu também. Quero te comer o dia inteiro.
E foi assim que começou nossa vida nua e safada. Todo dia ela chegava do trabalho já tirando a roupa, vinha pro meu quarto, abria as pernas e pedia:
- Vem, filho... mama na buceta da mamãe antes de jantar.
Ou de noite, acordava eu com a boca na minha pica:
- Levanta essa pica dura... mamãe quer sentar no seu pau antes de dormir.
E eu metia, lambia, gozava nela em todo canto da casa. Na cozinha, ela debruçada na pia, eu comendo o cu enquanto o café passava. No sofá, ela cavalgando enquanto assistíamos filme. No banheiro, debaixo do chuveiro, igual aquele primeiro dia, só que agora eu entrava junto e fodia ela contra a parede.
Uma vez ela me chamou pro quarto dela de madrugada, de quatro na cama, cu empinado, buceta brilhando:
- Vem comer os dois buracos hoje, filho. Primeiro o cu, depois a buceta. Quero ficar pingando sua porra a noite toda.
Eu meti no cu, depois troquei pra buceta, depois voltei pro cu, alternando até ela implorar pra gozar. E eu gozei, enchendo os dois buracos.
A gente parou de usar roupa em casa pra sempre. Quando chegava visita, ela corria pro quarto rapidinho, mas assim que fechava a porta, voltava pelada, pica já dura só de olhar pra ela. E a safada adorava provocar: sentava no meu colo pelada, roçava a buceta na minha pica por baixo da mesa, sussurrando:
- Quando eles saírem eu quero você me fodendo na mesa da sala.
E eu fodia mesmo. Mesa, chão, sofá, tudo virava palco pra nossa sacanagem.
Hoje, dois meses depois, ela ainda tá mais gostosa. Peitos mais sensíveis, buceta sempre molhada pra mim. Às vezes acorda chupando meu pau e diz:
- Bom dia, filho... mamãe quer leite quente da sua pica pra começar o dia. Que tal?
E eu dou. Gozo na boca dela, ela engole tudo e ainda lambe as bolas.
Essa é nossa vida agora. Nua, safada, intensa. E eu nunca mais quero que mude.

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Comentários


foto perfil usuario casalbisexpa

casalbisexpa Comentou em 09/03/2026

sensacional .. amo incesto ... só faltou as fotos

foto perfil usuario eumelissa

eumelissa Comentou em 08/03/2026

Delicia




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo naturalista com minha mãe!

Codigo do conto:
256414

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
5

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