Batendo na bunda da priminha!

Desde que a Ana, minha prima de 22 anos, começou a aparecer mais aqui em casa nas férias, eu vivo numa luta interna que me deixa de pau duro só de pensar. Ela é aquela morena de cabelo cacheado até a cintura, corpo definido de quem faz academia mas ainda tem as curvas bem brasileiras, e a bunda... caralho, aquela bunda é o pecado em forma de carne. Redonda, empinada, com duas covinhas logo acima que aparecem quando ela usa shortinho jeans justo. Toda vez que ela chega, eu sinto o cheiro dela primeiro – um misto de perfume doce com suor leve do calor – e meus olhos vão direto pro balanço daquelas bandas quando ela anda pela sala.
No começo era só brincadeira de família. Ela fazia alguma besteira, tipo derrubar o copo de refrigerante na mesa ou bagunçar minhas coisas no quarto, e eu dava um tapinha rápido na bochecha da bunda dela por cima da roupa. O som era seco, plá!, e ela ria, fingindo raiva. Mas eu sentia o impacto na palma da mão, o quentinho da carne cedendo e voltando no lugar, e meu pau já dava sinal de vida dentro da cueca. Ultimamente as coisas mudaram. Ela vinha cansada da viagem de ônibus e eu a pegava no colo pra “ajudar”, como se ela fosse criança, mas não era. Sentava ela nas minhas pernas no sofá, uma mão firme na coxa grossa e a outra escorregando devagar até segurar aquela bunda toda. Os dedos afundavam na maciez por cima do tecido fino, e eu apertava de leve, sentindo o calor irradiando pra minha pele. Ela se remexia no meu colo, o cu redondo roçando bem na cabeça da minha pica que já inchava, e eu fingia que era só apoio.
- Ei, primo, você tá me apertando demais aí atrás – ela dizia rindo, mas com a voz um pouco rouca.
- É pra não cair, sua bagunceira – eu respondia, apertando mais forte, o polegar quase chegando na fresta entre as bandas.
Às vezes ela subia no meu ombro pra pegar algo no armário alto da cozinha, brincando de ser leve como antigamente. Eu a segurava pelas coxas primeiro, mas logo a mão subia e agarrava a bunda inteira pra dar equilíbrio. Os dedos se abriam, cada um afundando numa parte daquela carne farta, e eu sentia o shortinho subindo, expondo a pele macia da parte de baixo. O cheiro de buceta dela chegava sutil quando ela se inclinava, um aroma doce e quente que me deixava louco. Eu apertava, massageava disfarçadamente, e ela dava risadinha nervosa.
- Para de me segurar assim, seu pervertido! Tá sentindo tudo, né? – ela provocava, mas não descia.
- É só pra você não cair, prima. Mas essa bunda sua é pesada demais, tá me matando – eu retrucava, o pau latejando contra a perna dela.
Eu me sentia um merda por isso. Era minha prima, sangue do meu sangue, e ali estava eu fantasiando em meter a cara entre aquelas bandas e lamber tudo. Mas o tesão vencia sempre. Toda noite depois que ela ia embora eu batia punheta pensando nela, imaginando o som da minha mão estalando forte na bunda pelada, o jeito que a carne ia ficar vermelha e quente.
A coisa explodiu numa sexta à noite chuvosa. A Ana tinha vindo passar o fim de semana inteiro porque os pais dela viajaram. Estávamos sozinhos em casa, vendo filme de terror no sofá escuro. Ela vestia só uma camiseta larga minha que eu emprestei – que ficava enorme nela mas subia até mostrar metade da bunda quando sentava – e uma calcinha preta fininha. Eu de short folgado, sem camisa. Ela se jogou no meu colo de lado, como sempre, as pernas cruzadas sobre as minhas. O filme mal começou e ela já estava rindo de uma cena boba.
- Olha esse cara correndo, primo, que ridículo! – ela disse, mexendo o corpo e fazendo a bunda roçar direto na minha virilha.
Meu pau acordou na hora. Fiquei duro como pedra, a cabeça inchada pressionando contra o tecido fino da calcinha dela. Ela sentiu, parou de rir e olhou pra mim com aqueles olhos grandes.
- Primo... tá sentindo isso? – a voz saiu baixa, quase um sussurro safado.
- Tô, Ana. E você tá sentindo também, né? Essa bundinha quente roçando na minha pica o tempo todo. Não aguento mais só apertar. Quero bater de verdade agora.
Ela mordeu o lábio inferior, o rosto corando, mas não saiu do meu colo. Em vez disso, empinou levemente o quadril, esfregando mais forte.
- Então bate, seu safado. Mas bate forte, como eu mereço por te provocar tanto.
Não esperei segunda vez. Virei ela de bruços no sofá, a bunda pra cima bem na minha frente. A camiseta subiu toda, expondo aquelas duas bolas de carne perfeita, a calcinha fio-dental sumida entre as bandas. Dei o primeiro tapa de verdade – plá! – forte, a mão aberta cobrindo quase tudo. A pele tremeu, ficou vermelha na hora, e ela soltou um gemidinho.
- Ai, caralho! Isso doeu gostoso...
- Cala a boca e empina mais essa buceta, prima. Você sabe que quer.
Bati de novo, do outro lado, mais forte. Plá! Plá! Plá! Três tapas seguidos, o som ecoando na sala. A bunda dela ficou marcada com a forma dos meus dedos, quente pra caralho. Eu via a calcinha molhando no meio, o tecido escurecendo com o melzinho que escorria da bucetinha dela. Puxei o fio pro lado com dois dedos, expondo tudo: os lábios inchados, rosados, brilhando de tesão, e o cuzinho apertado logo acima, piscando como se pedisse atenção.
- Olha só essa bucetinha molhada, Ana. Tá pingando pra mim, sua vadiazinha descarada. E esse cu... porra, parece feito pra minha pica.
Ela gemeu alto, empinando mais, abrindo as pernas.
- Bate mais, primo. Bate enquanto enfia o dedo. Quero sentir sua mão marcando minha bunda enquanto me deda.
Enfiei o dedo médio direto na buceta quente e apertada. Ela estava encharcada, os músculos sugando meu dedo como se não quisesse soltar. Enquanto isso, continuei batendo – plá! plá! – alternando lados, fazendo a carne dançar. O cheiro de buceta fresca enchia o ar, misturado com o suor dela. Tirei o dedo e lambi, saboreando o gosto doce e salgado.
- Delícia, porra. Sua buceta tem gosto de pecado, Ana.
Levantei ela no ombro como nas outras vezes, mas agora era diferente. Carreguei até o quarto, a mão toda enfiada entre as pernas, dois dedos agora fodendo a bucetinha enquanto andava. Ela se contorcia no meu ombro, gemendo no meu ouvido.
- Me fode, primo. Me fode logo, pois eu não estou aguentando mais. Quero essa pica grossa rasgando meu cu e minha buceta.
Joguei ela na cama de bruços, tirei o short e a cueca num movimento só. Minha pica pulou pra fora, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, quase 20 centímetros latejando. Subi nela, abri as bandas com as duas mãos e cuspi direto no cuzinho. Espalhei a saliva com a cabeça da pica, pressionando devagar.
- Relaxa esse cu, prima. Vou meter tudo, vou arrombar essa bundinha gulosa pra você.
Ela empinou, agarrando os lençóis.
- Enfia, seu filho da puta! Enfia essa pica no meu cu agora!
Empurrei. A cabeça entrou com um pop, apertando pra caralho. Ela gritou de prazer e dor misturados.
- Ai, caralho, tá rasgando meu cu, mas tá gostoso demais! Mais fundo, primo, me enche, me arromba com essa sua pica!
Fui fundo, centímetro por centímetro, até minhas bolas baterem na buceta molhada dela. Comecei a socar devagar, depois mais forte. O som de pele contra pele, ploc ploc ploc, misturado com os gemidos dela. A bunda tremia a cada estocada, vermelha dos tapas. Eu batia de novo enquanto fodia – plá! na lateral – fazendo ela apertar mais o cu em volta da minha pica.
- Isso, aperta meu pau com esse cu guloso. Você é uma putinha descarada em forma de priminha, né? Sonhava com isso todo dia, hein sua cachorra?
- Sonhava sim, seu safado! Sonhava com sua pica me arrombando. Agora fode mais forte, me faz gozar com o seu pau no meu cu!
Troquei de buraco sem aviso. Tirei do cu, enfiei tudo na buceta de uma vez. Ela estava mais molhada ainda, escorrendo pelos meus ovos. Fodi ali uns minutos, depois voltei pro cu, alternando, usando os dois buracos como queria. O quarto cheirava a sexo bruto: suor, buceta, cu e porra pré-gozo.
Virei ela de quatro, segurei o cabelo cacheado como rédea e meti fundo na buceta. A bunda batia contra minha barriga, o som molhado ecoando. Com a mão livre, enfiei o polegar no cu dela, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.
- Tá sentindo, Ana? Dois buracos preenchidos, do jeito que tu merece, sua vagabunda. Agora toma, sua vadia que tá sendo arrombada pelo primo.
- Tô sentindo tudo, caralho! Vou gozar, vou gozar forte, caralho, continua socando e não para, não para... bate na bunda enquanto eu gozo!
Bati forte, plá plá plá, e ela explodiu. O cu e a buceta apertaram ao mesmo tempo, jorrando squirt quente que molhou minha coxa inteira. Ela tremia, gritando meu nome misturado com safadeza.
- Porra, primo! Tô gozando no seu pau, seu cachorro! Me enche de porra agora, vai, inunda sua priminha com sua porra gostosa, seu vagabundo!
Não aguentei. Tirei da buceta, enfiei no cu de novo e meti fundo três vezes. Senti o gozo subindo, quente, grosso. Gozei dentro do cu dela, jatos longos enchendo tudo, transbordando pelas bandas. Puxei pra fora e ainda jorrei mais na bunda vermelha, pintando as marcas dos tapas com minha porra branca e cremosa.
Caímos na cama, suados, ofegantes. A bunda dela latejava, marcada, brilhando de porra e saliva. Eu passei a mão devagar, espalhando tudo.
- Isso foi só o começo, prima. Amanhã vou te foder o dia inteiro. Essa bunda é minha agora.
Ela virou o rosto, sorriu safada, a voz rouca de tanto gemer.
- Pode bater, apertar, lamber e foder quando quiser, primo. Eu vim pra isso. Minha buceta, meu cu e minha bunda são seus pra usar como você bem entender.
Ficamos ali, eu ainda com a mão na bunda dela, apertando de leve, sabendo que a culpa tinha ido embora. Só restava o tesão puro, intenso, e a promessa de mais noites assim – tapas, socadas, porra escorrendo e gemidos ecoando pela casa toda vez que minha prima viesse me visitar.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


256322 - Comendo minha irmã, após ve-la pelada no banheiro! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256311 - Minha irmã me deixa louco! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256309 - Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256238 - Irmão meteu em mim! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256225 - Me acabando na siririca após ver meu pai comendo minha irmã! - Categoria: Masturbação - Votos: 2
256211 - Me exibindo pro meu pai até não aguentar mais! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256202 - Sozinha em casa com meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256200 - Ajudando meu tio no banho! - Categoria: Incesto - Votos: 3
256175 - Roçando no joelho de meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256162 - Titia gostosa! - Categoria: Incesto - Votos: 1
256127 - A noite de filme que mudou tudo! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256125 - Acordei com minha filha me chupando! - Categoria: Incesto - Votos: 8
256122 - Sendo perversa com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256119 - Minha enteada me fez perder a cabeça! - Categoria: Incesto - Votos: 7
256082 - Perversão com minha maninha! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256065 - Após a balada, não resisti ao meu irmão! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256064 - A rola grossa do meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256060 - Rala e rola com meu irmão enquanto vemos um filme! - Categoria: Incesto - Votos: 5
256048 - Finalmente comendo minha irmãzinha! - Categoria: Incesto - Votos: 6
256028 - Papai me espiando batendo siririca! - Categoria: Incesto - Votos: 4
256008 - Minha convivência com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 5
255982 - Meu filho me espiando enquanto eu me tocava no banho! - Categoria: Exibicionismo - Votos: 2
255981 - Minha filhota voltou a morar comigo, e..... - Categoria: Incesto - Votos: 4
255951 - Currada após uma massagem! - Categoria: Incesto - Votos: 9
255947 - Irmãzinha bateu punheta pra mim! - Categoria: Incesto - Votos: 7
255941 - Desesperada pelo papai! - Categoria: Incesto - Votos: 13
255925 - Apaixonada pelo meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 6
255920 - Minha tia me provocava! - Categoria: Incesto - Votos: 3
255917 - Por causa de um nude, comi minha irmã! - Categoria: Incesto - Votos: 6
255902 - A irmã da minha namorada nos observava e fez chantagem! - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Batendo na bunda da priminha!

Codigo do conto:
256326

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/03/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0